Quando a noite chegou, a Ana mandou a gente se vestir.
— Duda, coloca aquelas roupas velhas e rasgadas que você trouxe. Jair, veste alguma coisa também.
Eu obedeci. O vestido florido surrado, a calcinha velha, o sutiã frouxo. O professor colocou um short e uma camiseta. A Ana continuou completamente nua. Pegou a câmera dele e começou a dirigir a sessão de fotos como se fosse uma profissional.
— Fica de pé no meio da sala. Olha pra câmera.
O clique. Outro. Ela mandava eu virar, sorrir, baixar um pouco o vestido. Depois mandou o professor se aproximar por trás de mim, as mãos na minha cintura. Eu sentia o volume dele já duro contra a minha bunda magra. A Ana fotografava tudo.
Devagar, ela foi mandando a gente se despir.
Primeiro a camiseta do professor. Depois o meu vestido. Eu fiquei só de calcinha e sutiã velhos. O clique. O flash. O coração batendo na garganta. Ela mandou eu tirar o sutiã. Os seios pequenos ficaram livres. Depois a calcinha. Eu estava nua de novo, os pelinhos da buceta à mostra sob a luz da sala. O professor tirou o short. O pau grande balançou pesado, já completamente duro.
A Ana continuava fotografando, nua, a buceta ainda suja de gozo seco, os seios médios balançando a cada movimento.
Por fim ela largou a câmera, pegou o celular e começou a filmar.
— Agora — disse, a voz baixa e firme — é a hora de você perder a virgindade, Duda.
Meu corpo inteiro tremeu. Medo. Tesão. Vontade. Tudo misturado.
Ela me guiou até a cama. Mandou eu deitar de costas. O professor se posicionou entre as minhas pernas abertas. Eu via o pau enorme apontando para a minha entrada virgem, a cabeça já brilhando de pré-gozo. A Ana filmava de perto, narrando baixinho:
— Ela está molhada… olha os pelinhos… agora ele vai entrar.
O professor apoiou o tronco grosso na minha buceta. Empurrou devagar. A dor veio afiada, quente, profunda. Eu soltei um gemido agudo, as unhas cravando nos braços dele. Ele parou, só a cabeça dentro, e esperou. A Ana acariciava meu cabelo.
— Respira… deixa ele entrar… você consegue.
Ele empurrou mais. Centímetro por centímetro. Eu sentia cada veia, cada pelo da base. A dor misturava com uma pressão gostosa que eu nunca tinha sentido. Quando ele enterrou até o fundo, eu solucei. Estava completa. Preenchida. O pau grande latejava dentro da minha buceta virgem.
Ele começou a se mover. Devagar no começo. A cama rangia. A Ana filmava o pau entrando e saindo, manchado de sangue e gozo. Eu gemia sem conseguir controlar, as pernas tremendo ao redor da cintura dele. A dor foi passando. O prazer cresceu. Cada estocada batia fundo, molhado, obsceno. Eu olhava para o rosto dele, depois para a câmera, depois para a Ana nua filmando tudo.
Ele acelerou. As estocadas ficaram mais fortes. A dor sumiu de vez. Só restou o prazer quente, profundo, que subia pela barriga. Eu gozei pela primeira vez com um pau dentro. O corpo inteiro se contorceu, a buceta apertando ele em espasmos, um grito escapando da minha garganta. Ele segurou meu quadril e gozou logo depois, jorrando quente, fundo, enchendo a minha buceta pela primeira vez.
Ficamos assim. Ele ainda dentro, latejando, o porra escorrendo misturado com sangue virgem. A Ana parou de filmar, se aproximou e beijou minha testa.
— Agora você não é mais virgem, Duda.
A semana inteira foi assim.
Sexo de manhã, de tarde, de noite. Na cama, no sofá, na varanda, no chão. A Ana me ensinava a chupar melhor, a rebolar, a gozar de outros jeitos. O professor me fodia devagar e depois forte, sempre me enchendo. Eles me davam presentes: roupas novas, calcinhas, um colar, chocolate. A Ana me tratava como amiga, como irmã mais velha. Conversávamos sobre a prova, sobre a comunidade, sobre a vida. Eu dormia no meio dos dois, o pau dele ainda dentro de mim, a mão dela no meu seio.
Quando a semana acabou e eu precisei voltar para o interior, o professor me levou de barco. Na despedida a Ana me abraçou nua e sussurrou no meu ouvido:
— Agora ele tem duas mulheres. Uma na cidade… e outra no interior.
Eu sorri, ainda sentindo o corpo latejar de tanta foda.
E sabia que era verdade.