No dia seguinte, eles a levaram para um galpão abandonado na periferia. O chão era de concreto sujo, cheirava a mofo e óleo. Havia colchões velhos jogados no canto e uma luz fraca entrando pelas janelas quebradas. Desta vez eram doze homens. Mamãe chegou nua, já com o cu ainda um pouco aberto da noite anterior, os peitos marcados de tapa, o cabelo sujo. Assim que entrou, um deles puxou ela pelo cabelo e a jogou de joelhos no meio do círculo. — Olha a puta da mamãe de novo… veio pedir mais, né, sua privada de merda? Ela nem teve tempo de responder. Três paus já estavam na cara dela. Um enfiou na boca até o fundo, outro esfregou nas bochechas, o terceiro cuspiu e deu tapa com o pau no rosto. — Abre essa boca, sua vaca nojenta. Hoje você vai ser a privada de doze homens. Ela abriu. Imediatamente vários jatos de mijo quente miraram a boca, o rosto, o cabelo e os peitos. O líquido amarelo escorreu pelo corpo inteiro, encharcando o chão de concreto. Ela engoliu o máximo que conseguiu, engasgando, a garganta queimando. — Engole, sua porca. Engole o mijo dos doze. Você não merece nem cuspe limpo. A voz dela saiu abafada, humilhada: — Obrigada… obrigada por mijar na puta da mamãe… eu sou a privada de vocês… Dois homens a puxaram para um colchão sujo. Um deitou e enfiou o pau grosso no cu de uma vez. Ela gritou, o corpo tremeu, mas ele segurou as coxas e começou a meter com força bruta. O segundo se ajoelhou na frente e enfiou o pau na garganta até as bolas. Agora ela estava sendo arrombada nos dois buracos ao mesmo tempo, o corpo balançando entre os dois. Os outros dez rodeavam. Cuspe constante. Tapas nos peitos, na bunda, na cara. Mão no cabelo puxando. Paus batendo no rosto. — Olha a mamãe de merda… toda mijada… toda arrombada… — um deles apertou o peito dela até sair um grito de dor. — Esses peitos mole só servem pra cuspir e pra bater. Fala o que você é, sua cadela de esgoto. Ela soltou o pau da boca, babando, o rosto coberto de mijo e saliva: — EU SOU A PUTA IMunda DA MAMÃE! A PRIVADA DE MERDA DE DOZE HOMENS! O BURACO DE MIJO E PORRA! A VACA NOJENTA QUE ENGOLA XIXI! A PORCA QUE ABRE O CU PRA QUALQUER UM! O LIXO QUE EXISTE SÓ PRA SER USADO! — Mais alto, caralho! — EU SOU O RALO DE VOCÊS! A MAMÃE DE MERDA QUE CHUPA PINTO SUJO! QUE PEDE PRA SER CUSPIDA! QUE GOSTA DE LEVAR TAPA NA CARA! QUE MERECE SER FODIDA ATÉ DESMAIAR! Os homens se revezaram sem piedade. Quando um gozava, outro entrava. Um gozou fundo no cu e puxou o pau pra fora, deixando a porra escorrer em fio grosso. Outro gozou na garganta e forçou ela a segurar a língua pra fora, mostrando o branco. Outro mijou de novo na boca aberta enquanto ela ainda tinha porra na língua. Outro gozou nos peitos e esfregou o pau sujo na cara dela. Outro enfiou o pau no cu já destruído e meteu até ela gritar. Eles a viraram de várias formas. De quatro no concreto frio. Deitada de costas com as pernas abertas no ar. Em pé, segurada por dois homens enquanto outros a fodiam. Ajoelhada, com a cara no chão, o cu pra cima, sendo arrombada enquanto outros mijavam na cabeça dela. Os nomes não paravam: — Privada de merda — Buraco de esgoto — Vaca nojenta — Porca de porra — Lixo humano — Mamãe de merda — Cadela de putaria — Ralo de mijo Depois de quase duas horas, ela estava tremendo, o corpo inteiro coberto de porra, mijo e cuspe. O cu tão aberto que não fechava mais, um fio branco escorrendo sem parar. A boca inchada, os olhos vidrados de cansaço e humilhação total. Ainda assim, quando um deles puxou o cabelo e perguntou: — Quer que a gente pare, sua puta? A voz saiu fraca, quase sem força, mas clara: — Não… não para… me usa mais… me mijá mais… me cuspe mais… me chama de tudo… eu sou a privada de vocês… eu mereço… Três homens a seguraram de quatro no chão de concreto. Um enfiou o pau no cu, outro na boca, o terceiro esfregava o pau nos peitos e dava tapa. Os outros nove se posicionaram em volta e começaram a mijar nela todos ao mesmo tempo. O corpo dela ficou encharcado, o cabelo colado, o rosto coberto. Ela engoliu o que pôde, o resto escorrendo pelo concreto sujo. Quando o último gozou — fundo no cu, segurando o cabelo dela com força e xingando — ela desabou no chão, ofegante, o corpo destruído. O cu aberto e pingando, a boca aberta, a língua para fora, os olhos semi-cerrados. Um deles se agachou, pegou o queixo sujo e falou baixo: — Olha o estado da mamãe… toda destruída num galpão sujo. Fala o que você é agora. A voz saiu rouca, fraca, mas sem hesitação: — Eu sou a puta… a privada… o buraco de merda da mamãe… eu existo pra ser usada por quantos homens quiserem… pra engolir mijo e porra… pra ser cuspida e humilhada… eu sou o lixo de vocês… a mamãe de merda que não serve pra mais nada… Ele riu e deu um tapa na cara coberta de porra. — Boa putinha. Agora limpa o chão com a língua. Lambe toda a porra e o mijo que caiu. E não para até o concreto ficar limpo. Se limpar bem… a gente te leva pra outro lugar amanhã. Ela obedeceu. De quatro, a língua para fora, lambendo o chão sujo do galpão enquanto os doze homens olhavam, riam e falavam as coisas mais baixas que conheciam. Mamãe não pediu pra parar.
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