O Jair me avisou de manhã: — Vou trazer o Marcelo para fazer um serviço no computador. Se veste, tá? Eu me vesti. Blusa fechada, shorts. Recebi o amigo dele com educação, sorriso tímido, a voz baixa de sempre. Depois fui para o quarto e fiquei assistindo vídeo no celular enquanto os dois trabalhavam na sala. Ouvi as vozes, o teclar, risadas baixas. Em certo momento o Jair entrou no quarto, se jogou na cama e disse que ia descansar um pouco. Deixou o Marcelo sozinho na sala com o notebook. Meia hora depois ele voltou. Terminaram o serviço. O Marcelo foi embora. Tudo normal. Eu troquei de roupa de novo, fiquei nua como sempre, e a vida seguiu. Mais tarde, já de noite, o celular do Jair apitou. Ele leu, riu baixo, e me chamou. — Vem ver isso. A tela mostrava a conversa com o Marcelo. Ele começava elogiando: “Sua mulher é muito bonita, cara… educada, simpática.” Depois: “Olha, não sei se devo falar… mas achei uma pasta no seu computador. ‘Ana Nua’. Fiquei curioso e abri. Vi as fotos.” Meu coração disparou. O susto foi real. As fotos da madrugada no corredor, as da escada, as minhas nuas em casa, a buceta peluda, a bunda grande, os seios médios… tudo. Eu fiquei parada, a pele morena esquentando de vergonha. Mas ao mesmo tempo senti a buceta latejar. O Jair estava excitado. O pau de dezoito centímetros já duro, grosso, peludo, apontando para cima. Ele digitava rápido, mostrando mais fotos. Eu lia por cima do ombro dele: ângulos novos, eu de quatro, eu com as pernas abertas, eu na varanda da comunidade. O Marcelo respondia com elogios sujos, perguntando detalhes. — Vem cá — o Jair murmurou, a voz rouca. Eu ajoelhei na frente dele. Enquanto ele continuava mandando fotos e lendo as mensagens em voz alta, eu abri a boca e engoli o pau grande. Chupei devagar, sentindo o gosto, os pelos da base roçando no meu nariz. Ele gemeu, uma mão nos meus cabelos, a outra ainda no celular. “Ela tá chupando agora” — ele digitou. O Marcelo respondeu na hora. Eu continuei, mais fundo, a saliva escorrendo pelo pau peludo enquanto o Jair descrevia tudo: o jeito que minha boca apertava, o barulho, os seios médios balançando. Quando ele gozou, jorrou grosso na minha língua. Eu engoli tudo, ainda ajoelhada, a buceta encharcada escorrendo pelos pelos. Ele limpou a tela do celular e me olhou. — Tenho uma proposta. Eu ainda estava ofegante, o gosto dele na boca. — Vamos pedir uma pizza. Quando o entregador chegar… você abre a porta nua. O susto voltou. Mas o tesão foi maior. Eu balancei a cabeça que sim. Pedimos. Vinte minutos. Eu fiquei nua na sala, o coração batendo na garganta, os seios médios à mostra, a bunda grande, a buceta peluda completamente descoberta. O Jair ficou no sofá, o pau ainda semi-duro, filmando com o celular. A campainha tocou. Eu abri a porta. O entregador era jovem, de boné. Os olhos dele abriram largos. Desceram pelos meus seios, pela barriga, pelos pelos escuros da buceta, pelas coxas. Ele engasgou, a caixa da pizza quase caindo. Eu estendi a mão, peguei a caixa, paguei com o dinheiro que o Jair tinha deixado na mesinha. A voz saiu baixa, educada: — Obrigada. Ele ainda olhava. Dei um passo para trás e fechei a porta devagar. Do outro lado ouvi ele murmurar alguma coisa e descer a escada rápido. Eu virei para o Jair, a pizza na mão, o corpo inteiro tremendo. Ele estava duro de novo. Me puxou, jogou a caixa no sofá e me fodeu ali mesmo, de pé, o pau de dezoito centímetros entrando de uma vez na minha buceta peluda. Eu gemí alto, a bunda batendo nele, os seios apertados nas mãos dele. — Ele viu tudo — o Jair gemia no meu ouvido. — Igual os alunos no rio… Eu gozei primeiro, o corpo inteiro contraído, o gozo escorrendo pelos pelos e pelas coxas. Ele gozou logo depois, fundo, enchendo, enquanto eu ainda sentia o olhar do entregador queimando na pele. Foi uma loucura. E eu, a crente tímida de pele morena e bunda grande, já queria a próxima.
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