Claudia - Chegando a Tefé

Eu sou a Claudia. Tenho dezoito anos, sou baixinha, bunduda, peitos pequenos e firmes, pele morena, corpo gordinho sexy, com coxas grossas e uma barriguinha macia que eu sempre achei que me deixava mais gostosa. Precisei sair da casa dos meus pais pra estudar em Tefé e fui morar com meus tios, Ana e Jair.

A tia Ana me esperava no porto. No barco até a casa eu já sentia o coração acelerado, mas não imaginava o que vinha pela frente. A casa era de madeira, grande, isolada, com poucos vizinhos. Dois quartos, sala, cozinha, privada e aquele banheiro nos fundos do quintal — só um tanque e um chuveiro, sem paredes, bem visível entre as árvores pra quem passasse na rua.

Chegamos e o tio Jair ainda não estava. A tia me levou pro meu quarto e fechou a porta. Olhou pra mim com seriedade e disse:

— Claudia, tem uma coisa que você precisa saber. A gente é naturista. Aqui em casa a gente não veste roupa. Nunca. E não vamos mudar isso porque você chegou.

Eu fiquei sem reação. Um ano inteiro. Não ia ser justo obrigar eles a se cobrirem. Respondi que estava bem, mesmo com a voz tremendo. Aí a tia começou a se despir na minha frente. O vestido caiu, depois a calcinha, o sutiã. Ficou completamente nua. Peitos médios e pesados, barriga macia, e entre as pernas uma buceta cheia de pelos escuros e densos. Eu engoli em seco e não consegui desviar o olhar.

Horas depois o tio chegou. Me cumprimentou com carinho, beijou a tia na boca e apertou a bunda nua dela. Depois sumiu no quarto e saiu já pelado. O pau dele era grande, grosso, coberto de pelos pretos e densos, balançando pesado enquanto ele atravessava a sala indo pro banheiro externo. Eu desviei o rosto rápido, mas a imagem ficou queimada na minha cabeça. Ele se banhou ali no quintal, sem nenhuma vergonha, a água escorrendo pelo corpo e pelo pau.

A primeira semana foi um inferno de constrangimento e descoberta. Eu insistia em me vestir. Eles, não. Andavam nus pela casa o tempo todo. Eu via a buceta peluda da tia e o pau grosso e peludo do tio o dia inteiro. Me pegava olhando de relance e sentia o corpo reagir — os peitinhos endurecendo, a calcinha molhando sem eu querer.

Na sexta-feira à noite a gente estava na sala. Eu vestida, sentada numa cadeira. O tio nu no sofá, o pau mole descansando na coxa. A tia deitada no colo dele, também nua, conversando comigo normalmente sobre a faculdade, sobre qualquer coisa. Em certo momento a mão dela desceu. Começou a brincar com as bolas dele, enrolando os dedos nos pelos, massageando de leve. O pau do tio foi endurecendo devagar, engrossando, erguendo até ficar duro e latejando apontando pro teto.

Eu não conseguia olhar pra outro lugar.

A tia sorriu pra mim e, sem parar de conversar, abaixou a cabeça e engoliu a cabeça do pau dele. Fez um barulho molhado e lento, chupando com calma, a língua trabalhando por baixo, a mão ainda massageando o saco. O tio gemeu baixo e passou a mão nos cabelos dela, empurrando a boca um pouco mais fundo.

Ela tirou o pau da boca só o suficiente pra falar, a voz rouca de saliva:

— Isso é normal aqui em casa, Claudia. A gente não se esconde. Se quiser olhar, olha. Se quiser ficar, fica. Não tem vergonha.

Voltou a chupar com mais vontade. A cabeça subia e descia, os lábios esticados em volta da grossura. O tio abriu mais as pernas. A tia se ajeitou, deitou de bruços no sofá e abriu as próprias pernas, a buceta peluda já molhada e bem visível. Ele puxou ela pelo quadril, ajoelhou atrás e enterrou o pau de uma vez só, fundo, até as bolas baterem na carne.

Ela gemeu alto, a cabeça virada pra mim:

— Ah… ele enche tanto… Você vê como ele gosta de ver a gente? Como o pau fica ainda mais duro quando tem alguém olhando?

Eu estava paralisada na cadeira, as coxas apertadas uma contra a outra. Sentia o calor subindo entre as pernas, a calcinha encharcada. Os peitos pequenos latejavam. Não conseguia falar. Só assistia.

O tio segurou a bunda larga dela com as duas mãos e acelerou. O som molhado de pele contra pele encheu a sala. A tia gemia sem freio, o rosto vermelho, os peitos balançando a cada estocada. De vez em quando olhava direto pra mim e sorria, como se estivesse dividindo um segredo sujo e gostoso.

— Vem mais perto se quiser — murmurou ela, ofegante. — Não precisa ter medo. A gente não mexe em você se você não quiser… mas você pode tocar em si mesma se estiver com vontade. A gente gosta de ver.

Eu hesitei. O coração martelava. Os dedos tremeram quando desceram pela minha barriga e entraram por baixo da saia. A calcinha estava tão molhada que os dedos escorregaram fácil sobre o clitóris inchado. Comecei a me esfregar devagar, sem conseguir parar, enquanto assistia o tio foder a tia com força, o pau grosso sumindo e reaparecendo coberto de lubrificação.

Ele gemeu mais fundo, as estocadas ficando irregulares.

— Vou gozar…

A tia puxou ele pra fora no último segundo, virou de frente e abriu a boca. Ele gozou em jatos espessos, pintando a língua, os lábios e o queixo dela. Ela engoliu o que pôde e limpou o resto com os dedos, chupando-os depois, o olhar ainda preso em mim.

— Viu? — disse, a voz rouca e satisfeita. — Normal.

Eu estava no limite. Os dedos circulavam rápido agora, a respiração ofegante. O orgasmo veio sem aviso: o corpo tremeu, as coxas se fecharam em volta da mão, um gemido baixo escapou da minha garganta enquanto eu gozava na cadeira, a calcinha encharcada, o rosto queimando de vergonha e prazer.

A tia sorriu, satisfeita.

— Bem-vinda à casa, sobrinha.

O tio se sentou de novo no sofá, o pau ainda semi-duro e brilhante, e puxou ela de volta pro colo. Os dois ficaram ali, nus, se acariciando com naturalidade, enquanto eu tentava recuperar o fôlego, já sabendo que aquela semana tinha sido só o começo.

A casa de madeira, o banheiro aberto no quintal, os corpos nus e peludos, o cheiro de sexo no ar… tudo isso agora fazia parte da minha vida. E, no fundo, uma parte suja e curiosa de mim já queria mais.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Claudia - Chegando a Tefé

Codigo do conto:
273710

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
02/10/2026

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