A Raquel entrou no consultório do Dr. Villa a uma hora marcada. O Dr. Rodrigues tinha-lhe dito que o colega espanhol, cirurgião plástico, a podia ver. Não precisava de nada — o corpo estava bem —, mas queria ser apreciada. Queria que um homem com olhar clínico a olhasse de verdade. O consultório era sóbrio, luz suave, marquesa no centro. O Dr. Villa levantou-se quando ela entrou. Quase sessenta anos, cabelo prateado, ombros largos, bata branca aberta no peito, estetoscópio ao pescoço. Cumprimentou-a com um aperto de mão firme e um sorriso educado. — Boa tarde, senhora Raquel. O Dr. Rodrigues falou-me de si. Disse que queria uma avaliação. Em que posso ajudá-la? Ela sentou-se, cruzou as pernas devagar, o vestido a subir um pouco pela coxa. O corpo de 1,57 m, quarentona, peitos firmes, cintura fina, ancas normais e aquele cu empinado que se notava mesmo sentada. — O Dr. Rodrigues disse que o senhor tem um olhar… especial. Que sabe apreciar um corpo. Eu não quero operação nenhuma. Só quero que me veja. Que me diga o que pensa. Villa franziu ligeiramente o sobrolho. Não estava à vontade. Mantinha a distância profissional, as mãos atrás das costas. — Senhora, eu sou cirurgião plástico. Avalio para procedimentos. Se não há queixa… Ela levantou-se devagar, deu a volta à marquesa e ficou de pé à frente dele. Passou a mão pela própria anca, puxou o vestido um pouco para cima, mostrando a tanga de renda preta. — O Dr. Rodrigues já me viu nua. Já me tocou. Já me fodeu nesta mesma posição. Disse-lhe que eu era fodilhona, não disse? Que gosto de ser usada. Que abro as pernas e o cu para quem me manda. Olhe para mim, doutor. Não precisa de bata para isto. Villa engoliu em seco. O sotaque espanhol saiu mais baixo: — Senhora Raquel… isto não é… Ela deu mais um passo, agarrou a lapela da bata e puxou-o um pouco para si. A voz saiu doce e suja: — Não finja que não está a olhar para o meu cu. Todos olham. O Rodrigues olhou. Os homens olham e depois querem enfiar. Eu gosto. Gosto de sentir uma piroca grossa a abrir-me. Gosto de engolir até ao fundo e de apanhar na peida até não aguentar. O senhor tem quase sessenta anos e ainda tem força, não tem? Mostre-me. O silêncio durou segundos. Depois Villa passou a mão pelo cabelo, soltou um suspiro e despiu a bata. A camisa aberta mostrou o peito cinzento e musculado. Desapertou o cinto. A piroca saiu pesada, grossa, veias saltadas, a cabeça larga já a brilhar. Quase o comprimento de um antebraço. — O Rodrigues tinha razão — murmurou ele, a voz agora mais escura. — É uma fodilhona. Então vai ser usada. Agarrou-lhe o cabelo e empurrou-a para baixo. A Raquel ajoelhou-se sem hesitar. A boca abriu-se. A cabeça gorda forçou os lábios. Ela engoliu, a língua a trabalhar, a saliva a escorrer pelo queixo enquanto ele lhe fodia a boca com estocadas profundas e controladas. — Isso… engula tudo. Quero sentir a garganta a tremer à volta. Não tire os olhos de mim. Quando tirou, a saliva ligava a boca dela à ponta. Virou-a, obrigou-a a debruçar-se sobre a marquesa. O vestido foi puxado para cima, a tanga rasgada. O cu empinado ficou exposto — redondo, firme, o buraco rosado a franzir. Villa passou o polegar por ele, depois a língua, molhando, abrindo. — Esta peida… deixa qualquer homem a querer enrabar. E eu consigo. Vou enfiar-lhe tudo. A cabeça grossa pressionou. A Raquel gemeu alto quando a espessura começou a entrar. O anel apertou, cedeu, e centímetro a centímetro a piroca foi desaparecendo dentro dela. Quando as bolas bateram nas nádegas, ele parou um segundo. — Sente? Está toda dentro. A sua peida engoliu-me. Depois começou a foder. Estocadas longas, profundas, a puxar quase até sair e a enterrar de novo com força. As ancas dele batiam no cu empinado dela. Uma mão agarrava-lhe a anca, a outra o cabelo, puxando a cabeça para trás. — Abra mais. Empine. Quero ver a piroca a desaparecer neste cu. É assim que se usa uma mulher casada que vem pedir para ser apreciada. O António não lhe dá isto, pois não? — Não… ninguém me dá assim… só o senhor… e o Dr. Rodrigues… — gemia ela, a voz quebrada, o corpo a abanar, os seios a balançar contra a marquesa. Villa acelerou. A peida molhada fazia barulho cada vez que ele entrava. A mão livre desceu e esfregou o clitóris dela enquanto a piroca martelava o cu. A Raquel veio primeiro, o corpo a tremer, o cu a apertar em volta da grossura. Ele não parou. Continuou a usar o orgasmo dela para meter ainda mais fundo, a abusar, a foder sem piedade até sentir o próprio limite. Puxou quase até sair, só a cabeça dentro, e depois enterrou tudo de uma vez. Jactos quentes encheram-na. Quando tirou, a porra escorreu pelo buraco aberto, a cair na marquesa. A Raquel ficou de quatro, a respirar fundo, o cu ainda a latejar, a pele brilhante de suor. Villa limpou a piroca na nádega dela e falou com calma: — Da próxima vez venha mais cedo. Quero foder-lhe a boca e o cu outra vez. E se o Rodrigues quiser assistir, que assista. Ela só conseguiu responder, ainda submissa, a voz rouca: — Sim, doutor… quando quiser… estou à sua disposição. O corpo escultural da quarentona de 1,57 m, casada com o António, ficava ali rendido ao espanhol de quase sessenta anos e à piroca grossa que a tinha usado exactamente como ela pedira.
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