Depois de ter insistido muito com Ana, ela finalmente o trouxe até a nossa casa, onde fodeu com ele na minha frente.
Mas o que de mais excitante ocorreu naquela noite foram as mamadas que eu dei nele e depois, quando Ana dormia, a comida de rabo que eu levei dele.
Os dias que se passaram foram dificieis. Eu não conseguia parar de pensar naquilo e, confesso, queria que ele me usasse de novo.
Não tinha comentado nada com ela e, conhecendo a minha esposinha, como eu a conhecia, era certo que Alberto também não tivesse dito nada. Caso ela soubesse, certamente falaria comigo.
Os dias foram passando e eu queria que eles voltassem a ir lá em casa, mas eu nem me atrevia a pedir a ela, porque já tinha sido com muita má vontade que ela tinha aceitado leva-lo até lá. Ana gostava de sair sozinha com ele.
Mas eu queria muito que aquilo acontecesse de novo. Fiquei imaginando várias formas de convencê-la, mas no fim das contas, eu acabava ficando quieto.
Até que um dia por um acaso do destino, encontrei no centro da cidade com Alberto. Uma dessas coincidências que parecem de novela. Eu estava trabalhando lá pelo centro e estava na minha hora de almoço quando, de repente, entra pela porta do restaurante o dito cujo.
O que eu vou passar a narrar aqui é simplesmente surreal. Bizarro pra dizer o minimo, mas acabou sendo uma das experiências mais eróticas da minha vida. Eu não podia imaginar o que estava prestes à acontecer...
Assim que Alberto entrou, ele me viu, mas não fez nenhum gesto ou esboçou nenhuma reação. Apenas me olhou e seguiu para o buffet para se servir.
Eu fiquei meio sem ação, pois parecia que ele tinha me ignorado por completo. Fiquei meio desconfortável com aquilo, mas voltei minha atenção para a comida e decidi que não ia dar importância também.
Passados alguns minutos eis que de repente, um prato é colocado com certa força sobre a mesa. Eu me assustei, estava completamente distraído tentando pensar no que precisaria fazer no meu trabalho quando voltasse do almoço e quando olhei, Alberto estava se sentando a mesa.
Fiquei sem saber o que dizer e ele me encarou e disse baixinho
- "Boa tarde, corno"
Eu senti meu sangue gelar. Eu adorava ser humilhado daquela forma. Ne dava um tesão imenso..fiquei olhando pra ele meio perplexo..
- "Que foi corno ? Não vai cumprimentar o alfa da tuamulher não ?"
- "Oi.. eu não esperava...'
- "Porra nenhuma.. aposto que você estava aí torcendo pra eu me sentar na tua mesa. Tava ou não tava ?"
- "Não diria que eu estivesse torcendo .."
- "Vai ficar se fazendo de dificil ? Você não me pareceu nada dificil aquele dia lá na sua casa."
- "Não.. não estou me fazendo de dificil.."
- "Então ótimo. Porque eu não gosto de quem faz cu doce. Gostei de ver você naquele dia.. bem safadinho. Era por isso que você vinha insistindo tanto com a Ana pra ela me levar lá ? Você queria dar um jeito de ser comido também, não é ?"
- "Na verdade não foi bem isso..."
- "Conversa. Seja honem e assuma. Você é um corno safado que gosta de ser humilhado e queria dar pro macho da tua mulher. É ou não é ? Foi ou não o que você planejou ?"
- "Então, eu não planejei não.. eu deixei rolar por conta do tesão mesmo"
- "Eu até poderia acreditar nisso se tivesse ficado só nas sacanagens que fizemos a trés. Na hora ali da putaria. Mas a partir do momento que você me encontra sozinho e veio me chupar a piroca e me dar a bunda sem eu falar nada, eu já passo a achar que você queria que eu fosse la pra isso mesmo... "
- "Eu nem sei o que me deu ali..."
- "Eu sei.. vontade de dar o rabo pro alfa da tua mulher e ser humilhado como corno manso e passivo. Foi exatamente isso. E aí, gostou ? "
- "A noite foi muito boa.."
- "Estou perguntando se você gostou de levar uma rola no cu"
- "Foi diferente..."
- "Porra nenhuma, caralho.. você é um corno frouxo mesmo, não assume porra nenhuma. Eu perguntei se você gostou ou não. É sim ou não, diferente é o cacete"
- "Gostei..."
- "Eu sei, porra !!"
- "Mas se você sabe, porque está me perguntando ?"
- "Porque eu queria ouvir da sua boca. Que você gostou eu vi lá, você gozando...O negócio é o seguinte..eu quero coner o seu cuzinho de novo. Ta fazendo o que por aqui hoje ?"
- "Você quer ? Mas.. como assim ? Eu estou trabalhando aqui no escritorio hoje.."
- "Você vai ligar pro escritório agora e vai dizer que você recebeu um telefonema de alguém da sua familia e vai dizer que você está com uma emergência médica em casa. você não vai voltar pra escitorio nenhum, você vai me dar é o cu."
- "Mas como assim, você tá doido ? Eu não posso fazer isso ..."
- "Foda-se que você não pode. Vai passar a poder. Ou você faz o que eu to te mandando, ou eu não só não vou voltar nunca mais na sua casa, como vou virar de vez a cabeça da putinha da tua mulher e ela vai te dar um pé na bunda pra ficar comigo. Escolhe"
- "Mas que maluquice é essa ? Que conversa mais sem pé nem cabeça. Eu não posso fazer isso, eu tenho responsabilidades no trabalho"
- "Ta bem"
Eu fiquei ali perplexo olhando pra ele sem entender absolutamente porra nenhuma. O que ele fez depois me deixou mais perplexo ainda.
Alberto sacou o celar do bolso e ligou pra Ana na minha frente.
- "Oi gostosa. Tudo bem, minha gata ? Você tem planos pra hoje ?"
Eu fiquei olhando pra ele sem acreditar no que ele estava fazendo..
- "Eu queria pegar você depois do trabalho e te levar pra aquele motelzinho aqui do centro mesmo. Saudades dessa bucetinha. Tem uma semana já, né ?"
Aquela altura eu já nem queria mais saber da minha comida. Perdi a fome. Eu estava ali completamente incrédulo com o comportamento dele
- "To querendo te dar um trato hoje. Vamos ?"
Um silêncio de alguns segundos e ele disse
- "Otimo. Depojs do trabalho eu te pego. Hoje você vai chegar em casa toda arrombadinha e gozada pra aquele corno frouxo do teu marido saber quem manda nessa porra"
Eu ouvi a risada dela da onde eu estava, sentado do outro lado da mesa.
- "Esse frouxo não é honem pra você não, minha gostosa. Você precisa é de um macho de verdade, que te faça gozar gostoso que seja homem pra valer. Você não merece viver com corno frouxo não"
Eu fiquei muito puto mas eu não podia explodir ali no meio do restaurante. Até porque eu ia muito ali, inclusive com Ana e o gerente até nos conhecia, pois éramos bem assiduos ali. Não era raro eu almoçar com ela por lá quando eu ia trabalhar no centro. Naquele dia, por acaso não foi possivel, mas enfim, não dava pra eu me alterar ali.
Mas o pior ainda estava por vir... ele acabou de falar aquilo e esticou o braço, colocando o celular no meu ouvido e Ana estava falando
- "....kkkk... ai ai.. mas você acha que eu já não pensei nisso ? É bom ter toda a liberdade que eu tenho com ele, né ? Afinal de contas eu mando no otario...mas essa submissão toda dele as vezes me cansa...o cara não toma uma atitude..nâo se rebela.. ele aceita tudo caladinho...kkk. ninca vi um homem tão frouxo e corno..as vezes eu penso que um macho que me dominasse seria mais interessante.."
Eu estava completamente besta. Não sabia o que pensar, fazer, dizer.. eu me sentia paralizado.
Alberto puxou o celular de volta, Ana continuava falando...ele respondeu
- "Eu posso ser esse macho que você quer. Aqui você sabe quem manda, não sabe ?"
Um silêncio e ele falou
- "Isso.. exatamente.. assim que eu gosto.. putinha obediente e que sabe o seu lugar. Vamos sair ou não vamos ?"
Eu estava de boca aberta do outro lado da mesa...
- "Ótimo. Te pego às 18h. Vou te foder gostoso e vou te devolver pra aquele corno em petição de miseria..kkk.. então até mais tarde"
Ele se despediu e desligou. Guardou o celular e começou a comer, sem sequer olhar pra minha cara.
Eu fiquei parado ali olhando pra ele sem acreditar no que tinha acontecido. Então, depois de umas 4 ou 5 garfadas ele levantou a cabeça e disse
- "Pode ir embora. Não tenho mais nada pra falar com você"
- "Cara.. você não regula da cabeça"
- "Eu disse pra você ir embora."
- "Eu nem acabei de comer"
- "Foda-se. Vai embora que eu quero comer sozinho."
- "Porque você está fazendo isso ?"
- "Ninguém diz não pra mim, rapaz. Eu te falei pra você dar uma desculpa no seu trabalho pra sair comigo, você não quis. Agora eu vou tomar a tua mulher de você. E sabe porque ? Porque eu POSSO e você é frouxo demais pra impedir"
- "Não é que eu não quisesse, eu tenho que cumprir o meu trabalho. Você não exige da Ana que ela largue o trabalho no meio do expediente pra ir pro motel com você.."
- "Meu camarada não interessa. Você é muito frouxo. Se quer quer, se não quer, não quer, não fica se escorando no trabalho. Eu só vou te perguntar mais uma vez, você quer me dar esse cu ou não quer ? Quer ou não quer que eu te foda e te esculache ? Sim ou não. Sem rodeios, sem papo furado, como e que é ? Já admitiu que gostou, seja um homenzinho e se assuma"
- "Quero" - falei firme.
- "Hum.. falou grosso... até que enfim. Quer quando ?"
- "Agora"
- "Olha.. isso tudo é medo de perder a mulherzinha pra mim ?"
- "Não."
- "Ta bom. Então você vai pegar esse celular, vai ligar pro seu trabalho e vai dar uma desculpa qualquer. Daqui vou te levar pra um lugarzinho que eu conheço e você vai ver o que eu vou fazer com você"
Eu nem sabia mais o que eu estava fazendo. Eu estava tremendo feito vara verde. Peguei o celular, liguei pro escritório. Pedi pra passar pra minha chefe. Ela atendeu e eu dei uma desculpa esfarrapada de que não estava passando bem e que ia procurar um medico.
Ela me liberou e eu desliguei. Olhei pra ele e ele me disse
- "Assim que eu gosto. Que me obedeça, porra. Bota uma coisa na sua cabeça.. a partir do momento que você dá pra mim uma vez, você não decide mais nada, não quer mais nada, não apita mais nada...bem.. isso você não faz mesmo...quem manda sou eu. Se eu disser que eu quero foder você agora, você vai me dar esse cu agora. Estamos entendidos ?"
- "Sim.."
- "Otimo. Vamos. E toma aqui, pega minha comanda e paga essa merda"
Fiquei com cara de trouxa e com as comandas na mão,.enquanto ele se encaminhava para porta e botava um café no copo.
Sem opção, entrei na fila, paguei as comandas e fui até ele. Quando cheguei perto ele falou
- "Chega de papo furado e perda de tempo. Vamos ao que interessa" - e saiu do restaurante.
Fui atras dele, apertando o passo. Ele fez sinal para um taxi e entrou.. eu hesitei por um segundo e ele
- "Como é ? Ta sem pressa ?"
Eu entrei envergonhado no Taxi. Alberto deu o endereço de um motel numa das ruas internas ali do centro da cidade, um daqueles motéis que funcionam em prédios antigos, com fachada mal conservada, com aparência de pulgueiro.
Eu ali naquele taxi com ele no banco de trás. Eu de terno e gravata e ele com uma camisa aberta até o terceiro botão. Parecia um cafetão.
O.motorista do taxi olhou pra mim umas 3 vezes pelo retorovisor. Me senti julgado. Senti minha face esquentar.
Chegamos e o motel, claro, não tinha garagem. Tinhamos que entrar a pé. Aquilo me agoniou, mas agora não tinha volta.
O carro parou em frente e Alberto abriu a porta. Foi saindo e disse
- "Paga a corrida"
Eu fiquei olhando pra ele e o sujeito nem olhou pra trás. O motorista olhou pra mim e disse
- "Esse deve ser gostosão mesmo hein, meu amigo ?
Paguei a corrida e não sabia onde enfiar a cara. O motorista estava se divertindo.. quando eu ia saindo ele disse
- "Aproveita o garotão"
Eu bati a porta com força e ele disse um "Ei !!". Nem olhei pra trás. Entrei no motel o mais depressa que pude. Só queria me livrar daquele constrangimento.
Ao entrar, Alberto já tinha escolhido o quarto. Pegou a chave e me disse
- "São 150 reais por 4 horas. Paga aí"
Ele pegou as chaves e foi se encaminhando pra escada. O lugar era um pulgueiro tão grande, que nem elevador tinha. Eram 3 andares e o acesso era por escadas.
Eu estava completamente aturdido, mas quando pensei em reclamar, me dei conta da ereção que eu estava ostentando. Aquilo tudo estava me deixando excitado. A forma como ele estava me tratando, o jeito como eu estava sendo constrangido, aquilo estava me deixando com tesão.. paguei pelo quarto e não disse nada.
Ele me esperou me aproximar e fez sinal pra segui-lo. Subimos as escadas e o quarto era no terceiro andar. Ele parou ao lado da porta, me entregou as chaves e me mandou abrir a porta.
Eu abri e ele entrou na minha frente. Eu entrei e fechei a porta, passando a chave.
Quando eu me virei ele simplesmente, sem mais nem menos,.me virou um tapa na cara e me perguntou quem mandava ali
- "Quem e que manda nessa porra ?"
Eu estava com os olhos esbugalhados, totalmente sem ação e hesitei por um segundo
- "Quem é que manda nessa porra ?" - repetiu
- "Você..." - balbuciei, me sentindo humilhado
- "E porque hesitou ? Aqui quem manda sou eu e é bom você ir se acostumando com isso. Tira essa roupa. AGORA"
Confesso que eu sentia um misto de raiva, medo e tesão. Comecei a tirar a roupa e ele se sentou numa poltrona.
- "Tô vendo que está com esse piruzinho ridículo bem durinho aí, né ? Tá com vontade de me dar esse cu ?"
Eu fiquei olhando pra ele e ele aumentou o tom de voz
- "Responde porra !!"
- "Tô !" - Respondi quase gritando
- "Fala baixo, corno. Vai querer ficar valente agora ? Sempre foi frouxo, agora vai querer falar alto ?
Eu baixei a cabeça e ele riu.
- "Parou de tirar a roupa por que ? Eu mandei parar ? Vai, continua"
Eu segui me despindo e quando fiquei só de cueca ele mandou eu me aproximar. Eu cheguei perto dele e ele me disse pra eu me ajoelhar. Eu obedeci...
Alberto abriu o ziper da calça, soltou a fivela do cinto ergueu o quadril e puxou calça e cueca pra baixo, até a altura dos joelhos. Descalçou os sapatos e mandou eu tirar o restante da calça dele.
A pica estava ali, enorme e dura pulsando na minha frente. Eu Olhava pra ela hipnotizado. Tirei a calça e a cueca dele sem praticamente tirar os olhos do membro imenso na minha frente.
- "Vou fazer barba cabelo e bigode nessa família. Ja faço tua mulher de puta, agora é a tua vez, seu corno viadinho. Chupa essa pica"
Ele botou a mão no meu pescoço e me puxou na direção do seu cacete. Eu nem consegui resistir. Fui com a cara na piroca dele e Alberto a pegou e começou a esfrega-la no meu rosto.
Instintivamente eu abri a boca e ele empurrou tudo na minha goela, forçando minha cabeça pra baixo.
Eu engasguei na rola dele e as lagrimas escorreram dos meus olhos. Ele forçava minha boca e eu pus minhas mãos em suas pernas apertando, pois estava ficando sem ar.
Ele então relaxou a pressão no meu pescoço e eu consegui tirar o pau da boca, babando ele todo e respirando fundo, como que tivesse tirando a cabeça da água.
Ele deu um tapa na minha cara e falou
- "O que você é ?"
Eu não sabia o que ele queria ouvir, então disse tudo que imaginei que ele quisesse que eu disesse pra ele...
- "Corno, frouxo e viadinho"
- "Isso..E agora é minha puta também... chupa essa rola.."
Eu estava cheio de tesão..Os tapas que ele me deu, os xingamentos, toda a humilhação que ele me fez passar desde o restaurante, aquilo tudo me deixou muito excitado.
Me debrucei sobre ele e fui engolindo o pau dele todinho. Ele grunhia e gemia e eu passei a mamar aquela pica com vontade.
De vez em quando tirava o pau da boca e o esfregava no rosto, chupava suas bolas e subia lambendo até a cabeça, brincando com a lingua no cabresto e depois engolindo de volta, mamando com gosto.
Alberto não dizia nada, apenas observava e, de vez em quando gemia
Fiquei mamando por uns bons 10 minutos, até que ele mandou eu parar...parei e fiquei olhando pra ele, com o pau todo babado na mão. Eu estava com a cara toda melada e suado.
O quarto era tão mequetrefe que o ar condicionado estava ruim, só ficava na ventilação.. eu suava em bicas e Alberto também..
Então ele falou
- "Agora eu vou fazer o que você quer, mas você vai ter que implorar"
Eu cheguei a me arrepiar. No fundo, eu estava adorando toda aquela humilhação...
- "Me come"
- "O que ? Não ouvi..."
- "Me come.." - Falei um pouco mais alto"
- "Fala alto, porra, não estou te ouvindo"
- "ME COME" - Já repeti quase gritando
- "Implora, seu frouxo"
- "ME COME, POR FAVOR"
- "Ah você quer que eu te coma ?"
- "SIM, POR FAVOR...ME FODE"
- "Viadinho frouxo.. você tá casado com a Ana, mas você quer é piroca, né ?"
- "SIM, POR FAVOR, ME DÁ PIROCA"
Ele se levantou do sofá, quase me fazendo cair pra trás, me agarrou pela pescoço e socou a rola na minha boca. Fodeu ela como se fosse uma bocetinha por alguns instantes e, de repente tirou e disse com autoridade
- "Fica de quatro aqui" - Apontando pra poltrona.
Eu obedeci sem pestanejar, me colocando de quatro, me apoiando no encosto da poltrona.
Alberto deu um tremendo tapão na minha bunda e eu senti ele arregaçando minhas nadegas, expondo meu cu. Eu tremi. Senti então quando ele cuspiu nele, uma, duas, três vezes.
Alberto se aproximou e bateu a pica com força na.minha bunda Eu olhei pra trás e senti medo. Medo dele enfiar aquele cacetão todo de uma vez e me machucar. Mas não tive coragem de falar nada.
Então Alberto ajetou a cabeça da rola e forçou a entrada. Eu gemi alto quando ela passou e a resistência foi vencida...Aberto estava empurrando aquela piroca enorme e gostosa em mim e eu mal conseguia respirar
Doía mas eu não tinha coragem de reclamar. Eu gemia e ele empurrava devagar, mas com constância, sem parar...dos meus olhos escorriam lágrimas de dor...e prazer...
Todo meu corpo estava arrepiado e ao mesmo tempo em que sentia uma puta dor, minha pica latejava devido ao tesão que eu sentia
Alberto meteu sem dó até o talo no meu rabo..Minhas pernas tremiam, eu suava frio, meus olhos marejados pela dor e minha pele toda arrepiada...era o momento mais erotico da minha vida e eu já tinha feito muita coisa.
Então Alberto começou um vai e vem dentro de mim que me levou à loucura. Eu literalmente delirava
- "Ta gostoso corno ?"
- "Sim..."
- "Fala alto porra, quero que todo mundo saiba que você esta dando o cu, fala alto"
- "TA UMA DELÍCIA ESSE PAU NO MEU CU.."
- "Pede pica"
- "FODE... ME FODE... METE PICA EM MIM"
- "Isso, porra.. fala bem alto o que você é"
- "EU SOU VIADINHO"
-"Que mais ?"
- "FROUXO"
- "Que mais ?"
- "SOU TEU CORNO"
Alberto metia a pica sem piedade. De repente ele parou e mandou eu me deitar na cama de bruços e flexionar uma das pernas, mandando eu colocar um travesseiro embaixo do meu quadril. Fiquei com a bunda empinada e o cu exposto.
Ele veio por cima, se ajeitou e meteu aquele caralho todo em mim. Eu gritei alto, doeu mas a última coisa que eu queria era que ele tirasse aquele pauzão de dentro de mim.
Alberto me fodia com força e velocidade, metia fundo e com ritmo. Eu gemia alto e chorava....
O som dos nossos corpos se chocando a cada estocada violenta dele era alto e me deixava ainda mais excitado.
Alberto acertou um tapão na nádega direita e me apertou com força, socando a pica até o talo e parando.
Sentia o suor dele pingar em mim, o cheiro daquele macho me deixando louco. Alberto mexeu o quadril, num movimento circular, com a rola toda enterrada em mim e eu revirava os olhos.
Eu pensei "Imagina o que ele não faz com a minha mulher" Aquele pensamento me deixou ainda mais tarado, se é que era possivel estar mais alucinado de tesão do que eu já estava.
Eu me sentia à mercê dele, sem forças para reagir...bem, eu nem queria reagir, na verdade, mas eu me sentia totalmente dominado por ele.
Alberto então retomou o vai e vem, se apoiando em meus quadris. O peso dele me deixava completamente entregue e a pica me rasgava.
- "Ai.. mete...ai meu cu..vai...não para"
- "Não precisa me dizer pra não parar, seu frouxo eu paro quando eu quiser, pede piroca...."
- "mete..."
- "Grita, porra"
- "METE PIROCA EM MIM..."
- "Implora, pra todo mundo ouvir"
- "ME FODE, POR FAVOR, METE ESSE CACETE EM MIM, ME COME..."
- "Isso, seu corno frouxo do caralho. Nem tua mulher, aquela vadia, pede piroca com tanto entusiasmo..."
- "METE.. METE, PORRA..."
Eu estava realmente louco, alucinado de tesão. Como poucas vezes na vida eu fiquei
Alberto tornou a socar o pau todo, fundo na minha bunda e parou de se mover. Então, alguns segundos depois, ele foi o tirando de dentro e se deitou.
- "Vem sentar nesse cacete"
Obedeci sem titubear. Me levantei aos trancos e barrancos, descadeirado da surra de rola que ele tinha me dado e fiquei de joelhos. Passei uma perna para o outro lado do corpo de Alberto e me ajeitei sobre o membro.
Alberto agarrou meu quadril, pegou a pica, apontando ela no
meu cuzinho. Eu me arrepiei ao sentir a glande cutucando meu ânus e então eu desci meu corpo, fazendo-a deslizar pra dentro
Naquele momento, me dei conta, não sei porque, que Alberto não usava camisinha e ao invés de me preocupar, aquilo me excitou mais ainda...
A penetração foi dolorosa, mas doeu gostoso. Sentei até sentir as bolas dele encostadas na minha bunda.
- "Sabia que8 a tua mulher leva gala minha na buceta pelo menos uma vez na semana, corno ?"
- "É ?"
- "Leva sim... você nem fica sabendo, né ? Ela nem te conta mais, né corno ?"
- "Não.. ela não fala, eu imagino porque ela chega tarde"
- "Isso aí.. se ela chegar tarde, pode ir lá cheirar a boceta dela que você vai sentir cheiro de porra"
- ""É ?"
- "É sim.. hoje quem vai chegar em casa con o cu cheio de leite vai ser você, seu frouxo"
- "ai.. me xinga..."
- "Seu viadinho...corno frouxo do caralho...eu fodo a puta da tua mulher e agora você vai ser minha marmita também... viadinho"
Eu comecei a rebolar em cima daquele caralho grosso e suava feito um louco. Meus olhos reviravam de tesão e comecei a falar coisas desconexas...
Alberto me puxou pra ele e eu deitei meu corpo sobre o dele, apoiando os cotovelos no colchão e segurando seus ombros, passando as mãos por baixo das costas dele.
Ele apoiou os pés no colchão, arreganhou minhas nádegas com as duas mãos e passou e me foder violentamente, subindo e descendo o quadril com uma força enorme. As bolas dele batiam na minha bunda quando ele enfiava e o barulho dos corpos se chocando era alto.
- "ME DA PICA.. " - Eu comecei a gritar descontrolado..
- "ISSO, ME FODE... ME FAZ CORNO E VIADINHO, VAI..."
Alberto me deu mais um tremendo tapão na bunda,.tão forte, que deixou a marca da mão aberta no meu rabo e de repente, sem falar nada
começou a gozar.
A sensação de ser inundado por todo aquele leite quente era indescritível.. eu não me contive..
- "VAI, ENCHE MEU CU DE LEITE, GOZA..."
- "Ahhhhhh.. porra...toma..."
Ele acabou de gozar e me forçou a sair de cima dele. Eu me sentei no colchão e reclinando o corpo, passei a me masturbar com força.. eu sentia o sêmen escorrer e não demorou muito, comecei a ejacular, melando toda a minha barriga com meu próprio gozo.
- "AHHHHH TO GOZANDO" - eu berrava, fazendo um escândalo.
Caí exausto na cama. Alberto se levantou, foi até as suas roupas e pegou um maço de cigarros. Tirou um e acendeu. Olhou pra mim e disse
- "Vou pedir uma cerveja. Quando a campainha tocar, você vai abrir a porta e vai pegar a cerveja com o garçom assim mesmo como você está. Pelado e todo gozado. Entendeu ?"
Eu não tinha nenhuma força pra argumentar com ele. Alberto parou ao lado da porta e fez sinal pra eu me aproximar...eu cheguei perto e ele falou
- "Mama"
Me ajoelhei e comecei a chupar o cacete todo melado do Alberto. Mamei com tesão, sem nenhum pudor. Até que de repente a campainha tocou. Eu me levantei depressa e abri a porta... lá estava o garçom abrindo a garrafa de cerveja que estava em cima da mesa.
Ele me olhou surpreso...eu nu, de pau semi mole, todo sujo de porra, suado e todo descabelado...olhei no olho dele e sorri... ele sorriu de volta. Viu o Alberto, sorriu de novo, acenou com a cabeça e saiu, fechando a porta atras dele.
Alberto assistiu tudo batendo uma punheta e me falou
- "Eu e sua mulher fodemos aqui nesse motel toda semana, seu corno. Eu faço ela fazer a mesma coisa, sabia ?"
Eu fiquei incrédulo, mas senti um puta tesão.
- "Jura ?"
- "Não to falando ? Ela até já beijou esse garçom aí, sabia ? Peladinha beijando o garçom.. tua mulher é uma vadia"
- "Foi impressão minha ou ele te viu ? E se ele te reconhecer ?"
- "Ele me viu sim. Ele reconheceu sim. Ele sabe bem quem eu sou..Foda-se. To nem aí pra ele. Não estou preocupado com isso"
- "Ta bem..."
- "Gostou de se exibir pra ele ?"
- "Sim..."
- "Você é um viadinho frouxo do caralho...corno manso e viadinho enrustido."
- "Sou sim.. eu gostei da sensação de ficar ali exposto pra ele me ver..."
- "Eu percebi..."
- "Preciso tomar banho"
- "Vai lavar esse cu que eu vou tomar minha cerveja, que você vai pagar"
Nem falei nada...eu ja esperava por isso. Meu cartão de debito ja estava em brasa, de tanto que ele ja tinha me feito gastar. Mas o engraçado é que a sensação de estar pagando pra ele me comer era mais uma coisa que me de dava um puta tesão.
Fui pro chuveiro. Pelo menos tinha água quente. Estava lá me lavando e pensando nas coisas que ele devia fazer com a Ana naquele motel... nas putarias que eles faziam... comecei a pensar nela, nua, toda melada de porra, beijando o garçom.
Mesmo tendo gozado pouco antes, meus pensamentos eram tão impuros que eu tive uma ereção daquelas e não consegui evitar a punheta.. no meio daquela masturbação, meus pensamentos se misturaram e me peguei pensando no garçom...
Alberto entrou no banheiro e me pegou batendo punheta.
- "Que é corninho frouxo ? Quer mais piroca ?"
- "Quero...quero sim...quero dar pro garçom na sua frente.."
- "Ora veja só.. mas tá se revelando um viadinho safado mesmo.. quer dar pro garçon na minha frente ?"
- "Quero...muito"
- "Acaba esse banho que eu vou desenrolar esse negocio pra você... pra você não dizer que eu nunca fiz nada por você... "
Ouvi ele indo ao quarto e pegando o telefone. Ele pediu outra cerveja.
Eu desliguei o chuveiro e me enxuguei o mais rápido que eu pude. Corri pro quarto e quando estava quase na cama, a campainha tocou.
Eu estava louco de tesão.. me deitei e ja fui me masturbando. Alberto atendeu, abrindo a porta coberto por uma toalha.
O garçom já estava quase fechando a porta, saindo e Alberto o chamou.. não conseguia ouvir o que diziam mas depois de alguns segundos eu ouvi a porta se fechar. Alberto entrou no quarto e atrás dele, o garçom
Eu me levantei, me sentando na cama...
- "Esse aí, é o marido corno da Ana, que eu trago aqui toda semana, a que eu boto pra te atender pelada sempre e você já beijou..lembra dela ?"
- "Se lembro.. ela é muito gostosa. Marido ? Eu não sabia que ela era casada...Você nunca me disse que ela era casada..pela hora que vocês saem daqui sempre...eu nunca ia pensar que ela era casada...você é marido dela ?"
- "Sou sim..."
- "Parabéns.. sua mulher é muito gostosa"
- "Sugiro que vocês deixem esse papo furado aí pra depois, porque o seu tempo e curto, meu amigo" - Disse Alberto
Ouvindo isso eu meti a mão no ziper da calça do garçom, sentindo que a pica dele já estava dura. Abri a calça, desafivelei o cinto, botei o pau dele pra fora. Ea um pau não muito grande, mas grosso.
Caí de boca. Mamei com vontade, chupando ele todo. Lambendo as bolas, engolindo o pau todo e chupando gostoso.
Alberto se aproximou e ofereceu a rola pra mim também. Não me fiz de rogado. Passei a mamar os dois.. alternava um e outro, saboreando aquelas picas duríssimas.
Então, depois de uns, talvez, 5 minutos naquela degustação, parei de mamar os dois e fiquei de quatro na beira da cama..empinei a bunda o mais que pude e falei
- "Vem me foder"
O rapaz não precisou de um segundo convite... me pegou pelos quadris, apontou a rola e empurrou... foi forçando e eu tremendo, me arrepiando todo, sentido ele me arrombar. Era curto, mas o que tinha de curto, tinha de grosso.
Ele logo botou até o talo. Fiquei ali, rebolando na rola dele. Então, levantei o corpo, passando a me apoiar nas mãos. O cara começou a me foder e eu balançava a cada socada da piroca dele.
Alberto veio pela minha frente e foi enfiando o cacete na minha boca.
Ficaram os dois me fodendo e eu, literalmente, delirava. Eu gemia alto com a pica do Alberto na boca e com a do garçom me arregaçando o cu.
Nem sei o quanto de tempo ficamos assim, mas não pareceu muito tempo. O garçom pediu pra eu me deitar de frente. Tirou a rola do meu cu e eu, parando de chupar o Alberto, me virei e me deitei de frente no meio da cama. O rapaz veio e ficou no meio das minhas pernas. Eu as levantei o maximo que pude e as abri o maximo que consegui
Então, ele se ajeitou, colocou a cabeça na portinha e empurrou. Enfiou tudo e se reclinou sobre mim e, se apoiando nos punhos, começou um vai e vem delicioso.
Eu segurava minhas pernas no alto e sentia a piroca do garçom fundo dentro de mim. Alberto se aproximou da minha cabeça pelo lado, de joelhos no colchão e me ofereceu seu membro.
Mamei com gosto enquanto nosso garçom se servia de mim. Não demorou muito ele deu uma socada forte, parou de se movimentar com o pau todo dentro e gozou.
Eu gemia extasiado com a pica do Alberto na boca, sentindo todo aquele leite quente no meu rabo.
O rapaz então tirou o seu pau e se levantou. Pegou suas roupas e começou a se vestir rapidamente.
Eu e Alberto não davamos a minima pra ele. Eu continuava chupando aquele cacete e ouvimos quando a porta se abriu e depois se fechou. Fez igual cachorro magro, comeu e foi embora
Parei de chupar e pedi pra ele me comer. Aquela altura eu já tinha mandado a minha dignidade às favas e eu implorava por rola.
Alberto mandou eu ir pro chuveiro, porque não ia botar o pau no meu cu cheio de porra do garçom...eu levantei a duras penas e fui ao banheiro. Entrei no chuveiro e estava quase terminando de me lavar, quando Alberto entrou no box junto comigo..
Me pegou e me virou de costas pra ele. Pegou o sabonete e ensaboou o pau. Passou no neu cu, se ajeitou atrás de mim, apontou o membro e começou a deslizar pra dentro
- "Isso... fode teu corno manso..." - Eu sussurava baixinho
O pau entrava e saía facil, devido ao sabão. Eu estava louco de tesão e me masturbava sentindo enrome prazer. Não parava de pensar no garçom, no pau dele, imaginando ele e Alberto fodendo minha mulher naquele quarto de hotel...
- "Alberto..."
- "Que é viadinho ? Ta gostoso ?"
- "Tá... me promete uma coisa ?"
- "Que você quer, seu corno frouxo ?
- "Bota esse garçom pra foder a Ana junto com você ?"
- "Vou botar. Ana já falou que dava pra ele, sabia ?"
Eu comecei a rebolar freneticamente na pica cravada no meu rabo, ouvindo aquilo e o rirmo da punheta aumentou...
- "Ela achou ele gostoso...tua mulher gosta de macho rustico, sabia disso, corno ?"
Eu olhava pra trás por cima 2do ombro sentindo meus labios gelados...eu estava absolutamente dominado pelo tesão ..
- "Vou convidar ele pra ir com a gente num outro motel na folga dele, pra ele poder comer a tua mulher bem a vontade...e eu vou te avisar pra você mandar o dinheiro pela puta da tua mulher pra pagar o motel, seu corno."
Naquela hora eu comecei a gozar, me tremendo todo e, vendo que eu gozava, ele continuou
- "Tua mulher é uma cadela que adora piroca. Ela vai se acabar dando pra nós dois, seu corno frouxo.. ela precisa de homem, coisa que ela não tem casa. Então ela se alivia com o macho alfa dela, seu corno..."
Eu litermente me estrebuchava de prazer, gemendo baixinho ate que Alberto gozou fundo no meu cu. Eu quase caí de joelhos, tamanho o prazer que eu estava sentindo. Dar o cu é bom demais e eu estava em êxtase, enlouquecido, não só pela comida de rabo deliciosa que eu estava tomando, mas por tudo que eu estava ouvindo.
Ele acabou de gozar e ficou engatado dentro de mim até que a rola começou a amolecer... então ele a tirou de mim e eu me virei, agarrando o membro com as duas mãos.
Me ajoelhei e botei tudo que coube na boca. Mamei durante uns minutinhos e depois parei, o pau mole, mas ainda assim, grande.
Me levantei e tomei banho em silêncio. Ele também se lavou sem falar nada.. saimos do banheiro e olhei a hora. Já eram 16h:40min.
Comentei a hora e Alberto falou
- "Temos que ir embora. Daqui a pouco tenho que pegar tua mulher no trabalho e vou trazer pra aqui mesmo..."
Eu olhei incrédulo pra ele...
- "Como assim ? Depois de toda essa putaria você ainda vai trazer ela pra cá ?"
- "Você ta pensando o que da vida, seu corno frouxo do caralho ? Aqui tem PICA pra tua mulher a noite toda se ela quiser. Você pensa que eu sou fraco igual a você ? Aqui é MACHO ALFA, porra...tá pensando o que ? Nem espera tua mulher acordado hoje porque eu vou arregaçar aquela puta até bem tarde"
- "Eu nâo achei nad.."
- "Cala a boca. Se veste aí e vamos embora que, se não, VOCÊ vai ter que pagar hora suplementar aqui nessa porra"
Me vesti sem falar mais nada. Curti a minha humilhação calado...
Liguei para recepção e pedi pra fechar a conta. Alberto se sentou na poltrona para esperar.
A campainha tocou, eu abri a porta e o garçom veio com a conta. O quarto já estava pago, não teve hora complementar, só paguei as cervejas.
Eu olhei pro garçom e ele olhou pra mim e sorrimos.. olhando melhor pra ele, eu concordei con Ana e Alberto. Ele era gostoso mesmo, mas era bem rústico..eu perguntei baixinho, sussurando...
- "É verdade que você já beijou minha mulher ?"
Ele me olhou..pensou um pouco e respondeu
- "O senhor é marido da dona Ana, que vem sempre aqui com o seu Alberto mesmo ?"
Ele sabia mesmo o nome da minha mulher...
- "Senhor nada, pode me chamar de você..acabou de me foder...kkkk...Sou sim... é verdade ?"
- "kkkk.. tá certo..Olha, você me desculpe, eu nem sabia que a dona Ana era casada... eu pensava que ela era namorada do seu Alberto..."
- "Tudo bem, eu não me importo, eu tenho fetiche de ser corno...você já beijou ela ?"
- "Meu camarada..se o teu negocio é ser corno, então eu tenho boas noticias pra você.. eu já comi sua mulher pelo menos umas 3 vezes junto com o seu Alberto. Beijei ela aqui, algumas vezes quando eu vinha trazer cerveja e ela me atendia pelada...ela sempre fazia isso.. até que um dia ela me beijou..depois começou a rolar beijo toda hora e um dia o seu Alberto me chamou pra ir a outro motel com eles na minha folga.. já fizemos isso umas 3 vezes...com todo respeito, ela é muito gostosa.. e bem safada"
Eu pensei... "mas que filhos das putas.." a Ana tava me metendo galho com dois homens ao mesmo tempo e eu nem sabia da existência desse cara...
O pau ficou duro de novo na hora.. mas a excitação foi cortada pela voz do Alberto..
- "Como é que é ? Tenho que ir embora. Vocês dois gamaram um no outro ? É namoro essa porra ? Vamos com isso"
Eu olhei pro garçom e perguntei baixinho
- "teu nome ?"
- "José"
- "Gilson, José. Foi, literalmente, um prazer.."
Peguei um guardanapo e escrevi o numero do meu celular e dei pra ele.
- "Me liga"
Ele balançou a cabeça que sim e saiu fechando a porta.
Saimos do quarto eu e Alberto. Ao chegarmos na calçada, ele virou pra mim e disse
- "Negócio é o seguinte, seu corno, seu cu agora é meu. Vou comer sempre que eu quiser na hora que eu quiser. Você apenas vai estar disponivel quando eu quiser me aliviar no seu rabo. Entendeu ?"
- "Alberto, agora é serio, eu não posso ficar faltando ao trabalho toda hora pra dar cu. Não dá cara. Por favor, não faça mais isso porque eu tenho contas a pagar e uma casa pra sustentar. Nâo dá pra ser assim"
- "Vou pensar no seu caso"
- "Por favor, agradeço"
- "Ta bem, chega de conversa mole. Vou embora que eu vou encontrar tua mulher. Não espera ela acordado. Tu vai se cansar"
- "Ta bem.. tchau.."
- "Que foi, quer beijinho...?"
- "Não, não.."
Fiz sinal para um taxi e quando o carro parou, Alberto tomou minha frente e entrou no carro. Fiquei olhando pra aquilo com uma expressão de quem diz .. "porra ?!!"
- "Tchauzihho.. " - Ele disse. Ouvi ele dando o endereço do trabalho da minha mulher e o carro saiu...eu fiquei ali na calçada esperando outro taxi. Levou uns quase cinco minutos pra passar outro livre e fui pra casa.
Liguei pra Ana no meio do caminho e ela atendeu com a má vontade típica da hot wife dominadora que não perde uma chance de dar aquela humilhada no cuck...
- "Que foi Gilson..."
- "Tudo bem amor ?"
- "Tava tudo ótimo, to com macho beijando na boca, tomando um chopp, me preparando pra dar feito uma louca. Mas aí você ligou, né ? Que foi corno ?"
- "Só queria saber se você estava bem e se volta tarde.."
- "Pff... se eu volto tarde ?" - Escutei Alberto rindo
- "Então, seu corno.. é o seguinte.. dê graças a Deus SE eu voltar porque depois de dar ate o cu fazer bico pra esse macho aqui, a vontade é de nem voltar. Então vai pra casa, toca sua punheta aí pensando no que eu vou estar fazendo. Se eu estiver de muito bom humor, te mando uma foto da boceta cheia de leite pra alegrar sua noite. Agora não enche o saco que eu vou desligar, meu macho está esperando. Se preocupe não, estou em ótimas mãos e numa rola melhor ainda. Fui"
E desligou na minha cara. Meu pau ? Duríssimo. Punheta.. ia rolar sim.. muito...até porque chegaram 5 fotos dela toda esporrada.. ela estava de ótimo humor.
Naquele dia ela chegou às 04 da manhã. Bêbada, descabelada, cheirando a cigarro e com um tremendo chupão no pescoço. A bunda lanhada e roxa de tanto tapa que levou.
Ela só não podia imaginar que o mesmo macho que satisfez ela, ja tinha me satisfeito antes
E assim, passei a ser amante do Alberto também, que comia os dois e cá pra nós.. comia bem demais...
José ? Sim.. José terá sua saga contada também. Mas essa Já é uma outra história.



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