Ana na Comunidade dos Pelados



Quando o barco se aproximou da beira, eu já senti que alguma coisa tinha mudado.
Desci com a mochila no ombro e parei. O que vi me fez sorrir na hora. Mulheres nuas lavando roupa nas pedras. Homens andando com o pau balançando enquanto carregavam lenha. Crianças correndo peladas entre as casas. E no meio do caminho, vindo na minha direção, a Duda completamente nua, magrinha, seios pequenos ao sol, o sorriso largo no rosto.
Eu tirei a roupa ali mesmo. Blusa, short, calcinha. A pele morena inteira ao vento quente. Os seios médios livres. A buceta peluda sentindo o ar pela primeira vez naquele lugar. Lembrei da aldeia da lua de mel. Da liberdade. Do corpo sem vergonha.
— Vocês conseguiram, Duda — falei, abraçando ela nua contra nua.
Passei a tarde inteira assim. Andando pela comunidade, cumprimentando as pessoas, conversando. Algumas mulheres mais velhas me olhavam com curiosidade, outras já sorrindo à vontade. Um homem passou com o pau semi-duro e só balançou a cabeça educado. Eu respondia os olhares sem baixar os meus. Me sentia em casa. Feliz. O corpo leve, o suor escorrendo entre os peitos, a buceta já um pouco úmida só de existir daquele jeito.
No final da tarde fomos para a beira do rio.
Eu, a Duda, o Jair e um grupo de amigas dela — umas cinco ou seis meninas da comunidade, todas já nuas. A água estava morna. A gente se banhou, riu, falou besteira. As meninas não conseguiam disfarçar a curiosidade. Ficavam olhando o pau do Jair balançando na água, depois olhavam para mim e para a Duda.
Uma delas, mais corajosa, perguntou:
— E vocês duas… não sentem ciúme uma da outra?
Eu ri, a água batendo na minha barriga.
— Não. A gente divide. É gostoso assim.
Olhei para a Duda e perguntei baixo, só para ela ouvir, mas alto o suficiente para as outras pegarem:
— Posso testar na frente delas?
A Duda sorriu aquele sorrisinho safado que ela tinha aprendido e balançou a cabeça que sim.
Eu me aproximei do Jair, ainda na água rasa. Peguei o pau dele com a mão e comecei a fazer carinho. Subia e descia devagar, apertava a cabeça, brincava com as bolas. As meninas pararam de falar. Os olhos todas fixos na minha mão. O pau foi endurecendo rápido, ficando grosso, pesado, a cabeça inchada. Quando estava completamente duro eu me posicionei, abri as pernas e sentei em cima. O pau entrou de uma vez. Eu gemi alto, propositalmente.
— Olhem — falei, rebolando devagar. — A Duda nem fica com ciúme.
A Duda, em vez de responder, se aproximou, ajoelhou na água e começou a chupar. A língua dela passou pela minha buceta, lambendo o pau do Jair cada vez que ele saía de mim. Depois chupou as bolas dele, depois voltou para o meu clitóris. Eu segurava a cabeça dela e rebolava, o pau enterrado fundo. As amigas assistiam em silêncio, algumas com as mãos já entre as próprias pernas.
Uma loira linda, peitos firmes, buceta quase lisa, deu um passo à frente. A voz saiu rouca:
— A gente… pode experimentar também?
Eu olhei para o Jair. Ele só sorriu, o pau latejando dentro de mim. Olhei para a Duda. Ela tirou a boca só o suficiente para falar:
— Pode.
Foi o começo da suruba.
Eu saí de cima do Jair e a loira se aproximou. Ele a pegou pela cintura e enfiou de uma vez. Ela gritou, as unhas cravadas nas costas dele. Enquanto ele metia nela, a Duda e eu nos ajoelhamos e começamos a chupar as outras. Línguas em bucetas, dedos entrando, gemidos se misturando com o barulho do rio. Uma menina sentou no rosto da Duda. Outra veio mamar o pau do Jair cada vez que ele saía da loira. Eu chupava uma buceta enquanto enfiava dois dedos em outra.
Só um pau. Várias bucetas molhadas, esfregando, chupando, rebolando. O Jair fodendo uma, depois outra, depois voltando para mim. O gozo escorrendo pelas coxas, pingando na areia molhada. Alguém gozou no colo de outra. Eu gozei com a língua da Duda na minha buceta e o dedo de uma desconhecida no meu cu. O Jair gozou dentro da loira, o porra branco escorrendo quando ele tirou, e a Duda limpou tudo com a boca, na frente de todas.
O sol já estava baixando. A água do rio refletia os corpos nus se movendo. Gemidos, risadas baixas, o cheiro de sexo misturado com o cheiro de rio e mata.
Eu, deitada na areia, a buceta ainda latejando, olhei para o céu e sorri.
A comunidade tinha mudado de verdade.

E a gente tinha sido o começo.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Ana na Comunidade dos Pelados

Codigo do conto:
273073

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
24/09/2026

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