A obra e o pau do pedreiro



A um tempo atrás eu comecei a sentir um tesão danado só de ver pedreiro em obra. Aqueles homens musculosos, mesmo os de cinquenta pra mais, camiseta cavada mostrando o braço queimado de sol, suor escorrendo no pescoço, falando palavrão alto, cuspindo no chão, o short marcado. Eu passava e a buceta latejava sem eu pedir.
Dois meses atrás, eu já com dezenove, apareceu uma obra perto de casa. Dois pedreiros. Um mais velho, uns cinquenta e dois, barriga firme, barba por fazer, voz grossa. O outro uns quarenta. Quando eu ia pra igreja de saia e com a Bíblia na mão, o mais velho sempre mexia comigo.
— Oi, crentinha gatinha. Vai rezar ou vai me deixar louco?
Eu fazia cara de difícil. Apertava a Bíblia. Acelerava o passo. Mas a buceta ardia o caminho inteiro.
Num sábado ele estava sozinho. Eu passei de shortinho curto, top e chinelinho. Ele assobiou. Quando eu parei na calçada e falei “Oi”, ele tomou um susto de verdade. Ficou com a colher de pedreiro no ar.
— Porra… a crentinha parou hoje?
— Parei. O senhor sempre fala, né. Hoje eu respondi.
Ele riu, baixo, sujo, e veio até o portão da obra. Olhou meu shortinho, minhas coxas, o top.
— Tá diferente sem a Bíblia. Tá com cara de quem quer outra coisa.
— E o senhor? Tá sozinho.
— Tô. O outro foi buscar material. Entra. Ninguém vai ver.
Eu entrei. O terreno era de terra, tijolo empilhado, uma laje pela metade, um cômodo no fundo sem porta. Cheiro de cimento e suor. Ele fechou o portão com o pé e já passou a mão na minha bunda por cima do shortinho.
— Eu sabia que essa buceta ardia quando eu te chamava de crentinha. Sabia, putinha.
— Eu fingia que não gostava.
— Fingia uma ova. Toda vez que você passava, essa bundinha balançava mais. Vem cá.
Ele me puxou pro cômodo do fundo. Me encostou na parede crua e enfiou a mão dentro do shortinho. Os dedos acharam a calcinha molhada na hora.
— Olha isso. Já tá escorrendo e eu só falei com você. Safada pra caralho.
Dois dedos entraram. Grossos, ásperos de trabalho. Ele meteu fundo, o polegar no clitóris, a boca no meu ouvido.
— Crentinha gostosa. Vai pra igreja com a Bíblia e a buceta pingando pro pedreiro.
Eu gemia baixo. Ele me ajoelhou na terra. Abriu o short de trabalho. O pau saiu pesado, veia saltada, a cabeça já brilhando. Cheiro de homem, de sol, de serviço.
— Abre a boca. Chupa o pau do tio.
Enfiou. Eu engasguei. Ele segurou meu cabelo e fodeu minha garganta sem dó, o saco batendo no meu queixo, a camiseta suada no meu nariz.
— Isso. Engole, putinha. Olha pra mim enquanto chupa.
Saliva escorreu. Ele tirou, passou a cabeça na minha língua e me levantou. Virou de costas, puxou o shortinho e a calcinha numa tacada e cuspiu no meu cu.
— Agora o cuzinho da crentinha.
O dedo entrou primeiro. Depois o segundo. Ele abriu, girou, meteu até eu tremer. A buceta latejava vazia. Ele ajoelhou atrás, passou a língua na minha buceta, chupou o clitóris e subiu pro cu, lambendo o anel enquanto os dedos fodiam.
— Delícia. Até o cu da crentinha é doce.
Depois subiu e enfiou o pau na buceta de uma vez. Grosso. Quente. Esticou tudo. Eu gritei contra o tijolo. Ele meteu fundo, a mão na minha nuca, a outra esfregando o clitóris.
— Aperta. Aperta essa buceta no pau do pedreiro, vagabunda.
Tirou, esfregou a cabeça no meu cu e empurrou. A cabeça abriu o anel. Eu soltei um gemido longo. Ele enterrou devagar, depois meteu até o saco.
— Porra… apertado. Toma no cu, crentinha.
Fodeu meu cu com força, o barulho molhado, a mão voltando pro clitóris. Eu gozei apertando o pau dele, as pernas bambas no chinelo. Ele não parou. Tirou do cu, voltou pra buceta, meteu os dedos no cu ao mesmo tempo, xingando baixo.
— Putinha da igreja. Oi crentinha gatinha… agora é isso. Agora é pau no cu.
Ele me virou, me ajoelhou de novo e gozou na minha cara. Jatos quentes bateram na boca, no nariz, no queixo. Esfregou o pau na minha língua até a última gota.
— Engole. Tudo.
Ainda duro, me virou de quatro outra vez e enfiou no cu de novo. Fodeu curto, bruto, e gozou a segunda vez dentro. A porra quente encheu e escorreu pela minha buceta quando ele tirou. Passou o pau sujo na minha boca.
— Limpa. Chupa a porra do teu cu.
Eu chupei. O gosto forte. Ele me olhou de cima, o peito suado, a camiseta colada.
— Segunda-feira você passa de saia de novo. Sem calcinha. E se o outro tiver aqui… você finge que não me conhece. Entendeu, crentinha?
Eu estava de joelhos na terra da obra, a cara suja de porra, o cu ardeno e escorrendo, a buceta latejando, o shortinho no tornozelo.
— Entendi…
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Ficha do conto

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Nome do conto:
A obra e o pau do pedreiro

Codigo do conto:
272904

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
22/09/2026

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