Depois daquele dia, evitei o vizinho como se fosse praga. Toda vez que o via no elevador eu não entrava. Se visse ele na área comum ou na rua, eu olhava para o outro lado. Eu tava puta! A culpa me corroía: ele casado, ela com o dobro da idade dele, e eu ali, roubando o marido da mulher. Mas a verdade é que alguns dias depois eu fraquejei. Ele voltou a visitar meu apartamento, deixei ele entrar e quase todo dia a gente fodia, logo após Sofia sair para o trabalho ou para algum lugar que eu sabia que ela ia demorar. Algumas semanas já tinham se passado, e o sexo estava cada vez mais selvagem. Que pegada ele tinha. Que pau gostoso. Ele me deixava com as pernas mole. Quase não tinha dialogo entre a gente. Ele entrava, fechava a porta, a gente se agarrava tirando a roupa, eu pegando no pau dele, se beijando, ele chupando meus peitos e nos conduzindo até a minha cama ou sofá. As vezes eu estava lá de moletom e calcinha só esperando ele chegar… tudo saía rápido. As vezes de pijaminha. Ele ficava louco de todo jeito. Dizia que era tarado na minha bunda. Ele me virava de quatro no sofá, e ele lambia e chupava meu cuzinho a ponto de me deixar louca. Ou me empurrava contra a parede, mandava eu empinar a bunda e me enrabava gostoso. Que pau grosso gostoso! Entrava fundo, as estocadas fortes, o barulho molhado enchendo o apartamento. Eu tentava gemer baixo, com medo de alguém ouvir, mas o corpo pedia mais. Chegou até uma notificação em casa sobre o barulho, mas a sorte que fui eu que recebi, e não a Sô. Ele me pegava com força, apertava minha bunda, batia gostoso, puxava meu cabelo. Eu deixava ele conduzir. Cada vez mais. Em um certo domingo, Sofia ia para um churrasco na casa da familia dela, e provavelmente, ia demorar. Sofia toda linda, saiu do quarto, passou pela sala e disse: — Má, to indo. Tranca a porta pra mim? Não tô achando minha chave. Ela saiu. E no fim, esqueci de trancar a porta. Acho que é o TDAH. Nem dois minutos depois a campainha tocou. Achei que era ela e que tinha esquecido alguma coisa. — Tá aberto, Sô, entra! Mas não era Sofia. Era ele. Entrou rápido, fechou a porta sem trancar e já veio me agarrar. Eu ainda estava de moletom e calcinha. Ele veio pra cima, me beijou com urgência. O tesão já bateu. Puxou meu moletom pra cima, mãos apertando meus peitos. Em segundos eu já estava de quatro no braço do sofá, bunda empinada, calcinha no meio das coxas. Ele cuspiu na mão, molhou meu cuzinho e enfiou o pau de uma vez. — Que cuzinho apertado… — gemeu, segurando minha cintura com força. As estocadas eram profundas, brutas. A pele batia na pele com barulho molhado. Eu gemia baixo, submissa, sentindo ele me preencher por completo. — Ai, fode meu cuzinho! Fode sua puta! O corpo tremendo, o cuzinho apertando o pau dele. Ele acelerou e comecei a sentir ele me preenchendo de gozo quente.. Foi nesse momento que a porta abriu. Era Sofia. Parada na entrada, chave na mão, olhos arregalados. O sexo parou no mesmo segundo. Eu de quatro no sofa, o pau dele dentro de mim, que com o susto eu havia acabado de tirar (nossa, e doeu). Eu tentei me levantar, puxar a calcinha, cobrir o corpo. — Sô… espera… Ela não disse nada. Virou e saiu, batendo a porta. Mandei ele embora na hora. Ele vestiu a roupa rápido e foi embora. Vesti minha calcinha para conter o leite dele que escorria do meu cuzinho, o coração disparado. Ele saiu e fui tomar banho. Sentimento de Culpa forte. Sophia sabia que eu tava dando pra um cara casado… eu totalmente entregue. A conversa com Sophia não foi fácil.
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