— Boa tarde, querida. Quero uma roupa pra sobrinha. Uns dezesseis anos, mas o corpo é parecido com o seu. Magrinha, peito pequeno, bunda redonda. Pode me ajudar a escolher?
O outro falou que ia na loja do lado e já voltava. Ficamos só nós dois. Ele perguntou minha idade com jeito de conversa, sem pressa. Eu respondi. Ele sorriu de canto.
— Então a sobrinha tem o corpo quase igual. Experimenta pra mim? Quero ver se o caimento fica bom nela. É difícil comprar sem ver no corpo.
Levei umas peças pro provador. Saia curta, blusa justa, shortinho. Ele esperava do lado de fora, falando por cima da cortina, voz baixa e educada.
— Abre um pouco mais, querida. Quero ver o caimento na cintura. Isso. Vira. Ficou lindo. Ela vai adorar.
Conversamos o tempo todo. Ele contou que tinha uma doceria no centro, que fazia bolo e doce fino, que o namorado era o masculino e que eles moravam em cima da loja. Quando eu saí do provador, ele olhou com atenção, como quem avalia a peça.
— Ficou perfeito. Obrigada por experimentar. Você tem um corpo bonito, sabia? Redondo nos lugares certos.
Ele me deu o cartão. Disse pra eu aparecer no fim de semana, que ia me dar sobremesa de graça por ter ajudado tanto. Eu guardei.
No sábado fui. A loja estava quieta. Ele sozinho atrás do balcão, avental, cheiro de doce. Sorriu quando me viu.
— Veio mesmo. Entra. Vou te mostrar o que tem lá em cima. O namorado saiu, fica até de noite.
Subimos a escada estreita. O quarto era pequeno, cama de casal, cortina fechada, cheiro de perfume doce e de homem. Ele fechou a porta e ficou um tempo só conversando, oferecendo doce, sentado perto. A conversa foi ficando mais baixa. Ele passou a mão no meu joelho, leve.
— Eu falei que ia experimentar roupa na sobrinha e acabei querendo outra coisa. Senta aqui.
Sentei na beira da cama. Ele ajoelhou, tirou meu shortinho e a calcinha. Cheirou o pano, lambeu a mancha e guardou no bolso. Abriu minhas pernas e passou a língua na buceta, mas só uma vez, de leve. Depois desceu pro cu.
— Eu como mulher. Mas só cu. Buceta eu não fodo. Só enfio o dedo pra sentir molhar. O resto é aqui.
A ponta do dedo encostou no anel. Só a ponta. Eu contraí. A buceta latejou na hora. Ele riu, doce e sujo ao mesmo tempo.
— Olha isso. Já pisca. Gosta da pontinha, né, putinha?
Girou a ponta, molhada, sem entrar. Eu empurrava a bunda. Ele enfiou até a junta, tirou, voltou só com a ponta de novo, me deixando doida. Segundo dedo. Abriu. Cuspiu. Terceiro. Enquanto isso um dedo só entrou na buceta, devagar, sentindo o quanto eu escorria, e saiu. Nunca mais voltou lá.
— Molhada pra caralho. Mas o pau vai no cu. Só no cu.
Me virou de quatro. O pau dele era grosso, comprido, a cabeça rosada. Enfiou na minha boca primeiro. Eu engasguei. Ele segurou meu cabelo e fodeu a garganta, a voz ainda doce.
— Engole, querida. Engole o pau do tio. Olha pra mim.
Tirou, cuspiu no cu e empurrou a cabeça. Entrou devagar, depois fundo. Eu gritei no travesseiro. Ele meteu com força, a barriga batendo na minha bunda, as mãos abrindo as nádegas.
— Aperta. Aperta esse cu. Eu sou passivo com homem, mas com novinha eu como. E como fundo. Toma.
Fodeu pesado. Cada estocada batia no fundo e fazia a buceta latejar vazia. O único dedo que voltou foi o do clitóris, esfregando por fora enquanto o pau arrombava o cu. Eu gozei assim, contraindo em volta dele. Ele não parou. Tirou, enfiou três dedos, abriu, cuspiu de novo, voltou com o pau mais bruto.
— Puta. Cu de loja. Veio experimentar roupa e saiu com o cu aberto. Continua apertando.
Me virou de lado, levantou uma perna e meteu de frente pro cu. A mão deu um tapa na cara quando eu gemi alto. Outro tapa. Ele xingava baixo, doce e nojento ao mesmo tempo.
— Olha pra mim enquanto eu como teu cu, vagabunda. Engole o pau. Isso. Toma.
Eu gozei de novo. A barriga contraiu e eu mijei, jato quente no lençol, enquanto ele ainda metia. Ele riu.
— Mijou de pau no cu. Safada. Continua.
Fodeu mais um tempo, me puxou pelo cabelo e gozou na cara. Jatos quentes no olho, na boca, no nariz. Esfregou a cabeça na língua. Depois tirou a calcinha do bolso, abriu o pano e gozou a segunda vez em cima dela, encharcando o algodão que ele tinha cheirado. Esfregou a calcinha suja na minha boca e enfiou o pau de novo no cu só pra meter o resto dentro.
Quando tirou, a porra escorreu. Me fez chupar o pau sujo.
— Limpa. E fica com a calcinha. Quero que você leve pra casa com a porra seca nela.
Eu desci a escada com a cara suja, o cu ardendo e escorrendo, a calcinha melada no bolso, a buceta latejando de um dedo só. O cheiro de doce da loja misturado com o gosto dele na boca



Juju, eu estava com.saudades de ler seus contos. Você fica cada dia mais putinha, mais gostosa. Um dia ainda te pego...
Q delícia queria ser eu no lugar dele