A CHEFE DEPOIS DO EXPEDIENTE

Eu já tinha feito aquela viagem com Cláudia outras vezes. Como diretora comercial, ela costumava acompanhar as reuniões mais importantes, e eu, como gerente da equipe, quase sempre era o escolhido para acompanhá-la. Naquela sexta-feira, porém, havia uma diferença: Renata, minha esposa, tinha resolvido viajar comigo para aproveitar o fim de semana. Eu imaginava que seria mais uma noite de hotel, jantar e conversa sobre trabalho. Não fazia ideia de que, depois do expediente, conheceria um lado de Cláudia que nunca tinha aparecido nas reuniões da empresa.
A gente chegou no hotel na sexta à tarde. Aquele ar condicionado gelado era sempre uma bênção depois de horas na estrada. Enquanto eu cuidava do check-in, com Renata do meu lado, passando a mão pelos cabelos e olhando em volta com uma curiosidade que eu já conheço bem, vi Cláudia entrando pelo lobby. Ela estava com uma pasta preta, terno azul que valorizava o corpo elegante e um ar cansado que contradizia a energia que ela costumava ter.
— Marcelo! Que sorte encontrar vocês aqui. Eu estava imaginando que já estaria na estrada de volta.
Cláudia sorriu, um sorriso que eu já estava acostumado a ver, mas que naquele momento pareceu diferente. Talvez por causa do lugar, talvez porque ela não estava com a postura de diretora.
— Cláudia, bom te ver. Essa é a Renata, minha esposa.
Renata estendeu a mão, com um sorriso aberto e espontâneo que sempre conquistava todo mundo.
— Prazer, Cláudia. Já ouvi falar bastante de você. Marcelo fala que você é a chefe mais exigente e divertida que ele já teve.
Cláudia riu, um som leve e surpreendente.
— Obrigada, acho. Exigente eu sei, mas divertida é novidade. É um prazer conhecer você, Renata. Marcelo, não precisa se preocupar, minha reunião acabou de terminar e, como a próxima é só segunda, resolvi ficar por aqui. Aproveitar um pouco da cidade.
Eu olhei para Renata, que piscou para mim, um daqueles sinais que a gente só entende depois de muitos anos de casamento. Era um sinal de curiosidade, de que algo interessante poderia acontecer.
— Que ótimo! A gente também vai ficar até domingo. A gente resolveu vir para relaxar um pouco depois do meu serviço — disse Renata.
— Pelo menos hoje eu devolvo ele antes do jantar — brincou Cláudia, com um olhar provocador na direção de Renata.
Os três rimos, uma daquelas risadas que quebram o gelo instantaneamente. Naquele momento, eu já sentia que aquela viagem seria diferente. Cláudia parecia mais descontraída, mais perto da minha idade do que dos seus 20 e poucos anos. E Renata, como sempre, parecia sentir o ambiente como ninguém.
À noite, a gente encontrou Cláudia no restaurante do hotel. Ela estava sozinha, lendo um menu com uma expressão concentrada que a fazia parecer mais velha, mais madura.
— Podemos nos juntar a você? — perguntei, já puxando uma cadeira para Renata.
— Claro, fico feliz em não ter que jantar sozinha. Sentem-se.
A conversa começou com os assuntos de sempre: a reunião, os clientes, as metas do próximo trimestre. Mas aos poucos, a conversa foi mudando de rumo. Renata, com a sua habilidade natural para fazer as pessoas se abrirem, começou a fazer perguntas mais pessoais.
— E seu noivo, Cláudia? Ele não te acompanha nessas viagens?
Cláudia suspirou, deixando o garfo no prato.
— Ah, o Ricardo... Ele viaja comigo quando pode, mas agora ele está com um projeto novo e mal consegue tirar um fim de semana livre. A gente se acostuma. A verdade é que, depois de tantos anos focando apenas em trabalho, é difícil conciliar as coisas.
Renata assentiu, com um olhar de compreensão.
— Eu sei como é. Com o Marcelo também não é fácil, mas a gente faz questão de encontrar um tempo para a gente. A gente já viajou juntos muito, mesmo com a correria.
Eu fiquei em silêncio, observando as duas. Havia uma conexão ali, uma empatia que eu não esperava. Cláudia, que no escritório era sempre a diretora focada e séria, ali parecia uma mulher qualquer, dividindo as suas dificuldades. E Renata, como sempre, encontrava um jeito de se conectar com as pessoas, de quebrar as barreiras.
Depois do jantar, Cláudia sugeriu que a gente continuasse a conversa no bar do hotel.
— Se vocês não se importam, claro. Eu não aguento mais ouvir falar de trabalho hoje. Hoje estou oficialmente de folga — disse ela, com um sorriso.
— Pra mim, a melhor notícia do dia — brincou Renata. — Acho que é a primeira vez que eu vou conversar com a chefe do meu marido sem ouvir falar de metas e relatórios.
O bar estava mais cheio, com uma música baixa e um ambiente mais intimista. A gente encontrou um sofá num canto mais afastado e pediu mais uma rodada de drinks. A conversa ficou mais solta, mais pessoal. Cláudia perguntou sobre a gente, sobre como a gente se conheceu, há quanto tempo estávamos juntos.
— 14 anos casados — respondi. — A gente se conheceu na faculdade, mas só começamos a namorar depois.
— 14 anos... Nossa, é muito tempo — disse Cláudia, com um olhar de admiração. — Vocês devem ter muita história para contar.
Renata sorriu, passando a mão na minha coxa.
— Temos. Algumas boas, outras nem tanto, mas a gente sempre soube conversar, saber o que o outro está sentindo. Acho que é o que nos mantém juntos.
Cláudia fez uma pausa, tomando um gole do seu drink. O silêncio que se seguiu era diferente, carregado de uma expectativa que eu não conseguia definir.
— E vocês... vocês costumam falar sobre atração? Sobre fantasias? — perguntou ela, com uma voz mais baixa, mais íntima.
A pergunta me pegou de surpresa. Eu olhei para Renata, esperando a reação dela. Ela, porém, parecia perfeitamente à vontade.
— Sim, por que não? Acho que é um assunto importante num casamento.
preciso ir ao banheiro disse claudia se sentindo meio alta ja e convidou renata para acompanhar la.
ficamos la dentro por uns minutos e quando saimos parecia que tinhamos combinado algo, renata tinha um brilho diferente nos olhos e claudia um sorriso de quem tinha um segredo
quando voltamos para o sofa, claudia sentou-se mais perto de mim, e renata do outro lado, de forma que eu estava no meio delas
— Sabe, Marcelo... — disse Cláudia, com a voz embargada pelo álcool e por outra coisa, uma espécie de ousadia que eu nunca tinha visto nela. — Na empresa, eu sempre achei que você era um cara muito profissional. Mas hoje... hoje eu estou vendo outro lado seu.
Ela passou a mão no meu braço, um toque leve, mas que me enviou um choque elétrico. Renata, do outro lado, passou a mão na minha nuca, massageando-a levemente.
— E eu, Cláudia... — disse Renata, com um sorriso malicioso. — Hoje eu estou vendo uma chefe muito mais interessante do que eu imaginava.
A tensão no ar era palpável. ( as duas tinham combinado alguma coisa no banheiro) eu podia sentir o cheiro do perfume de Cláudia, um perfume doce e sedutor, e o da Renata, um perfume mais familiar, mas que naquele momento me deixava tonto também.
— Acho que está muito barulhento aqui — disse Cláudia, quebrando o silêncio. — A gente não poderia continuar a conversa em um lugar mais tranquilo?
Renata olhou para mim, com um sorriso de cumplicidade.
— Nossa suíte tem uma pequena sala de estar. A gente pode ir para lá.
Cláudia sorriu, um sorriso de concordância, de quem sabia exatamente o que estava acontecendo. E eu, no meio delas, sentia um misto de nervosismo e excitação. Eu não acreditava que aquela noite estava tomando aquele rumo, mas eu não queria que terminasse. no elevador mesmo tendo espaço a claudia ficava rocando sua bunda em mim e eu sem saber o que fazer olhava para renata que acentia.
Na suíte, o ambiente era mais reservado, mais íntimo. A sala de estar tinha um sofá confortável e uma luz baixa, criando uma atmosfera perfeita para a conversa que a gente estava tendo. A gente se sentou, com as duas mulheres de cada lado de mim.
— Sabe, Marcelo... — começou Cláudia, com uma voz mais baixa, mais sedutora. — Eu sempre achei você um homem atraente. Mas eu nunca imaginei que a sua esposa fosse tão incrível também.
Renata sorriu, passando a mão na minha perna.
— O sentimento é mútuo, Cláudia. Eu também acho você uma mulher muito atraente.
E aí, as duas se olharam. E foi nesse olhar que eu entendi que aquilo era real, que aquilo estava acontecendo. Renata se inclinou e beijou Cláudia, um beijo suave, mas carregado de desejo. E eu fiquei ali, assistindo, com o coração batendo forte no peito.
Quando elas se separaram, Cláudia olhou para mim, com os olhos brilhando de desejo.
— E você, Marcelo? O que você acha disso?
Eu não sabia o que dizer. Mas eu sabia o que eu queria. Eu me inclinei e beijei Renata, um beijo que dizia tudo: o meu tesao por ela ela era muito mais nova e gostosa, o meu desejo por ela, e a minha excitação com aquela situação inesperada. Depois, me virei para Cláudia e beijei ela também, um beijo diferente, mas igualmente intenso. A língua dela era macia e o sabor do drink ainda estava lá. As minhas mãos começaram a explorar, uma na cintura de Renata, outra nas costas de Cláudia. As roupas começaram a cair, peça por peça, em um silêncio quebrado apenas pela respiração ofegante e pelos suspiros.
Primeiro foi a blusa de Cláudia, revelando um sutiã de renda preta que realçava os seios perfeitos. Depois, Renata se levantou e tirou o vestido, ficando apenas com a calcinha e o sutiã. Eu fiquei ali, no meio daquelas duas mulheres deslumbrantes, sentindo-me o homem mais sortudo do mundo.
— Vamos para o quarto — sussurrou Renata, pegando na minha mão.
No quarto, a cama era grande, convidativa. A luz da lua entrava pela janela, criando sombras sensuais nos corpos delas. deixamos a cortina aberta, vai que encontramos um telespactador. As duas me empurraram na cama e se ajoelharam na minha frente. Elas se olharam, como se estivessem se comunicando sem palavras, e depois, juntas, começaram a tirar a minha roupa.
A primeira coisa que eu senti foi a mão de Cláudia no meu pau, que já estava duro, latejante, 18 centimetros pode nao seu imenso mas sabe brincar. Ela começou a massageá-lo, devagar, enquanto Renata beijava o meu peito, a minha barriga, descendo cada vez mais. Quando a boca de Renata envolveu a cabeça do meu pau, eu suspirei, um som de puro prazer. Ela sabia exatamente como eu gostava, usava a língua de uma forma que me deixava louco.
Cláudia, por sua vez, não ficou parada. Ela se ajoelhou ao lado de Renata e começou a lamber meus ovos, passando a língua com uma delicadeza que me fez arrepiar. As duas mulheres, juntas, me dando prazer... era uma imagem que eu nunca ia esquecer.
— Troca — disse Renata, depois de alguns minutos, e as duas trocaram de lugar.
Agora era Cláudia que estava com o meu pau na boca. Ela o engoliu todo, até a base, com uma habilidade que me surpreendeu. Ela chupava com uma fome, uma paixão, que me deixava ainda mais excitado. Enquanto isso, Renata lambera e beija minha bunda, passando a língua pelo meu rabo com uma ousadia que eu nunca tinha visto nela. Eu gemi alto, sem conseguir me conter.
— Eu quero te sentir dentro de mim — sussurrou Cláudia, olhando para mim com os olhos cheios de desejo.
Ela se deitou de costas na cama, com as pernas abertas, convidando-me. puxei ela na beirada da cama para eu poder ficar em pe no chao. Eu me posicionei entre as pernas dela e entrei devagar, sentindo o calor, a umidade da buceta dela. Ela era apertada, e eu senti cada centímetro do meu pau entrando nela. Ela gemeu, um som baixo, cutural, de puro prazer. Eu comecei a me mover, devagar no início, depois mais rápido, mais forte, Enquanto ela me chamava de safado, gostoso… Isso me deixava ainda mais com excitação, mandei que ela ficasse de quatro e mandei língua para dentro dela. quando ela virou de quatro minha esposa se posicionou na frente dela e ela sem precisar mandar comecou a chupar a buceta de minha esposa, Ela sugava tão maravilhosamente que achei que fosse ter um troço de tanta excitação. Eu via meu pau entrando e saindo daquela buceta lisa e depilada enquanto ela chupava e dava língua na esposa, a cena era perfeita, e eu senti o controle se esvaindo.
— Não dentro — disse Cláudia, como se lesse meus pensamentos. — Eu quero você na minha bunda.
Com a bunda levantada para mim. Renata ficou deitada na frente dela, com as pernas abertas, e Cláudia começou a chupá-la novamente. eu a chamei de novinha safada e ela pediu mais.
Eu lubrifiquei meu pau com o suco dela e comecei a entrar devagar no seu cuzinho. Ela era ainda mais apertada lá, e eu senti ela estremecer enquanto eu a penetrava. Ela gemeu na buceta da Renata, um som de prazer . Eu comecei a me mover, devagar, depois mais rápido, enquanto ela continuava a chupar a Renata. A cena era surreal, e eu sentia o prazer se acumulando, uma onda que ia me arrastar. ela rebolava pedindo mais, enquanto eu alternava as estocadas profundas com mais lentas, minhas pernas tremiam de tanto prazer, ela não agüentando mais pediu para gozar na sua boca mas eu ainda nao iria gozar.
Entao Renata sentou-se na cama e Cláudia se ajoelhou na frente dela. Renata abriu as pernas e eu entrei na sua buceta com facilidade, ela estava molhadinha, pronta para mim. Eu comecei a me mover, enquanto Cláudia, de joelhos, assistia a tudo, com os dedos na sua própria buceta. A visão dela se masturbando enquanto eu fodia a Renata me deixou ainda mais louco.
— Meu cuzinho, Marcelo — disse Renata, olhando para mim por cima do ombro. — Vem com tudo.
Eu não hesitei. Eu saí da buceta dela e entrei no seu cuzinho. Ela era mais aberta que a Cláudia, e eu entrei com facilidade. Ela gemeu alto, um som de puro prazer, e eu comecei a fodê-la com força, enquanto Cláudia se masturbava.
antes de eu gozar claudi queria no cuzinho denovo,enfiei meu pau naquele delicioso cu, e bati forte segurando-a pela cintura. Ela dizia: huuuum! Safado, gostoso, pedir muito tempo com meu noivo e tendo um subordinado aqui do meu lado todos os dias. Enfiei meu pau todinho no cu dela até eu sentir que iria gozar
— Eu vou gozar — gritei, sentindo o prazer explodindo.
— Vem na minha boca — disse Cláudia e renata, se aproximando. Eu tirei meu pau da bunda da Cláudia e as duas se ajoelharam na minha frente, com as bocas abertas. Eu gozei com força, um jato quente que cobriu os rostos delas. Elas sorriam, lambendo o meu esperma, com um olhar de pura satisfação. Foi uma das porras mais intensas que eu já tive, e eu fiquei ali, ofegante, olhando para aquelas duas mulheres incríveis. as duas se beijaram para dividir meu leite, me deram beijos carinhosos.
A gente ficou na cama por um tempo, abraçado, sem dizer nada. O silêncio era confortável, preenchido pela respiração ofegante e pelo cheiro de sexo no ar. Eu sentia o corpo delas contra o meu, o calor das suas peles, e sentia uma paz, uma satisfação, que eu não sentia há muito tempo. Depois de um tempo, Cláudia se levantou.
— Eu vou tomar um banho — disse ela, com um sorriso. — Alguém quer se juntar a mim?
Renata e eu nos olhamos, e a gente sorriu. A gente se levantou e seguiu Cláudia para o banheiro. O chuveiro era grande, o suficiente para os três, e a água quente caindo nos nossos corpos era revigorante. A gente se lavou, um ao outro, com sabonetes e toalhas, em um ritual que era tão íntimo quanto o sexo que a gente tinha acabado de ter. Quando a gente saiu do banheiro, a gente se enxugou e ficamos nus. a gente ficou na sala, conversando, como se a gente fosse velhos amigos. depois fomos deitar cansados.
Eu acordei no meio da madrugada, com uma sensação quente abaixo da minha cintura. Eu abri os olhos e vi Cláudia, com a cabeça no meu colo, chupando meu pau que estava mole. Assim que ela sentiu que eu estava acordando, ela começou a chupar com mais vontade, e meu pau endureceu na boca dela. era uma visão deliciosa, uma mulher jovem e bonita, de 20 e poucos anos, chupando o meu pau com uma fome que me deixava louco.
Ela olhou para mim, com os olhos brilhando, e depois subiu, sentando-se no meu pau. Ela começou a cavalgar, freneticamente, gemendo alto, enquanto eu segurava as ancas dela. O movimento era rápido, intenso, e eu sentia cada centímetro do meu pau dentro dela. Nesse momento, Renata acordou e viu aquela cena. Ela não ficou com ciúmes, pelo contrário, ela sorriu, um sorriso de quem estava gostando do que via. Ela se aproximou e começou a beijar Cláudia, passando as mãos pelos seios dela, enquanto eu continuava a foder Cláudia por baixo. as duas se beijavam com paixão, e eu fiquei ainda mais excitado com aquela cena. eu senti a mão de Renata no meu peito, passando devagar, enquanto ela beijava o pescoço de Cláudia. A gente formava um trio perfeito, um quebra cabeça de corpos e prazeres. Depois de um tempo, Cláudia gemeu alto e eu senti o corpo dela tremer, um orgasmo intenso que a deixou ofegante. Ela desabou ao meu lado, com um sorriso de satisfação no rosto.
— Agora é a sua vez — disse Renata, se virando para mim.
Ela se ajoelhou na cama, com a bunda para mim, e eu não hesitei. Eu entrei na sua buceta, que estava molhadinha, pronta para mim. Eu comecei a me mover, devagar, depois mais rápido, enquanto Cláudia assistia a tudo, com os dedos na sua própria buceta. A visão dela se masturbando enquanto eu fodia a Renata me deixou ainda mais louco.
— Vem no meu cuzinho — disse Renata, olhando para mim por cima do ombro.
Eu saí da buceta dela e entrei no seu cuzinho. Ela era mais aberta que a Cláudia, e eu entrei com facilidade. Ela gemeu alto, um som de puro prazer, e eu comecei a fodê-la com força, enquanto Cláudia se masturbava.
— Eu quero te ver gozando — disse Cláudia, com a voz embargada.
Eu não consegui segurar por muito tempo. Eu senti o prazer se acumulando, uma onda que ia me arrastar. Eu gritei, um som de pura satisfação, e gozei no cu da Renata, um jato quente que a fez tremer. Nao acreditei quando vi claudia se colocando atras de renata para beber meu semem saido de sua bunda. Quando o último espasmo passou, a gente ficou ali, ofegante, abraçado, com o cheiro de sexo no ar. A gente dormiu assim, os três juntos, enrolados como se fossem uma só pessoa.
Eu acordei com os raios do sol batendo no meu rosto. Eu senti o lado da cama vazio e ouvi vozes baixinhas vindas da sala de estar. Eu me levantei, ainda um pouco sonolento, e caminhei até a porta. O que eu vi me deixou duro na hora. Cláudia e Renata estavam nuas, no chão, em um 69 perfeito. Renata estava por baixo, com as pernas abertas, e Cláudia estava por cima, com a língua na buceta da Renata. A visão era incrível, e eu comecei a me masturbar, assistindo àquela cena deliciosa.
— Marcelo, venha cá — disse Cláudia, tirando a boca da buceta da Renata por um segundo. — Se junte a nós.
Eu não precisei de mais convite. Eu me ajoelhei atrás de Cláudia, que continuava a chupar Renata. A visão da bunda dela, aberta para mim, era um convite irrecusável. Eu lubrifiquei meu pau com a saliva e comecei a entrar no seu cuzinho. Ela gemeu na buceta da Renata, um som de prazer abafado. Eu comecei a me mover, devagar, depois mais rápido, mais forte. A cada estocada, Cláudia gemia mais alto, e eu sentia o corpo dela tremer.
— Fode meu cuzinho, Marcelo — disse ela, com a voz embargada. — Fode com tudo.
Eu não me segurei. Eu fodi com força, com uma fome que eu não sentia há muito tempo. Eu senti o prazer se acumulando, uma onda que ia me arrastar. Ela gemeu alto e gozou na boca da Renata, um orgasmo intenso que a deixou ofegante. Nesse momento, Renata pediu para eu foder o cuzinho dela também. Eu não hesitei. Eu saí do cu de Cláudia e entrei no cu da Renata, que estava molhado com a saliva da Cláudia. Cláudia se colocou debaixo de Renata e começou a chupá-la, enquanto eu fodia o cu da minha esposa. A cena era surreal, e eu sentia o prazer se acumulando, uma onda que ia me arrastar. Renata gemeu alto e gozou na boca da Cláudia, um orgasmo intenso que a deixou ofegante. A visão da minha esposa gozando na boca da minha chefe me deixou louco, e eu não consegui segurar por mais tempo. Eu gritei, um som de pura satisfação, e gozei no cu da Renata, um jato quente que a fez tremer. Cláudia que estava embaixo ficou esperando minha porra sair do rabo de minha esposa para engolir tudo.
Quando o último espasmo passou, a gente ficou ali, ofegante, no chão da sala. O sol entrava pela janela, iluminando os nossos corpos suados e satisfeitos. A gente se beijou, um beijo que era uma mistura de tudo o que a gente tinha vivido naquela noite e naquela manhã.
Depois de um tempo, a gente se levantou e foi tomar banho. O chuveiro, novamente, foi um momento de intimidade e descontração. A gente se lavou, um ao outro, com sabonetes e toalhas, em um ritual que já se tornara nosso. Quando a gente saiu do banheiro, a gente se vestiu e desceu para tomar o café da manhã.
O restaurante do hotel estava cheio, mas a gente conseguiu uma mesa num canto mais afastado. A gente pediu o café da manhã e começou a comer, em um silêncio confortável, quebrado apenas pelos barulhos dos talheres e pela conversa baixa das outras mesas.
— Então — disse Cláudia, depois de um tempo, com um sorriso malicioso. — Acho que essa foi, provavelmente, a reunião mais inesperada da semana.
— Pelo menos dessa vez não precisei apresentar nenhum relatório — brinquei, e as duas riram.
— E olha que essa reunião começou depois do expediente — completou Renata, com um sorriso.
A gente continuou a conversa, agora mais leve, mais descontraída. A gente falou sobre as nossas vidas, sobre os nossos planos, como se a gente fosse velhos amigos, e não três pessoas que acabavam de compartilhar uma experiência íntima e inesquecível.
Quando o café da manhã acabou, a gente se levantou e foi em direção ao saguão do hotel. A despedida foi carinhosa e espontânea.
— Foi... inesquecível — disse Cláudia, nos olhando, um a um. — E não se preocupem, isso não terá qualquer consequência profissional para vocês, Marcelo. Mas eu espero ter mais... reuniões assim com o casal.
— Nós também esperamos — disse Renata, com um sorriso.
Ela se aproximou de Cláudia e a beijou, um beijo suave, mas carregado de significado. Depois, Cláudia se virou para mim e me beijou também. Foi um beijo de despedida, mas também um beijo de promessa.
Foto 1 do Conto erotico: A CHEFE DEPOIS DO EXPEDIENTE


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Ficha do conto

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maisqueumcurioso

Nome do conto:
A CHEFE DEPOIS DO EXPEDIENTE

Codigo do conto:
276110

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
01/11/2026

Quant.de Votos:
1

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