A sala fedia a sexo e suor. Mamãe estava no centro, de quatro no chão sujo, o cu ainda aberto e pingando a porra dos quatro homens que tinham acabado de usar ela. O cabelo colado na cara, os peitos caídos e vermelhos de tapa, a boca inchada de tanto engolir pinto. Mais dois homens entraram. Agora eram seis. — Olha a puta da mamãe… ainda quer mais — riu o novo, chutando de leve a bunda dela. — Abre essa boca, sua privada ambulante. Ele enfiou o pau sujo direto na garganta. Ela engasgou, babando, os olhos marejando, mas não recuou. O outro novo se ajoelhou atrás e enfiu o polegar no cu já frouxo, mexendo a porra que ainda escorria. — Esse cuzinho tá uma bagunça… todo aberto, todo sujo. Parece o ralo de um banheiro de putaria. Fala o que você é, sua vaca de merda. A voz dela saiu abafada, com o pau fundo na garganta: — Ugh… puta… puta da mamãe… privada… buraco de porra… Ele puxou o cabelo com força e gritou: — Mais alto, caralho! Grita pra todo mundo ouvir! Ela tirou a boca só o suficiente pra gritar, a voz rouca e humilhada: — EU SOU A PUTA IMunda DA MAMÃE! A VACA NOJENTA QUE SERVE DE PRIVADA! O BURACO DE MERDA QUE ENGOLA PORRA E CUSPE! A PORCA QUE ABRE O CU PRA QUALQUER UM! Os homens riram. Um deles se ajoelhou na frente e começou a bater no rosto dela com o pau, batendo forte nas bochechas, no nariz, na testa. — Toma, sua cadela. Toma nessa cara de mamãe. Essa cara que já mamou filho agora só serve pra levar tapa de pinto e cusparada. Ele cuspiu grosso na boca aberta dela. Outro cuspiu no cabelo. Outro no peito. Em segundos o rosto dela estava escorrendo saliva e porra velha. — Engole tudo, sua merda. Engole o cuspe dos homens que tão te fodendo. Você não merece nem água limpa. Dois homens se posicionaram. Um deitou no chão e puxou ela pra cima, enfiando o pau grosso no cu de uma vez só. Ela gritou, o corpo tremeu, mas ele segurou as coxas e começou a meter com força, o pau saindo todo sujo de porra antiga a cada estocada. — Sobe e desce, sua puta. Cavalga esse pau no cu. Mostra como a mamãe cavalga pinto. O outro se ajoelhou na frente e enfiou o pau na boca dela ao mesmo tempo. Agora ela estava sendo fodida nos dois buracos, o corpo balançando entre os dois. Os outros quatro rodeavam, batendo punheta, cuspido, dando tapa na cara, nos peitos, na bunda. — Olha a putinha… toda arrombada… — um deles falou, apertando o peito dela até ficar roxo. — Esses peitos de mamãe mole… serve só pra cuspir e pra bater. Fala que você gosta de ser usada assim. Ela soltou o pau da boca, babando e ofegante, a voz quebrada de vergonha: — Eu… eu gosto… eu gosto de ser a privada de vocês… gosto de tomar porra no cu… gosto de levar tapa na cara… gosto de ser chamada de puta… de vaca… de porca… de lixo… — Continua, sua vadia nojenta! — Eu sou a mamãe de merda que abre o cu pra seis homens… a puta que engole cuspe… a cadela que pede pra ser humilhada… a privada que chupa pinto sujo… eu mereço ser fodida até não aguentar mais… Um deles se abaixou e mijou na boca aberta dela. O jato quente encheu a garganta. Ela engasgou, mas engoliu o máximo que pôde, o resto escorrendo pelo queixo e pelos peitos. — Engole o mijo, sua porca. Engole a xixi dos homens que tão te usando. Isso é o que você merece. Ela engoliu, a língua para fora, os olhos baixos de humilhação total. — Obrigada… obrigada por mijar na puta da mamãe… Os homens se revezaram sem piedade. Um gozou fundo no cu e puxou o pau pra fora, deixando a porra escorrer. Outro gozou na boca e forçou ela a segurar com a língua pra fora, mostrando o branco. Outro gozou nos peitos e esfregou o pau sujo na cara dela. Outro gozou no cabelo. Outro no cu de novo. O último puxou ela pelo cabelo até o chão e gozou direto no rosto, cobrindo os olhos, o nariz, a boca. Quando terminaram, ela estava estendida no chão, o corpo todo coberto de porra, cuspe e mijo. O cu aberto e pingando, a boca inchada, os peitos vermelhos e sujos, o cabelo colado. Um deles se agachou, pegou o queixo dela com força e falou bem perto: — Olha o estado da mamãe… toda suja de porra e mijo. Fala o que você é agora, sua merda. A voz dela saiu fraca, quase um sussurro, mas cheia de vergonha e excitação: — Eu sou a puta… a privada… o buraco de merda da mamãe… eu existo pra ser usada… pra ser humilhada… pra engolir porra e mijo… eu sou o lixo de vocês… Ele riu e deu um tapa leve na cara suja. — Boa putinha. Agora limpa o chão com a língua. Lambe toda a porra e o mijo que caiu. E não para até o chão ficar limpo. Ela obedeceu. De quatro, a língua para fora, lambendo o chão sujo enquanto os seis homens olhavam e riam, chamando ela de todas as palavras mais baixas que conheciam. A noite ainda estava só começando.
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