Eu acordei cedo, o coração batendo descompassado. Na noite anterior eu tinha falado com o patrão. Contei tudo. Que meus pais agora transavam comigo. Que eu chupava o pau do meu pai. Que minha mãe chupava minha buceta. E que eu queria, na festa da minha virgindade, dar pra ele também. Queria que meu pai fosse um dos homens. Queria que ele visse minha mãe sendo fodida por todos. Queria limpar a porra dela com a língua depois.
Os olhos do patrão brilharam. Ele sorriu daquele jeito calmo e perigoso.
— Traz eles. Aceito na hora.
Quinze homens no total. Já contando com meu pai.
A casa do patrão estava preparada. A sala ampla, colchões no chão, a porta da piscina aberta. Eu cheguei com papai e mamãe. Os três nus por baixo da roupa. Assim que entramos, tiramos tudo. Eu pendurei minhas coisas no cabide de sempre. Mamãe ficou um pouco tímida no começo, mas quando viu os homens se despindo e olhando pra ela, os seios dela já estavam duros.
Eu estava no centro.
O patrão se aproximou primeiro. Me beijou na boca, devagar, enquanto as mãos apertavam meus peitos pesados. Depois me deitou no colchão do meio. Abriu minhas pernas. Olhou a buceta peluda, virgem, já escorrendo.
— Vai ser gostoso, Bruna…
Ele encaixou a cabeça do pau grosso na minha entrada. Empurrou devagar. A dor veio afiada, quente. Eu gemi alto, as unhas cravadas nas costas dele. Ele foi entrando centímetro por centímetro até estar inteiro dentro de mim. Ficou parado um segundo, me olhando.
— Virgem… toda minha agora.
Aí começou a meter. Devagar no começo, depois mais forte. O pau grosso abrindo caminho, o sangue misturado com o mel escorrendo. Eu gemia, chorava de dor e de prazer ao mesmo tempo. Meu pai estava ajoelhado ao lado, o pau duro, masturbando enquanto assistia o patrão tirar minha virgindade.
Quando o patrão gozou fundo, quente, enchendo minha buceta, ele saiu e meu pai tomou o lugar.
— Agora é o papai, filha…
Ele entrou de uma vez. Mais grosso, mais conhecido. Eu gritei. Ele meteu com força, as bolas batendo na minha bunda, a boca no meu ouvido:
— Olha só… a bucetinha da filha engolindo o pau do pai…
Eu gozei pela primeira vez com pau dentro. O corpo tremeu inteiro. Ele gozou logo depois, jatos quentes misturando com a porra do patrão.
Aí a fila começou.
Um atrás do outro. Quinze homens. Cada um metia, gozava dentro ou em cima. Uns na boca, outros na buceta, outros nos peitos. Eu perdia a conta. A buceta ardia, escorria porra e sangue, os peitos estavam cobertos de porra, o cabelo grudado. E eu pedia mais.
Enquanto isso, minha mãe estava no outro colchão.
Eles fodiam ela sem piedade. De quatro, de ladinho, sentada, com dois paus ao mesmo tempo. Ela gemia como puta, pedia porra no rosto, nos seios, dentro. Quando o último gozou nela, a buceta dela estava um rio branco. Eu me arrastei até ela, ainda tonta, ajoelhei entre as pernas dela e comecei a lamber. Chupei a porra de todos os homens que tinham gozado dentro da minha mãe. O gosto era forte, salgado, misturado. Eu engolia tudo, lambendo os pelos, chupando o clitóris dela até ela gozar de novo na minha boca, gritando meu nome.
Meu pai me puxou de volta.
Me comeu de novo. Depois a mamãe chupou a porra que escorria de mim. Nós três nos beijamos com a boca cheia de porra.
O resto do dia foi uma suruba sem fim.
Homens entrando e saindo de mim e da minha mãe. Eu chupando pau enquanto outro metia. Mamãe sentada no meu rosto enquanto um homem a fodia por trás. Papai gozando na minha boca e eu dividindo com a mamãe num beijo sujo.
Quando o sol começou a baixar, eu estava destruída. A buceta latejando, aberta, escorrendo. O corpo inteiro coberto de porra seca e fresca. Mas eu me sentia… realizada. Completa. Como se tivesse nascido pra aquilo.
O patrão me entregou o envelope. Grosso. Muito dinheiro. Depois entregou outro pra minha mãe.
— Vocês duas mereceram.
Eu saí daquela casa nua por baixo da roupa, o envelope apertado contra os peitos, o gosto de porra ainda na boca, a buceta latejando com a lembrança de quinze paus.
E pela primeira vez na vida, eu não me sentia pecadora.
Eu me sentia livre.