Entregou-me um comprimido e falou baixo, quase como quem compartilha um segredo.
Toma isso, sem ninguém ver. Quero você aceso. Só pra mim.
Piscou o olho e se afastou, indo oferecer água também a Ângela e a Paulo. Tomei sem refletir demais. Eu ainda estava dentro do jogo, e Carolina jogava em um nível muito acima do meu. Não era imprudência, era entrega ao ritmo que já não controlava.
Aos poucos, fomos nos recompondo daquele primeiro tempo não apenas do jogo em si, mas do que havia sido inaugurado ali.
A experiência com Ângela não fora apenas vivida. Fora observada.
Paulo estivera presente o tempo todo. Não como intruso, tampouco como vítima. Sua presença não era casual, fora construída. Ele não assistira por submissão cega, mas por curiosidade lúcida. Queria estar ali porque tudo o que via produzia algo mais profundo que excitação, produzia reconhecimento.
Não era desejo simples. Era a confirmação de que eu ocupava um lugar específico um lugar que Paulo desejava testar. Não apenas como homem diante de sua esposa, mas como alguém disposto a atravessar o próprio limite.
Ângela não tentou suavizar o que sentia.
Aproximou-se e falou no meu ouvido. Não precisou elevar a voz. Suas palavras carregavam um desejo que vinha de fora, mas que ela aceitava como próprio. Um sonho que não nascera em seu corpo, mas que agora exigia passagem por ele.
Eu ouvi em silêncio.
Por um instante, hesitei. Não pelo conteúdo do que fora pedido, mas pela configuração. Aquilo tirava tudo do contexto. Não era mais apenas sobre ela era sobre o que Paulo queria confirmar, medir, provocar.
Antes que eu respondesse, Carolina se aproximou novamente.
Pediu licença com um gesto mínimo, quase cerimonial, como quem reconhece autoridade antes de tocar. Não respondi com palavras. Apenas não recuei.
Ela ajoelhou-se na minha frente. Não havia pressa, apenas intenção. Carolina pegou o meu kct ainda meia bomba, e começou a beijar e a chupar.
Enquanto eu recebia atenção de Carolina, minha mente retornava às palavras de Ângela.
É aí, Coronel disse ela. O senhor permite o que lhe pedi?
Olhei para ela. Depois, para Carolina, ajoelhada me mamando.
O senhor não irá se arrepender eu garanto disse Ângela.
Com garantias vindas de você, eu acredito respondi.
Ela sorriu. Paulo tinha um desejo, ele não queria repetir a cena. Dessa vez gostaria de participar.
Ângela sempre soubera disso.
Seu olhar passou por mim e repousou em Paulo. Foi suficiente. Era a materialização de algo que os dois já haviam aceitado em silêncio.
Paulo aproximou-se.
Ajoelhou-se ao lado de Carolina.
Ângela percebeu o momento exato. Com um gesto discreto, indicou que Carolina se afastasse. A prima entendeu sem resistência. Recuou devagar, não rompendo o clima, apenas abrindo espaço.
Paulo assumiu o lugar.
Ficou olhando para o meu kct duro e latejando. Olhou pra mim e depois para Ângela. Percebendo que não havia dúvida ele pegou no kct com as duas mãos e começou a me punhetar. Com calma começou a chupar o meu kct.
Paulo finalmente cruzava o limite que o acompanhara por tanto tempo não como espectador, mas como participante.
Ele esperou por isso murmurou Ângela, com algo entre humor e orgulho.
Dá pra ver respondeu Carolina. Há muito tempo.
Ângela pegou o celular. Fotografava com a naturalidade de quem não via excesso, mas registro.
Paulo permanecia concentrado, alheio aos comentários. Estava inteiro na experiência que finalmente se permitira viver. Aceitava não apenas o gesto, mas o olhar dos outros sobre ele. A exposição fazia parte do acordo.
Eu sustentava a cena sem intervir. Talvez isso fosse o que mais pesava, ninguém interrompia, ninguém corrigia, ninguém o resgatava daquele lugar.
Ângela narrava com voz calma, quase didática.
Repare, Coronel. Como ele mama o seu kct, parece um bezerro com fome. Ele precisava confirmar algo antigo.
Não havia crueldade em sua voz. Havia prazer em tornar visível.
Carolina observava com atenção afiada.
Ele é guloso comentou, sem elevar o tom.
Paulo não reagiu. Sabia que aquilo fazia parte. Estar ali significava aceitar tudo.
Então Ângela encerrou.
Com um gesto firme, cotidiano, interrompeu a cena no ponto exato.
Já chega disse, com um meio sorriso. Não foi suficiente por hoje, Paulinho?
O diminutivo marcava posição.
Paulo obedeceu sem resistência. Sentou-se. Não havia vergonha apenas o peso de ter sido visto.
Paulo havia matado a sua vontade. Me mamou, viu e sentiu o gosto da mandioca bruta.
Agora era a vez de Carolina.
Agora é sua vez prima. Você não está aqui por curiosidade disse Ângela, em voz baixa. Quer sentir o que eu senti.
Quero tudo, prima. Eu sou gulosa, respondeu Carolina.
Paulo observava em silêncio.
Carolina chegou perto de mim. Ela pegou no meu kct e disse.
Não vou fugir disso aqui. O perigo me atraí.
Carolina ficou de quatro e me pediu.
Vem Coronel, vem comer essa buceta.
Eu encostei
Carolina não tinha apenas desejo. Era uma atração silenciosa pelo meu kct.
Isso Coronel, não tenha dó. Come essa buceta.
Estou louca pra sentir piroca.
O que me chamava atenção, era o corpo de Carolina. Ela era uma mulher bem magra. Tive medo no início de machucá-la.
Porém o gesto, de Carolina, era de controle total e de entrega.
Ela sabia. O que queria. Não buscava prazer simples, mas a experiência de ser totalmente domada.
Me come Coronel, isso eu estou gozando, isso continua bombando forte, que delícia.
Carolina parou por um instante.
Ângela percebeu. Seu olhar se estreitou, atento, não em censura, mas em cálculo. Ela entendia exatamente o que estava em jogo.
Calma Carol, vai devagar. Essa piroca e muito grande. Há desejos que mudam a gente disse, com voz baixa.
Carolina não respondeu de imediato.
Quando falou, sua voz não trazia desafio, apenas clareza:
Eu sei. Por isso estou aqui. Quero essa piroca no meu cuzinho.
Você é louca Carol, não faça isso, disse Ângela.
Paulo ouviu em silêncio.
Carolina se levantou e foi em direção a uma banqueta preta.
E nesse movimento ela me chamou. Estava contido tudo o que importava para ela naquele momento, aceitação e o risco. Não havia pressa.
Ângela observava, tudo e sabia que, dali por diante, a loucura estava literalmente liberada.
Carolina passou a mão cheia de cuspe na porta do cuzinho, e pegou em meu kct.
Devagar Coronel, deixa eu ganhar confiança.
Você é louca Carol, essa piroca irá juntar seu cu com a buceta.
Quero ver acontecer e sorriu.
Não tenho coragem nem de tirar foto, disse Ângela.
Eu quero imagens, vem Paulo, vem ver a mandioca bruta que você nos apresentou em ação, disse Carolina.
Paulo pegou o celular das mãos de Ângela e se postou ao lado. Ele olhava pra mim e depois para o kct.
Antes
Não era um convite.
Era uma convocação.
Carolina não tinha apenas desejo. Era uma atração silenciosa pelo meu kct.
Isso Coronel, não tenha dó. Come essa buceta.
Estou louca pra sentir piroca.
O que me chamava atenção, era o corpo de Carolina. Ela era uma mulher bem magra. Tive medo no início de machucá-la.
Porém o gesto, de Carolina, era de controle total e de entrega.
Ela sabia. O que queria.
O seu desejo não era comum, nem confortável, nem facilmente justificável. Não buscava prazer simples, mas a experiência de romper uma fronteira que separa o permitido do assumido.
Me come Coronel, isso eu estou gozando, isso continua bombando forte, que delícia.
Carolina parou por um instante.
Ângela percebeu. Seu olhar se estreitou, atento, não em censura, mas em cálculo. Ela entendia exatamente o que estava em jogo.
Calma Carol, vai devagar. Essa piroca e muito grande. Há desejos que mudam a gente disse, com voz baixa.
Carolina não respondeu de imediato.
Quando falou, sua voz não trazia desafio, apenas clareza:
Eu sei. Por isso estou aqui. Quero essa piroca no meu cuzinho.
Você é louca Carol, não faça isso, disse Ângela.
Paulo ouviu em silêncio.
Carolina se levantou e foi em direção a uma banqueta.
E nesse movimento ela me chamou. Estava contido tudo o que importava para ela naquele momento, aceitação e o risco. Não havia pressa.
Ângela observava, tudo e sabia que, dali por diante, a loucura estava literalmente liberada.
Carolina passou a mão cheia de cuspe na porta do cuzinho, e pegou em meu kct. Se ajeitou na banqueta, e arrebitou um pouco a bunda.
Isso devagar Coronel. Bem devagar. Vem Paulo, tira foto dessa mandioca bruta, me estourando.
Eu deixei ela comandar.
Isso Coronel, seu safado, gosta de um cuzinho né seu safado e sorriu.
De longe Ângela olhava e via prima, gemer no meu kct.
Você é louca Carol disse Ângela.
A vida é feita de escolhas prima. O Coronel está me desposando.
Paulo tirou as fotos.
Eu comi aquele cuzinho gostoso. Meti, no ritmo de Carolina. Ela gemia demais e eu pensava em parar.
Quando eu parava ela perguntava.
Parou de meter por que Coronel? Meti lá no fundo. Disse ela.
Eu comia o cuzinho e via a xaninha pingando. Meti até senti que ia gozar.
Carolina permaneceu na mesma posição.
Ângela vendo a cena, disse pra mim.
Coronel quando o senhor for gozar, o senhor deixa o meu esposo Paulinho tirar o leite da mandioca bruta ok.
Olhei pra Paulo que ficou ali do lado, e não tirava o olho do meu kct.
Carolina disse quero ver o Paulo mamando e tomando toda a porra do Coronel. Será que ele tem coragem prima, olhando para Ângela.
Ângela a olhou e disse, ele irá matar a vontade dele, não é Paulinho?
Sim, eu quero tirar o leite dessa mandioca Bruta, disse Paulo.
Eu ouvi aquilo e pensei, ja comi a esposa, eu comendo a prima e agora vou ver o futuro Tenente-Coronel, mamar o meu kct e tomar a minha porra,kkk.
As fotos foram tiradas pelo Paulo e sua esposa Ângela. São fotos de Carolina e uma de Paulo mamando a mandioca bruta. Os nomes são fictícios a história é verdadeira.





rob025