Depois que eu contei sobre a proposta do patrão, papai e mamãe começaram a transar quase toda noite. E não tentavam mais esconder. A casa era de madeira, as paredes finas, e os gemidos da minha mãe ecoavam pelo corredor. Alto, descarado, como se ela quisesse que eu ouvisse. Eu ficava no meu quarto, nua, pernas abertas, os dedos na buceta peluda, escutando o barulho da cama batendo na parede e a voz dela gemendo “mais forte… mais fundo…”. Às vezes eu gozava junto com ela, abafando o gemido no travesseiro.
Um dia eu cheguei mais cedo.
O sol ainda estava alto. Entrei quieta, fechei a porta com cuidado. E ouvi.
O barulho vinha da sala. Gemidos baixos, o estalo úmido de pele batendo em pele. Eu caminhei devagar, o coração batendo na garganta. Quando cheguei na entrada da sala, vi.
Mamãe estava de quatro no sofá, a bunda empinada, os seios balançando. Papai atrás dela, o pau grosso entrando e saindo com força, as mãos apertando a cintura dela. Os dois nus. O suor brilhando na pele.
Mamãe virou o rosto e me viu. Os olhos se arregalaram.
— Bruna… — ela tentou se afastar, a voz embargada de vergonha.
Mas papai segurou firme na cintura dela e meteu fundo de uma vez.
— Fica quieta — ele falou, a voz rouca, olhando pra mim por cima do ombro dela. — Ela já viu isso. Já tá acostumada. Olha só, Bruninha… foi assim que a gente te fez. Foi assim que eu enfiei gostoso na sua mãe e te botamos no mundo.
Ele acelerou. As estocadas ficaram mais fortes, mais profundas. Mamãe gemia alto agora, a boca aberta, os seios balançando batendo no sofá. O pau do meu pai sumia inteiro dentro dela e saía brilhando de porra e do mel dela.
Eu não consegui só olhar.
Comecei a tirar a roupa. O vestido caiu no chão. O sutiã. A calcinha. Fiquei nua na frente deles, os peitos pesados, a buceta peluda já escorrendo. Sentei na poltrona em frente ao sofá, abri as pernas bem largas e comecei a me masturbar. Dois dedos entrando e saindo, o polegar no clitóris, os olhos fixos neles.
Mamãe me olhou. Entendeu.
Ela se afastou um pouco do pau do meu pai, virou o corpo e engatinhou até mim. Ajoelhou entre as minhas pernas e enterrou o rosto na minha buceta. A língua quente, molhada, lambendo os pelos, chupando o clitóris, entrando dentro de mim. Eu gemi alto, a cabeça jogada pra trás, os peitos subindo e descendo.
Papai ficou de joelhos atrás dela e voltou a meter. Agora ele fodia a mamãe enquanto ela me chupava. O barulho era obsceno. O estalo das estocadas, o barulho molhado da língua dela na minha buceta, os gemidos dos três misturados.
Mamãe gozou primeiro. O corpo tremeu inteiro, ela gritou com a boca ainda na minha buceta, o mel escorrendo pelas coxas. Papai tirou o pau dela e veio até mim. Ajoelhou na minha frente, segurou minhas coxas e chupou minha buceta com fome. A língua grossa, a barba raspando nos pelos, o nariz esfregando o clitóris. Eu gozei na boca dele, as pernas tremendo, um gemido longo saindo da minha garganta.
Ele levantou o rosto, a boca melada, o pau duro e grosso apontando pra mim.
— Deixa eu meter, filha… deixa o papai ser o primeiro…
Eu balancei a cabeça, ofegante, a buceta latejando.
— Não… não pode. Eu tenho que vender a virgindade. O dinheiro…
Ele respirou fundo, frustrado, mas aceitou. Ficou de pé na minha frente. Eu e mamãe nos ajoelhamos juntas. Ela segurou o pau dele e levou até a minha boca. Eu abri os lábios e chupei pela primeira vez. O gosto era salgado, forte, o cheiro de sexo puro. Mamãe chupava as bolas enquanto eu engolia o pau o mais fundo que conseguia. Depois trocamos. Ela chupava a cabeça, eu lambia o pau inteiro. Nossas línguas se encontravam no meio, beijando o pau do meu pai juntas.
Ele gozou com um gemido gutural. O jato quente encheu minha boca. Eu engoli tudo. O que sobrou escorreu pelo queixo e mamãe lambeu. Nós duas chupamos até a última gota.
Naquela noite dormimos os três na mesma cama.
Eu no meio, nua, os peitos apertados contra o peito peludo do meu pai, a buceta ainda latejando, a mão da minha mãe na minha cintura. Papai beijava meu pescoço de vez em quando. Mamãe beijava minha boca.
A partir daquele dia, meu pai tinha duas mulheres em casa.
E eu… eu não era mais só a filha.
Era a putinha da família.