Bruna - A Namorada do Patrão

Os dias foram passando e eu fui me acostumando.

No começo ainda tremia quando tirava a roupa na sala. O coração batia forte, as mãos suavam, eu pendurava o vestido no cabide e sentia o olhar dele em cada parte de mim. Mas aos poucos aquilo virou rotina. Eu chegava, tirava tudo, deixava pendurado e ia trabalhar nua. Os peitos pesados balançando enquanto eu varria, a buceta peluda ao ar enquanto eu lavava a louça. Ele ficava nu o tempo todo também, o pau mole ou meio duro, dependendo do dia. Eu já nem baixava mais o olhar. E em casa… estranho. Quando papai e mamãe estavam, eu vestia a roupa e sentia o tecido roçando a pele de um jeito que incomodava. Parecia que a roupa era demais. Às vezes, quando eles saíam, eu tirava tudo de novo e andava pela casa só de pele, sentindo o ar quente do Amazonas nos peitos e nos pelos da buceta.

Aquele dia começou igual aos outros.

Cheguei, entrei, tirei o vestido e o sutiã, pendurei no cabide. Já nem usava calcinha pra ir trabalhar. Fui direto pra cozinha, nua, os peitos pesados balançando, a buceta peluda já um pouco úmida só de estar ali. Estava lavando uns copos quando ouvi passos leves atrás de mim.

Virei.

Uma mulher. Uns trinta anos. Completamente nua. Pele morena clara, seios firmes, buceta depilada, o corpo ainda brilhando um pouco de suor. Ela parou na porta da cozinha e sorriu, como se nada fosse.

— Oi… pode me dar um copo d’água?

Eu travei. O copo escorregou da minha mão e caiu na pia com um barulho alto. Meus peitos subiram e desceram rápido. A buceta latejou de susto. Nunca tinha visto outra mulher nua na minha frente daquele jeito. E ela estava tão à vontade…

— Eu… eu… — a voz saiu embargada.

Antes que eu conseguisse falar mais, ele apareceu atrás dela. Também nu. O pau duro, grosso, empinado, e melado. Brilhava inteiro, um líquido branco e viscoso escorrendo pela cabeça e pelas veias. A buceta dela… eu vi quando ela se mexeu. Estava escorrendo o mesmo líquido branco, grosso, descendo pela coxa interna.

Ele passou o braço pela cintura dela e olhou pra mim.

— Bruna, essa é a Cláudia. Minha namorada. Cláudia, essa é a Bruna, a menina que trabalha aqui.

Ela sorriu de novo, sem nenhuma vergonha.

— Prazer, Bruna.

Eu só balancei a cabeça, o rosto queimando. Meus peitos estavam duros, os bicos apontando. A buceta peluda latejava, já molhada de novo, mas agora de um jeito diferente. Assombro. Vergonha. E uma curiosidade quente que eu não conseguia controlar.

Eles pegaram a água, beberam ali mesmo, de pé, nus, o pau dele ainda duro e melado quase tocando a coxa dela. Depois ele falou:

— Vamos dar um mergulho.

Os dois saíram pelo corredor em direção ao quintal. Eu fiquei na cozinha, parada, ouvindo os passos e depois o barulho da água quando eles pularam na piscina. Meu coração não acalmava. Eu tentei voltar a lavar os copos, mas as mãos tremiam.

Uns vinte minutos depois eles voltaram.

Molhados, a água escorrendo pelos corpos. Ele com o pau ainda meio duro, ela com a buceta brilhando. Foram direto pro sofá da sala. Eu estava no corredor, segurando um pano, quando vi.

Ele sentou e puxou ela pro colo. Ela abriu as pernas e encaixou o pau dele de uma vez, gemendo baixo. O líquido branco que ainda escorria dela misturou com a água da piscina. Ele segurou os seios dela, chupou um bico, e começou a meter. O sofá rangeu. O pau grosso entrava e saía, molhado, fazendo barulho. Ela gemia, os seios balançando. Ele olhou pra mim por cima do ombro dela.

— Relaxa, Bruna. Pode continuar o serviço. Ou pode olhar, se quiser.

Eu fiquei parada. Nua. Os peitos pesados subindo e descendo. A buceta peluda latejando forte, os pelos já encharcados. Eu nunca tinha visto aquilo. Dois corpos nus se encaixando, o pau dele sumindo dentro dela, o líquido branco escorrendo, os gemidos baixos. Meu rosto queimava. Minhas coxas tremiam. Eu apertei o pano contra o peito, mas não saí. Não consegui.

Eles transaram ali, no sofá, enquanto eu olhava. Cada estocada, cada gemido, cada vez que o pau dele saía brilhando e entrava de novo. Eu sentia a própria buceta escorrendo, o desejo misturado com a vergonha de ser Adventista, de nunca ter visto nada daquilo, de estar nua na frente dos dois.

Quando ele gozou, fundo, gemendo baixo, o líquido branco vazou de novo pela buceta dela, escorrendo pelas coxas. Ela ficou sentada no colo dele mais um pouco, ofegante, e depois olhou pra mim e sorriu.

Eu ainda estava parada no mesmo lugar, nua, molhada, o coração batendo descontrolado.

E pela primeira vez, não sabia se queria correr… ou ficar.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Bruna - A Namorada do Patrão

Codigo do conto:
273659

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
02/10/2026

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