Ela estava de joelhos no meio da sala, nua, com as mãos amarradas atrás das costas. Os quatro homens em volta olhavam para ela como se fosse um pedaço de carne barata. — Olha só a putinha da mamãe… — riu o mais alto, apertando o queixo dela com força. — Toda arrumadinha pra ser usada. Fala pra gente o que você é, sua vaca. A boca dela tremia, mas a voz saiu baixa e envergonhada: — Eu… eu sou a puta da mamãe… — Mais alto, caralho! — gritou outro, dando um tapa forte na cara dela. — Grita, sua vadia nojenta! — EU SOU A PUTA DA MAMÃE! — ela gritou, a voz falhando de vergonha. — A putinha imunda que serve pra chupar pinto e levar porra! Os risos ecoaram. Um deles abriu a calça e enfiou o pau grosso na boca dela sem aviso. Ela engasgou, mas ele segurou o cabelo com as duas mãos e enfiou até o fundo. — Engole, sua puta de merda. Engole o pau do filho da puta que tá te fodendo a garganta. Olha pra mamãe agora… toda babada, olhos marejados, engolindo pinto como a vadia que sempre foi. Outro homem se ajoelhou atrás dela, abriu as nádegas e cuspiu bem no meio do cu. — Olha esse cu sujo… todo apertadinho ainda. Vai ficar frouxo pra caralho depois que a gente acabar. Abre essa bunda, sua porca. Mostra o cuzinho pra gente. Ele enfiou dois dedos de uma vez, sem cuidado, e ela gemeu alto no pau que ainda a engasgava. — Aiiii… por favor… — “Por favor” o caralho. — O homem atrás riu e trocou os dedos pelo pau. Entrou seco, com força, até o saco bater nela. — Toma, sua puta. Toma no cu enquanto chupa. Mamãe agora é só buraco. Dois buracos sujos pra gente foder. O terceiro chegou na frente, pegou o peito flácido dela e apertou com força, torcendo o mamilo até ela gemer de dor. — Esses peitos de mamãe… molezinhos, já mamados. Serve pra cuspir e pra bater. — Ele deu um tapa forte em cada um. — Fala o que você é enquanto toma no cu. Ela soltou o pau da boca, babando e ofegante: — Eu sou a puta… a puta imunda… a vaca da mamãe… que gosta de ser fodida por vários… que gosta de ser humilhada… que gosta de tomar porra no cu e na cara… — Continua, sua putinha! — Eu sou a vadia que abre as pernas pra qualquer um… a porca que lambe porra do chão… a mamãe nojenta que merece ser usada como privada… O quarto homem se aproximou, puxou o cabelo dela para trás e cuspiu na cara. — Engole essa cusparada, sua merda. Engole e pede mais. Ela engoliu, a língua para fora, e murmurou: — Mais… cuspe mais na cara da puta da mamãe… me trata como lixo… me fode… me usa… Os quatro se revezaram. Um no cu, outro na boca, outro esfregando o pau no peito e cuspido, outro batendo na cara e chamando ela de todas as palavras sujas possíveis: — Putinha — Vaca — Porca — Privada — Buraco de merda — Mamãe de merda — Cadela — Lixo humano Quando o primeiro gozou, foi fundo no cu dela, enfiando até o fim e segurando. O esperma escorreu quando ele saiu. O segundo gozou na boca e forçou ela a engolir. O terceiro jorrou na cara, no cabelo, nos peitos. O quarto puxou ela pelo cabelo até o chão e gozou direto no cu aberto, empurrando a porra pra dentro com o dedo. Ela ficou ali, de quatro, cu pingando, cara coberta de porra, peitos vermelhos de tapa, respiração ofegante. Um deles se agachou na frente dela e falou baixinho, quase carinhoso, mas ainda sujo: — Olha o estado da mamãe… toda suja de porra. Fala o que você quer agora, sua puta. A voz dela saiu rouca, quebrada de vergonha e excitação: — Quero mais… quero que vocês me usem de novo… me chamem de tudo… me humilhem mais… eu sou a puta da mamãe… a vadia que merece isso… Eles riram. — Então abre de novo, sua porca. A noite ainda tá no começo.
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