— Eder, é verdade mesmo.
— Falei que era.
O Vitor andou em volta dele. Como quem olha carro usado. Olhou o cinto. Olhou a cueca. Olhou a cara.
— Ele tá ajoelhado desde quando?
— Desde que eu cheguei — falou o Eder.
— E vai ficar até quando?
— Até ela mandar levantar.
Ela saiu do quarto. De roupão. Cabelo solto. Olhou os dois. Olhou o corno. E falou:
— Vitor, né?
— Isso.
— O Eder falou bem de você?
— Falou.
— E você aguenta?
O Vitor riu. Estufou o peito.
— Aguanto sim.
— Aguenta quanto?
— O quanto ela quiser.
— Então senta. Bebe. Que hoje tem dois. E dois é dois.
O Eder foi primeiro. Sem pressa. Como quem já conhece o caminho. Comeu ela no sofá mesmo. De quatro. Na frente do Vitor. Na frente do corno. Ela gritou. Xingou. Pediu. E quando o Eder avisou que ia gozar, ela gritou alto:
— GOZA! GOZA TUDO DENTRO! BEM FUNDO! QUERO SENTIR! QUERO SENTIR ESCORRER! EU AMO PORRA DE MACHO DENTRO DA MINHA BUCETA! GOZA!
O Eder gozou. Fundo. Farto. Ela gritou quando sentiu. Gozou junto. Tremendo. Xingando. E o Vitor, no sofá, olhando, já estava duro. Já estava sem paciência. E o Eder saiu. E o Vitor nem esperou ela chamar. Já foi. Já pegou ela. Já virou. Já meteu.
E ela — com a porra do Eder ainda dentro, escorrendo — recebeu o Vitor por cima. E gritou de novo. Diferente. Gritou mais. O Vitor era mais novo. Mais rápido. Mais voraz. E ela gostou. Gritou o nome dele. Pediu mais. Mordeu o ombro dele. E o Vitor, sem parar, falou no ouvido dela:
— Tá gostando?
— Tô! Muito!
— Quer mais?
— Quero! Mete mais! Mete fundo! Me come!
— E quando eu gozar?
— Dentro! Sempre dentro! Só gozo com porra de macho dentro! É a minha vida! Enche! Enche tudo! Goza! Goza agora!
O Vitor gozou. Fundo. E foi a segunda porra dentro dela em vinte minutos. Ela sentiu. Sentiu quente. Sentiu cheio. Cheio de verdade. Duas. Duas porras. E gozou. Gozou gritando alto. Alto mesmo. Escândalo. Bateu na parede. E caiu na cama. De bruços. Cheia. Escorrendo pelas coxas. Duas. Duas porras de dois machos.
Ela respirou. Virou de barriga para cima. Olhou para os dois. Sentados. Cansados. Bebendo. E olhou para o corno. Ajoelhado no canto. De cinto. Cueca molhada. Olhos fixos nela. E ela falou:
— Vem cá. E deita no chão.
Ele foi. Deitou no chão. De costas. No meio da sala. E ela levantou. Caminhou até ele. Ficou de pé sobre ele. Olhou para baixo. E falou:
— Abre a boca.
Ele abriu. E ela desceu. Sentou de cócoras. A buceta na boca dele. Cheia. Escorrendo. As duas porras. Do Eder. Do Vitor. Tudo na boca dele. E ela falou, sentada no rosto dele:
— Lambe. Lambe tudo. Não deixa sobrar nada. Você vai tomar tudinho. Até a última gota. Porque é tudo seu. É a sua vitamina. Fala, corno.
— É a minha vitamina.
— Fala mais alto.
— É A MINHA VITAMINA!
Ela riu. E empurrou o rosto dele. Afundou. E ele lambeu. Bebeu. Engoliu. E ela sentiu. Sentiu a porra escorrer dela para dentro da boca dele. Sentiu ele engolir. Sentiu ele lamber mais. Sentiu a língua dele em cada canto. E gozou de novo. Gozou na boca dele. Gritou. Escândalo. Alta. E ele tomou tudo. Tudo. A porra dos dois. E a gozada dela. E limpou. Deixou limpinho. Limpinho de verdade.
E ela — ainda sentada no rosto dele — olhou para os dois motoristas. Os dois estavam rindo. Bebendo. Olhando. E ela falou, para eles:
— Tá vendo? Tá vendo ele limpar? Ele limpa tudo. E goza. De cinto. Sem tocar. Agora olha.
E ela esticou o braço. Passou a mão. E começou a bater nas bolas dele. Tapa. Tapa. Tapa. Com ele preso no cinto. Com a boca cheia. Com o rosto dela sentado em cima. E ele começou a gemer. E aí — o gozo dele veio. De cinto. Sem tocar. Com a boca ocupada. Com as bolas apanhando. E ele falou, com a boca abafada, mas alto:
— ISSO, MINHA DONA! CONTINUA! BATE MAIS! QUE EU TÔ GOZANDO LIMPANDO A SUA BUCETA E APANHANDO NAS BOLAS!
Ela riu. Alto. E bateu mais. Tapa. Tapa. Tapa. E falou, para os motoristas:
— Tá ouvindo? Tá ouvindo o que ele fala? Fala de novo, corno.
— ISSO, MINHA DONA! CONTINUA! BATE MAIS! QUE EU TÔ GOZANDO LIMPANDO A SUA BUCETA E APANHANDO NAS BOLAS!
O Eder e o Vitor riram. Alto. E o Vitor falou:
— Cara, isso é o homem mais feliz do mundo.
Ela bateu mais uma vez. Tapa. E falou:
— Fala o que você é.
— Sou corno manso de castidade.
— Fala mais alto.
— SOU CORNO MANSO DE CASTIDADE!
— E o que você faz?
— Limpo a buceta da minha dona cheia de porra de macho. E apanho nas bolas enquanto gozo.
— Fala mais alto.
— LIMPO A BUCETA DA MINHA DONA CHEIA DE PORRA DE MACHO! E APANHO NAS BOLAS ENQUANTO GOZO!
— Isso. Agora pega a sua porra. Com a mão. E come. Na frente deles.
Ele pegou. A cueca estava encharcada. Ele passou o dedo. Levou à boca. E engoliu. A própria porra. Junto com o gosto dos dois. E os motoristas aplaudiram. Devagar. Três palmas cada.
E ela levantou. Saiu de cima dele. Sentou no sofá. Cruzou as pernas. E falou, olhando para os dois:
— Quinta que vem tem mais. Traz outro amigo. Quero três.
O Eder riu.
— Três?
— Três. E ele limpa os três. E depois faz o jantar. E depois limpa de novo. Porque três é três.
O Vitor falou:
— E se a gente gozar duas vezes cada?
Ela olhou para o corno. Ainda no chão. Melado. De cinto. Sorrindo. E falou:
— Aí ele limpa seis. Seis porras. Uma atrás da outra. Sem reclamar. Fala, corno.
— Sem reclamar.