A puta de mamãe 3



A sala estava fedendo a porra, mijo e suor. Mamãe estava no centro, nua, o corpo inteiro coberto de porra seca e fresca, o cabelo colado no rosto, o cu tão aberto que escorria um fio branco contínuo. Os peitos vermelhos e roxos de tanto tapa. A boca inchada, o queixo pingando.
Agora eram oito homens.
Um deles puxou ela pelo cabelo até o meio da roda e cuspiu direto na cara.
— Abre a boca, sua privada de merda. Abre essa boceta de cima.
Ela abriu. Imediatamente três jatos de mijo quente miraram a boca, o rosto e o cabelo ao mesmo tempo. O líquido amarelo encheu a garganta, escorreu pelo peito, molhou o chão. Ela engasgou, engoliu o máximo que conseguiu, o resto escorrendo pelo corpo.
— Engole o mijo, sua porca nojenta. Engole a xixi dos homens que tão te usando como privada. Você não merece água limpa. Você merece só mijo e porra.
A voz dela saiu rouca, humilhada, quase chorosa:
— Obrigada… obrigada por mijar na puta da mamãe… eu sou a privada… a privada de merda…
Um homem se deitou no chão sujo e puxou ela pra cima. O pau grosso entrou no cu de uma vez, sem piedade. Ela gritou, o corpo tremeu, mas ele segurou as coxas e começou a meter com força bruta, o pau saindo todo sujo a cada estocada.
— Cavalga, sua vaca. Cavalga esse pau no cu aberto. Mostra como a mamãe de merda cavalga pinto.
Outro se ajoelhou na frente e enfiou o pau na garganta até as bolas. Agora ela estava sendo arrombada nos dois buracos ao mesmo tempo. Os outros seis rodeavam, batendo punheta, cuspido sem parar, dando tapa na cara, nos peitos, na bunda, no clitóris.
— Olha a putinha… toda arrombada… toda mijada… — um deles apertou o peito dela até sair um grito. — Esses peitos mole de mamãe… só serve pra cuspir, pra bater e pra esfregar pinto sujo.
Ele esfregou o pau coberto de porra nos peitos e deu vários tapas fortes. Outro cuspiu na boca aberta dela enquanto ela engasgava no pau. Outro mijou de novo, agora direto no cu que estava sendo fodido, o jato quente misturando com a porra que escorria.
— Fala o que você é, sua merda humana. Grita.
Ela soltou o pau da boca, babando, o rosto coberto de mijo e saliva, a voz quebrada:
— EU SOU A PUTA IMunda DA MAMÃE! A PRIVADA DE MERDA! O BURACO DE MIJO E PORRA! A VACA NOJENTA QUE ENGOLA XIXI! A PORCA QUE ABRE O CU PRA OITO HOMENS! O LIXO QUE EXISTE SÓ PRA SER USADO E HUMILHADO!
— Continua, sua cadela de merda!
— Eu sou a mamãe de merda que chupa pinto sujo… que engole mijo… que pede pra ser cuspida… que gosta de levar tapa na cara… que merece ser fodida até não aguentar mais… eu sou o ralo de vocês… a privada ambulante… a puta mais baixa que existe…
Os homens se revezaram sem descanso. Quando um gozava, outro entrava. Um gozou fundo no cu e puxou o pau pra fora, deixando a porra escorrer em fio. Outro gozou na garganta e forçou ela a segurar a língua pra fora, mostrando o branco. Outro gozou no cabelo e esfregou o pau sujo na cara. Outro mijou de novo na boca aberta. Outro gozou nos peitos e bateu com o pau nela. Outro enfiou o pau no cu já batido e gozou tão fundo que ela gritou.
Eles não paravam. Cuspe constante na cara, nos peitos, no cu. Tapas sem parar. Nomes cada vez mais baixos:
— Privada de merda
— Buraco de mijo
— Vaca nojenta
— Porca de porra
— Lixo humano
— Mamãe de merda
— Cadela de esgoto
— Ralo de putaria
Depois de mais de uma hora, ela estava tremendo, o corpo inteiro sujo, o cu tão aberto que não fechava mais, a boca inchada, os olhos vidrados de cansaço e humilhação. Ainda assim, quando um deles puxou o cabelo e perguntou:
— Quer que a gente pare, sua puta?
Ela balançou a cabeça, a voz fraca, quase sem força:
— Não… não para… me usa mais… me mijá mais… me cuspe mais… me chama de tudo… eu sou a privada de vocês… eu mereço…
Dois homens a seguraram de quatro. Um enfiou o pau no cu, outro na boca. Os outros seis se posicionaram em volta e começaram a mijar nela de novo, todos ao mesmo tempo. O corpo dela ficou encharcado de mijo quente. Ela engoliu o que pôde, o resto escorrendo pelo chão.
Quando o último gozou — fundo no cu, segurando o cabelo dela com força — ela desabou no chão, ofegante, o corpo inteiro coberto de porra, mijo e cuspe. O cu aberto e pingando, a boca aberta, a língua para fora, os olhos semi-cerrados de exaustão.
Um deles se agachou, pegou o queixo sujo dela e falou baixo, quase carinhoso:
— Olha o estado da mamãe… toda destruída. Fala o que você é agora.
A voz saiu fraca, rouca, mas clara:
— Eu sou a puta… a privada… o buraco de merda da mamãe… eu existo pra ser usada até não aguentar… pra engolir mijo e porra… pra ser cuspida e humilhada… eu sou o lixo de vocês… a mamãe de merda que não serve pra mais nada…
Ele riu e deu um tapa leve na cara coberta de porra.
— Boa putinha. Agora limpa o chão com a língua. Lambe toda a porra e o mijo. E não para até ficar limpo. Se limpar bem, a gente te usa de novo amanhã.
Ela obedeceu. De quatro, a língua para fora, lambendo o chão encharcado enquanto os oito homens olhavam, riam e falavam as coisas mais sujas que conheciam.
Mamãe não pediu pra parar.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
A puta de mamãe 3

Codigo do conto:
275172

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
21/10/2026

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