A TURMA DA BIKE - PARTE 5

Depois de fechar a porta, eu me deparei com uma imagem que não me causou nenhum espanto.

Ângela e Carolina estavam presentes e deitadas na mesma cama.

Ao lado Paulo sentado. Já conhecia o ritual. E, acima de tudo, conheciam as pessoas envolvidas.

Naquele exato momento passou em minha mente um mini-filme. Quando as chaves foram distribuídas, seus movimentos pareceram tão naturais que ninguém questionou. Para quem observasse de fora, teria sido apenas coincidência.

Não era.

Ângela e Carolina eram primas. Antes daquele dia, antes mesmo da caixa de chaves ser colocada sobre a mesa, já havia entre elas um entendimento discreto, construído com a naturalidade de quem se conhece há tempo demais para precisar explicar intenções.

Se uma delas fosse para algum quarto comigo, não ficaria sozinha.

Não se tratava de curiosidade impulsiva, nem de competição. Era acordo. Uma forma de compartilhar a experiência sem diluí-la, de permanecer dentro do próprio eixo mesmo ao atravessar limites.

Paulo, por sua vez, aceitara aquilo com a serenidade de quem não apenas permite, mas organiza. Sua presença no mesmo quarto não era invasiva. Era estrutural. Ele compreendia o papel que ocupava não como protagonista, mas como parte do equilíbrio que sustentava a dinâmica da casa.

Assim, quando eu entrei no quarto, não encontrei apenas Carolina.

O ambiente já havia sido preparado para mais de uma presença.

Ângela e Carolina, lado a lado, observavam com atenção e calma. Não havia troca de olhares cúmplices naquele instante apenas a tranquilidade de quem já havia combinado tudo antes.

Eu percebi. Não perguntei. Não comentei. Apenas aceitei a cena como parte do mesmo pacto que me levara até ali. Naquele espaço, escolhas não precisavam ser justificadas. Apenas reconhecidas.

Carolina moveu-se primeiro, e me fez um sinal para que viesse para a cama. Ângela acompanhou com os olhos, atenta e pronta para intervir se algo saísse do eixo não por ciúme, mas por responsabilidade compartilhada.

Paulo permaneceu onde estava.

Eu então me acomodei na cama. Ficamos ali olhando um para o outro.

Então Paulo quebrou o silêncio.

Coronel, hoje finalmente irei participar de algo que sonho a muito tempo.

Paulo tinha o desejo que se organizara ao longo dos anos como tantas outras coisas em sua vida, primeiro como curiosidade, depois como hipótese.

Tudo isso por causa de um apelido que correra nos corredores do Batalhão quando ele ainda era aspirante. Dito em tom de brincadeira, meio inveja, meio exagero típico de caserna. Mandioca Bruta. Paulo ouvira mais de uma vez, sempre acompanhado de risos, sempre envolto naquela aura masculina de mitificação que não se confirma nem se desmente. Mas, diferente dos outros, ele não riu apenas. Guardou.

Àquela altura, já namorava Ângela. Conhecia sua inteligência, sua autonomia, sua capacidade de decidir por si mesma sem precisar pedir permissão a ninguém muito menos a ele. Talvez tenha sido aí que tudo começou a se alinhar. O desejo não era sobre perda. Era sobre escolha consciente. Sobre estar presente sem disputar o centro.

Naquela época, eu ainda major, jamais soubera disso. Para ele, Paulo sempre fora apenas um oficial correto, atento, organizado. E Paulo cuidou para que continuasse assim. O desejo nunca contaminou o trabalho. Ficou guardado, elaborado, maturado no lugar certo, o da fantasia aceita, não do impulso desordenado.

Com o tempo, Paulo compreendeu algo essencial sobre si mesmo. Não queria substituir. Não queria competir. Queria ver. Queria sustentar o espaço para que Ângela fosse quem sempre fora, inclusive ali. Seu prazer não estava em conduzir a cena, mas em permitir que ela acontecesse com clareza, sem culpa, sem ruído.

E agora, naquele quarto, tudo finalmente fazia sentido.

Eu não sabia e não precisava saber da história inteira. Bastava que soubesse permanecer. Bastava que respeitasse o espaço que não me pertencia por completo, mas que me fora oferecido com consciência.

Ângela sentia isso. Sempre sentira. Era por isso que confiava. Não havia ali exposição, nem entrega cega. Havia acordo. Havia maturidade. Havia o tipo de intimidade que só existe quando ninguém tenta ser dono do que acontece.

Ângela aprendera cedo ao lado de Paulo, um jovem oficial, a reconhecer as próprias inclinações sem transformá-las em conflito. Com Paulo, encontrou algo raro, não um freio, mas um canal. Ele não a continha, organizava. E isso lhe dava liberdade suficiente para explorar curiosidades sem que elas se tornassem rupturas.

Sempre fora uma mulher de presença marcante, inteligência afiada, leitura rápida dos ambientes. Entrava nos lugares antes mesmo de ser anunciada, não por atrevimento, mas por adequação perfeita ao contexto. Sabia quando falar, quando sorrir, quando apenas observar. A hospitalidade, para ela, nunca foi passiva era estratégia elegante de circulação. A curiosidade, por sua vez, não era descontrole, mas método.

Com Paulo, construiu mais do que um casamento. Construíram uma rede. Pessoas influentes, nomes respeitados, portas que se abriam sem ruído. Nada era ostensivo. Tudo funcionava na base da confiança, da discrição e de um entendimento tácito de que certos acordos não precisavam ser escritos.

Ela sabia da tara do marido. Não apenas aceitava, mais cultivava. Alimentava com cuidado, como quem entende que desejos, quando reconhecidos, não corroem, estruturam. Nunca houve ali humilhação, nem jogo de poder barato. O prazer de Paulo estava na consciência, na lucidez do lugar que ocupava. E Ângela respeitava isso com precisão quase ética.

Havia, no entanto, camadas que não precisavam ser compartilhadas.

Momentos antes de estarmos ali, ela já havia me sentido. Não como transgressão impulsiva, mas como desdobramento natural de algo que se construía há tempo. Paulo não sabia. Não porque fosse excluído, mas porque aquela experiência ainda pertencia a um espaço anterior à partilha. Um território de antecipação, não de traição.

Quem sabia era Carolina.

Sempre Carolina.

Desde as primeiras incursões, desde as primeiras reuniões em que o clima se adensava mais do que o protocolo exigia, Carolina estivera ali. Não como cúmplice ruidosa, mas como parceira estrutural. Entre elas, não havia segredo pesado apenas gestão de informação. Sabiam o que dividir, quando dividir, e o que manter em suspensão.

Carolina compreendia Ângela como poucos. Sabia que aquele prazer recente não diminuía o pacto com Paulo. Ao contrário, o afinava. Era parte do preparo, da leitura do terreno, da confirmação de que tudo estava sob controle antes de atravessar o próximo limite.

No quarto, isso se manifestava em gestos mínimos. As duas carregavam uma história comum demais para precisar justificar escolhas.

Ângela mantinha-se serena.

Sabia exatamente onde estava, o que queria e o que ainda escolheria revelar. E sabia, sobretudo, que o poder que exercia não vinha da ocultação, mas da capacidade de decidir o tempo das coisas.

Algumas verdades amadurecem melhor no silêncio.

E ela sempre soube esperar.

Quando nós quatro finalmente se encontramos no mesmo eixo, não houve anúncio de transição. O momento íntimo não começou ele simplesmente se instalou, com a mesma discrição que marcara tudo até ali.

Nada seria excessivo. Nada seria ruidoso.

Paulo aproximou-se um pouco mais.

Não invadiu. Não interferiu. Apenas reduziu a distância.

Foi então que revelou o detalhe que guardara consigo desde antes de cruzar a porta, o celular. Pequeno, silencioso, fora de lugar naquele espaço que sempre funcionara à base da memória e do não-registro. Ele não pediu permissão formal. Informou. Como fazia com tudo que considerava parte do arranjo.

Disse que queria guardar imagens. Disse que depois, sozinho, mataria a sua vontade com longas horas se masturbando.

Nenhum de nós três reagimos como ele talvez tivesse imaginado anos antes, quando a fantasia ainda era apenas ideia. Não houve surpresa. Nem reprovação. Nem excitação explícita. O celular não alterava a dinâmica apenas se somava a ela, como mais um elemento sob controle.

Eu fui o primeiro a demonstrar isso. Não mudei a postura, não endureci a presença. Apenas aceitei a informação e segui atento ao que realmente importava, a proximidade real, viva, irrepetível, que se construía ali sem necessidade de prova.

Ângela entendeu imediatamente. Para ela, o registro não diminuía a experiência. Sabia que Paulo não buscava exposição, mas lembrança. O prazer dele vinha da contemplação consciente, não da posse da imagem. E isso lhe parecia coerente com tudo que haviam construído juntos.

Carolina sequer comentou. Seu interesse estava em outro lugar. Olhava e desejava aquilo que a levou até ali. Para ela, o que importava não era o objeto na mão de Paulo, mas o alinhamento silencioso entre os quatro. E esse permanecia intacto.

Ângela quebrou o silêncio, e disse.

Quero ser a primeira a matar a minha vontade, criada por Paulinho a muito tempo atrás. E claro, deixar ele se deliciar ao ver o Coronel me comer na sua frente.

Ela então se posicionou ao meu lado e começou a pegar o kct com as duas mãos. Passou a lamber e a cheira-lo.

Carolina permaneceu no mesmo lugar, apenas observando.

Coronel olhe para ele, disse Ângela.

O tom não era agressivo. Era consciente. Calculado.

Paulo estava ali. O rosto aberto, o sorriso tranquilo de quem não se sente diminuído, mas confirmado. Não havia constrangimento em sua expressão. Havia satisfação. A cena, exatamente como fora imaginada durante anos.

Ângela inclinou-se e ficou de 4, mamando o kct com muita força e vontade.

Tira foto, tira seu corninho. Era isso que você imaginava.

Sim meu amor, era assim mesmo, respondeu ele.

Coronel, esse homem que o senhor vê, aceita tudo isso porque escolheu. E escolheu bem. Escolheu a muito tempo e sorriu.

Então Ângela se virou pra mim de 4 e disse.

Vem me comer, Coronel. Paulinho, sonha com isso desde que viu o tamanho da sua mandioca bruta ao vivo e a cores, lá atrás no 1 Batalhão.

Eu me posicionei atrás de Ângela e comecei a esfregar o kct duro na xaninha lisinha dela. Ela estava molhadinha.

Vem tirar fotos seu safado.

Ela colocou Paulo pra tirar foto do kct duro entrando naquela xaninha lisinha e apertada.

Ela então acrescentou, uma informação administrativa, um desafio já conquistado.

Coronel olhe pra esse Major. Antes do final do ano, em setembro, será Tenente-coronel. Nossa rede, já cuidou disso.

Não havia vanglória. Apenas constatação.

Paulo reagiu num impulso raro. Aproximou-se e beijou Ângela com gratidão explícita, sem teatro. Um gesto breve, firme, carregado de reconhecimento. Não era submissão. Era parceria plena. Carolina observou a cena com atenção tranquila, sem pressa, aguardando seu tempo com a paciência de quem sabe que ele viria.

Eu me mantinha sereno. Entendia, naquele instante, que o poder em jogo não era apenas o que se exercia ali dentro do quarto, mas o que se sustentava fora dele em corredores, jantares, decisões tomadas sem ruído.

Paulo, então voltou à sua posição e levantou o celular apenas o suficiente. Não interferiu. Registrava com cuidado, quase respeito. As imagens não eram para exibição futura, mas para memória privada, para aquele prazer solitário que viria depois, carregado não de posse, mas de lembrança.

Eu continuava a meter com força em Ângela, que sustentava o sorriso com a mesma firmeza com que sempre sustentara decisões maiores.

Olha para mim disse a Paulo, sem elevar a voz. Estou sendo comida, pelo macho que você sempre sonhou seu corninho.

Paulo respondeu como sempre respondia àquilo, com alegria tranquila, quase serena. Aquilo não o diminuía. O confirmava.

Ele falou, mais para si do que para os outros.

Come ela Coronel, isso mantém a cadencia e o ritmo, pois minha esposa adora. Essa mandioca bruta é real.

E você corno manso? Gosta também. Ela perguntou.

Sim eu adoro, sonho com essa cena a muito tempo, ele respondeu.

A conversa dos dois. Era a verbalização de um sonho antigo, finalmente vivido sem culpa. Quando mencionou, em tom quase brincalhão, o apelido que correra os corredores da caserna anos antes, não houve riso excessivo. Apenas a estranha leveza de quem vê a fantasia ganhar contornos reais.

Ângela continuou, sem pressa, como quem descreve um plano já em andamento.

Coronel esse homem que o senhor vê aqui disse, apontando brevemente para Paulo não vai parar onde está. Em pouco tempo, estará no comando geral de toda a Tropa. E todos nós sabemos por quê.

Eu ouvia. Como quem entende o peso das conexões, dos acordos silenciosos, das influências que se constroem longe dos holofotes. Nada ali soava como bravata. Era leitura estratégica do mundo.

Paulo permanecia atento, satisfeito, registrando as imagens. Seu prazer vinha do conjunto, das palavras, dos olhares, da certeza de estar exatamente onde sempre quisera estar.

Foi então que Carolina se aproximou de mim.

Não havia urgência em seu gesto. Apenas proximidade calculada. Falou baixo, de forma que só eu ouvisse.

Dê a ele o que ele sempre quis ver. Não como espetáculo mas como confirmação. Come ela com vontade e sorriu.

Havia ali mais do que provocação. Carolina sabia que o desejo de Paulo não era o excesso, mas a clareza. Ver, reconhecer, sustentar.

Eu entendi.

Metia na xaninha de Ângela que naquele momento estava em outro estágio. Ela rebolava o quadril de um lado para o outro.

Me come, estou aqui pra isso. Quero ser comida, mete lá no fundo dessa buceta.

E Paulo, ouvindo tudo, sentindo tudo, permanecia satisfeito não apenas pelo que via, mas pela consciência plena de que aquele momento não era acaso.

Era escolha.
Era acordo.
Era, finalmente, realização.

No auge do prazer, depois de gozar várias vezes. Eu sentia Ângela se arrepiando todinha. Aquele corpo lindo, estava em êxtase. Eu sentindo que iria gozar, eu disse.

Eu vou gozar.

Ângela me mandou gozar dentro.

Coronel joga esse leite quente todo ai dentro, pois é a conclusão que a mandioca bruta é real.

Eu aumentei o ritmo das bombadas dentro daquela xaninha e joguei o leite la dentro.

Continua bombando forte, Coronel, quero esse leite lá no fundo. Disse Ângela.

Quando tudo cessou, Ângela permaneceu alguns instantes imóvel.

Não era cansaço. Era outra coisa. A respiração dela havia mudado, mais profunda, mais lenta.

Ela se recompôs com naturalidade estudada, chamando Paulo para perto com um gesto simples, quase doméstico. Não havia escárnio naquele convite havia afirmação de vínculo. Paulo aproximou-se sem pressa, consciente do lugar que ocupava naquele arranjo, e aceitou o gesto como sempre aceitara tudo entre eles, com entrega lúcida.

Tira esse kct Coronel, deixa que eu irei limpar ele. Enquanto Paulinho vai chupar a minha buceta.

Ele foi direto, para a xaninha de Ângela que naquele instante, saia toda a mistura de emoções. Ficou ali chupando e lambendo o prêmio que lhe restará.

Enquanto Ângela mamava o meu kct.

Carolina observava atentamente.

Nada lhe escapava nem a postura de Ângela, nem a forma como Paulo a auxiliava, nem a minha expressão, agora tomada por algo mais raro do que excitação, uma nostalgia densa, quase silenciosa. Havia ali o peso do tempo, da carreira, das hierarquias que se dissolviam por instantes para depois retornarem sob outra forma.

Eu percebi isso com clareza.

Ver um antigo subordinado ali, não diminuído, mas transformado, causava-me uma sensação estranha não de poder, mas de ciclo. Aquilo não era triunfo bruto. Era consequência. De escolhas, de redes, de silêncios bem administrados ao longo dos anos.

Ângela ainda respirava fundo quando falou, sem olhar para ninguém em específico.

Prepare-se, Carolina. Essa mandioca bruta é real.

O tom não era promessa vazia. Era constatação. Tudo nela o corpo, a voz, a presença carregava a marca de quem sabe exatamente o impacto que produz.

Carolina respondeu apenas com um leve aceno.

O quarto absorveu aquele momento final como absorvera todos os outros. Sem julgamento. Sem eco. Guardando dentro de si mais uma configuração impossível de explicar fora dali.

E eu, por um breve instante, entendi que aquela lembrança não me acompanharia como desejo.

Acompanharia como marca.

Silenciosa.
E definitiva.


? As fotos foram tiradas pelo então Major, da sua esposa, juntamente comigo. O nome de todos são fictícios. As histórias são verdadeiras.

Foto 1 do Conto erotico: A TURMA DA BIKE - PARTE 5

Foto 2 do Conto erotico: A TURMA DA BIKE - PARTE 5

Foto 3 do Conto erotico: A TURMA DA BIKE - PARTE 5


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico rob025

Nome do conto:
A TURMA DA BIKE - PARTE 5

Codigo do conto:
251539

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
09/01/2026

Quant.de Votos:
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