A puta de mamãe 2



A sala fedia a sexo e suor. Mamãe estava no centro, de quatro no chão sujo, o cu ainda aberto e pingando a porra dos quatro homens que tinham acabado de usar ela. O cabelo colado na cara, os peitos caídos e vermelhos de tapa, a boca inchada de tanto engolir pinto.
Mais dois homens entraram. Agora eram seis.
— Olha a puta da mamãe… ainda quer mais — riu o novo, chutando de leve a bunda dela. — Abre essa boca, sua privada ambulante.
Ele enfiou o pau sujo direto na garganta. Ela engasgou, babando, os olhos marejando, mas não recuou. O outro novo se ajoelhou atrás e enfiu o polegar no cu já frouxo, mexendo a porra que ainda escorria.
— Esse cuzinho tá uma bagunça… todo aberto, todo sujo. Parece o ralo de um banheiro de putaria. Fala o que você é, sua vaca de merda.
A voz dela saiu abafada, com o pau fundo na garganta:
— Ugh… puta… puta da mamãe… privada… buraco de porra…
Ele puxou o cabelo com força e gritou:
— Mais alto, caralho! Grita pra todo mundo ouvir!
Ela tirou a boca só o suficiente pra gritar, a voz rouca e humilhada:
— EU SOU A PUTA IMunda DA MAMÃE! A VACA NOJENTA QUE SERVE DE PRIVADA! O BURACO DE MERDA QUE ENGOLA PORRA E CUSPE! A PORCA QUE ABRE O CU PRA QUALQUER UM!
Os homens riram. Um deles se ajoelhou na frente e começou a bater no rosto dela com o pau, batendo forte nas bochechas, no nariz, na testa.
— Toma, sua cadela. Toma nessa cara de mamãe. Essa cara que já mamou filho agora só serve pra levar tapa de pinto e cusparada.
Ele cuspiu grosso na boca aberta dela. Outro cuspiu no cabelo. Outro no peito. Em segundos o rosto dela estava escorrendo saliva e porra velha.
— Engole tudo, sua merda. Engole o cuspe dos homens que tão te fodendo. Você não merece nem água limpa.
Dois homens se posicionaram. Um deitou no chão e puxou ela pra cima, enfiando o pau grosso no cu de uma vez só. Ela gritou, o corpo tremeu, mas ele segurou as coxas e começou a meter com força, o pau saindo todo sujo de porra antiga a cada estocada.
— Sobe e desce, sua puta. Cavalga esse pau no cu. Mostra como a mamãe cavalga pinto.
O outro se ajoelhou na frente e enfiou o pau na boca dela ao mesmo tempo. Agora ela estava sendo fodida nos dois buracos, o corpo balançando entre os dois.
Os outros quatro rodeavam, batendo punheta, cuspido, dando tapa na cara, nos peitos, na bunda.
— Olha a putinha… toda arrombada… — um deles falou, apertando o peito dela até ficar roxo. — Esses peitos de mamãe mole… serve só pra cuspir e pra bater. Fala que você gosta de ser usada assim.
Ela soltou o pau da boca, babando e ofegante, a voz quebrada de vergonha:
— Eu… eu gosto… eu gosto de ser a privada de vocês… gosto de tomar porra no cu… gosto de levar tapa na cara… gosto de ser chamada de puta… de vaca… de porca… de lixo…
— Continua, sua vadia nojenta!
— Eu sou a mamãe de merda que abre o cu pra seis homens… a puta que engole cuspe… a cadela que pede pra ser humilhada… a privada que chupa pinto sujo… eu mereço ser fodida até não aguentar mais…
Um deles se abaixou e mijou na boca aberta dela. O jato quente encheu a garganta. Ela engasgou, mas engoliu o máximo que pôde, o resto escorrendo pelo queixo e pelos peitos.
— Engole o mijo, sua porca. Engole a xixi dos homens que tão te usando. Isso é o que você merece.
Ela engoliu, a língua para fora, os olhos baixos de humilhação total.
— Obrigada… obrigada por mijar na puta da mamãe…
Os homens se revezaram sem piedade. Um gozou fundo no cu e puxou o pau pra fora, deixando a porra escorrer. Outro gozou na boca e forçou ela a segurar com a língua pra fora, mostrando o branco. Outro gozou nos peitos e esfregou o pau sujo na cara dela. Outro gozou no cabelo. Outro no cu de novo. O último puxou ela pelo cabelo até o chão e gozou direto no rosto, cobrindo os olhos, o nariz, a boca.
Quando terminaram, ela estava estendida no chão, o corpo todo coberto de porra, cuspe e mijo. O cu aberto e pingando, a boca inchada, os peitos vermelhos e sujos, o cabelo colado.
Um deles se agachou, pegou o queixo dela com força e falou bem perto:
— Olha o estado da mamãe… toda suja de porra e mijo. Fala o que você é agora, sua merda.
A voz dela saiu fraca, quase um sussurro, mas cheia de vergonha e excitação:
— Eu sou a puta… a privada… o buraco de merda da mamãe… eu existo pra ser usada… pra ser humilhada… pra engolir porra e mijo… eu sou o lixo de vocês…
Ele riu e deu um tapa leve na cara suja.
— Boa putinha. Agora limpa o chão com a língua. Lambe toda a porra e o mijo que caiu. E não para até o chão ficar limpo.
Ela obedeceu. De quatro, a língua para fora, lambendo o chão sujo enquanto os seis homens olhavam e riam, chamando ela de todas as palavras mais baixas que conheciam.
A noite ainda estava só começando.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
A puta de mamãe 2

Codigo do conto:
275170

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
21/10/2026

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