Eu ainda estava de férias no Ceará. Naquele dia peguei um ônibus lotado pra voltar pra casa da minha tia. Estava de minissaia jeans bem curta, daquelas que sobe fácil quando a gente se mexe. O ônibus ia tão cheio que quase não dava pra respirar. Fiquei em pé, perto do fundo, segurando a barra de ferro. Atrás de mim tinha um grupo de pedreiros de meia-idade. Cheiro de cimento, suor e sol. Um deles, mais alto e forte, ficou colado nas minhas costas. No começo achei que era só o aperto do ônibus. Mas logo senti que ele queria era esfregar o pau em mim. Ele começou a me encoxar por cima da roupa. O volume era imenso. Mesmo por baixo do tecido grosso da calça de trabalho, eu sentia o formato inteiro: grosso pra caralho, comprido, já duro. Ele pressionava aquele pau enorme bem no meio da minha bunda, por cima da minissaia e da calcinha. Os amigos dele ficaram do lado, como fazendo uma parede para ninguém notar. O ônibus balançava. A cada lombada ou freada, ele empurrava com mais vontade, esfregando o pau dentro da calça de cima pra baixo. Dei uma arrebitada na bunda, para o volume dele por debaixo da calça encaixar melhor. A cada movimento, a cabeça grossa dele batia exatamente na entrada da minha buceta por cima da calcinha. Eu sentia os lábios da buceta se abrindo um pouco com a pressão, o clitóris sendo esmagado contra o tecido molhado. Minha buceta latejava, inchada, quente, já começando a escorrer. A respiração dele no meu pescoço era quente e pesada. De vez em quando ele se virava um pouco e sussurrava para os amigos: — Olha essa putinha… tá rebolando no pau. Tá doida pra levar. Os outros riam baixo. Ele continuava me encoxando, o pau imenso roçando forte entre minhas nádegas e pressionando direto na minha buceta. A minissaia já tinha subido. A calcinha estava tão molhada que colava nos lábios, marcando o formato da buceta. Cada vez que ele empurrava, eu sentia os lábios se separando um pouco, o clitóris sendo massageado com força pelo volume grosso dentro da calça dele. Eu não afastei. Quando o ônibus tremia mais forte, eu retribuía. Rebolava de leve pra trás, abrindo um pouco mais as pernas e apertando minha buceta contra aquele pau enorme. Ele soltou um gemido baixo e pressionou ainda mais, sussurrando de novo pros amigos: — Porra, a putinha tá gozando… senti ela tremer. Minha buceta estava latejando sem parar. Os lábios inchados, o clitóris latejando, a calcinha completamente ensopada e colada. Cada atrito fazia um barulhinho molhado quase inaudível. Eu sentia o líquido escorrendo pelas dobras, molhando a parte de dentro das coxas. A buceta contraía sozinha, como se quisesse chupar aquele pau que estava só por cima da calça. Eu não aguentei. O ônibus deu uma freada forte, o pau imenso dele pressionou bem no meio da minha buceta, esmagando o clitóris e abrindo os lábios por cima da calcinha ensopada. Eu gozei ali mesmo, em pé. A buceta latejou forte, se contraindo várias vezes, liberando ainda mais porra molhada. A calcinha ficou encharcada de verdade, o tecido branco transparente, colado nos lábios abertos, escorrendo pelas coxas. Minhas pernas tremeram. Eu mordi o lábio pra não gemer alto. Ele sentiu tudo. Empurrou o volume com mais força uma última vez, bem fundo contra a minha buceta gozada, e sussurrou pros amigos, rindo baixo: — A putinha gozou no pau… tá toda molhada. Quando o ônibus parou e o movimento afrouxou um pouco, eu senti algo a mais. Ao me afastar, notei um melado quente e grudento na calça dele, bem na altura onde o pau estava. Ele também havia molhado as calças. O tecido da calça dele estava úmido e brilhante naquele ponto, misturando o pré gozo dele com o tanto que a minha buceta tinha escorrido. Eu desci do ônibus com a calcinha completamente ensopada, colada, os lábios da buceta ainda latejando e abertos, e o cheiro da minha própria excitação subindo. E ainda sentia o formato daquele pau imenso marcado na minha pele.
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Que maravilha, que delicia, que gostoso, como uma simples viagem de ônibus, pode se transformar em algo tão inesperado e tão gostoso. Que menina danadinha, além de linda e gostosa bem safadinha, que maravilha. Tem que ser assim mesmo, aproveitar essas ocasiões, essas oportunidades únicas e se soltar toda e inteira e gozar bem gostoso.
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