Duda em Família



De volta em casa, a primeira coisa que senti foi falta.
Falta de andar nua. Falta do ar quente na pele inteira. Falta do pau do professor balançando pela casa. Falta da Ana me olhando sem julgamento. Sempre que dava um jeito, inventava uma desculpa e ia até a casa dele na comunidade. Às vezes só para ficar nua umas horas, sentar no sofá com as pernas abertas, deixar ele me foder devagar enquanto a Ana filmava ou só assistia. Voltava para casa com a buceta latejando e a calcinha molhada escondida na mochila.
Um dia meus pais saíram cedo para a roça. Fiquei sozinha. O calor já estava pesado. Fechei as janelas da frente, abri só as dos fundos e tirei tudo. Fiquei nua o dia inteiro. Andei pela casa, lavei louça, deitei na rede, me masturbei duas vezes pensando no pau grosso do professor. O corpo leve. Os seios pequenos livres. Os pelinhos da buceta sentindo o vento.
Meu pai voltou mais cedo.
Abriu a porta e me encontrou no meio da sala, completamente nua, o pano de prato na mão. Os olhos dele abriram largos. A cara mudou na hora.
— Eduarda! Que porra é essa?!
Gritou. Brigou. Falou em vergonha, em respeito, em o que a comunidade ia pensar. Eu fiquei parada, sem cobrir nada. Deixei ele desabafar. Quando a voz dele baixou, falei baixo, mas firme:
— Eu gosto assim, pai. Aprendi a gostar.
Ele ficou em silêncio um tempo. Olhou para o meu corpo magro, para os seios pequenos, para a buceta de pelinhos. Depois passou a mão no rosto e só balançou a cabeça. Aceitou. Não falou mais nada naquele dia.
Minha mãe, quando soube, não criou caso. Só ficou me olhando diferente. Uns dias depois, enquanto eu andava nua pela cozinha, ela perguntou direto:
— Aconteceu alguma coisa na casa do professor, Duda?
Eu respirei fundo e contei tudo. Desde o primeiro dia que cheguei e vi a Ana nua, até a noite em que perdi a virgindade, até a semana inteira de sexo, fotos e amizade. Contei sem omitir quase nada.
Meus pais ficaram quietos. Depois chamaram o professor.
Ele veio. Sentou na sala, olhou para mim (eu estava nua) e não negou nada. Falou claro:
— Eu quero me casar com a Duda. Quero que ela seja minha segunda mulher. Uma na cidade, com a Ana. Outra aqui no interior, comigo.
Meus pais acharam estranho. Meu pai franziu a testa. Minha mãe ficou vermelha. Mas eu insisti. Falei que nunca tinha sido tão feliz. Que era isso que eu queria. No fim eles acabaram aceitando.
Passei a morar na casa do professor na comunidade. Vivia nua o tempo todo. Cozinhava nua, lavava roupa nua, dormia com o pau dele dentro. A Ana vinha de vez em quando e as três ficávamos juntas. A comunidade falava, claro. Mas eu não ligava.
Um dia meus pais vieram me visitar.
Eu estava no quintal, nua, estendendo roupa no varal. O sol quente na pele, a bunda magra ao ar, os seios pequenos balançando a cada movimento. Eles pararam no caminho e me olharam.
— Duda… você não tem vergonha? — minha mãe perguntou. — A comunidade inteira já está falando do casal de pelados.
Eu sorri, continuei pregando a camisa no varal.
— Não estou nem aí, mãe.
Entramos. Continuamos conversando na varanda. Eu ainda nua. Meus pais tentavam não olhar demais. Até que o Jair chegou do rio. Assim que entrou, tirou a camisa, o short, a cueca. Ficou nu na frente deles, o pau grande, peludo, de dezoito centímetros, balançando pesado.
Minha mãe arregalou os olhos.
— Meu Deus… que tamanho é esse, menina? Não sei como você aguenta.
Eu ri baixo.
— Posso mostrar, mãe.
Ajoelhei na frente do Jair, ali mesmo na varanda, e engoli o pau dele. Chupei devagar, sentindo ele endurecer na minha boca, os pelos roçando no meu nariz. Quando estava completamente duro, me levantei, virei de costas, abri as pernas e enfiei tudo de uma vez na minha buceta. Gemi alto. Meu pai não acreditava no que estava vendo. A boca aberta, os olhos fixos no pau entrando e saindo de mim.
Meus pais sempre foram fogosos. Eu ouvia eles fodendo quase toda noite quando ainda morava com eles. Naquele momento meu pai não aguentou. Tirou a roupa da minha mãe ali mesmo, puxou a saia, a calcinha, e começou a meter nela de pé, contra a parede da varanda. Os gemidos dos quatro se misturaram.
O Jair, ainda me fodendo por trás, olhou para eles e perguntou, a voz rouca:
— Vocês não querem trocar?
O silêncio durou só um segundo.
Depois meu pai tirou o pau da minha mãe e se aproximou de mim. O Jair saiu de dentro da minha buceta e foi até ela. Eu senti o pau do meu próprio pai — mais fino, mas duro — entrar onde o do professor tinha acabado de estar. Ao mesmo tempo vi o pau enorme do Jair sumir entre as pernas da minha mãe. Ela gemeu diferente, os olhos arregalados, as unhas cravadas no ombro dele.
A varanda ficou cheia de barulho molhado, gemidos, pele batendo em pele. Eu, nua, sendo fodida pelo meu pai enquanto olhava a minha mãe rebolando no pau grande do professor. O sol da tarde queimando a pele de todo mundo. O rio lá embaixo. A comunidade quem sabe ouvindo.
Naquele dia eu entendi de verdade:
Agora eu pertencia àquele mundo.

E não tinha mais volta.


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Ficha do conto

Foto Perfil casalamazonas
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Nome do conto:
Duda em Família

Codigo do conto:
273069

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
24/09/2026

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