Curiosa pra caralho com o fetiche dele por pés com meia 7/8 - tantas fotos minhas só com os pés de meia nas pastas dele —, prestei atenção redobrada enquanto andava pela casa descalça, só com as meias fininhas de seda subindo até a coxa. Mostrando os pés recém-feitos, unhas pintadas de um roxo bem safado, brilhante, que chamava atenção de longe.
Gritei da cozinha:
- Tô aqui na cozinha, meu bem!
O Pedro apareceu na porta e, no mesmo instante, os olhos dele desceram pros meus pés e pernas. Não resistiu nem um segundo.
Perguntei, como se nada:
- Como foi o dia, filho?
- o de sempre - ele deu de ombros, mas os olhos tavam grudados nos meus pés.
- Fiz pé hoje à tarde - falei, mexendo os dedinhos pra ele ver bem. - Gostou da cor?
Ele ficou olhando fixo pros meus pés e respondeu, gaguejando:
- S-s-sim.
- Tá tudo bem com você? - perguntei, adorando o efeito que eu tava causando nele agora que sabia do fetiche.
Ele finalmente tirou os olhos dos meus pés e disse:
- Tô sim, só um dia cansativo.
- Pra mim também. Sapato de salto foi burrice hoje. Meus pés tão doendo pra caralho - falei, sentando na cadeira da cozinha e jogando os pés pra cima de outra cadeira vazia, bem na frente dele.
Ele acompanhou cada movimento meu com uma intensidade doida. Enquanto ele encarava a sola dos meus pés, eu dei uma olhada discreta pro volume na calça dele: tava inchado, duro, marcando forte. Isso só fez minha buceta latejar mais, molhar a calcinha na hora.
Ele tentou soar casual:
- Nunca entendi salto alto.
- A gente usa pra ficar sexy pros homens - expliquei, mexendo os dedinhos de novo. - É acessório importante no guarda-roupa da mulher… e realça as pernas.
- Acho que sim - ele concordou, mas dava pra ver que tava meio no mundo da lua, provavelmente já fantasiando alguma putaria na cabeça.
Olhei pro relógio: ainda tinha uns minutos antes de colocar a comida no forno e antes do Tiago chegar. Decidi testar mais um pouco, usando o termo safado que aparecia em quase todos as pastas dele: “mamãe”.
- Filho, pode fazer um grande favor pra mamãe?
- Claro - ele respondeu na hora, sempre o menino bonzinho… mesmo que por baixo daquela cara de nerd fofo tivesse um tarado do caralho. Igualzinho a mim. Por fora eu era mãe, dona de casa certinha… por dentro, uma chupadora de rola faminta por porra e, quem sabe… talvez uma mamãe puta.
- Será que você podia fazer uma massagem nos pés da mamãe? - pedi, voz melosa, querendo deixar ele louco e plantar uma nova fantasia bem forte sobre mim.
Eu tava planejando chupar ou foder ele ali na hora?
Não acho que sim.
Mas a ideia já tava rondando minha cabeça, sim.
- S-s-s-s-s-sim? - ele gaguejou tanto que parecia que ia ter um treco.
- Não precisa se não quiser, tá? - falei, curtindo pra caralho o desconforto e o tesão que eu tava causando no meu próprio filho. - Talvez tenha sido estranho pedir.
- Não, eu faço - ele respondeu rápido demais (embora eu me pergunte se pareceria tão óbvio se eu não soubesse o que sei), e veio correndo, caiu de joelhos na minha frente e pegou um dos meus pés com meia de seda na mão.
Testando mais, perguntei:
- Quer que eu tire a meia?
- Não, assim tá ótimo - ele disse, tratando meu pé de meia como se fosse relíquia sagrada.
- Tem certeza?
Aí veio o primeiro sinal de confiança dele:
- Na verdade, o tecido macio da meia facilita mais.
- Ah, entendi - assenti. - Espero que esteja macia, essas são importadas.
- Sério? - ele perguntou, olhando pra mim pela primeira vez desde que começou.
- É. Seu pai exige que eu use o tempo todo e só aceita as de seda pura - revelei, que era verdade mesmo.
- Ele exige? - perguntou, provavelmente ligando os pontos de que ele e o pai tinham o mesmo fetiche.
- É, esse é o fetiche dele - dei de ombros, mexendo os dedinhos bem na frente da cara dele.
Como o Pedro ficou mudo, completamente hipnotizado pelos meus pés, em transe, completei:
- Provavelmente não é algo que você precise saber, que seu pai fica tarado vendo sua mãe velha de meia 7/8.
Isso pareceu tirar ele do transe.
- Você não é velha, mãe.
- Tenho quatro décadas nas costas, filho - suspirei, fazendo drama de novela, fingindo estar deprimida… quando na real me sentia uns dez anos mais nova que meus 44.
- Mãe, você tá muito melhor que quase todas as meninas do meu cursinho - ele disse, passando pro outro pé.
- Que fofo, meu bem - sorri olhando pra baixo pra ele —, mas não precisa mentir pra sua mãe.
- Não tô mentindo - ele protestou. - Confia em mim, a maioria das meninas ou são magras demais tipo anoréxicas ou já tão gordas.
- Então eu tô no peso perfeito? - sorri.
- Tá sim - ele confirmou, sério.
- Você, meu jovem, vai fazer uma mulher muito feliz um dia - falei… pensando que, assim que as meninas descobrissem que ele tem uma rola de uns 23 cm, a popularidade dele ia explodir. As meninas falam… muito mais que os meninos.
- Sei… - ele disse, saindo a insegurança.
- Meu bem - falei baixinho. - confia: na faculdade, quando você conhecer gente com os mesmos interesses que os seus… você vai virar o cara mais disputado.
- Duvido - murmurou.
Ignorei a negação e fui além, exagerando um pouco:
- Além do mais, se você for tão bem dotado quanto seu pai, assim que as meninas souberem o que você carrega na calça, vão fazer fila pra experimentar.
- Mãe! - ele exclamou, chocado, mas sem parar de massagear meus pés.
- Que foi? - perguntei. - Você tem dezoito anos agora. A gente pode ter conversa de adulto.
- Mas isso é estranho - ele disse, desconfortável… provavelmente porque a rola dele tava dura pra caralho na calça e não tava numa posição boa. Eu conseguia pensar em várias posições ótimas praquela rola e pros meus três buracos… puta merda, eu tava virando mesmo uma mamãe puta .
- Filho, posso te fazer uma pergunta pessoal?
- Pode - ele respondeu, fazendo uma massagem incrível nos meus pés.
Eu já imaginava que a resposta era sim, mas quis confirmar:
- Você ainda é virgem?
- Mãe!
- Que foi? Toda mãe fica curiosa com isso - falei, antes de acrescentar, querendo manter ele de joelhos mais um tempinho: - E pode fazer minhas panturrilhas também?
- Claro - ele assentiu, sem achar nada estranho, e subiu as mãos devagar pelas minhas pernas cobertas pela meia 7/8 de seda.
Depois de um minuto, apontei:
- Você ainda não respondeu minha pergunta.
- Torci pra você esquecer.
- Mãe não esquece.
- Sim - ele sussurrou, quase inaudível.
- Não tem nada de vergonha nisso - falei, enquanto a ideia de tirar a virgindade dele de repente ficava absurdamente tentadora, latejando na minha mente.
- Sim... - ele disse, mesmo concentrado na massagem.
- Como eu falei, na faculdade tudo recomeça - respondi. - Você é julgado pelo que você é… e às vezes pelo que carrega na calça.
- Ai, caralho… - ele gemeu, mais um gemido de tesão do que de “não acredito que tô falando isso com minha mãe”.
Continuei, empurrando os limites ainda mais:
- Saber chupar uma mulher direito também é uma habilidade valiosa na faculdade.
- Não acredito que a gente tá tendo essa conversa - ele disse, claramente perdido entre o desconforto e o tesão, mas sem parar de massagear minhas panturrilhas de meia.
- Que foi? - perguntei. - É conselho de ouro. Foi assim que seu pai, que era um nerdão na juventude, pegou uma garota popular tipo eu… rola grande e língua afiada.
- Aaaaaah… por favor, para - ele gemeu.
- Esse conselho é ouro puro, Pedro - insisti. - Especialmente se sua rola for tão grande quanto a do seu pai. - Fiz uma pausa e decidi ir pro ataque total: - Posso fazer mais uma pergunta pessoal?
- Por que parar agora? - ele brincou, e dava pra ver que, por baixo do choque e do desconforto, ele tava curtindo pra caralho.
- Seu pai tem uns dezoito centímetros - revelei. - Você chega perto disso? Se chegar, vai ter buceta na fila.
- Não acredito que você falou “buceta” - ele disse, olhos arregalados de choque.
- Isso é surreal - ele balançou a cabeça.
- Responde a pergunta - insisti.
Ele parou, olhou pra cima pra mim e disse, com um leve orgulho na voz:
- Sou maior que o pai.
- Quanto maior? - perguntei, erguendo a sobrancelha.
- Uns cinco centímetros a mais - respondeu, ganhando confiança com a revelação.
- Vinte e três centímetros? - soltei um suspiro de choque fingido, merecendo um Oscar pela atuação.
- Quando dura - ele confirmou.
- ri, antes de completar: - Bom, nesse caso, amanhã é só chegar na galera do cursinho, tirar a rola pra fora e ver elas brigando pra ver quem pega primeiro.
- Isso nunca ia acontecer - ele disse.
- Uma das maiores mentiras da vida é que tamanho não importa - falei. - Confia em mim: importa sim.
- Tá bom - ele assentiu.
Olhei pro relógio e vi que já tinham passado vinte minutos.
- Puta merda, eu podia te deixar me massageando a noite toda, mas preciso começar o jantar.
- Qualquer hora que precisar, é só pedir - ele disse, enquanto eu tirava os pés da cadeira.
- Cuidado com o que promete, posso cobrar mesmo - sorri, me levantando.
- Seu desejo é uma ordem - ele respondeu, citando o Gênio do Aladdin… meu filme favorito desde criança.
- Então você é meu gênio? - perguntei.
- Às ordens - ele sorriu, se levantando e fazendo uma reverência.
- Então eu tenho três desejos? - questionei, sorrindo com safadeza.
- Você tem desejos infinitos - ele respondeu… nerd é nerd pra sempre.
- Bom, você também pode ter três desejos - sorri, já sabendo quais eu ia oferecer.
Ele riu:
- Isso deve ser um remake do filme.
Assenti, bem na hora que a porta da frente abriu. Minhas palavras ecoando como presságio (com trocadilho safado mesmo):
- Quem sabe a gente não faz nosso próprio filme.
Ele me olhou confuso enquanto eu dava uma olhada discreta pro volume na calça dele, virei de costas e balancei a cabeça sussurrando:
- Vinte e três centímetros… puta que pariu.
Aquela noite, depois de engolir uma gozada do Tiago (ele gozou na minha garganta como sempre), esperei ele apagar - cinco minutos depois da foda, pontual como relógio - e desci pro sofá. Decidi assistir uns dos vídeos de incesto que baixei do PC do Pedro.