O Jair sempre amou fotografar. Desde a lua de mel a câmera não saía da mão dele. Em casa, depois que começamos a viver nus, o hobby dele virou outra coisa. Ele tirava fotos de mim o tempo todo: eu cozinhando nua, eu sentada no sofá com as pernas abertas, eu deitada de bruços na cama, a bunda grande erguida, a buceta peluda à mostra entre as coxas. Eu ainda ficava vermelha, a vergonha de crente subindo pelo pescoço, mas o corpo respondia. Os seios médios endureciam, a buceta molhava só de ouvir o clique. Um dia, deitado no sofá com o pau de dezoito centímetros descansando pesado contra a coxa, ele me olhou sério. — Ana… você teria coragem de tirar umas fotos lá fora? No corredor. Na escada. Nas áreas comuns. Meu coração disparou. Eu, baixinha, pele morena, ainda me sentia a menina da igreja. Mas a ideia me deixou molhada na hora. — Com medo… e excitada — respondi baixinho. — Aceito. Combinamos para a madrugada. Uma da manhã. Quando todo mundo estivesse dormindo. Naquela noite eu vesti a roupa que ele escolheu: uma blusinha fina sem sutiã, que marcava os seios médios, e uma saia curta de tecido leve. Por baixo, só a calcinha. O Jair só de shorts, a câmera na mão, o pau já semi-duro sob o tecido. Saímos em silêncio. Fechei a porta do apartamento com cuidado. O corredor estava vazio, a luz fraca do teto batendo no chão. Ele começou ali mesmo, em frente à nossa porta. — Fica de frente pra mim. Olha pra câmera. Eu obedeço, tímida, as mãos juntas na frente do corpo. O clique. Outro. Ele manda eu virar de lado, a bunda grande marcada sob a saia. Clique. Depois de costas, olhando por cima do ombro. O calor já subia entre as minhas pernas. — Tira a blusa. O coração batia forte. Olhei para os dois lados do corredor. Ninguém. Puxei a blusinha pela cabeça. Os seios médios ficaram livres, os mamilos escuros já duros. O ar da madrugada tocou a pele morena. O Jair fotografou de todos os ângulos: de frente, os peitos à mostra; de perfil; de baixo, destacando a curva. Eu sentia a calcinha grudadinha de tesão. Ele apontou para a escada. — Sobe uns degraus. Devagar. Subi. A cada passo a saia balançava. No meio da escada ele mandou eu parar, me virar e tirar a saia. Eu engoli seco, as mãos tremendo. O zíper desceu. A saia caiu nos meus pés. Fiquei só de calcinha, os seios médios nus, a bunda grande quase toda à mostra. O Jair subiu mais alguns degraus, fotografou de cima, de baixo, o flash fraco iluminando a minha pele morena contra o concreto. Eu estava ofegante. A buceta latejava dentro da calcinha molhada. — Agora a calcinha. Olhei para o corredor de baixo, para o de cima. Silêncio. Com os dedos tremendo puxei o elástico e desci a calcinha pelas coxas até os tornozelos. Fiquei completamente nua no meio da escada. Os pelos da minha buceta à mostra, escuros, úmidos. A bunda grande sem nada cobrindo. O Jair soltou um gemido baixo e começou a clicar sem parar. Eu de frente, as mãos tentando cobrir os seios e a buceta ao mesmo tempo — ele mandou eu baixar as mãos. Eu de lado. Eu de costas, inclinada um pouco, a bunda empinada. O ar frio da madrugada beijava tudo: os mamilos, a pele dos seios, os pelos molhados. Ele me guiou até a área comum do térreo, um cantinho perto das caixas de correio, ainda mais escuro. Ali ele me mandou sentar no degrau baixo, abrir as pernas. Eu, a crente tímida, abri. A buceta peluda ficou completamente exposta sob a luz fraca. O Jair ajoelhou na minha frente, a câmera quase colada. Clique. Clique. Clique. Eu sentia o gozo escorrendo pelos pelos, pingando no degrau. O pau dele já estava duro demais dentro do short, o volume marcado, a cabeça escapando pela barra. — De quatro — ele sussurrou. Eu obedeço. De quatro no chão frio da área comum, a bunda grande erguida, a buceta peluda aberta para a câmera. Ele fotografou de todos os ângulos, o flash iluminando o meu cu e a entrada molhada. Eu tremia de medo e de tesão. Qualquer barulho de porta, qualquer passo, e estaríamos descobertos. Isso só me deixava mais molhada. Quando ele finalmente guardou a câmera, o short dele já estava manchado. Me puxou pela mão de volta para o corredor, ainda nua, os seios balançando, a bunda grande a cada passo. Assim que entramos no apartamento e fechei a porta, ele me empurrou contra a parede, tirou o short e enfiou o pau de dezoito centímetros de uma vez na minha buceta peluda. Eu gemí alto, sem conseguir segurar. Ele me fodeu ali mesmo, de pé, a bunda batendo na parede, os seios médios apertados nas mãos dele, enquanto lá fora o corredor continuava em silêncio. Gozei primeiro, o corpo inteiro tremendo, o gozo escorrendo pelos pelos e pelas coxas. Ele gozou logo depois, fundo, enchendo, gemendo no meu ouvido: — Essas fotos… são só nossas. Eu, ainda ofegante, nua, com o porra dele escorrendo pela minha buceta peluda, só consegui assentir. O coração batia descontrolado. E eu já queria de novo.
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