A puta de mamãe 5



No dia seguinte eles a levaram para um banheiro público de um posto de gasolina abandonado na estrada. O chão era de azulejo rachado, fedendo a mijo velho e desinfetante barato. As portas das cabines estavam quebradas. A luz fluorescente piscava.
Desta vez eram quinze homens.
Mamãe entrou nua, o corpo ainda marcado, o cu um pouco aberto, os peitos roxos. Assim que a porta se fechou, um deles a empurrou de joelhos no meio do banheiro sujo.
— Olha a puta da mamãe… veio ser a privada do banheiro público. Ajoelha no mijo dos outros, sua vaca.
O chão já estava molhado. Ela ajoelhou. Imediatamente vários homens abriram o zíper e começaram a mijar nela. Jatos quentes acertaram a boca, o rosto, o cabelo, os peitos e as costas. O líquido amarelo escorreu pelo corpo e se misturou com o mijo velho do chão. Ela abriu a boca e engoliu o máximo que conseguiu, engasgando.
— Engole, sua porca de banheiro. Engole o mijo de quinze homens. Você é a privada deste lugar agora.
A voz dela saiu abafada, humilhada, quase chorosa:
— Obrigada… obrigada por mijar na puta da mamãe… eu sou a privada do banheiro… a privada de merda…
Dois homens a puxaram para dentro de uma cabine sem porta. Um sentou no vaso rachado e puxou ela pra cima, enfiando o pau grosso no cu de uma vez. Ela gritou, o corpo tremeu, mas ele segurou as coxas e meteu com força, o pau saindo sujo a cada estocada. O segundo se posicionou na frente e enfiou o pau na garganta até as bolas. Agora ela estava sendo arrombada nos dois buracos, o corpo balançando entre o vaso e o homem da frente.
Os outros treze se espremia no banheiro pequeno. Cuspe sem parar. Tapas nos peitos, na bunda, na cara. Paus batendo no rosto. Mãos puxando o cabelo.
— Olha a mamãe de merda… sendo fodida num banheiro público… — um deles apertou o peito dela até sair um grito. — Esses peitos mole só servem pra cuspir e pra bater enquanto toma no cu. Fala o que você é, sua cadela de esgoto.
Ela soltou o pau da boca, babando, o rosto coberto de mijo e saliva, a voz quebrada:
— EU SOU A PUTA IMunda DA MAMÃE! A PRIVADA DE MERDA DESTE BANHEIRO! O BURACO DE MIJO E PORRA! A VACA NOJENTA QUE ENGOLA XIXI DE QUEM ENTRA! A PORCA QUE ABRE O CU EM CIMA DO VASO! O LIXO QUE EXISTE SÓ PRA SER USADO AQUI!
— Mais alto, caralho! Grita pra quem passar na estrada ouvir!
— EU SOU O RALO DESTE BANHEIRO! A MAMÃE DE MERDA QUE CHUPA PINTO SUJO! QUE PEDE PRA SER CUSPIDA! QUE GOSTA DE LEVAR TAPA NA CARA ENQUANTO TOMA MIJO! QUE MERECE SER FODIDA ATÉ NÃO AGUENTAR MAIS EM CIMA DE UM VASO DE MERDA!
Os homens se revezaram sem piedade. Quando um gozava, outro entrava. Um gozou fundo no cu e puxou o pau pra fora, deixando a porra escorrer direto no vaso. Outro gozou na garganta e forçou ela a segurar a língua pra fora, mostrando o branco misturado com mijo. Outro mijou de novo na boca aberta enquanto ela ainda tinha porra na língua. Outro gozou nos peitos e esfregou o pau sujo na cara dela. Outro a virou de quatro no chão molhado e meteu no cu já destruído, enquanto outros mijavam nas costas e na cabeça.
Eles a usaram em todo o banheiro. De quatro no azulejo molhado. Sentada no vaso com as pernas abertas. Em pé, encostada na pia suja, sendo fodida por trás enquanto outros cuspiam e mijavam na cara. Ajoelhada no chão, com a cara no ralo, o cu pra cima, sendo arrombada enquanto um círculo de homens mijava nela.
Os nomes não paravam:
— Privada de banheiro
— Buraco de esgoto
— Vaca nojenta de posto
— Porca de porra e mijo
— Lixo humano
— Mamãe de merda
— Cadela de banheiro público
— Ralo de putaria
Depois de quase duas horas, ela estava tremendo, o corpo inteiro encharcado de porra, mijo e cuspe. O cu tão aberto que um fio branco escorria sem parar no chão. A boca inchada, os olhos vidrados de cansaço e humilhação total. Ainda assim, quando um deles puxou o cabelo e perguntou, segurando a cara dela perto do vaso:
— Quer que a gente pare, sua puta de banheiro?
A voz saiu fraca, rouca, quase sem força:
— Não… não para… me usa mais… me mijá mais… me cuspe mais… me chama de tudo… eu sou a privada deste banheiro… eu mereço…
Quatro homens a seguraram de quatro em cima do vaso quebrado. Um enfiou o pau no cu, outro na boca, os outros dois esfregavam o pau nos peitos e davam tapa. Os demais se posicionaram em volta e começaram a mijar nela todos ao mesmo tempo. O corpo dela ficou encharcado, o cabelo colado, o rosto coberto. O mijo escorria pelo vaso e pelo chão. Ela engoliu o que pôde.
Quando o último gozou — fundo no cu, segurando o cabelo dela com força e xingando — ela desabou, o corpo caindo meio dentro do vaso sujo, ofegante, destruída. O cu aberto e pingando, a boca aberta, a língua para fora, os olhos semi-cerrados.
Um deles se agachou, pegou o queixo sujo e falou baixo, quase rindo:
— Olha o estado da mamãe… toda destruída num banheiro público de posto. Fala o que você é agora.
A voz saiu fraca, mas clara:
— Eu sou a puta… a privada… o buraco de merda da mamãe… eu existo pra ser usada em banheiro sujo… pra engolir mijo e porra de quem passa… pra ser cuspida e humilhada… eu sou o lixo deste lugar… a mamãe de merda que não serve pra mais nada…
Ele riu e deu um tapa na cara coberta de porra e mijo.
— Boa putinha. Agora limpa o chão e o vaso com a língua. Lambe toda a porra e o mijo. E não para até ficar menos nojento. Se limpar bem… a gente te leva pra um lugar ainda pior amanhã.
Ela obedeceu. De quatro no azulejo molhado, a língua para fora, lambendo o chão e a borda do vaso enquanto os quinze homens olhavam, riam e falavam as coisas mais baixas que conheciam.
Mamãe não pediu pra parar.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A puta de mamãe 5

Codigo do conto:
275174

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
21/10/2026

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