Minha amiga desceu primeiro. O portão fechou e o carro ficou só com a gente.
— Sua amiga já foi — ele falou, a voz baixa, rouca. — Agora é só a gente.
Eu ajeitei a saia. A bainha subiu um pouco mais de propósito.
— O senhor olha demais, né.
— Olho. Perna bonita assim não se finge que não viu. Você mora longe?
Ele não saiu na hora. Ficou com o carro parado, o pisca ligado, a mão ainda no volante. Conversamos mais do que o caminho pedia. Papo de trabalho, de igreja, da esposa.
— Ela viajou — ele falou, olhando minha coxa. — Fica a semana fora. Diz que não gosta de certas coisas. Eu dirijo o dia inteiro pensando no que ela não deixa.
— O que ela não deixa?
Ele riu sem mostrar dente.
— Cu. Dedo. Boca até o fundo. Santa demais pra isso. E eu aqui, olhando sua perna, com o pau duro desde que você entrou.
A mão dele desceu do volante e pousou no meu joelho. Subiu devagar, por baixo da saia, parou na coxa. Eu não tirei. Ele esfregou por cima da calcinha, sentiu a umidade e só então ligou o carro.
— Se eu te chamar pra tomar um café amanhã, você vem?
— Venho. Mas não é café.
— Então não é. Vem de saia. Sem calcinha.
No dia seguinte a gente se encontrou num motel barato na avenida. Quarto escuro, ar-condicionado velho, cama de colcha estampada. Mal trancou a porta e a mão dele já estava na minha coxa, subindo por baixo da saia. Não tinha calcinha.
— Ontem no carro eu só pensava em abrir essa bunda. O pau duro o caminho inteiro. Minha esposa nem deixa eu encostar o dedo. Você vai deixar.
— Então abre.
Ele me virou de bruços na cama, puxou a saia numa tacada. A mão grande abriu minhas nádegas. Cuspiu no meu cu. O dedo grosso pressionou o anel e parou na pontinha. Só a ponta. Não entrou. Girou ali, molhado, ameaçando.
Eu senti o anel contrair sozinho. A buceta latejou na hora, um tesão absurdo, quase vergonhoso, só daquela pontinha me cutucando sem enfiar. Empurrei a bunda pra trás sem querer.
— Ah… isso…
— Gosta da pontinha, né, putinha? Olha como esse cu pisca.
Ele ficou um tempo só na ponta. Entrava um milímetro, saía, voltava. Cada cutucada fazia meu clitóris latejar. Eu ficava doida com aquilo, mais do que quando ele enfiava fundo. Depois o dedo entrou até a junta. Eu soltei um gemido contra o colchão.
— Apertadinho. Nunca comeram esse cu direito, né, putinha?
— Não… ahh…
Tirou. Voltou só com a ponta de novo, me deixando maluca, a buceta escorrendo na colcha. Depois o segundo dedo. Os dois na ponta, abrindo, depois fundo. Cuspiu de novo. O terceiro só na entrada, esticando, enquanto os outros dois fodiam. O polegar da outra mão desceu e esfregou meu clitóris. Eu abri mais as pernas. O anel queimava gostoso, esticado, molhado de saliva. A buceta latejava vazia.
— Olha como esse cuzinho engole. Safada. Minha esposa nem deixa eu chegar perto. Você abre que é uma delícia. Vem cá.
Me puxou de joelhos no chão. Abriu a calça. O pau saiu grosso, veia saltada, a cabeça já brilhando. Cheiro forte de homem. A aliança fria quando ele segurou meu cabelo.
— Abre a boca. Quero ver você engasgar. Ela não faz isso. Você faz.
Enfiou fundo. Eu engasguei na hora. Ele segurou meu cabelo com as duas mãos e fodeu minha garganta sem ritmo, o saco batendo no queixo, a cabeça batendo no fundo. Lágrima subiu. Saliva escorreu pelo pescoço. Ele não parou.
— Isso. Engasga. Olha pra mim enquanto engole o pau do tio.
Tirou só quando eu quase não aguentava. Um fio grosso de saliva ligou a cabeça à minha língua. Ele me virou de quatro de novo, abriu a bunda e ficou de novo só com a pontinha do dedo no cu, me torturando, até eu empurrar pra trás pedindo. Aí enfiou os três dedos, mais fundo, mais rápido, enquanto eu ainda tossia.
— Molha mais. Quero esse cu aberto pro meu pau.
Cuspiu, meteu os dedos, tirou, cuspiu de novo. Pontinha. Fundo. Pontinha de novo. Depois a cabeça do pau encostou no anel. Empurrou. A dor gostosa abriu tudo. Eu gritei no travesseiro. Ele entrou centímetro por centímetro, parou na metade, girou o quadril e enterrou até o saco.
— Porra. Apertado pra caralho. Aperta. Aperta esse cu no pau. Pau de homem casado, putinha. Ela não deixa. Você deixa.
Eu apertei. Ele gemeu e começou a foder. Fundo. Bruto. As mãos abrindo minhas nádegas pra ver o pau sumir. Cada estocada batia no fundo e fazia a buceta latejar. O clitóris esfregava no colchão. Eu gozei assim, o cu contraindo em volta do pau grosso, a perna tremendo.
Ele não parou. Tirou, enfiou dois dedos de novo, só a ponta primeiro, me deixando doida de novo, depois fundo, abriu, voltou com o pau. Alternou. Dedo, pau, dedo, pau. Me virou de lado, levantou uma perna e meteu no cu de frente, a mão no meu pescoço, os dedos da outra mão fodendo a buceta ao mesmo tempo.
— Dois buracos. Putinha. Toma. A santa lá em casa não sabe o que eu tô fazendo com você.
Gozei de novo. O cu apertou tanto que ele teve que segurar minha cintura pra não sair. Ele fodeu mais um pouco, tirou e me puxou pelo cabelo pra beira da cama.
— Boca. Agora. Língua pra fora.
Enfiou de novo. Eu engasguei com o gosto do meu próprio cu. Ele meteu fundo algumas vezes e gozou na minha cara. Jatos quentes no nariz, na boca, no queixo, na testa. Esfregou a cabeça na minha língua.
— Engole o que cair. O resto fica na cara. Quero a putinha suja. Ela nunca deixa eu gozar assim.
Ainda duro, ele me virou de quatro outra vez e enterrou no cu. Fodeu curto, selvagem, e gozou a segunda vez dentro. A porra quente encheu e escorreu pela minha buceta quando ele tirou. Passou o pau sujo na minha boca.
— Limpa. Chupa a porra do teu cu.
Eu chupei. O gosto forte, salgado, misturado. Ele esfregou a cabeça na minha língua até a última gota e olhou pra mim, ofegante, a aliança brilhando.
— Semana que vem de novo. E vem sem calcinha. Quero esse cu aberto no carro antes de subir pro quarto.
Na semana seguinte a gente se encontrou de novo. Mesmo motel. No estacionamento, antes de subir, ele me deitou de lado no banco e ficou só com a pontinha do dedo no meu cu, a saia levantada, o carro escuro. Eu fiquei doida de novo, empurrando pra trás, a buceta escorrendo no banco, até implorar pra ele enfiar. No quarto foi pior. Mais dedada. Mais tempo só na pontinha, me deixando maluca antes de abrir de verdade. Mais engasgo, a garganta dolorida, saliva no pescoço. Mais anal, ele falando da esposa que não deixava, da aliança, do cu que ela nunca dava. Gozei com os dedos, gozei com o pau no cu, e ele gozou na minha cara de novo, esfregando a porra na minha boca, antes de enfiar e gozar dentro uma segunda vez.
Eu saí dos dois encontros mancando. O cu ardendo, escorrendo, a cara marcada de leite seco, a garganta arranhada, a buceta latejando de tesão só de lembrar da pontinha do dedo. A primeira vez que um homem me comeu o cu daquele jeito. E eu já sabia que ia marcar o terceiro.


