Certo dia veio uma comitiva oficial.
O prefeito e mais três vereadores. Chegaram de barco no meio da manhã. Eu e a Duda os recebemos na beira do rio, junto com alguns moradores. Todos nós pelados. Eu, pele morena, seios médios, bunda grande, buceta peluda ao sol. A Duda, pretinha magra, seios pequenos, o jeito indígena que agora era ainda mais ousado. Os homens da comitiva desceram do barco já de olho arregalado. O prefeito, uns cinquenta e poucos, barriga discreta, terno amarrotado pelo calor. Os vereadores, mais novos, tentando disfarçar o volume que já começava a marcar as calças.
Levei eles até o centro comunitário. Conversamos sobre melhorias na infraestrutura — energia solar, ponte melhor, acesso ao rio — e sobre o potencial enorme da comunidade para fomentar o turismo na região. Eu falava nua, sentada de pernas cruzadas na frente deles, a buceta à mostra. A Duda ao meu lado, também nua. Os quatro homens não conseguiam manter o olhar só no meu rosto. Desciam para os peitos, para a buceta, para as coxas. Eu fingia não perceber e continuava falando de números e projetos.
Os alunos da escola fizeram uma apresentação. Crianças e adolescentes (todos já acostumados com a nudez) cantaram e dançaram. Depois veio o grande almoço ao ar livre: peixe assado, farinha, açaí, frutas. Todo mundo sentado na grama, a maioria nua. A comitiva ainda vestida, mas os olhos deles não paravam. Seguiam as meninas que passavam carregando pratos, os seios balançando, as bundas ao ar. O prefeito mastigava devagar, o olhar preso na buceta de uma das alunas mais velhas que servia a mesa. Um dos vereadores passou a mão na própria coxa mais de uma vez.
Já quase no final da tarde eu me levantei e falei, sorrindo:
— Senhores, que tal experimentar uma sessão de massagem típica da comunidade? É relaxante… e bem especial.
Eles trocaram olhares. O prefeito sorriu de lado e aceitou. Os outros três também.
Escolhemos duas meninas para cada um deles. Eu e a Duda ficamos com o prefeito. A loira peituda e a morena de coxas grossas ficaram com um vereador. A menina de pele clara e outra pretinha magra com o segundo. E duas amigas da Duda com o terceiro. Levamos todos para a beira do rio, numa área de areia macia, protegida por árvores, mas ainda visível para quem quisesse assistir. Vários moradores se aproximaram, curiosos.
Começamos tirando a roupa deles.
Eu ajoelhei na frente do prefeito e desabotoei a camisa devagar. A Duda puxou a calça e a cueca. O pau dele saltou semi-duro, mais grosso do que eu esperava, a cabeça já avermelhada. Os outros três homens foram despidos ao mesmo tempo. Em poucos minutos os quatro estavam nus, paus em diferentes estágios de excitação, as caras vermelhas de vergonha e tesão. A plateia ao redor murmurou baixo.
Aí começou a massagem.
Eu e a Duda passamos óleo de andiroba quente no corpo do prefeito. Mãos deslizando pelo peito, pela barriga, descendo pelas coxas. Eu apertava os ombros, a Duda trabalhava as panturrilhas. Devagar nossas mãos foram subindo. Eu segurei o pau dele e comecei a massagear com movimentos longos e firmes, o óleo fazendo a pele brilhar. A Duda pegou as bolas, rolando-as entre os dedos. O pau endureceu completamente, grosso, latejando na minha mão. Ao redor, as outras meninas faziam o mesmo com os vereadores. Gemidos baixos começaram a sair. O barulho do rio não abafava o som molhado das mãos no óleo.
Eu olhei para o prefeito e perguntei baixo, a voz rouca:
— Quer que a massagem continue… mais fundo?
Ele engoliu em seco e balançou a cabeça que sim.
Eu me posicionei de quatro sobre ele, a buceta peluda logo acima do rosto dele, e desci a boca no pau. Chupei devagar, sentindo o gosto de óleo e pele. A Duda sentou no peito dele e esfregou a própria buceta na boca do homem. Ele gemeu alto, a língua saindo por reflexo. Ao lado, a loira já estava cavalgando um dos vereadores. A morena chupava outro enquanto levava dedos na buceta. A areia ficava marcada de joelhos e mãos.
Eu desci o corpo e enfiei o pau do prefeito dentro de mim de uma vez. A buceta engoliu ele até o fundo. Rebolei lento, sentindo cada centímetro. A Duda se virou e sentou no rosto dele de frente para mim, a buceta molhada esfregando na boca do homem enquanto eu o fodia. As meninas ao redor gemiam mais alto. Um dos vereadores gozou primeiro, jorrando nas coxas da morena. Outro puxou a menina de pele clara de quatro e meteu com força. O terceiro tinha duas bocas no pau ao mesmo tempo.
Eu acelerava no prefeito. A bunda grande batendo nele, os seios médios balançando na frente da Duda. Ela se inclinava e chupava meus mamilos enquanto rebolava no rosto dele. O prefeito segurava minhas coxas e gemia abafado contra a buceta da Duda. Eu gozei primeiro, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando o pau dele em espasmos. Ele não aguentou. Gozou fundo, o jato quente enchendo, escorrendo pelos pelos quando eu levantei um pouco.
A Duda desceu na hora e chupou tudo, limpando o pau e a minha buceta com a língua, na frente dos outros três homens e da plateia que agora estava mais perto, alguns já se tocando.
Quando terminamos, os quatro homens estavam ofegantes, nus, o sêmen ainda brilhando na pele de algumas de nós. O sol já baixava, pintando o rio de laranja. Eu me sentei na areia, a buceta latejando, e olhei para o prefeito.
— Então, senhor prefeito… — falei, sorrindo — o que o senhor achou do potencial turístico da nossa comunidade?
Ele riu, ainda sem fôlego, e só conseguiu responder:
— Acho que a gente precisa voltar… com mais frequência.
A plateia riu. Eu também.
E soube, naquele momento, que a fama da nossa comunidade livre tinha acabado de ganhar o selo oficial.