Cada pau que eu mamava, eu imaginava que era o do Pedro. Cada gozada que eu engolia, era a porra dele que eu sentia escorrendo na garganta.
Toda noite, depois de deixar o Tiago gozar na minha boca (como de costume), eu descia pro sofá ou ficava no celular vendo pornô de mãe e filho. Li e assisti tudo que baixei do computador dele, especialmente curtindo “Meu Dono, Meu Filho” e a compilação de faciais de “Mamãe Precisa de Porra”. Achei uns novos também, cada um mais safado que o outro.
Toda vez que eu via o Pedro em casa, minha mente ia direto: a rola dele na minha boca, na buceta, no cu. Toda vez que eu via o Pedro, imaginava jatos grossos de porra espirrando na minha cara ou enchendo minha garganta até transbordar. Toda vez que eu via o Pedro, pensava: vinte e três centímetros.
Desde que casei eu já chupei centenas de paus… mas nunca deixei ninguém meter na buceta ou no cu além do Tiago. Esses buracos eram exclusivos dele. Mas agora eu tava repensando tudo. Tava considerando abrir o clube VIP pros meus três buracos e incluir meu filho de dezoito anos na lista.
Teve mais duas massagens nos pés do Pedro nesses dias. Na terça-feira, durante uma delas, eu decidi: eu ia ter ele. Tinha que ter.
Eu tava deitada no sofá, pés no colo dele, perigosamente perto da rola que já tava dura marcando na calça. Enquanto ele massageava, perguntei com voz de safada:
- E aí, já mostrou essa marreta de vinte e três centímetros pra alguma menina, como a mamãe sugeriu?
- Mãe! - ele exclamou, porque desde aquela primeira conversa eu não tinha tocado no assunto sexual de novo.
- É só sim ou não, filho.
- Não, então - respondeu, balançando a cabeça.
- Tô falando sério - insisti. - Assim que as meninas souberem que você tem uma furadeira dessas, vão implorar pra sentar.
- Mãe, o que tá acontecendo com você ultimamente? - perguntou ele, subindo a massagem pras panturrilhas.
Eu movi o outro pé devagar e apoiei ele bem em cima da rola dura dele. Respondi, provocante:
- Não é vinte e três centímetros, isso eu garanto.
Ele gemeu baixinho. Não sei se foi o pé pressionando a rola ou o que eu falei, mas o rosto dele ficou vermelho e o pau deu um pulso forte debaixo do meu pé.
- Desculpa, tô te deixando desconfortável?
Ele gaguejou, se mexendo no sofá (pra tentar ajeitar a rola dura na calça, óbvio):
- N-n-não. É só… inesperado.
- Sempre espere o inesperado - brinquei.
- você é maior que seus irmãos mais velhos?
- Mãe! Tá falando sério? - perguntou, olhando pra cima e percebendo que meu vestido tava aberto, dando uma visão direta entre minhas pernas.
- Por que não? Eu já vi o pau de vocês três um monte de vezes - respondi.
- Não nos últimos anos - ele rebateu, dando outra olhada rápida entre minhas coxas.
- Claro, não nos últimos anos - confirmei, com um tom que deixava no ar que talvez não fosse bem assim.
Isso deixou ele confuso pra caralho. A cara dele era uma mistura de choque e dúvida, tentando entender o que eu quis dizer.
Enquanto ele processava, mexi a perna de novo, abrindo mais a janela entre as coxas cobertas pelas meias 7/8 até a coxa. Agora dava pra ver tudo: minha buceta lisinha, depilada, sem calcinha nenhuma (decidi pular essa parte de propósito pra escalar a provocação).
Os olhos dele arregalaram na hora. Ele viu tudo, a buceta molhada brilhando de leve, exposta.
Naquele momento eu ainda não tinha certeza se ia levar a fantasia adiante - chupar e foder meu filho - , mas tava adorando o jeito que ele me olhava desde aquela conversa franca: cheio de tesão, atenção, desejo puro.
Infelizmente o Tiago chegou antes que eu pudesse provocar mais. Pressionei o pé com força na rola dele uma última vez, me levantei e falei com um sorriso safado:
- Parece que os vinte e três centímetros precisam de atenção urgente.
Antes que ele pudesse responder, virei e fui pra cozinha, decidindo na hora: amanhã, quarta-feira,… eu ia seduzir meu filho de vez.
E como eu já tinha visto ele pelado… era justo ele me ver pelada também. Bom, quase pelada: só com as meias 7/8 subindo até a coxa, claro.