Meu primo e eu, um revival mais de 30 anos depois.

O que vou narrar aqui, se passou recentemente. Depois de um hiato de mais de 30 anos, eu e o meu priminho querido, o homen que tirou minha virgindade e que "me fez mulher" pela primeira vez, surgiu do nada, sem aviso.

A última vez que eu e Jorge havíamos trepado eu tinha 20 anos e ele 22. Ele tinha arrumado uma namorada e, conforme a coisa entre eles foi ficando séria, as nossas transas foram ficando cada vez mais raras, até que cessaram por completo.

Acabei arrumando uma namorada também. Alguns anos depois eles se casaram e depois de alguns namoros eu também acabei me casando.

Tive uma vida sexual muito intensa. Com minha esposa pratiquei de tudo, desde menàge feminino (minha esposa era bi) até swing.

Com o tempo de relacionamento, descobri minha vocação para corno e tive alguns bons anos de um relacionamento cuckold com minha esposa.

Cheguei a transar com um dos amantes dela mas depois que nos separamos (tudo que é bom um dia chega ao fim), fiquei um bom tempo sem fazer nada até que conheci alguns caras e uma moça chamada Mônica e tive relacionamentos não muito longos, mas bem intensos.

No entanto eu estava já há pelo menos uns 3 anos sem nada, nem um beijo na boca, de homem ou mulher.

Meu primo e eu já não nos viamos há muito anos e nem pensava mais nas coisas que fizemos juntos. Eu segui minha vida e ele a dele, sem termos mais quase contato algum.

Em 30 anos, depois do casamento dele, se eu o vi umas 5 vezes em reuniões de família, foi muito. Nessas oportunidades, não tocamos em nenhum assunto relacionado às nossas fodas, como se nada nunca tivesse acontecido.

Então, de forma totalmente inesperada, numa sexta feira, na hora do almoço, recebo uma ligação de um número desconhecido em meu celular.

Não atendi. Não costumo atender chamadas de números não conhecidos. O celular tocou de novo. O mesmo número e mais uma vez, não atendi. Então, o telefone tocou pela terceira vez. Dessa vez, já irritado com a insistência, resolvi atender, achando que era um engano e que, atendendo, eu esclareceria isso de umavez e pararia de ser importunado.

- "Alô" - disse num tom se voz que claramebte transparecia impaciência.
- "Pensei que você não ia atender... está ocupado ?"

A voz era familiar. Mas na hora, de imediato, não consegui discernir de quem era

- "Quem está falando ?"
- "Esqueceu a minha voz, priminho ?"

Eu gelei. Era Jorge. Eu estava confuso porque nunca podia imaginar que ele pudesse me ligar assim, do nada, depois de tantos anos.. e ainda por cima, me chamando de "priminho"... ele só me chamava assim quando estávamos fazendo putarias...

- "Jorge ??? É você ??"
- "Você tem outro primo ?"

Eu ri, mas era um riso de nervoso. Ao ouvir a voz dele no meu ouvido, em uma fração de segundos, passou na minha mente tudo aquilo que, durante anos, eu parecia ter esquecido.

- "Não.. só tenho um. Que já
me deu muito trabalho"
- "Ahh.. dei trabalho ? Achava que tinha dado prazer" - respondeu rindo
- "Os dois..kkkk..mas a que devo essa surpresa ?
- "Então, eu estou aqui em casa sozinho..Minha esposa foi viajar com um grupo para Bahia e eu pensei em te ligar pra te chamar pra vir aqui pra gente tomar uma gelada e botar o papo em dia"

A esposa dele é guia de turismo e está sempre viajando com grupos para os mais variados destinos. Muitas vezes ele ia junto, mas as vezes ficava.

- "Confesso que não sabia que você tinha meu celular, tanto que seu numero apareceu sem identificação aqui"
- " Então, liguei pra minha irmã e ela me deu o telefone da prima (minha irmã). Aí eu liguei pra ela e peguei seu número"
- "Nossa, que trabalheira, isso tudo é saudade ?"
- "Mas é convencido...kkk..ja foi mais humilde"
- "Eu continuo humilde...kkk"
- "Tô vendo. Então, quer vir aqui ?"
- "Sim, claro. A que horas posso chegar ?"
- "Quando você quiser"
- "Tá bem, vou só tomar um banho e vou pra sua casa. Contina morando na mesma casa desde que você se casou, né ?"
- "Sim, continuo aqui. Você só veio aqui uma vez. Ainda lembra o endereço ?"
- "Sim, sei sim. Daqui a pouco chego."

E nos despedimos. Desliguei o celular e fiquei uns bons 5 minutos parado no mesmo lugar, segurando o telefone e pensando o que aquilo significava. Não era a primeira vez que a esposa dele viajava e ele ficava só. Ele nunca tinha me ligado para me chamar pra ir na casa dele antes. Aquilo não me pareceu muito normal. Ele queria alguma coisa.

Fiquei imaginando... será que ele queria um "revival" ? Depois de tantos anos de total distanciamento e de ter agido como se nunca nada tivesse acontecido entre nós, nas poucas vezes que nos vimos nos últimos 30 e poucos anos ?

Aquilo era muito estranho. Mas resolvi pagar pra ver. Até porque, se era um revival que ele queria, eu não iria me fazer de rogado. Estava há um bom tempo sem nenhum sexo e se fosse pra ter sexo casual naquela altura do campeonato, eu não poderia pedir por uma oportunidade melhor. Meu primo era um gostoso e eu não pensaria nenhuma vez se ela quisesse me comer.

Tomei um banho caprichado, bati gilete no azuleijo, fiquei lisinho e me perfumei. Resolvi ir de chinelos, botei uma camiseta e uma bermuda de malha. Fui com uma roupa bem fácil de tirar...eu cheguei a rir sozinho, pensando o quanto eu era safado.

Chamei um Uber e fui. O motorista me deixou na porta da casa dele e eu toquei a campainha. Depois de uns 30 segundos, ouvi passos do outro lado do muro e a fechadura da porta se abrindo. Confesso que estava ansioso. Eram 15h:00min aproximadamente.

A porta se abriu e ele estava lá. Somente usando um short, sem camisa e descalço. Ele continuava um homem lindo. depois de tantos anos, ele continuava com musculos bem definidos. Sem barriga. Grisalho, mas ainda muito desejável. Olhos verdes lindos e um sorriso iluminado.

- "Opa !! Entra aí"

Eu entrei ele fechou a porta e veio me dar um abraço. Eu retribuí e ficamos abraçados um bom tempo. Eu sentia ele apertando seu corpo contra o meu e ali eu já queria tirar a roupa e dar pra ele. Ali mesmo.. me contive.

Depois de alguns instantes assim abraçados, ele me olhou e falou

- "Porra cara...quanto tempo"
- "Verdade... muito tempo mesmo. Você continua o mesmo. Não mudou quase nada."
- "Vocé também"
- "Nahh...eu tô mais gordinho"
- "Mais carne pra apertar...kkkk"
- "Opa..."

Eu ri junto com ele, doido que ele apertasse mesmo as minhas carnes.

Entramos. Ele pegou uma cerveja pra cada um de nós e nos sentamos no sofá.

A conversa fluiu e falamos sobre muitas coisas. Família, futebol, trabalho e casamento. Ele me contou sobre alguns desgastes no relacionamento deles e me disse que estava sendo dificil nos últimos tempos, porque a esposa estava cada vez mais focada na agência de viagens e cada vez menos interessada em sexo.

Eu pensei "Deve ser aí que eu entro nessa jogada.."

Então resolvi deixar as coisas mais interessantes e passei a contar pra ele sobre a minha vida sexual com a minha ex esposa. Contei tudo. Desde os menáges que fizemos com uma miga dela, passando pelas sessões animadas de swing que tivemoa com a prima e com o noivo da prima e falei também de nossa experiência de casal vivendo um relacionamento cuckold.

Ele ouviu tudo de olhos esbugalhados e parecia incrédulo com tudo o que eu dizia. E quando eu passei a falar dos meus relacionamentos com outros homens pós casamento, ele ficou visivelmente "interessado"

A essa altura, já eram mais de 7 da noite e nós dois já tinhamos bebido um "pouquinho".

Ele me perguntou

- "Então você teve outros homens durante esses anos todos ?"
- "Sim. Tive. Isso que eu estou te contando é tudo verdade. Você nunca mais fez nada com nenhum outro homem ?"
- "Não. A minha última vez com um homem foi a última vez que a gente fodeu"
- "Sentiu falta ?"
- "Senti.. pra dizer a verdade, senti sim. Eu amo minha mulher, gosto muito do sexo que fazemos, mas senti falta sim de transar com outro cara. E o pior é que de uns tempos pra cá, como eu te falei, nós temos transado cada vez menos"
- "É, eu sei como pode ser dificil. Eu tinha uma relação tão ativa com a minha mulher, de repente a coisa desandou entre nós. A pior solidão é a solidão a dois"
- "Pois é..."

Nesse momento eu coloquei a cerveja que tinha nas mãos na mesinha ao lado do sofá e me aproximei dele...

Ele me olhou nos olhos e então eu disse

- "Eu tenho muita saudade do sexo que a gente fazia. Eu adorava.. fiquei pensando depois que se vc me ligou, se o objetivo de ter me procurado depois de tanto tempo era de transar. Confesso que depois de tudo que você me disse sobre o relacionamento de vocêa, fiquei ainda mais com a sensação que você me procurou pra se aliviar...foi isso, não foi ?"
- "Não é bem assim... eu queria realmente te rever, conversar. A gente está há tanto tempo sem se falar...
- "Hum.. ta bem...mas eu quero te dizer, que se você me quiser agora, eu também quero muito. Senti muita falta de você, não só como primo amigo...senti tua falta como macho"

Ele ficou me olhando e eu percebi que já havia um volume crescendo em sua bermuda. Não perdi tempo. Me aproximei mais, pus a mão no seu peito e colei meis labios nos dele.

Ele correspondeu instintivamente, botando a mão na minha nuca e invadindo minha boca com a sua lingua quente e macia.

Nós começamos a nos beijar lentamente. Não havia nenhuma pressa. Minha mão esquerda explorava seu peito e ele fazia pressão levemente na minha nuca, enquanto nossas linguas duelavam.

Minha mão foi descendo e segurei aquele volume gostoso por cima do short. Ele suspirou e eu apertei de leve o pau dele.

Então ele passou a beijar meu pescoço e eu pus a mão dentro do short. Ele estava sem cueca e já estava todo melado

- "Que saudades dessa piroca" - eu falei baixinho.
- "Que saudades de você" - ele me respondeu
- "Pois hoje você vai matar essa saudade" - disse me curvando para beijar seu mamilo enquanto bolinava seu pênis por dentro do short.

Jorge suspirou fundo e botou a cabeça para trás, ajeitando o corpo. Com as duas mãos, puxou o short para baixo e então eu soltei o pau dele e tirei a mão para deixar ele tirar a peça.

Ele abaixou o short até os joelhos, fazendo aquela ferramenta que eu conhecia tão bem saltar na minha frente.

O pau dele era lindo. 18 cm de puro prazer. Eu olhei aquele mastro lindo e duro e não consegui conter um suspiro. Se falar nada, me levantei Tirei a camisa, a bermuda e só de cueca eu me ajoelhei a frente dele. Peguei o short que estava pelos joelhos e acabei de tirar, deixando meu priminho gostoso do jeito que eu mais gostava de ve-lo... peladinho e de pau duro.

Não perdi tempo. Me debrucei sobre ele e, tomando aquele caceteão maravilho nas mãos, fui engolindo lentamente. Olheiei nos seus olhos, que a essa altura, me observava com uma expressão de prazer e de boca aberta, como quem não estivesse acreditando no que via

Eu engoli o maximo que pude e então comecei a subir e descer minha cabeça, mamando o pau dele com carinho. Sem pressa.

Ele pôs as mãos nos meus cabelos e entâo eu tirei o pau dele da minha boca, sorri pra ele, passei o membro no meu rosto todo, dei um beijo carinhoso na glande e disse

- "Há mais de 30 anos eu estou esperando pra fazer isso de novo.. eu vou mamar você até me fartar..."

Ele não disse nada.. apenas me olhava com uma expressão de total entrega e excitação...

Voltei a mamar aquela rola como se não houvesse amanhã, mas o fazia de forma suave, carinhosa. Eu sentia que a respiração dele ficava cada vez mais ofegante. Suas mãos agarravam meus cabelos e eu chupava olhando ele nos olhos.

Depois de alguns bons minutos maltratando carinhosamente meu priminho gostoso, tirei seu pau da boca e pedi que ele botasse um dos pés sobre o sofá. Assim que ele apoiou o pé esquerdo na almofada do assento, eu bati o pinto dele lentamente no rosto e então botei suas bolas na minha boca, masturbando-o bem devagar.

Jorge mal conseguia se conter e eu sabia que ele não ia aguentar muito tempo. Intensifiquei os movimentos da minha lingua em seus testiculos e acelerei a punhetinha que batia pra ele até que, ele começou a gemer mais alto.

- "Goza, goza pra mim, vai... dá leitinho pro seu priminho"

Ele puxou meus cabelos com força e eu abocanhei o pau dele, masturbando-o com força, roçando a lingua nele até que Jorge sem poder segurar mais, grunhiu e começou a ejacular fartamente em minha boca

Eu engoli o cacete dele o maximo que pude e recebi pelo menos 5 jatos fartos de sêmen quentinho, sentindo aquele leite gostoso preencher a minha boca e garganta.

Sorvi o maximo que pude, mas ele gozou muito e não consegui evitar que uma parte escorresse pelo canto da minha boca e melasse seus pentelhos.

Engoli tudo que consegui e tirei o pau da boca, esfregando ele no meu rosto, me melando todo.

- "Gostou da mamada ?"
- "Adorei...vem cá"

Eu fiquei de pé, tirei minha cueca e me sentei no colo dele. Pus meus braços em volta do pescoço do meu priminho e tasquei nele um beijo delicioso, sentindo aquela rola melada na minha bunda aos poucos dar sinal de vida.

Não diziamos nada, apenas nos beijavamos enquanto ele passava as mãos nas minhas costas e apertava minhas nádegas e eu acariciava seus cabelos.

O pau dele foi ficando duro de novo e eu falei baixinho no seu ouvido

- "Faz mais de 30 anos que eu estou desejando sentir você dentro de mim de novo. Me fode gostoso, vai..me faz gozar nesse pau mais uma vez, que eu não aguento mais esperar pra ser tua fêmea de novo"

Jorge ajeitou a piroca e eu levantei um pouco o corpo, para que ele pudesse coloca-la na porta do meu cuzinho. Quando ele apontou aquele pauzão eu fui me sentando devagar, sentindo ele me rasgar.

Ele apertava minhas nádegas e eu gemia quase descontrolado, cheio de tesão. Era maravilhoso sentar naquele cacete de novo, depois de tantos anos.

Demorou um tempinho pra eu conseguir sentar todo até sentir o membro dele até of talo dentro de mim, mas foi sensacional. Há muito tempo eu não me sentia tão putinha e eu estava muito feliz de, finalmente, poder me entregar para o meu priminho amado de novo.

Assim que senti que ele estava todo dentro de mim, comecei a mover meu quadril pra frente e pra trás, beijando-o bem gostoso, sentindo suas mãos me apertando a bunda com força.

Depois passei a cavalgar, subindo e descendo naquele pauzão, sempre beijando sem parar. O cheiro de sexo dominava o ambiente. Ele me dava tapas fortes na bunda e eu rebolava. Aquilo estava delicioso.

Então ele pediu para mudarmos de posição.. eu sai de cima dele e fiquei de quatro no sofá, me apoiando no encosto. Ele ficou de pé e veio por trás de mim. Se abaixou e passou a lamber o meu cu bem gostoso. Eu me masturbava freneticamente e não demorou muito eu pedi

- "Vem Jorge, vem.. mete, me fode"

Ele não se fez de rogado. Ficou de pé, ajeitou o membro e empurrou gostoso pra dentro de mim. Eu revirei os olhos e não levou mais que 10 bombadas pra eu começar a gozar me tremendo todo. A sorte é que o sofá era de couro e não manchou.

Enquanto isso, Jorge socava fundo e sem dó. Como nos velhos tempos. Meteu, meteu, meteu muito, até que anunciou que ia gozar e eu pedi pra ele me encher de leite... ele não fez por menos e derramou sua segunda carga da noite fundo no meu rabo.

Ele ainda ficou dentro de mim por alguns instantes. Eu contraía meu ânus no cacete dele e ele gemia.

Quando enfim ele tirou o pau, me virei, o abracei e disse

- "Que saudades.. a gente não precisava ter perdido tanto tempo"
- "Não, não precisávamos mesmo... mas não vamos mais perder nada.."
- "Não ?"
- "Não.. de hoje em diante, vamos manter uma relação se você quiser"
- "Mas você não está pensando em se separar da sua mulher, né ? Não quero isso"
- "Não. Não estou. Mas você se importa de ser meu amante ?"
- "Nem um pouco...eu adoraria..."

Ele me beijou e fomos pro chuveiro tomar banho. Fazia mais de 30 anos que isso não acontecia e eu quis aproveitar.

Eles tinham uma banheira de hidro e eu disse que queria ser devirado por ele ali..ele sorriu e respondeu

- "Eu vou devorar você na casa toda"

Eu sorri e disse

- "Hoje eu faço tudo que você quiser. Hoje eu vou ser a putinha que eu sempre fui pra você..é bom que você esteja com disposição porque eu estou com saudades dessa rola há 30 anos..."

Entrei no chuveiro e ele pôs a banheira pra encher, abrindo a água bem pouquinho, para que ela demorasse bastante e não acabasse transbordando enquabto estávamos no chuveiro.

Então ele entou no box comigo e me pegou pela cintura. Eu entelacei meus braços em volta do pescoço dele e começamos a nos beijar.

Ele me encostou contra os azuleijos do box e a água quentinha caía sobre nós enquanto nos beijavamos.

Eu estiquei o braço e peguei o sabonete na saboneteira. Comecei a passar nas costas dele e nas laterais do seu torax. Ele.parou de me beijar e então eu troquei de posição com ele. Ele de costas pra parede e eu ensaboando seu peito e sua barriga.

Ele me olhava fixamente enquanto eu o lavava e então eu fui descendo as mãos e peguei seu mebro, já duríssimo. Sorri e olhei no olho dele

- "Se você soubesse quanta falta esse pau me fez...se você soubesse quanto foi dificil pra mim ficar sem ele..."
- "Não vai ficar nunca mais."
- "Promete ? Promete que vocé nunca mais vai sumir e me deixar na saudade ?"
- "Prometo"
- "Não me deixa mais.."

Eu o beijei com tesâo, brincando com aquela rola nas mãos, ensaboando ela toda, acariciando a glande com o dedão da mão esquerda e brincando com as suas bolas, com a mão direita.

Ele me falou baixinho

- "Não me faz gozar de novo assim tâo rapido não.. eu quero aproveitar essa noite com você, sem pressa"

Eu então, passei a enxaguar o membro dele, que literalmente pulsava nas minhas mãos e me ajoelhei na frente do meu priminho. Olhei pra ele e disse

- "Fode minha boquinha como se fosse uma bocetinha, vai...fode.."

Ele sorriu e respondeu

- "Depois de todos esses anos você só ficou mais safado"
- "Hoje eu vou satisfazer você como a tua mulher não te satisfaz há muito tempo"
- "cachorra"
- "Isso...sou tua cachorra, tua putinha, tua fêmea...vem me foder"

Jorgr passou a bater a pica na minha cara e eu ria com a lingua de fora...ele batia a pica nela e no meu rosto, esfregando o membro até com uma certa brutalidade. Até que aproveitando minha boca aberta e lingua pra fora, ele empurrou na minha goela e passou a foder minha boca com vontade, segurando minha cabeça com as duas mãos.

Eu quase engasguei umas 3 ou 4 vezes, a lagrima escorria pelo canto do.meu olho direito mas eu queria que ele meteese mais e mais o pau na minha boca. Eu estava me sentindo uma vadia, verdadeira puta, meu pau latejava.

Então, depois de uns bons 10 minutos socando a pica na minha boca, ele tirou seu pau e me pegou pelos braços, me colocou contra a parede e inesperadamente, ele se ajoelhou e abocanhou o meu membro.

Confesso que não esperava por aquilo. Não era a primeira vez que isso acontecia, mas era raro. Normalmente ele era apenas completamente ativo e eu apenas completamente passivo, mas eu não posso mentir, aquilo me deixou louco e agora era eu que botava meu ritmo na bova do meu macho

Eu estava com muito muito tesão e sabia que não ia aguentar muito ee continuasse a fazer aquilo, então eu tirei o pau da sua boca e disse

- "Preciso parar ou eu vou gozar"

Ele não respondeu nada, apenas tomou o meu membro eu suas mãos e abocanhou tudo, até o talo. Meu pau é menor que o dele, 15cm no máximo e pra ele não foi dicífil botar tudo na boca.

Ele ficou ali daquele jeito algu s segundos e passou a fazer um vai e vem frenético com a cabeça. Eu entendi que ele queria que eu gozasse em sua boca e eu deixei rolar, parei de lutar pra me controlar.

E o gozo não demorou a vir. Eu gemi alto e disse que ia gozar ele acelerou ainda mais. Não deu mais e comecei a ejacular na boca do meu homem.

Ele engoliu peu pau todo e consegiu segurar todo o gozo, sem deixar escorrer nada. Então, quando ele percebeu que eu havia acabado, ele se levantou e me beijou, me passando toda a porra que estava na sua boca. Ficamos os dois ali, nos beijando com nossas bocas cheias de porra.

Foi o beijo mais gostoso da minha vida. Ficamos ali nos beijando por um tempo até que ele falou

- "Vamos para banheira"

Aquela altura a banheira já estava praticamente transbordando e eu falei

- 'A gente vai precisar esvaziar ela um pouco"

Ele desligou a torneira e tirou a rolha, deixando a água escorrer um pouco até que desse para nós entrarmos sem inundar o banheiro.

Quando a água chegou num nivel ideal ele botou a rolha de novo,.abriu a torneira novamente e deixou a água cair por 1 minuto mais ou menos. Fechou a torneira, colocou o sal de banho e ligou a hidro.

A espuma começou a se formar e ele entrou, esticando o braço e me oferecendo a mão. Eu segurei a mão dele e entrei na banheira. Nos sentamos de frente um pro outro e eu coloquei minhas pernas por cima das dele e ele as dele por baixo. Nós estavamos encaixados e nos beijamos tão gostoso...de olhos fechados eu desejava que ele me possuísse a noite toda e que nunca mais ele sumisse.

Durante aquele beijo ele me fez sonhar..eu fui longe e cheguei a pensar como seria gostoso viver com ele, como sua fêmea. Dar gostoso pra ele todas as noites..

Até que eu não resisti e pedi a ele que me fodesse...

- "Priminho...vem me comer gostoso, vem...mas me come devagarinho...sem pressa.. faz amor comigo ..."

Ele sorriu e respondeu

- "Amor eu faço com a minha esposa..você é minha puta.."
- "Mss as putas também.precisam de carinho...vem..vem gostosinho faser amor comigo, bem devagarinho..."
- "Hum... tá bem.. fica de quatro pra mim, minha putinha...vou te comer bem gostosinho..."

Ele não precisou pedir duas vezes. Me levantei com alguma dificuldade, mas consegui me colocar de quatro, me apoiando na borda da banheira.

Aquela espuma toda, eu ali de quatro, totalmente exposto, aguardando ansioso pra sentir aquele membro maravilhoso me penetrar. Ele beijou meu cuzinho e eu estremeci. Ele pôs um dedo..depois tirou e botou dois...a espuma ajudava a escorregar e eu delirando, de olhos fechados, morrendo de tesão...

Então ele tira os dedos e se coloca atrás de mim. Sinto sua mão esquerda no meu quadril e então senti a cabeça daquela rola maravilhosa tocar meu ânus. Eu pisquei o cuzinho e senti ele pressionar...a cabeça entrou e eu suspirei fundo, abrindo um sorriso de pura felicidade. Era maravilhoso sentir meu primo amado dentro de mim. Depois de tantos anos, eu quase havia me esquecido de como aquele pau era gostoso.

Ele foi entrando devagar e depois de alguns segundos, senti que ele havia botado tudo.

Olhei pra trás, por cima dos ombros, sorri pra ele e sussurei

- "Meu macho gostoso..."

Jorge suspirou e passou a we movimentar, num vai e vem lento, mas constante. Aquilo estava uma delícia. Era muito bom servir ao meu macho de novo, depois de tantos anos.

Depois que nós nos afastamos, ate tive outros homens, todoa eles gostosos, até ainda.mais bem dotados, todos me foderam maravilhosamente, mas nada se comparava com o prazer e o tesâo que eu sentia em dar pro mei priminho. Era delicioso.

Enquanto ele me enrabava de forma magistral, lentamente, como eu havia pedido, eu com os olhos fechados, pensava em todas as putarias que havia feito na vida. Em todas as bucetas que tinha comido e em todos os paus em que eu havia sentado e pensei que não havia ninguém que me fizesse sentir mais prazer do que o Jorge.

O cheiro dele, o sorriso, o gosto daquela rola, a forma como ele me comia, o suor dele, tudo me deixava maluco e eu estava arrepiado de tesão, saboreando cada milímetro daquele membro, enquanto ele entrava e saía de mim.

Ele então, começou a aceleear os movimentos, já estava ali, me fodendo há alguns bons minutos até que ele tirou o pau de repente, bateu com ele na minha bunda e me mandou sentar na borda oposta da banheira, que era mais larga e me enconstar na parede.

Eu me levantei, ele me pegou pelo rosto e beijou minha boca, levando a mão até a minha bunda e apertando com força minha nádega direita. Então ele interrompeu o beijo e mandou eu sentar. Eu sentei, recostei no azuleijo da parede e ele colocou minhas pernas pra cima. Então eu coloquei meu quadril pra frente e expus neu cuzinho todo pra ele, que veio entre as minhas pernas, se ajoelhou, ajeitou o pau e empurrou tudo deliciosamente pra dentro.

Eu soltei um gemido alto, sem me preocupar com absolutamente nada. Gemi alto mesmo e eu queria que se lascasse se algum vizinho pudesse ouvir, mas era quase impossível porque a casa era nos fundos do terreno e ele só tinha vizinhos de um lado, pois ele morava num imóvel de esquina.

Ele também gemeu alto e começou a socar gostoso o pau em mim. Ele ne fodia com vontade agora, cada vez mais rápido e pegando um dos neus tornozelos, passou a chupar o dedão do meu pé direito.

Aquilo me enlouqueceu e eu comecei a me masturbar com força.

De repente ele começou a arfar e gemer alto, eu senti que ele ia gozar e comecei a sentir que o meu orgasmo também estava próximo

- "Vem, meu macho, vem me enche de porra"
- "Vou gozar..."

E então ele cravou seu membro fundo dentro de mim e após um espasmo, gemeu alto e senti aquele leite quentinho me inundar.. não aguentei e comecei a me tremer e ejaculei sobre mim mesmo, dois, três jatos de porra que Jorge passou a espalhar pela minha barriga e peito com a sua mão.

Eu arfava e Jorge agarrou minhas pernas, juntando as duas e as levantando e começou a socar seu pau com força. Eu sentia o gozo dele escorrendo e pensei, "Meu Deus, ele vai emendar oitra foda sem tirat dentro ?", mas para a minha tristeza ele deu algumas bombadas e depois tirou seu pau, já meio amolecido e se levantou.

Com dificuldade, me sentei e pus aquele pau gostoso meio flácido boca, chupei gostoso por alguns minutos e depois parei, olhando-o de baixo pra cima.

Nós dois rimos e ele me ajudou a me levantar. Eu saí da banheira e fui pro chuveiro. Ele se sentou dentro da banheira e recostou sua cabeça na parde de azuleijos.

Eu tomei um bom banho e me dei conta de que era quase onze horas da noite.

Falei pra ele

- "Nossa, ta tarde, preciso ir embora"
- "Porque ? Você tem criança em casa te esperando ?"

Eu ri e respondi

- "Nâo, não tem ninguém me esperando em casa. Mas é que fica ruim pra conseguir um Uber."
- "Mas isso é tão fácil de resolver.. é só você dormi aqui comigo. Quando a gente era novo nós só conseguimos dormir na mesma cama uma vez, lembra ? Quando a gente viajou e ficamos os dois juntos no mesmo quarto de hotel...hoje nós temos uma ótima oportunidade..vai embora porque se você pode passar a noote toda comigo ? A não ser que você não queira dormir comigo..."
- "Mas eu não quero dormir com você.."

Ele fez uma cara de decepção e surpresa

- "...eu quero foder com você a noite toda...kkkk"
- "Porra seu maluco, então pra que tava falando de ir embora ?"
- "Porque você não tinha me convidado ainda pra passar a noite aqui com você, ué ?!"
- "Ah.. olha, só não vou te mandar tomar nesse seu cu, porque você gosta."
- "Gosto mesmo. Mas se fosse você eu mandava, porque se você mandar eu vou e só tem você mesmo aqui pra comer meu cu mesmo.."

Nós rimos. Eu terminei o meu banho, me enxuguei e disse que estava com fome. Ele falou que ia tomar um banho também e que depois ia pedir uma pizza pra nós.

Assim foi. Durante o jantar, comendo a pizza ele me olhou e disse

- "Quando eu te perguntei se você queria ser meu amante, eu falei sério"
- "Eu sei. E quando eu te respondi que eu aceitava, eu também falei sério"
- "Você não se incomoda ?"
- "Não. Nem um pouco. Até porque, por óbvio não podemos ter um relacionamento de forma aberta pra todos saberem. Teremos que faser tudo sempre como sempre fizemos, às escondidas. Imagine o escândalo que seria na família ?"
- "É, com certeza seria inaceitável para todos"
- "Sim. Então já que não podemos nos assumir, eu não me importo que você mantenha o seu casamento. Mas desde que você também não se importe, caso eu encontre alguém"
- "Não. Me importar eu não vou não. Mas você iria continuar querendo transar comigo mesmo se arrumasse alguém ?"
- "Ah iria...kkkkk"

Nós dois rimos.. ele perguntou

- "Como você pode ter certeza ?"
- "Porque mulher nenhuma pode me dar o tipo de prazer que você me proporciona e homem nenhum é você. O tesão que eu si to em foder com você, homem nenhum pode reproduzir, por melhor que me coma....kkkk"
- "Vou acreditar nisso"
- "Pode acreditar"

O restante daquela noite foi maravilhoso. Nós fodemos como loucos na cama do casal e eu me senti, mais do que nunca, a fêmea do meu priminho.

Dormi com ele e passamos o fim de semana todo numa sacanagem gostosa. Tiramos um baita atraso.

Desde então, a esposa dele já fez mais duas viagens levando grupos ao Nordeste e nós dois já aproveitamos muito. Um revival que espero não tenha mais fim.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico bipassivocarioca55

Nome do conto:
Meu primo e eu, um revival mais de 30 anos depois.

Codigo do conto:
268961

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
02/08/2026

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