A porta abriu e o Jair entrou. Eu estava nua na sala, como sempre, as cortinas abertas, a buceta peluda à mostra. Atrás dele veio uma menina.
Pretinha linda, jeito indígena, magra, seios pequenos, quase sem bunda. 17 anos. Eduarda.
Os olhos dela abriram largos quando me viram. O corpo inteiro travou. Eu não me cobri. Fiquei em pé, a pele morena sob a luz da sala, os seios médios livres, a bunda grande, os pelos escuros entre as coxas. O susto dela era visível — a boca entreaberta, as mãos apertando a alça da mochila.
O Jair fechou a porta e falou baixo:
— Os pais dela pediram um favor. Ela precisa fazer a prova do Enem esse domingo e o próximo. Não tem onde ficar na cidade. Vai ficar com a gente essa semana.
Eu respirei fundo. Ajeitei o cabelo, mantive a voz calma, a mesma voz educada de sempre.
— Pode ficar tranquila, Eduarda. Aqui em casa a gente vive assim. Sem roupa. É o nosso jeito. Você não precisa fazer igual… mas a gente não vai mudar por causa da visita.
Ela ainda estava parada, olhando para o meu corpo. Eu vi o olhar dela descer pelos seios, pela barriga, parar um segundo na buceta peluda. Depois ela só balançou a cabeça, tímida.
Levei ela para o quarto. Mostrei o armário.
— Pode colocar suas coisas aqui. Você vai dormir nesse colchão no chão, do lado da nossa cama. Tudo bem?
Ela murmurou que sim, a voz quase inaudível. Começou a desfazer a mochila. Eu fiquei na porta, ainda nua, observando a magreza dela, os seios pequenos sob a blusa, o jeito retraído.
O barulho do chuveiro parou. O Jair saiu do banheiro enxugando o cabelo com a toalha. Completamente nu. O pau grande, peludo, de dezoito centímetros, balançava pesado a cada passo, ainda úmido. Eduarda virou o rosto, viu, e levou a mão à boca. O susto foi maior dessa vez. Os olhos arregalados fixos naquele volume que balançava livre.
Eu me aproximei dela, a voz baixa:
— Você já viu um homem nu?
Ela demorou a responder, ainda com a mão na boca.
— Já… meu pai trocando de roupa. Mas… nunca um pau desse tamanho.
A frase saiu quase num sussurro. O Jair fingiu não ouvir, passou por nós e foi até a cama, o pau ainda balançando. Eu senti o calor subir entre as minhas pernas. A presença dela, o olhar dela, o susto dela… tudo isso me deixava molhada.
A noite caiu.
Apagamos as luzes. O quarto ficou escuro, só a luz fraca da rua entrando pela janela entreaberta. Eduarda deitou no colchão, de lado, de costas para nós. Eu ouvia a respiração dela, um pouco acelerada. O Jair se aproximou por trás de mim na cama. A mão dele deslizou pela minha barriga, desceu até a buceta peluda, encontrou os pelos já úmidos. Dois dedos entraram devagar. Eu soltei um gemido baixo, controlado.
Ele se posicionou entre as minhas pernas. A cabeça do pau grosso empurrou a entrada. Entrou centímetro por centímetro. Eu senti cada veia, cada pelo da base roçando nos meus. O volume dele me preenchendo por completo. A cama rangia baixinho. Do colchão ao lado, a respiração de Eduarda mudou — ficou mais curta, mais presa.
O Jair começou a meter. Devagar no começo. Fundo. Eu segurava o lençol, o rosto enterrado no travesseiro para abafar os gemidos. Mas o barulho molhado da buceta engolindo o pau dele era impossível de esconder. O cheiro do sexo subiu no quarto escuro. A cada estocada eu sentia a bunda grande bater nele, os seios médios esmagados contra o colchão. E sabia que ela estava ali. A menos de um metro. Ouvindo. Talvez imaginando. Talvez com as mãos entre as pernas.
O Jair acelerou. As estocadas ficaram mais fortes. A cama bateu na parede uma vez, duas. Eu gozei primeiro, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando o pau dele em espasmos, o gozo escorrendo quente pelos pelos e pela coxa. Ele segurou meu quadril e gozou fundo, jorrando dentro, o gemido dele abafado no meu pescoço. O porra quente encheu, vazou, escorreu.
Ele não tirou.
Ficamos assim. O pau grosso ainda enterrado até o fundo, latejando enquanto esvaziava os últimos jatos. Eu sentia o volume dele dentro de mim, o calor, o líquido escorrendo devagar. Do colchão, a respiração de Eduarda ainda estava irregular. Eu imaginei os olhos dela abertos no escuro. Imaginei o que ela estava sentindo.
O Jair se acomodou por cima de mim, o peso dele me esmagando de leve, o pau ainda dentro. Eu fechei os olhos, a buceta latejando ao redor dele, e fui dormindo assim — completa, preenchida, com a presença dela a poucos centímetros, o cheiro do sexo no ar, e a certeza de que nada naquela casa seria mais o mesmo.
A noite terminou daquele jeito.
Eu dormi com a rola dele dentro de mim.