Eu tinha dezessete anos e estava no culto de sexta à noite, sentada no banco do fundo. O irmão casado, uns cinquenta e dois anos, chegou perto enquanto a esposa dele conversava com outras irmãs lá na frente. Ele se abaixou, a voz baixa e rouca no meu ouvido: — Você tá linda demais hoje, Júlia. Essa saia… tá me deixando doido. Eu olhei pra ele, fingindo inocência, mas já sentindo a buceta latejar. — Irmão… a irmã tá ali. — Ela não tá prestando atenção. Sábado depois do almoço. Motel ali na avenida, o mais barato. Quarto 12. Você vem? Eu só balancei a cabeça. Ele passou a mão rápida na minha coxa por baixo da saia e se afastou como se nada tivesse acontecido. No sábado eu cheguei no motel fuleiro às duas da tarde. O quarto cheirava a desinfetante barato e colchão velho. Ele já estava lá, de camisa social aberta, a barriga marcada, o pau já duro marcando a calça. Quando trancou a porta, me empurrou contra a parede e rasgou minha calcinha. — Putinha da igreja… fiquei a semana inteira pensando nessa buceta. O pau dele era grosso pra caralho, veias saltadas, a cabeça larga. Me jogou de joelhos e enfiou na minha boca sem aviso. Eu engasguei. Ele segurou meu cabelo e fodeu minha garganta fundo, o saco batendo no meu queixo. — Engole, vagabunda. Chupa esse pau que a minha esposa não chupa. Saliva escorria. Ele meteu até eu quase vomitar e tirou, um fio grosso ligando a cabeça à minha língua. Me jogou na cama de quatro, abriu minhas nádegas e cuspiu no meu cu. Dois dedos grossos entraram de uma vez. Eu gritei. Ele meteu os dedos no cu enquanto a língua chupava meu clitóris com força. — Apertadinho pra porra esse cuzinho. Vai engolir o pau todo agora. A primeira metida foi na buceta. O pau grosso abriu tudo de uma vez. Eu soltei um gemido alto. Ele fodeu com violência, a cama batendo na parede, as mãos apertando minha cintura. Um dedo voltou pro cu e enfiou até a juntura. Eu gozei apertando o pau dele, o clitóris latejando. Ele tirou, me virou e enfiou de novo, agora mais fundo. Fodeu até gozar a primeira vez dentro da minha buceta, jatos quentes enchendo. Tirou, me fez chupar a porra misturada com meu gozo e já estava duro de novo. Na segunda metida ele enterrou no meu cu. A cabeça larga abriu o anel com dor gostosa. Eu tremia. Ele meteu até o saco, gemendo baixo: — Cuzinho de puta da igreja… aperta. Aperta esse pau casado. Fodeu meu cu com força, a mão esfregando meu clitóris até eu gozar de novo. Gozou a segunda vez fundo no meu cu, a porra quente escorrendo quando ele tirou. A terceira metida foi de novo na buceta, mais bruto ainda. Ele me prendeu de bruços, o peso dele em cima, o pau batendo fundo enquanto os dedos arrombavam meu cu já cheio de porra. Eu gozei gritando. Ele tirou e gozou a terceira vez na minha cara, jatos densos cobrindo minha boca, meu nariz, meus olhos. Eu engoli o que consegui. Saí dali por volta das cinco da tarde, a buceta latejando, o cu ardendo e escorrendo porra, as pernas bambas. Estava andando pela avenida quando vi o outro irmão da igreja. Sessenta e poucos, careca, corpo mais magro, olhar sujo. Ele parou o carro. — Júlia? Tá sozinha? Quer que eu te leve? Eu entrei. Em cinco minutos ele já estava com a mão na minha coxa. Em dez estávamos em outro motel, ainda mais barato. Mal trancou a porta e ele me empurrou de joelhos. — Ouvi falar que você é putinha. Vou ver se é verdade. O pau dele era mais longo, fino e duro. Enfiou na minha boca e fodeu minha garganta com violência. Depois me jogou na cama, abriu minhas pernas e enterrou de uma vez. A buceta já estava sensível e arrombada do primeiro. Eu gritei. Ele meteu sem dó, xingando: — Buceta usada… tá larguinha já. Vou arrombar mais. Tirou, me virou de quatro e enfiou no cu ainda sujo de porra do outro. O pau longo entrou fundo. Eu chorava de tesão e dor gostosa. Ele fodeu meu cu com força, cuspia na minha bunda, batia, metia os dedos na buceta ao mesmo tempo. — Aperta, vadia. Aperta o pau do irmão. Gozou a primeira vez no meu cu, encheu de novo. Tirou, me fez chupar o pau sujo de porra e cu, e voltou pra buceta. Fodeu até eu gozar tremendo. Depois me ajoelhou e gozou a segunda vez inteira no meu rosto, cobrindo a porra que ainda estava seca do primeiro homem. Quando ele terminou, eu estava deitada na cama suja, as pernas abertas, a buceta vermelha e aberta, o cu completamente arrombado e escorrendo porra dos dois, a cara coberta de leite. Não conseguia fechar as pernas direito. Cada movimento doía gostoso. Eu tinha trepado com dois irmãos da igreja no mesmo dia. Estava toda assada, toda arrombada, a buceta latejando, o cu latejando, o gosto de porra ainda na boca. Saí mancando do segundo motel, sentindo a porra escorrer pela coxa a cada passo. Arrasada. Completamente arregaçada.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.