No dia seguinte eles a levaram para um beco estreito atrás de um bar abandonado. O chão era de concreto rachado, cheio de lixo, pontas de cigarro e poças de mijo velho. Cheirava a urina e lixo apodrecido. A luz de um poste distante mal iluminava o lugar. Desta vez eram dezoito homens. Mamãe chegou nua, o corpo coberto de marcas, o cu ainda um pouco aberto, os peitos roxos e sujos. Assim que entraram no beco, um deles a empurrou de joelhos no meio da sujeira. — Ajoelha no lixo, sua puta. Hoje a mamãe vai ser a privada do beco. Ela ajoelhou. Imediatamente vários homens abriram as calças e começaram a mijar nela. Jatos quentes acertaram a boca, o rosto, o cabelo, os peitos e as costas. O líquido amarelo escorreu pelo corpo e se misturou com as poças sujas do chão. Ela abriu a boca e engoliu o máximo que conseguiu, engasgando, a garganta queimando. — Engole, sua porca de beco. Engole o mijo de dezoito homens. Você é o ralo deste lugar agora. A voz dela saiu abafada, humilhada: — Obrigada… obrigada por mijar na puta da mamãe… eu sou a privada do beco… a privada de merda… Dois homens a puxaram contra a parede suja. Um a virou de frente para o muro e enfiou o pau grosso no cu de uma vez. Ela gritou, o corpo tremeu, as mãos espalmadas na parede suja. O segundo se posicionou na frente e enfiou o pau na garganta até as bolas. Agora ela estava sendo arrombada nos dois buracos, o corpo preso entre a parede e os homens. Os outros dezesseis se espremia no beco estreito. Cuspe sem parar. Tapas nos peitos, na bunda, na cara. Paus batendo no rosto. Mãos puxando o cabelo com força. — Olha a mamãe de merda… sendo fodida num beco sujo… — um deles apertou o peito dela até sair um grito. — Esses peitos mole só servem pra cuspir e pra bater enquanto toma no cu contra a parede. Fala o que você é, sua cadela de lixo. Ela soltou o pau da boca, babando, o rosto coberto de mijo e saliva, a voz quebrada: — EU SOU A PUTA IMunda DA MAMÃE! A PRIVADA DE MERDA DESTE BECO! O BURACO DE MIJO E PORRA! A VACA NOJENTA QUE ENGOLA XIXI DE QUEM PASSA! A PORCA QUE ABRE O CU CONTRA A PAREDE SUJA! O LIXO QUE EXISTE SÓ PRA SER USADO AQUI! — Mais alto, caralho! Grita pra quem passar na rua ouvir! — EU SOU O RALO DESTE BECO! A MAMÃE DE MERDA QUE CHUPA PINTO SUJO! QUE PEDE PRA SER CUSPIDA! QUE GOSTA DE LEVAR TAPA NA CARA ENQUANTO TOMA MIJO! QUE MERECE SER FODIDA ATÉ NÃO AGUENTAR MAIS NO MEIO DO LIXO! Os homens se revezaram sem piedade. Quando um gozava, outro entrava. Um gozou fundo no cu e puxou o pau pra fora, deixando a porra escorrer pelas coxas e cair no chão sujo. Outro gozou na garganta e forçou ela a segurar a língua pra fora, mostrando o branco misturado com mijo. Outro mijou de novo na boca aberta enquanto ela ainda tinha porra na língua. Outro gozou nos peitos e esfregou o pau sujo na cara dela. Outro a virou de quatro no meio do lixo e meteu no cu já destruído, enquanto outros mijavam nas costas e na cabeça. Eles a usaram em todo o beco. De quatro no concreto sujo. Encstada na parede, com as pernas abertas. Ajoelhada no meio das poças de mijo, com a cara no chão, o cu pra cima. Em pé, segurada por vários homens enquanto outros a fodiam e mijavam nela ao mesmo tempo. Os nomes não paravam: — Privada de beco — Buraco de esgoto — Vaca nojenta de rua — Porca de porra e mijo — Lixo humano — Mamãe de merda — Cadela de beco — Ralo de putaria de rua Depois de quase duas horas e meia, ela estava tremendo, o corpo inteiro encharcado de porra, mijo e cuspe. O cu tão aberto que um fio branco escorria sem parar pelas coxas. A boca inchada, os olhos vidrados de cansaço e humilhação total. Ainda assim, quando um deles puxou o cabelo e perguntou, segurando a cara dela perto de uma poça de mijo: — Quer que a gente pare, sua puta de beco? A voz saiu fraca, rouca, quase sem força: — Não… não para… me usa mais… me mijá mais… me cuspe mais… me chama de tudo… eu sou a privada deste beco… eu mereço… Cinco homens a seguraram de quatro no meio do lixo. Um enfiou o pau no cu, outro na boca, os outros esfregavam o pau nos peitos e davam tapa. Os demais se posicionaram em volta e começaram a mijar nela todos ao mesmo tempo. O corpo dela ficou encharcado, o cabelo colado, o rosto coberto. O mijo escorria pelo concreto rachado e se misturava com o lixo. Ela engoliu o que pôde. Quando o último gozou — fundo no cu, segurando o cabelo dela com força e xingando — ela desabou no chão sujo, ofegante, destruída. O cu aberto e pingando, a boca aberta, a língua para fora, os olhos semi-cerrados. Um deles se agachou, pegou o queixo sujo e falou baixo, rindo: — Olha o estado da mamãe… toda destruída num beco sujo. Fala o que você é agora. A voz saiu fraca, mas clara: — Eu sou a puta… a privada… o buraco de merda da mamãe… eu existo pra ser usada em beco sujo… pra engolir mijo e porra de quem passa… pra ser cuspida e humilhada no lixo… eu sou o lixo deste lugar… a mamãe de merda que não serve pra mais nada… Ele riu e deu um tapa na cara coberta de porra e mijo. — Boa putinha. Agora limpa o chão com a língua. Lambe a porra, o mijo e a sujeira. E não para até a gente mandar. Se limpar bem… a gente te leva pra um lugar ainda pior amanhã. Ela obedeceu. De quatro no concreto rachado, a língua para fora, lambendo o chão sujo do beco enquanto os dezoito homens olhavam, riam e falavam as coisas mais baixas que conheciam. Mamãe não pediu pra parar.
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