Bruna - O A Suruba na Piscina

Eu nunca tinha ficado tão nervosa na vida.

Foi numa sexta-feira, no final do expediente. Eu estava nua, como sempre, passando o pano na mesa da sala quando ele me chamou pro escritório. A Cláudia não estava naquele dia. Só nós dois. Ele nu, o pau mole descansando na coxa, me olhando daquele jeito calmo que sempre me deixava molhada sem eu querer.

— Bruna, preciso dos seus serviços no domingo. Vou dar um almoço na piscina pra uns amigos. Sete colegas do trabalho… e a Cláudia, claro. Todo mundo vai ficar nu. Você também. Nada muda. Só que, como é extra, eu te pago o valor de um mês inteiro… só por esse domingo.

O coração bateu tão forte que eu senti no pescoço. Um mês de salário por um dia. Eu pensei na casa, no remédio da mamãe, na comida. E pensei nas sete pessoas diferentes olhando meus peitos, minha buceta peluda, meu corpo inteiro. E se alguém me conhecesse de Coari? E se falassem na igreja?

Mas a boca falou antes da cabeça:

— Eu aceito.

Ele sorriu.

— Então domingo, nove da manhã. Chega, tira a roupa e começa a preparar as coisas.

O domingo chegou quente pra caralho.

Eu acordei cedo, o estômago revirado. Saí de casa nua por baixo do vestido (já era costume). Quando cheguei, a casa estava quieta. Entrei, pendurei a roupa no cabide e fiquei nua. Fui pra cozinha começar os preparativos. Uns vinte minutos depois ouvi carros chegando.

Eles entraram um por um.

Homens de trinta, quarenta anos. Todos se despindo logo na sala, sem cerimônia. Paus de tamanhos diferentes, alguns já meio duros só de me verem ali, peitos grandes, buceta peluda à mostra, servindo suco. A Cláudia chegou por último, também nua, e me deu um beijo no rosto como se a gente fosse amigas íntimas.

O almoço foi na beira da piscina. Eu servia, andava entre eles, os peitos balançando, a buceta ao ar. Eles conversavam, riam, me olhavam sem disfarçar. Alguns já estavam de pau duro. Eu fingia que não via, mas a minha buceta escorria.

Depois do almoço a coisa esquentou de verdade.

A Cláudia foi a primeira a entrar na piscina. Um dos homens a seguiu. Depois outro. Em minutos ela estava sentada na borda, pernas abertas, e um pau grosso entrava na boca dela enquanto outro metia fundo na buceta. Eu estava servindo cerveja quando vi. Travei. O copo tremeu na minha mão.

Eles não pararam.

Um atrás do outro. Todos os sete homens fodaram a Cláudia. Na piscina, na espreguiçadeira, no chão de pedra quente. Ela gemia alto, pedia mais, ria. Gozavam nela. No rosto, nos peitos, na buceta, nas costas. Quando o último gozou, ela estava coberta de porra. O líquido branco escorria pelos seios, grudava nos cabelos, pingava da boca. Ela se levantou, veio até mim sorrindo, o corpo inteiro melado.

— Faz bem pra pele, sabia? — falou baixinho, pegou um pouco da porra que escorria do peito e passou devagar no meu seio esquerdo, no bico. O líquido quente e viscoso grudou na minha pele escura. Eu arrepiei inteira. — Você nunca fez isso, né?

Eu engoli seco.

— Eu… eu sou virgem.

O silêncio que veio depois foi pesado. O patrão, que estava sentado numa cadeira com o pau ainda semi-duro e melado, ergueu a sobrancelha. Os outros homens pararam de conversar. Todo mundo olhando pra mim.

Ele se levantou, veio até perto, a voz baixa só pra eu ouvir:

— Virgem de verdade, Bruna?

Eu balancei a cabeça, o rosto queimando, a porra ainda grudada no meu peito.

Ele ficou quieto uns segundos. Depois falou mais baixo ainda:

— Tenho uma proposta nova pra você. Uma festa só sua. Eu convido alguns amigos… cinco, seis no máximo. Eu seria o primeiro. Cada homem que ficasse com você te pagaria também. Um valor alto. Muito alto. Você sairia daqui com dinheiro pra mudar de vida.

Eu senti o chão sumir.

— Eu… eu não aceito — falei rápido, a voz tremendo. — Não posso.

Ele só assentiu.

— Pensa. A oferta fica de pé.

Naquela noite, em casa, eu não aguentei.

Chamei papai e mamãe de novo pro quarto. Contei tudo. O almoço. A suruba. A Cláudia coberta de porra. A proposta de vender a virgindade. O valor que ele tinha falado (eu inventei um número alto, porque ele nem tinha dado o valor exato ainda, mas eu sabia que seria muito).

Papai ficou branco. Mamãe levou as duas mãos ao rosto.

— Bruna… isso é demais — mamãe sussurrou.

Mas o pai ficou quieto um tempo longo. Depois perguntou, a voz rouca:

— Quanto ele ofereceu?

Eu falei o que eu imaginava. O silêncio voltou. Eu via o conflito nos olhos deles. O dinheiro. A vergonha. O pecado. A necessidade.

Papai olhou pra mim, direto nos olhos.

— Você quer?

Eu demorei pra responder. O coração batia descontrolado. Eu pensava no pau dele entrando em mim pela primeira vez. Nos outros homens. No dinheiro. Na minha buceta peluda sendo vista, tocada, fodida. No que a igreja diria. No que eu sentia toda vez que ficava nua.

— Quero — eu disse, a voz baixa, mas firme. — Eu quero.

Mamãe chorou baixinho. Papai só balançou a cabeça, o olhar cansado e ao mesmo tempo… outra coisa. Eu não soube nomear.

No dia seguinte eu confirmei com o patrão.

Ele sorriu daquele jeito calmo.

— Então vamos preparar a festa, Bruna.

E eu, nua na frente dele, com a porra seca ainda no peito do dia anterior, senti a buceta latejar forte.

Pela primeira vez na vida, eu não sabia se estava cometendo o maior pecado da minha existência…

Ou se estava finalmente vivendo.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Bruna - O A Suruba na Piscina

Codigo do conto:
273703

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
02/10/2026

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