Seu Francisco era um dos homens mais respeitados da igrejinha simples no Ceará. Com 61 anos, era um coroa sarado de tanto trabalhar na roça a vida inteira. Pele morena de sol, peito largo e peludo com pelos grisalhos, bigode grosso e grisalho que dava um ar bem macho. A esposa dele, Dona Neuza, passava o dia inteiro na igreja, envolvida com os cultos e grupos de oração. Um dia ele me chamou: — Júlia, você é uma menina direita e trabalhadora. Será que você poderia vir aqui em casa duas vezes por semana pra dar uma faxina? A Neuza não dá conta de tudo… Aceitei. A partir daí, toda terça e sexta eu ia pra casa deles pela manhã. No começo era tudo normal, mas logo percebi os olhares dele. Ele ficava me observando enquanto eu varria, agachava ou esticava para limpar os móveis altos. Eu comecei a provocar: passava a usar blusas decotadas que mostravam bastante o colo, tops cavados, shorts jeans bem curtos e saias curtinhas que mal cobriam minha bunda. O clima foi esquentando. Ele passava perto de mim, roçava “sem querer”, elogiava meu corpo. Até que, numa sexta-feira quente, rolou. Eu estava limpando o quarto deles, usando uma saia curtíssima e uma blusa decotada sem sutiã. Seu Francisco entrou, fechou a porta e me olhou com fome. — Hoje você vai limpar direitinho, sua safada… — disse com a voz rouca. Ele me agarrou pela cintura, me jogou na cama dele e da esposa e subiu em cima de mim. O peito peludo e grisalho roçando nos meus seios enquanto ele me beijava com força, o bigode grosso arranhando minha pele. Tirou minha roupa rapidinho e lambeu meus mamilos com vontade. — Olha esses peitinhos… tava me provocando todo dia, né, sua vadia? — rosnou ele, dando um tapa forte na minha coxa. Ele tirou a camisa, revelando aquele tórax sarado e peludo, e abaixou a calça. O pau dele era impressionante: quase 20cm, bem grosso, veioso e com a cabeça grande. Eu arregalei os olhos. Seu Francisco não teve delicadeza. Abriu minhas pernas e meteu na boceta com tudo, esticando bem fundo. Ele fodia selvagem, forte, batendo a pélvis contra mim enquanto o pau grosso entrava e saía. — Toma essa rola grossa, Júlia! Isso… geme pra mim, sua putinha da igreja! Ele me virou de quatro na cama do casal e meteu ainda mais fundo, dando tapas fortes na minha bunda. Depois cuspiu na mão, passou no cu virgem e começou a forçar a cabeça grossa. — Hoje você vai perder essa virgindade do cuzinho também… Relaxa e aguenta, sua safada. Eu gemi alto de dor e prazer misturados quando ele empurrou. Centímetro por centímetro, aquele pau enorme e grosso foi abrindo meu cu. Quando estava todo dentro, ele não esperou: começou a meter com força, selvagem, segurando meus quadris com firmeza. — Caralho, que cu apertado! Tá gostando, né, sua vadia? Toma no cu! Toma tudo! As estocadas eram brutas, fundas, fazendo minha bunda bater contra a barriga dele. A dor virou um prazer intenso e proibido. Ele puxava meu cabelo, dava tapas e metia sem parar, suando e gemendo alto. — Vou gozar nesse cuzinho virgem… toma! Com um rugido, ele gozou fundo dentro da minha bunda, enchendo tudo de porra quente enquanto eu tremia, gozando ao mesmo tempo com o cu totalmente arrombado. Caímos suados na cama do casal, ofegantes. Ele ainda com o pau dentro de mim, o peito peludo colado nas minhas costas.
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Conto delicioso, que maravilha ter e viver uma situação dessa, além de ganhar um dinheiro, ainda tem muita rola bem dura, bem grossa e metendo bem forte tanto na bucetonha sedenta e carente, como no cuzinho apertadinho e virgem, tem coisa mais gostosa? Coroa de sorte está ai, sortudo e privilegiado.
votado e aprovado
Mulher, vc é muito gata...provocou o seu Francisco, ganhou um cacetão no rabo, e com certeza gostou, toda mulher puta adora tomar no rabinho...eu adorei também na minha primeira vez
Obrigado por nos presentear com fotos juju, vc é maravilhosa, uma boa putinha e safada que gosta de nos proporcionar prazer, agora a punheta vai ficar ainda melhor em sua homenagem. Parabens, votado