Duda Nua na Casa do Professor



Acordei cedo.
O quarto ainda estava meio escuro. Virei o rosto no colchão e vi os dois na cama. Nus. Completamente. O lençol jogado de lado. A Ana deitada de barriga para cima, as pernas um pouco abertas, a buceta peluda ainda brilhando de gozo seco. O professor Jair ao lado, o pau mole, grande, peludo, descansando na coxa, também sujo de porra. O cheiro de sexo ainda pairava no ar.
Meu estômago revirou. Não de nojo. De outra coisa. A calcinha que eu ainda usava da noite anterior estava um pouco úmida de novo só de olhar. Eu, virgem, 17 anos, sentada no colchão, olhando para aquele pau que eu tinha ouvido entrar nela a noite inteira.
Levantei devagar, sem fazer barulho. Fui para a cozinha americana e fiz café, pão, ovo. Deixei tudo arrumado na mesa. Vestido velho florido, aquele que eu tinha trazido do interior, um pouco rasgado na barra. Saí sem fazer barulho.
A prova foi longa. Eu respondi quase no automático. A cabeça não parava de voltar para a cama, para o cheiro, para o pau balançando quando ele saiu do banheiro no dia anterior.
Voltei só no meio da tarde.
Quando abri a porta, os dois estavam na sala, nus, assistindo TV. A Ana no sofá, as pernas dobradas, a buceta peluda à mostra. O Jair ao lado, o pau descansando na coxa. Eles sorriram quando me viram.
— E aí, Duda? Como foi a prova?
Contei rápido, a voz baixa. Que tinha ido bem, que acho que passei na maioria. Eles ouviram com atenção. Eu não aguentei ficar parada. Pedi licença e fui tomar banho.
Debaixo da água quente o corpo inteiro esquentou. O calor de Coari era pesado. Senti vontade de ficar nua igual a eles. De sair do banheiro sem nada. Mas a vergonha ainda era maior. Vesti o mesmo vestido florido velho, o tecido fino grudando um pouco na pele úmida, a barra rasgada batendo na panturrilha. Fui para a sala e sentei numa cadeira, as mãos no colo.
Eles continuaram conversando comigo. Perguntaram da prova de novo, da comunidade, dos meus pais. A Ana olhou para o meu vestido e franziu a testa.
— Só tem essa roupa, Duda?
— Sim… só trouxe essa e mais uma.
Ela sorriu, aquele sorriso calmo dela.
— Amanhã a gente vai comprar umas coisas pra você. Presente.
O Jair só balançou a cabeça, o pau se mexendo levemente quando ele mudou de posição. Eu desviei o olhar, mas senti o rosto esquentar.

No dia seguinte saímos cedo.
A Ana me levou a uma boutique pequena, de roupas leves. O ar-condicionado batia frio na pele. Ela falou:
— Escolhe o que você gostar. Vestido, short, o que quiser.
Escolhi um vestido claro, leve, florido também, mas novo e bonito. Ela pegou o cabide e me puxou para o trocador.
— Experimenta.
Entrou comigo. O espaço era pequeno. Eu fiquei vermelha na hora. Tirei o vestido velho com as mãos tremendo. Fiquei só de calcinha — aquela calcinha antiga, um pouco frouxa, de algodão surrado. A Ana olhou e balançou a cabeça.
— Essa calcinha não… deixa que eu escolho umas novas pra você.
Ela abriu a cortina para sair. Por uns segundos o corredor da loja ficou à mostra. Duas mulheres passando viram. Eu, pretinha magra, seios pequenos, só de calcinha velha, no meio do trocador. O coração subiu pela garganta. Puxei a cortina rápido, o rosto queimando de vergonha.
A Ana voltou com várias peças: vestidos curtos, shorts, blusinhas, e um monte de calcinhas e sutiãs. Tudo pequeno. Tudo sexy. Renda, transparentes, cores claras. Eu experimentei o vestido novo. Ficou leve no corpo. Ela sorriu satisfeita e levou tudo para o caixa.
Paguei nada. Ela pagou tudo.


Quando chegamos, o Jair estava deitado no sofá, nu, o pau grande descansando na barriga. A Ana fechou a porta, tirou a própria roupa na hora e falou alto, animada:
— Amor, vem ver o que comprei pra Duda!
Ela me empurrou de leve para o meio da sala.
— Veste e mostra pra ele.
Eu fui para o quarto, o coração batendo. Tirei o vestido novo e vesti o primeiro conjunto: um sutiãzinho branco e uma calcinha de renda. Voltei. O Jair olhou. O pau dele se mexeu. Eu senti o olhar dele descer pelo meu corpo magro, pelos seios pequenos, pela calcinha. A vergonha era tanta que minhas mãos tremiam.
A Ana batia palmas.
— Agora a outra.
Fui de novo. Troquei. Mostrei. Cada vez que voltava o pau dele estava um pouco mais inchado.
Chegou a vez das calcinhas. Ela pegou um monte e falou:
— Mostra só as calcinhas agora.
Eu quase morri. Mas obedeci. Fui ao quarto, tirei o sutiã, fiquei só de calcinha e voltei. O Jair estava sentado, as pernas abertas, o pau já semi-duro. Eu fiquei parada no meio da sala, pretinha, magra, seios pequenos duros de vergonha e frio, a calcinha de renda cobrindo quase nada.
A Ana pegou um conjunto branco de renda transparente e estendeu para mim.
— Esse agora. Troca aqui mesmo.
O ar sumiu dos meus pulmões.
— Aqui…?
— Aqui.
As mãos tremiam tanto que quase não consegui. Tirei a calcinha. Fiquei completamente nua na sala, na frente dos dois. A buceta com aqueles pelinhos finos e escuros que eu quase não tinha. O Jair olhou direto. O pau dele endureceu na hora — grosso, pesado, subindo até ficar completamente duro, a cabeça brilhando.
Eu dei um passo para trás, a mão tentando cobrir. O susto foi real. Mas ao mesmo tempo senti a umidade escorrer entre as coxas. A buceta latejou. Virgem, dezoito anos, nua na frente do professor e da mulher dele, o pau enorme apontando para mim.
A Ana sorriu, calmamente.
— Viu, amor? Ela é linda.
Eu não conseguia falar. Só ficava ali, o corpo inteiro quente, os seios pequenos subindo e descendo rápido, a buceta latejando sem eu nunca ter sido tocada, e o olhar do Jair queimando em cada centímetro da minha pele


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Duda Nua na Casa do Professor

Codigo do conto:
273058

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
24/09/2026

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