Eu sou Ana. Baixinha, pele morena, seios médios que cabem na mão do Jair, bunda grande que ele sempre aperta quando me abraça por trás, e a buceta peluda, bem peluda, do jeito que ele gosta de afundar o rosto. Casei com o Jair há menos de uma semana. Ainda sinto o anel novo no dedo como se fosse um segredo. Fui criada na igreja, falo baixo, desvio o olhar quando alguém me olha demais… mas por baixo das roupas longas o meu corpo não para quieto. Sempre quente. Sempre molhado demais. O Jair ama fotografar. A câmera não sai da mão dele. Em Manaus ele já tirava foto de tudo: do rio, das nuvens, do meu sorriso tímido. Quando ele falou do pacote de fim de semana numa aldeia indígena, eu aceitei. Parte de mim tinha medo. A outra parte… queria ver. Chegamos de barco com mais seis turistas. A aldeia era simples, ocas de palha, chão de terra. As mulheres andavam nuas. Peitos ao sol, barrigas lisas, bucetas à mostra, sem vergonha nenhuma. Os homens usavam só uma tanga de pano na frente. Quando se abaixavam, quando caminhavam rápido, o pano se levantava e o pau aparecia — grosso, escuro, balançando solto. Eu vi. A primeira vez desviei o olhar depressa, o coração batendo na garganta. A segunda demorei um segundo a mais. A terceira senti o calor subir entre as minhas coxas, molhando os pelos da minha buceta. Eu ficava ao lado do Jair, vestida igual aos outros turistas: blusa fechada até o pescoço, saia abaixo do joelho. Mas os meus olhos não paravam. Via o pau de um homem jovem quando ele saía da canoa. Via o de outro, mais velho, quando se abaixava para amarrar a rede. Via as mulheres rindo, peitos balançando, e sentia os meus próprios mamilos duros contra o sutiã. A calcinha já estava encharcada. Eu apertava as coxas uma na outra, tentando me controlar, mas a minha buceta peluda latejava. À noite dormimos numa oca separada. A escuridão era quase total. O Jair deitou atrás de mim. A mão dele deslizou sob a minha blusa, encontrou o seio médio, apertou o mamilo. Eu prendi a respiração. — Você viu — ele sussurrou no meu ouvido. — Eu vi você olhando. Eu não respondi. Só abri um pouco as pernas quando os dedos dele desceram pela minha barriga e entraram pela elástica da calcinha. Ele encontrou os pelos molhados, os dois dedos entraram fácil. Eu mordei o lábio para não gemer. Do lado de fora ouvia as vozes da aldeia, risos, alguém passando. Gozei quietinha, o corpo tremendo contra o dele, a face escondida no braço, a buceta apertando os dedos dele enquanto o gozo escorria pelos pelos. No dia seguinte, mais fotos. Mais tangas se movendo. Mais peitos ao sol. Eu caminhava ao lado do Jair quase em silêncio, a bunda grande balançando sob a saia, as coxas esfregando uma na outra a cada passo. Eu sentia o cheiro do meu próprio tesão. No domingo voltamos a Manaus. O hotel ficava de frente para uma avenida movimentada. O quarto tinha varanda estreita, grade de ferro. Já era noite quando chegamos. Eu mal fechei a porta. O Jair largou a mala e me puxou pela cintura. — Agora — ele disse. — Aqui. Eu hesitei só um segundo. Depois me deixei levar. Ele me empurrou contra a grade da varanda. Lá embaixo a avenida, faróis passando, gente andando. O Jair ergueu a minha saia pela frente, puxou a calcinha para o lado. Os pelos da minha buceta estavam encharcados. O pau dele já estava duro, grosso, quente. Ele enfiou de uma vez. Eu soltei um gemido alto, sem conseguir segurar. As minhas mãos agarraram a grade. Ele me fodeu com força, fundo, o corpo batendo na minha bunda grande, o som molhado e obsceno se misturando ao barulho da rua. — Olha pra baixo — ele mandou, a boca no meu ouvido. — Alguém pode estar vendo. Eu abri os olhos. Um carro passou devagar. Uma mulher na calçada olhou para cima por um segundo. O meu peito médio apertava contra o ferro frio. O Jair metia sem parar, uma mão no meu seio por baixo da blusa, apertando o mamilo. Eu gozei de novo, as pernas tremendo, o gozo escorrendo pelos pelos da minha buceta e pela coxa. Ele não parou. Continuou mais fundo até gozar dentro de mim, gemendo alto, o corpo rígido contra a minha bunda. Ficamos assim um tempo, ele ainda enterrado, o porra escorrendo pelos meus pelos. Lá embaixo a avenida seguia normal. Eu, a crente tímida de pele morena e bunda grande, sentia o coração bater descontrolado e um sorriso pequeno, secreto, nos lábios. — Amanhã — eu sussurrei — eu quero ver as fotos. O Jair riu baixo contra o meu pescoço. — Todas.
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