Mais um conto da época em que fazia faculdade. Naquela semana iria ocorrer a mostra acadêmica, onde os alunos iriam expôr seus trabalhos. Eu já tinha apresentado o meu, então iria apenas para ganhar horas extras. Neste dia, meus amigos não iriam, então iria ter que ficar sozinha. Mas, já fui planejando o que iria fazer pra isso não acontecer.. Perguntei para o Fernando (meu rolinho da van) se ele iria aquele dia, e para minha surpresa ele confirmou que também iria. Então combinamos de ficar juntos nesse dia. Ao chegar a faculdade naquele dia, visitamos nossa salas para marcarmos presença e depois seguimos para algumas salas visitar alguns estandes. A visita durou por volta de 1 hora, mas ansiedade era pelo que viria depois. Seguimos para o final de um dos últimos blocos da universidade. Já estávamos acostumados a ficar nos pegando nesse lugar, justamente por ser um lugar bastante afastado, que dificilmente passavam pessoas. Ele terminava no "nada", pra ter uma ideia de como era afastado. Ali, a gente ficava conversando e se beijando. Mas neste dia, algo estava diferente: os beijos estavam bem quentes e as mãos se perdiam acariciando um ao outro. O desejo era grande. E mesmo sendo um lugar bastante afastado, ainda assim era um local público, e o medo de sermos pegos fazendo algo, me impedia de fazer qualquer coisa além. A universidade era na beira da rodovia e começou a esfriar, então sugeri a ele irmos para a van, pois estava ficando com frio naquele lugar. Ele confirmou, e seguimos para o estacionamento onde ficava nossa van. Chegando lá, por sorte, a motorista estava lá (ela costumava sair pra comer algo e ir no banheiro). Então, ela abriu a porta, a gente entrou e nos sentamos na ultima fileira de bancos. Ele fazia carinho no meu braço e me olhava como se me desejasse naquele momento. Não demorou muito, a motorista vendo o horário, disse que iria sair um pouco e se tinha problema da gente ficar lá. Dissemos que ela podia ir tranquilo, já imaginando que ficaríamos sozinhos lá. Ela saiu e num breve instante já estávamos nos beijando de novo. Como eu disse, naquele dia, os beijos estavam muito intensos e era palpável o clima de desejo no ar. Num rápido movimento sentei em seu colo de frente pra ele, permitindo que ele passasse a mão pelo meu corpo todo. Eu me esfregava no volume que crescia na sua calça e ele podia segurar minha bunda contra ele. - Você é demais! Que gostosa que você é!! - dizia ele. Aquelas palavras me deixavam mais excitada ainda. Foi quando ele abaixou a minha blusa e teve acesso aos meus seios. Ele os apalpava e logo estava mamando gostoso, alternando com leves mordidas. Eu sentia o arrepio se distribuindo por todo meu corpo. Eu passava a língua pelo seu pescoço e gemia baixinho no ouvido dele. O desejo era palpável e em resposta, pulei fora do colo dele, me ajoelhei, abri o zíper e o botão de sua calça e cai de boca no pau dele. Minha afobação era tanta que tentava engolir todo o membro dele na minha boca. Eu mamava ele com bastante intensidade. Chupava bem a cabecinha dele e sentia ele se contorcendo na poltrona da van. Ele segurava a minha cabeça como se acompanhasse e aprovasse todo o movimento qua fazia. E eu continuei chupando ele e punhetando ele gostoso. - Que tesão! - ele disse como se estivesse se segurando. Perdi todo meu juízo a partir desse momento e respondi: - Quero você agora! Me levantei como pude, abri minha calça e a abaixei. Ele me acompanhava com os olhos vidrados, pois não acreditava que aquilo estava acontecendo. Quando ele menos percebeu eu sentei nele e comecei a cavalgar gostoso. O pau dele entrou rapidamente dentro de mim, pois a minha pepequinha estava molhada de tanto tesão. - Só não goza dentro de mim, pois eu não tomo remédio!! - pedi a ele. Os vidros da van eram bastante escuros, mas ainda assim uma pequena frestinha de luz iluminava a cara de Fernando, e eu podia ver ele se deliciando. O perigo de alguém chegar a qualquer momento tornavam o momento ainda mais excitante. Eu esfregava minha buceta no seu pau e rebolava gostoso. Alternei a posição, sentando nele mas agora de costas. Sentava gostoso nele, sentindo o membro dele me cutucando bem lá no fundo. - Puta delícia!! Bastaram mais algumas sentadas e ele anunciou seu gozo. Rapidamente me coloquei de frente pra ele e comecei a punhetar ele. Ele se segurava naquela poltrona e não demorou muito seu leitinho explodiu na minha cara me deixando toda lambuzada. Ele gemia comigo ainda segurando seu pau com movimentos de baixo pra cima. Me levantei, subi minhas calças e sentei na poltrona próximo a janela. Ele me deu sua blusa pra eu poder limpar um pouco meu rosto. Em questão de segundos. A motorista da van retornou, seguido de mais um aluno que entrou na parte de traz conosco. - E aí, gente? Vocês já estão aqui? - disse o aluno entrando na van. Fernando confirmou que fazia um tempinho que já estavamos lá. Eu sorri tentando disfarçar, e ainda tentando limpar meu rosto. Por sorte, o fundo da van era bem escuro e não dava pra enxergar minha cara e maquiagem possivelmente toda borrada.
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