Eu estava sozinha na área da piscina do condomínio da minha amiga de escola. Era terça-feira de manhã, o lugar completamente deserto. Ninguém na área de lazer, nenhum morador aparecendo, só o barulho da água e o calor do sol. A amiga tinha subido pro apartamento dela “só pra tomar um banho rápido” e me deixou ali, deitada na espreguiçadeira de concreto, de biquíni preto molhado colado no corpo. Foi quando ele apareceu. Um homem de uns cinquenta e dois anos, morador do bloco de trás. Cabelo grisalho curto, peito largo, braços fortes de quem ainda carregava peso, e um short de banho escuro que já marcava o volume grosso na frente. Ele me conhecia de vista. Sempre me olhava quando eu vinha visitar a amiga. Parou na beira da piscina, me encarando sem pressa. — Sua amiga subiu, né? — a voz dele saiu baixa, rouca. — Vai demorar. Ela demora pra caralho no banho. Eu engoli seco. O biquíni molhado já estava transparente na frente, marcando os lábios da buceta. Ele se aproximou, a sombra dele cobrindo meu corpo. — Levanta. Não foi um pedido. Foi ordem. Eu levantei. Ele me agarrou pelo braço e me puxou pra trás da área de churrasqueira, onde a parede alta escondia tudo. Em dois segundos a mão dele já estava dentro do meu biquíni. — Buceta quente… putinha safada. — Os dedos grossos abriram meus lábios e enfiaram dois de uma vez. Eu soltei um gemido baixo, a parede fria nas costas. Ele curvou os dedos e raspou fundo, o polegar esfregando o clitóris com força. — Molhadinha pra caralho. Tava esperando alguém te foder aqui? — Eu… ahh… — Cala a boca. — Ele tirou os dedos, enfiou na minha boca e me fez chupar. — Limpa. Depois me virou de frente pra parede, puxou o biquíni pro lado e ajoelhou atrás de mim. A língua dele invadiu minha buceta sem aviso, larga, quente, chupando os lábios e o clitóris com barulho sujo. Eu abri as pernas mais, a testa apoiada na parede fria, gemendo baixo pra não chamar atenção. — Delícia de buceta… — ele falou com a boca cheia de mim. Depois subiu a língua pro meu cu e lambeu o anel apertado, molhando tudo. Um dedo grosso empurrou pra dentro do meu cu enquanto a língua voltava pro clitóris. Eu tremei inteira. Ele se levantou, o short já aberto. O pau saiu pesado, veias saltadas, a cabeça rosada e brilhando. Me virou de novo, me empurrou de joelhos no chão quente e enfiou na minha boca de uma vez. — Engole, putinha. — A mão dele agarrou meu cabelo e fodeu minha garganta fundo. Eu engasguei, saliva escorrendo pelo queixo, o gosto dele forte. Ele meteu sem dó, o saco batendo no meu queixo, gemendo baixo. — Isso… engasga nesse pau. Olha pra mim enquanto engole. Quando tirou, um fio grosso de saliva e pré-porra ligava a cabeça à minha língua. Ele me levantou, me sentou na beira de uma mesa de concreto e abriu minhas pernas. O pau entrou de uma vez. Grosso, quente, esticando minha buceta até doer gostoso. Eu soltei um grito abafado. Ele meteu fundo, o saco batendo, as mãos apertando minhas coxas com força. — Aperta essa buceta… isso… putinha gostosa. — Um dedo voltou pro meu cu e enfiou até a juntura enquanto o pau fodia sem parar. O clitóris latejava, raspando na base do pau a cada estocada. Eu gozei primeiro, a buceta apertando em volta dele em espasmos, o cu contraindo no dedo. Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu ainda tremia, o dedo no cu fazendo pressão, o pau batendo fundo. — Agora vai no rosto. Tirou o pau de dentro, me puxou de joelhos de novo e começou a bater a cabeça gorda na minha boca, na minha bochecha, no meu nariz. Gozei quente, jatos pesados caindo na minha língua, escorrendo pelo queixo, pingando nos seios. Ele esfregou o pau sujo de porra na minha cara até a última gota. — Engole tudo. Eu engoli. O gosto forte desceu pela garganta enquanto ele ainda passava a cabeça do pau nos meus lábios sujos. Ele ajeitou o short, me olhou de cima a baixo e falou baixo: — Sua amiga ainda tá no banho. Fica quietinha. E da próxima vez que vier, me avisa. Depois sumiu pelo corredor do bloco, me deixando ali de joelhos, a buceta latejando, o cu ardeno, o rosto sujo de porra e o gosto dele ainda na boca.
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Naquela tarde, depois de deixar essa carinha marcada de porra, fomos pro shopping, lembra? - comprar o biquíni. E voltamos pra casa, porque eu queria colocar ele em você, queria apertar o lacinho em volta dessas coxas morenas, queria enfiar meus dedos pra fazer de conta que estava dando uma conferida, um ajuste nessa bundinha que passei a adorar. Queria arrancar a calcinha branca e meter em você de novo, só pra gente comemorar nossa segunda trepada do dia. O biquíni branco ficou lindo, Ju. Bei
Eu precisava ajeitar meu pau, você sabia que estava me deixando louco a aula inteira, putinha morena da buceta que, depois eu tive a certeza, estava sempre com a bucetinha escorrendo de tesão. Foi nesse dia que comprei o biquíni - depois que te arrastei dali e fomos pra casa, em que caímos de boca, de língua, de nariz, com os dedos, esfregando minha rola na sua boca e enfiando logo, sem muita frescura, porque putinha como você deve ser tratada é assim uns tapas, metidas até o talo, chupões
Lembra quem te presenteou com esse biquíni branco? Tenho certeza que sim! Foi naquele dia em que fiquei te esperando na saída do colégio, depois de uma aula em que você não deixava ninguém mais perguntar nada. Ou esqueceu disso também? Eu não esqueci o jeito como você me olhava, sentada numa carteira escolar e, bem salada, arregaçando as pernas pra me desconcentrar, pra me fazer engasgar, perder o ritmo, pra eu ter que ficar de costas pra classe, e você sabe que eu detesto isso, mas eu precisav
Que coroa gostoso, quero conhecer ele também...que transa deliciosa foi essa, um machão determinado e decidido, te pegou de jeito sem chante de falar nada...adorei e votei