A Raquel estava no escritório de casa, a arrumar uns papéis no cofre baixo, quando o Pinto tocou à porta. Era o homem de confiança do melhor cliente dela, aquele que aparecia sempre com desculpas de documentos para assinar, envelopes selados, qualquer pretexto. Desta vez veio buscar uns contratos que os patrões precisavam de ver no dia seguinte. Ela abriu-lhe a porta de roupão branco por cima da camisa desabotoada e das meias-liga pretas, o cabelo solto a cair-lhe pelos ombros. — Entra, Pinto. Os papéis estão no cofre. Só um segundo. Ele entrou, fechou a porta atrás de si e ficou a olhar. A Raquel, quarentona de um metro e cinquenta e sete, corpo escultural, ancas normais mas bem definidas, cintura fina, seios pesados e firmes que se adivinhavam por baixo da camisa aberta. Sensual e elegante até quando se abaixava. Foi exactamente o que fez: virou-se de costas para ele, baixou-se para abrir o cofre e empinou o cu. As meias-liga pretas esticavam-se nas coxas carnudas, o fio dental negro desaparecia entre as nádegas redondas e macias, o rabo empinado quase a pedir. O Pinto sentiu o sangue a subir-lhe todo à piroca. Já sabia. Entre os amigos falava-se disso à boca cheia: a Raquel era uma putéfia, uma fodilhona que gostava de levar com a piroca até ao fundo, de levar leite na cara e de abrir o cu para quem merecesse. Ele nunca tinha tido a oportunidade. Até agora. — Caralho, Raquel… — murmurou ele, a voz grossa. — Empinas o cu assim de propósito, putinha? Ela não se virou de imediato. Continuou a mexer no cofre, o rabo a balançar ligeiramente. — Documentos, Pinto. Só isso. Ou vieste aqui a pensar noutra coisa? Ele aproximou-se por trás, agarrou-lhe as ancas com as duas mãos e apertou. A camisa dela abria-se mais, os seios pesados a balançarem. Passou a mão pela curva das nádegas, puxou o fio dental de lado e passou o polegar pela fenda húmida. — Sabes bem o que eu vim buscar, putéfia. Os amigos falam. Dizem que és uma fodilhona que gosta de levar com a piroca bem funda. Que abres as pernas e o cu para quem te dá o que precisas. É verdade? A Raquel arqueou as costas ainda mais, o cu empinado contra a mão dele. A voz saiu rouca, sem vergonha nenhuma. — É verdade. Gosto. Gosto de sentir a piroca a abrir-me, a enfiar até ao fundo. Gosto de levar leite na cara e de sentir no cu. Queres experimentar, Pinto? Queres fazer de mim a tua putinha? Ele abriu o cinto num segundo, puxou a calças e a boxer abaixo. A piroca já estava dura, grossa, a latejar. Posicionou-se atrás dela, ainda de pé, e esfregou a cabeça grossa entre as nádegas dela, molhando-se no sumo que já escorria. — Então abre bem, fodilhona. Empina esse cu e deixa-me ver. A partir de agora és a minha putinha. Ela baixou-se mais, as mãos no chão, o rabo alto, as meias-liga a marcar as coxas. O Pinto empurrou de uma vez, a piroca a entrar no cona quente e apertada até às bolas. A Raquel soltou um gemido longo, as unhas a arranharem o chão de madeira. — Assim… assim, caralho… Enfia tudo, Pinto. Fode a tua putéfia. Ele agarrou-lhe as ancas com força e começou a meter, estocadas fundas e ritmadas. O corpo dela balançava, os seios a saltarem dentro da camisa aberta, o cabelo a cair-lhe pela cara. Cada vez que ele entrava a fundo, o cu dela tremia, as nádegas macias a baterem contra a barriga dele. — Que cona apertada, putinha… — dizia ele entre os dentes. — Os amigos tinham razão. És uma fodilhona de marca. Gostas de levar com a piroca até doer, não gostas? E agora és só minha. — Gosto… gosto muito… — ela gemia, a voz partida. — Mais fundo. Enfia mais fundo. Quero sentir as bolas a baterem-me no cu. Faz de mim a tua putinha de verdade. Ele obedeceu. Puxou-lhe o fio dental ainda mais para o lado, abriu as nádegas com os polegares e meteu com mais força. O som molhado das estocadas enchia o escritório. A Raquel empurrava o rabo para trás, a encontrar cada investida, a cona a sugar-lhe a piroca com avidez. Depois de uns minutos assim, ele puxou-a para cima, virou-a e deitou-a de costas no chão. Ajoelhou-se entre as pernas dela, puxou-lhe as meias-liga um pouco mais acima e voltou a enfiar. Agora olhava-lhe para a cara enquanto fodia. Os seios pesados balançavam a cada estocada, os mamilos duros a apontarem para cima. Ela tinha as pernas abertas, os pés no chão, o cu a levantar-se para receber tudo. — Olha para mim, putéfia. Diz-me o que queres. — Quero o teu leite na cara… e quero no cu. Fode-me o cu, Pinto. Quero a piroca a abrir-me o rabo. Quero ser a tua putinha. Ele sorriu, suado, a piroca a latejar dentro dela. Puxou-se para fora, virou-a de novo de barriga para baixo e puxou-lhe as nádegas para cima. Cuspiu na mão, passou os dedos pelo cu apertado dela e depois posicionou a cabeça grossa. Empurrou devagar. A Raquel soltou um gemido agudo, o corpo a tremer, mas empurrou o rabo para trás, a engolir a piroca centímetro a centímetro. — Caralho… que cu apertado… — ele metia devagar, até entrar todo. — A minha putinha gosta de levar no cu, não gosta? Diz. — Gosto… gosto de levar no cu… Fode, Pinto. Fode a tua fodilhona. Enfia tudo e enche-me. Sou tua. Ele começou a meter com ritmo, as mãos a agarrarem-lhe as ancas, a piroca a desaparecer entre as nádegas redondas. A Raquel gemia alto, a cara virada de lado no chão, os seios esmagados contra a madeira. Cada estocada fazia-lhe o corpo estremecer. Ele acelerou, as bolas a baterem-lhe nas coxas, o som húmido e obsceno a encher a divisão. Quando sentiu que estava perto, puxou-se para fora, virou-a outra vez e ajoelhou-se sobre o peito dela. A piroca, molhada e a latejar, apontava-lhe à boca. — Abre a boca, putinha. Quero o leite na tua cara. A partir de agora és a minha. Ela abriu, a língua de fora, os olhos a brilharem. Ele masturbou-se duas, três vezes e veio. O jacto quente atingiu-lhe a boca, o queixo, as faces, escorreu-lhe pelo pescoço até aos seios. Ela engoliu o que pôde, lambeu os lábios e sorriu, suja e satisfeita. — Assim… gostei. Agora limpa-me, Pinto. E da próxima traz mais documentos. A tua putéfia ainda tem fome. Ele ficou a olhar para ela no chão, a camisa aberta, as meias-liga subidas, o leite a escorrer pela cara e pelo peito, o corpo escultural ainda a tremer. A Raquel, quarentona elegante e sensual, tinha acabado de se tornar a putinha dele. E ele já sabia que ia voltar
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