O dilema entre o que é certo e o que é errado define essa história. Sempre fui um cara tímido, invisível. Daqueles que chegam a um lugar e ninguém se lembra no dia seguinte. Meu trabalho era simples: resolver todos os problemas de informática da empresa. No dia a dia, eu conseguia enxergar como os outros caras conquistavam as mulheres com facilidade. Um sorriso disfarçado. Um toque leve nas mãos. Para eles, parecia tão fácil. Eu chegava em casa e ia direto para a minha atividade favorita: softwares de espionagem. Nunca os utilizava contra ninguém. Eu só era fascinado por esses programas — pela ideia de vasculhar a vida de uma pessoa sem que ela tivesse a menor noção do que estava acontecendo. Com o tempo, a ideia de usar um desses programas em alguém foi florescendo na minha mente. E esse foi um dos meus maiores erros. A ideia ficou martelando na minha cabeça por semanas. Até que um dia a oportunidade apareceu. Minha chefe se chamava Sandra. Quase cinquenta anos, ruiva, gorda, com aqueles seios enormes que quase explodiam dentro da blusa e uma bunda larga, pesada, que balançava quando ela andava. Sempre de salto alto. Sempre com a calcinha enfiada no meio daquela bunda grande, marcando o tecido da saia. O tipo de mulher que eu era louco pra comer. O tipo de mulher que eu imaginava toda noite, de quatro, gemendo, enquanto eu me masturbava no escuro. Naquele dia ela me chamou na sala dela para “resolver um probleminha no computador”. Eu entrei, fechei a porta e fui direto para a cadeira. Enquanto digitava, ela ficou de pé ao meu lado, perto demais. O perfume forte, o calor do corpo dela… eu conseguia ver o volume daquela bunda enorme quase na altura do meu rosto. Foi aí que eu aproveitei. Enquanto ela olhava o celular, eu inseri o pen drive. Em menos de dois minutos o software estava instalado, rodando em segundo plano, invisível. Câmera, microfone, teclado, arquivos… tudo. Ela nem desconfiou. Quando terminei, ela se inclinou sobre a mesa para olhar a tela e a blusa abriu um pouco. Os seios enormes quase saltaram para fora. A calcinha preta estava profundamente enfiada entre as nádegas gordas, formando aquele fio que eu tanto queria puxar com os dentes. — Pronto, Sandra — eu disse, tentando controlar a voz. — Já está funcionando. Ela sorriu, agradecida, e saiu andando pela sala. Eu fiquei olhando aquela bunda pesada balançar a cada passo, os saltos altos batendo no chão. Naquela noite, quando cheguei em casa, abri o programa pela primeira vez. Abri a pasta de imagens e o coração quase saiu pela boca. A primeira foto me fez engolir seco. Sandra estava de quatro na cama, a bunda enorme erguida, a mão esquerda puxando uma das nádegas para o lado, abrindo completamente a xana carnuda e rosada. Os dedos dos pés estavam cravados no colchão, as solas viradas para a câmera, como se ela soubesse exatamente o que o fotógrafo queria ver. Ao lado dela, no lençol, um consolo azul grosso, ainda molhado. Eu olhei para aquela imagem e pensei: “Porra… eu queria tanto ser o cara atrás dessa câmera. Queria ser eu mandando ela abrir mais, queria ser eu enfiando esse consolo nela enquanto tirava as fotos.” Minha mão já estava dentro da calça. A segunda foto era ainda pior. Ela estava deitada de costas, pernas bem abertas, a calcinha azul amassada na mão direita. Os dedos dos pés se pressionavam um contra o outro, como se ela estivesse um pouco envergonhada e, ao mesmo tempo, excitada. O olhar dela ia direto para a câmera. Um sorriso pequeno, convidativo, quase provocando. Os seios enormes caídos para os lados, a barriga mole, a xana completamente exposta. Eu fiquei duro pra caralho. Cada segundo olhando aquela foto me deixava mais excitado. Eu já estava me masturbando sem nem perceber. A terceira foto estava ainda mais foda. Sandra com uma das pernas levantada bem alto, o consolo azul enfiado até o fundo na buceta. A mão direita apertando o próprio seio gordo, os olhos fechados, a boca entreaberta. Dava pra ver o esforço do corpo dela, a tensão nas coxas, a forma como a pele da bunda se esticava. Eu gozei olhando para aquela imagem. Gozei forte, gemendo baixo, imaginando que era eu ali, enfiando o consolo nela, ouvindo os gemidos altos da minha chefe. Depois daquilo, eu fiquei obcecado. No dia seguinte, no corredor da empresa, eu a vi vindo na minha direção. Pela primeira vez eu não desviei o olhar. Fiquei parado, encarando aqueles seios enormes balançando sob a blusa, a saia justa marcando a bunda larga, os saltos altos batendo no chão. Sandra passou por mim… e olhou de volta. Só um segundo. Mas ela me viu. Me notou. E pela primeira vez eu não soube se aquilo era bom… ou se eu estava me enfiando em uma merda muito maior do que imaginava.
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