OS DOIS MOTORISTAS E ELA SENTANDO NA CARA CHEIA DE LEITE



A quinta chegou. E o Eder chegou com o amigo. Chamava Vitor. Também motorista. Mais novo. Vinte e cinco. Cabelo crespo. Sorriso fácil. Cheiro de desodorante forte e bala de menta. Magro, mas com braço firme. O Eder abriu a porta. O Vitor entrou. Olhou para o corno. Ajoelhado na porta. De cueca. De cinto. E riu.

— Eder, é verdade mesmo.

— Falei que era.

O Vitor andou em volta dele. Como quem olha carro usado. Olhou o cinto. Olhou a cueca. Olhou a cara.

— Ele tá ajoelhado desde quando?

— Desde que eu cheguei — falou o Eder.

— E vai ficar até quando?

— Até ela mandar levantar.

Ela saiu do quarto. De roupão. Cabelo solto. Olhou os dois. Olhou o corno. E falou:

— Vitor, né?

— Isso.

— O Eder falou bem de você?

— Falou.

— E você aguenta?

O Vitor riu. Estufou o peito.

— Aguanto sim.

— Aguenta quanto?

— O quanto ela quiser.

— Então senta. Bebe. Que hoje tem dois. E dois é dois.

O Eder foi primeiro. Sem pressa. Como quem já conhece o caminho. Comeu ela no sofá mesmo. De quatro. Na frente do Vitor. Na frente do corno. Ela gritou. Xingou. Pediu. E quando o Eder avisou que ia gozar, ela gritou alto:

— GOZA! GOZA TUDO DENTRO! BEM FUNDO! QUERO SENTIR! QUERO SENTIR ESCORRER! EU AMO PORRA DE MACHO DENTRO DA MINHA BUCETA! GOZA!

O Eder gozou. Fundo. Farto. Ela gritou quando sentiu. Gozou junto. Tremendo. Xingando. E o Vitor, no sofá, olhando, já estava duro. Já estava sem paciência. E o Eder saiu. E o Vitor nem esperou ela chamar. Já foi. Já pegou ela. Já virou. Já meteu.

E ela — com a porra do Eder ainda dentro, escorrendo — recebeu o Vitor por cima. E gritou de novo. Diferente. Gritou mais. O Vitor era mais novo. Mais rápido. Mais voraz. E ela gostou. Gritou o nome dele. Pediu mais. Mordeu o ombro dele. E o Vitor, sem parar, falou no ouvido dela:

— Tá gostando?

— Tô! Muito!

— Quer mais?

— Quero! Mete mais! Mete fundo! Me come!

— E quando eu gozar?

— Dentro! Sempre dentro! Só gozo com porra de macho dentro! É a minha vida! Enche! Enche tudo! Goza! Goza agora!

O Vitor gozou. Fundo. E foi a segunda porra dentro dela em vinte minutos. Ela sentiu. Sentiu quente. Sentiu cheio. Cheio de verdade. Duas. Duas porras. E gozou. Gozou gritando alto. Alto mesmo. Escândalo. Bateu na parede. E caiu na cama. De bruços. Cheia. Escorrendo pelas coxas. Duas. Duas porras de dois machos.

Ela respirou. Virou de barriga para cima. Olhou para os dois. Sentados. Cansados. Bebendo. E olhou para o corno. Ajoelhado no canto. De cinto. Cueca molhada. Olhos fixos nela. E ela falou:

— Vem cá. E deita no chão.

Ele foi. Deitou no chão. De costas. No meio da sala. E ela levantou. Caminhou até ele. Ficou de pé sobre ele. Olhou para baixo. E falou:

— Abre a boca.

Ele abriu. E ela desceu. Sentou de cócoras. A buceta na boca dele. Cheia. Escorrendo. As duas porras. Do Eder. Do Vitor. Tudo na boca dele. E ela falou, sentada no rosto dele:

— Lambe. Lambe tudo. Não deixa sobrar nada. Você vai tomar tudinho. Até a última gota. Porque é tudo seu. É a sua vitamina. Fala, corno.

— É a minha vitamina.

— Fala mais alto.

— É A MINHA VITAMINA!

Ela riu. E empurrou o rosto dele. Afundou. E ele lambeu. Bebeu. Engoliu. E ela sentiu. Sentiu a porra escorrer dela para dentro da boca dele. Sentiu ele engolir. Sentiu ele lamber mais. Sentiu a língua dele em cada canto. E gozou de novo. Gozou na boca dele. Gritou. Escândalo. Alta. E ele tomou tudo. Tudo. A porra dos dois. E a gozada dela. E limpou. Deixou limpinho. Limpinho de verdade.

E ela — ainda sentada no rosto dele — olhou para os dois motoristas. Os dois estavam rindo. Bebendo. Olhando. E ela falou, para eles:

— Tá vendo? Tá vendo ele limpar? Ele limpa tudo. E goza. De cinto. Sem tocar. Agora olha.

E ela esticou o braço. Passou a mão. E começou a bater nas bolas dele. Tapa. Tapa. Tapa. Com ele preso no cinto. Com a boca cheia. Com o rosto dela sentado em cima. E ele começou a gemer. E aí — o gozo dele veio. De cinto. Sem tocar. Com a boca ocupada. Com as bolas apanhando. E ele falou, com a boca abafada, mas alto:

— ISSO, MINHA DONA! CONTINUA! BATE MAIS! QUE EU TÔ GOZANDO LIMPANDO A SUA BUCETA E APANHANDO NAS BOLAS!

Ela riu. Alto. E bateu mais. Tapa. Tapa. Tapa. E falou, para os motoristas:

— Tá ouvindo? Tá ouvindo o que ele fala? Fala de novo, corno.

— ISSO, MINHA DONA! CONTINUA! BATE MAIS! QUE EU TÔ GOZANDO LIMPANDO A SUA BUCETA E APANHANDO NAS BOLAS!

O Eder e o Vitor riram. Alto. E o Vitor falou:

— Cara, isso é o homem mais feliz do mundo.

Ela bateu mais uma vez. Tapa. E falou:

— Fala o que você é.

— Sou corno manso de castidade.

— Fala mais alto.

— SOU CORNO MANSO DE CASTIDADE!

— E o que você faz?

— Limpo a buceta da minha dona cheia de porra de macho. E apanho nas bolas enquanto gozo.

— Fala mais alto.

— LIMPO A BUCETA DA MINHA DONA CHEIA DE PORRA DE MACHO! E APANHO NAS BOLAS ENQUANTO GOZO!

— Isso. Agora pega a sua porra. Com a mão. E come. Na frente deles.

Ele pegou. A cueca estava encharcada. Ele passou o dedo. Levou à boca. E engoliu. A própria porra. Junto com o gosto dos dois. E os motoristas aplaudiram. Devagar. Três palmas cada.

E ela levantou. Saiu de cima dele. Sentou no sofá. Cruzou as pernas. E falou, olhando para os dois:

— Quinta que vem tem mais. Traz outro amigo. Quero três.

O Eder riu.

— Três?

— Três. E ele limpa os três. E depois faz o jantar. E depois limpa de novo. Porque três é três.

O Vitor falou:

— E se a gente gozar duas vezes cada?

Ela olhou para o corno. Ainda no chão. Melado. De cinto. Sorrindo. E falou:

— Aí ele limpa seis. Seis porras. Uma atrás da outra. Sem reclamar. Fala, corno.

— Sem reclamar.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
OS DOIS MOTORISTAS E ELA SENTANDO NA CARA CHEIA DE LEITE

Codigo do conto:
275399

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
23/10/2026

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