O Depósito do Seu Ronaldo - o casado frustrado me pegou
Eu ainda frequentava a igrejinha simples no Ceará quando conheci o Seu Ronaldo. Ele tinha uns 52 anos, moreno, barrigudo, com uma barriga grande e peluda que aparecia por baixo das camisas sociais meio apertadas. Era absurdamente peludo — peito, barriga, braços e até as costas eram cobertos por um tapete grosso de pelos pretos com alguns fios brancos. Eu adorava isso nele. Seu Ronaldo conversava bastante com as jovens da igreja, sempre com aquele olhar safado disfarçado. Um dia, a esposa viajou e ele me chamou para “tomar um lanche”. Depois da lanchonete, ele me levou direto pra lojinha de materiais de construção e me trancou no depósito dos fundos — um lugar apertado, cheio de sacos de cimento e prateleiras velhas. Assim que fechou a porta, ele já me agarrou com força, apertando minha bunda por cima do vestido. — Sua putinha da igreja… eu sabia que você era uma vagabunda disfarçada — rosnou, puxando meu cabelo. — Tava louca pra dar pra um homem casado, né? Ele me virou de frente para uma pilha de sacos de cimento, levantou meu vestido e deu dois tapas fortes na minha bunda, fazendo ela arder. — Olha essa bundinha… toda empinada pra mim. Abre as pernas, vagabunda. Cuspiu na mão, esfregou o pau pequeno e grosso na minha entrada e enfiou tudo de uma vez. Começou a meter com força, a barriga peluda batendo contra minha bunda enquanto me dava mais tapas. — Isso, geme pra mim, sua safada! Toma esse pau, sua vadia da igreja! — grunhia ele, socando cada vez mais rápido. — Sua bocetinha é bem mais gostosa que a da minha mulher. Eu gemia alto, sentindo a grossura dele me abrindo. Ele me virou de frente, me forçou a ficar de joelhos no chão sujo do depósito e segurou minha cabeça com as duas mãos. — Agora chupa, porra. Abre essa boquinha de santa. Ele enfiou o pau na minha boca e começou a foder meu rosto sem piedade, batendo no fundo da minha garganta. Eu engasgava, babava inteira, lágrimas escorrendo, mas ele não parava. — Isso, engole tudo, vagabunda! Engasga no pau do Seu Ronaldo! Olha pra mim enquanto chupa, sua puta! Ele segurava minha cabeça firme, metendo fundo, usando minha boca como se fosse um brinquedo. Eu tossia e engasgava, mas isso só o deixava mais excitado. Depois de um tempo ele me puxou pelos cabelos, me colocou de quatro novamente e meteu na boceta com tudo. — Toma, sua vadia! Rebola nessa rola! — dava tapas fortes na minha bunda enquanto socava. Eu gozei tremendo, apertando ele. Ele continuou metendo até que, com um grunhido animal, tirou o pau e gozou na minha cara e na minha boca, esfregando a cabeça grossa nos meus lábios. Ofegante, ele olhou pra mim ali, ajoelhada, suja de porra, e sorriu satisfeito. O depósito ficou em silêncio, só com o som da nossa respiração pesada.
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Delicia de crente, como deve ser sempre, independente de religião, o importante é não perder a oportunidade de ser feliz e gozar bem gostoso e isso pelo menos você sabe fazer e faz sempre e bem gostoso. As crentes são especiais, sabem dá e gostam de dá bem gostoso, que maravilha.
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