POSSO ASSISTIR MÃE? - 3º capítulo: Chuva Dourada e Corno Consentido

O final de tarde do dia seguinte tingia a sala de estar com tons alaranjados quando a porta da frente se abriu. Tiago e Márcia entraram, ainda com a energia elétrica do segredo compartilhado pulsando entre eles. A mochila de estudos foi abandonada no chão ao lado do sofá, e antes mesmo que qualquer palavra fosse dita, os lábios deles se encontraram em um beijo voraz, cheio da urgência renovada que a noite anterior havia plantado.

- “Eu não consigo parar de pensar” - Márcia murmurou entre beijos, suas mãos agarrando a nuca de Tiago - “em tudo o que aconteceu. Em tudo o que ela fez comigo”

- “Eu também” - Tiago respondeu, sua boca descendo pelo pescoço dela, desabotoando a blusa leve – “Mas foi real, não foi? Não foi um sonho”

- “Foi melhor que um sonho”

Eles se perderam no sofá, roupas sendo removidas às pressas, até que um ruído súbito os fez parar. Um barulho abafado, distante, mas inconfundível: o som da água correndo.

- “É o chuveiro” - Márcia sussurrou, seus olhos brilhando com uma curiosidade imediata e perversa.

Eles se levantaram, quase sem fazer ruído, e atravessaram a sala em direção ao corredor que levava aos quartos e ao banheiro. A porta que separava os ambientes estava entreaberta. Mais adiante, a porta do banheiro principal também estava encostada, deixando escapar uma fresta de luz e o vapor quente do banho. O som da água batendo no box era claro e convidativo.
Tiago e Márcia trocaram um olhar carregado. Sem precisar combinar, ele estendeu a mão e empurrou suavemente a porta do banheiro. O vapor envolvente saiu em uma nuvem quente, carregada com o aroma do sabonete líquido de karité que Karina adorava. O box de vidro fosco estava fechada, mas através do material translúcido, eles podiam ver a silhueta nua e curvilínea da mulher mais velha, de costas para a porta, inclinada levemente para frente.
Karina estava ensaboando o corpo, e no momento em que a porta se abriu, suas mãos estavam justamente passando o sabonete líquido entre as nádegas, em um movimento lento e circular, limpando a fenda com uma atenção meticulosa e sensual. A visão era hipnótica: as costas arqueadas, as nádegas cheias e firmes se separando levemente com o movimento, a água escorrendo pelos sulcos e curvas.
Márcia não conseguiu conter um gemido baixo, rouco, que saiu de sua garganta quase sem permissão. Um som de desejo puro e admiração.
Dentro do box, Karina parou. Seu corpo ficou imóvel por um segundo, então ela se virou lentamente, o rosto borrado através do vidro, mas seus olhos pareciam encontrar diretamente os deles. Ela não parecia surpresa. Em vez disso, um sorriso lento e entendido se desenhou em seus lábios, visível mesmo na distorção. Ela desligou o chuveiro com um movimento casual.

- “A porta estava aberta, queridos?” - a voz de Karina veio, clara e serena, acima do gotejar residual da água – “Ou vocês são apenas muito, muito curiosos?”

- “Nós… ouvimos o chuveiro” - Márcia balbuciou, mas sua voz não tinha arrependimento, só excitação - “E eu vi você se lavando” - Márcia continuou, mais ousada, engolindo em seco – “Atrás… você estava lavando a… a bunda. Pode… pode virar e mostrar de novo? Por favor?”

Karina emitiu uma risada suave, melodiosa, que ecoou no banheiro. Ela não se cobriu. Pelo contrário, com uma lentidão teatral, ela se virou novamente, apresentando-lhes suas costas nuas e lisa, ainda brilhantes de água e sabão. Com uma mão, ela puxou suavemente uma das nádegas para o lado, separando-as. Com a outra, ela pegou mais sabonete líquido da prateleira e o derramou diretamente no sulco profundo. Seus dedos então retomaram o trabalho, esfregando com firmeza e deliberação, limpando cada centímetro, da parte superior do cóccix até o períneo, passando pelo anel anal com uma pressão que fez seus próprios músculos da coxa tremerem levemente.

- “Satisfeita, querida?” - Karina perguntou, olhando por cima do ombro, seu olho brilhando com diversão maligna – “Ou precisa de uma demonstração mais… prática?”

Ela então virou-se de frente para os namorados e disse, com um tom de comando brincalhão que fez o coração de Márcia acelerar:

- “Norinha, larga esse corno do meu filho e vem aqui lavar o bumbumzão da sua sogra”

A palavra "corno", usada com carinho e posse, ecoou no ar úmido. Márcia sentiu um choque elétrico percorrer seu corpo. Sem hesitar, suas mãos foram para a barra da sua saia, puxando-a para baixo junto com a calcinha. A blusa já estava aberta, e ela a tirou, ficando nua em segundos, seu corpo jovem e pálido contrastando com o bronzeado maduro de Karina através do vidro.
Tiago, parado à porta, com uma ereção já evidente pressionando contra sua calça jeans, respirou fundo.

- “Mãe…” - sua voz estava rouca - “Posso assistir?”

Karina olhou para ele, seu sorriso se transformando em algo mais maternal e, ao mesmo tempo, profundamente inapropriado.

- “Você é o espetáculo, querido. Sempre foi. Mas hoje…” - ela puxou a cortina do box para o lado, convidando Márcia para entrar – “Hoje você é o público. Entre,
Márcia. A água ainda está quente”

Márcia entrou no box, o vapor envolvendo seu corpo. O espaço era apertado para duas pessoas, fazendo com que suas peles se tocassem imediatamente (os seios jovens de Márcia pressionando as costas molhadas de Karina, suas coxas se encontrando). Karina voltou a ligar o chuveiro, e a água morna caiu sobre ambas, unindo-as em um abraço líquido.

- “Você estava muito suja, sogrinha?” - Márcia sussurrou no ouvido de Karina.

Suas mãos ousando descer e pegar o sabonete, continuando o trabalho onde Karina havia parado. Seus dedos jovens exploravam a fenda das nádegas da mulher mais velha, repetindo os movimentos que havia observado, mas com uma reverência e curiosidade palpáveis.

- “Suja de desejos, minha querida” - Karina respondeu, arquear as costas e entregar-se ao toque – “Suja de coisas que uma mãe decente não deveria pensar… muito menos fazer”

- “E como você sabia?” - Márcia perguntou, seus dedos deslizando mais para baixo, encontrando os lábios inchados e úmidos de Karina, que não eram apenas de água - “Sobre o Tiago… sobre ele ser corno? Você viu algo?”

Karina riu, um som profundo e rico que se misturou com o barulho da água.
- “Uma mãe sabe, Márcia. Eu via os olhos dele quando ele voltava de encontros com você. Não era o olhar de um homem que tinha sido o único a proporcionar prazer. Era o olhar de quem tinha visto… ou participado de algo maior. Algo que o colocava em um lugar diferente. Um lugar de submissão. E ele gostava. Eu percebi porque… porque eu o criei. E porque, no fundo, nós somos iguais. Ele me come, sim, mas notava que ele fazia sem ter experiência”

Enquanto falava, Karina se virou dentro do box, enfrentando Márcia. Seus corpos se colaram (seios contra seios, ventre contra ventre). Karina baixou as mãos e as deslizou pelas costas de Márcia, até suas nádegas, puxando-a ainda mais para perto.

- “E você, minha linda” - Karina sussurrou, seus lábios perto dos de Márcia – “Você tem o olhar de uma dominadora que adora ser dominada. É uma combinação deliciosa”

Ela então deslizou para baixo, ajoelhando-se na base do box, sua face nivelada com a virilha de Márcia. A água caía sobre seus cabelos, escorrendo por seu rosto.

- “Eu quero ver” - Karina disse, sua voz um comando suave - “Quero ver você fazer xixi”

Márcia arfou, uma onda de calor e vergonha excitada subindo por seu corpo. Ela nunca havia feito algo assim. Mas o olhar de Karina, cheio de expectativa e autoridade, era irresistível. Ela se posicionou, agachando-se levemente, as mãos apoiadas nas paredes do box.

- “Espera” - Karina ordenou, levantando-se novamente - “De pé. Vamos fazer juntas”

Ela puxou Márcia para ficar de pé, e então posicionou-se ao lado dela, ambas de frente para a parede do fundo do box.

- “É natural, querida. É íntimo. É nosso. Relaxa e deixa acontecer”

- “Posso… posso assistir, mãe?” - ele perguntou novamente, sua voz trêmula de excitação.

Karina começou primeiro. Um jorro dourado e quente saiu de seu corpo, batendo na parede de azulejos brancos e escorrendo em riachos espumosos para o ralo. O som era de um chuveiro dentro do chuveiro. O cheiro acre e terroso encheu o ar úmido, misturando-se ao aroma do sabonete.
Incitada, Márcia fechou os olhos, relaxou seus músculos e deixou sua própria corrente se juntar à de Karina. Era estranho, libertador, profundamente erótico. Ela gemeu, sentindo a liberação, observando os dois fluxos se misturarem na parede.
Do lado de fora do box, Tiago estava agora ajoelhado, seu rosto pressionado contra o vidro, seus olhos arregalados, sua mão dentro da calça, se masturbando freneticamente. A visão das duas mulheres que ele amava (sua mãe e sua namorada) compartilhando esse ato tão primitivo e tabu estava além de qualquer fantasia que ele já tivera.
Karina, terminando seu fluxo, olhou para ele através do vidro embaçado. Seus olhos estavam escuros, predatórios.

- “Você pode mais que assistir, filho” - ela disse, sua voz dominante cortando o som da água - “Deita no chão. Agora”

Márcia, terminando também, olhou para Karina com admiração e antecipação. Ela entendeu imediatamente. Enquanto Tiago, com dedos trêmulos, tirava a roupa restante e se deitava de costas no chão frio do banheiro, Márcia puxou Karina para sair do box.

- “Vem” - Márcia disse, seu olho brilhando com uma ideia perversa - “Você sabia, Karina, que o seu filho não é só corno? Ele é um corno que adora ser humilhado”

Ela levou Karina para ficar de pé, uma de cada lado do corpo de Tiago, que estava agora completamente nu e deitado no chão, seu pau duro apontando para o teto, seus olhos cheios de devoção e desejo.

- “Ele me assiste chupar um senhor amigo meu” - Márcia continuou, sua voz doce como mel e cortante como uma faca – “Um homem mais velho, experiente… o senhor André. E depois, quando ele está todo excitado, vendo outro homem me comer, eu e o senhor André… mijamos nele. Nesse namorado corno que eu tenho”

Tiago gemeu no chão, não de negação, mas de puro êxtase. Sua mão voltou ao seu pau, mas Karina parou com um olhar.

- “Não toque. Você só recebe hoje” - Márcia ordenou.

Ela então olhou para Márcia e sorriu, um sorriso de cumplicidade absoluta.

- “Que menina maravilhosa você é, Márcia. Um verdadeiro achado para o meu Tiago. E para mim”

Karina posicionou-se sobre as pernas de Tiago, suas próprias pernas abertas. Márcia fez o mesmo, sobre seu torso.

- “Então vamos presentear nosso menino” - Karina disse, sua voz um sussurro sedutor - “Vamos dar a ele o que ele mais merece”

Elas trocaram um olhar, e então, quase em sincronia, começaram. Primeiro, foi o fluxo de Karina, quente e abundante, caindo diretamente no peito e no estômago de Tiago, pintando sua pele de um amarelo pálido. Ele arqueou as costas, um grito abafado saindo de seus lábios, seus olhos fechados em êxtase. O cheiro intensificou-se, enchendo o banheiro.
Imediatamente depois, o fluxo de Márcia se juntou, mais claro e em um jato mais forte, atingindo seu rosto, seus lábios abertos, seu pescoço. Tiago não se moveu para evitar; pelo contrário, ele abriu a boca, engolindo o que pôde, lambendo os lábios, bebendo a humilhação dourada das duas mulheres.

- “Isso, bebe tudo, corno” - Márcia sussurrou, dirigindo seu jato - “Isso é o que você merece. Só assistir e ser nosso banheiro”

- “Nosso bom menino” - Karina acrescentou, sua voz carregada de uma afeição distorcida, enquanto seu fluxo diminuía e parava - “Tão obediente. Tão devoto”

Quando ambas terminaram, Tiago estava encharcado, seu corpo brilhando sob a luz do banheiro, seu pau latejante e vermelho, mas ele não o tocou. Ele apenas ofegava, olhando para elas com adoração.
Márcia desceu do torso dele e se ajoelhou ao seu lado, acariciando seu rosto molhado.

- “Você gostou, amor? Gostou de ver sua mãe e sua namorada fazendo xixi em você?”

- “Eu… eu amei” - ele gaguejou, sua voz fraca.

- “E vai gostar mais ainda do que vem por aí” - Márcia disse, erguendo o olhar para Karina, que estava se limpando com uma toalha - “Vou apresentar o senhor André para sua mãe namorar ele”

Karina parou, uma sobrancelha erguida em interesse genuíno.

- “Ãhn?”

- “Sim” - Márcia continuou, seu tom ficando sonhador e perverso - “Ele é… impressionante. Um pauzão grande e grosso. E ele adora mulheres maduras, elegantes, com classe. Ele iria pirar com você, Karina. E aí, você vai ser a namorada dele, eu vou ser a amante dele… e você” - ela cutucou Tiago com o pé – “você vai ser meu namorado só de aparência. O corno total. Porque o senhor André vai comer sua mãe e eu, e você só vai assistir. Ou ser nosso urinol, como hoje”

Tiago sorriu, um sorriso largo e genuíno de submissão feliz.

- “Eu topo. Eu aceito esse relacionamento. Só peço… peço para poder assistir. Sempre”

Karina olhou para o filho, depois para Márcia. A proposta era absurda, perigosa, a escalada definitiva de seu mundo secreto. Mas o coração dela batia rápido, não de medo, mas de antecipação. A ideia de ser desejada por um homem mais velho, experiente, enquanto mantinha esse poder sobre seu filho e sua agora cúmplice… era intoxicante.
Ela se ajoelhou também, ao lado de Márcia, enfrentando Tiago no chão. Sua mão pegou o queixo dele, suavemente.

- “Se é assim que vai ser, meu filho” - ela disse, sua voz firme e doce – “então eu e a Márcia vamos dar sempre juntas para esse senhor André. Vamos ser as putinhas dele. E você… você vai ser o corno da casa. Nosso segredo mais precioso”

- “Vou assistir né?” - Tiago implorou novamente, seus olhos suplicando.

Karina olhou para Márcia, e as duas mulheres sorriram em uníssono, uma expressão de poder compartilhado e malícia.

- “Você só vai assistir” - Karina decretou.

- “E receber chuva dourada” - Márcia completou, acariciando o pau duro de Tiago com a ponta do pé - “Isso se você se comportar muito, muito bem”

Elas se levantaram, deixando Tiago deitado no chão, coberto de urina e desejo. Karina ligou o chuveiro de novo e começou a lavá-lo, não com carinho de mãe, mas com a eficiência de quem limpa um objeto de prazer. Márcia a ajudou, suas mãos passando pelo corpo do namorado, lavando cada gota, enquanto ele tremia sob o toque delas.

- “Levanta” - Karina ordenou, quando terminaram - “Vai se secar. Nós duas vamos terminar nosso banho. Depois que sairmos, você vem limpar o chão do banheiro”

Tiago obedeceu, cambaleando até de pé, seu corpo ainda excitado, mas sua alma em paz. Ele pegou uma toalha e se secou, vestindo apenas uma calça de moletom, antes de se sentar no vaso sanitário fechado, um espectador silencioso e reverente, enquanto Karina e Márcia voltavam para o box.
Dentro do vapor renovado, as duas mulheres se abraçaram sob a água quente. Desta vez, não havia voyeurismo acidental. Era uma celebração.

- “Você é inacreditável sogrinha” — Márcia murmurou, beijando o ombro de Karina - “Eu nunca pensei que… que algo assim pudesse existir”

- “A vida é muito chata quando jogamos pelas regras, querida” - Karina respondeu, suas mãos ensaboando as costas de Márcia, descendo até suas nádegas - “Nós criamos as nossas próprias. E as nossas… são muito mais gostosas”

Ela girou Márcia e a empurrou suavemente contra a parede fria do box. A água escorria entre seus seios. Karina se ajoelhou novamente, mas desta vez, seu objetivo não era humilhação, mas devoção. Ela enterrou o rosto entre as pernas de Márcia, sua língua encontrando o clitóris inchado da jovem com uma precisão cirúrgica.

Márcia gritou, suas mãos se enterrando nos cabelos molhados de Karina, seus quadris se movendo contra a boca da mulher mais velha. Foi um sexo oral lento, profundo e dedicado, onde Karina demonstrou toda a sua experiência, levando Márcia a um orgasmo estrondoso em minutos, seus gemidos ecoando no banheiro, enquanto Tiago assistia, masturbando-se finalmente, mas sem tirar os olhos delas.
Quando Márcia desceu da onda, ofegante, Karina se levantou e a beijou, compartilhando seu próprio sabor.

- “Sua vez” - Márcia sussurrou, virando Karina contra a parede.

Ela se ajoelhou então, sua língua jovem e ávida explorando as dobras íntimas de Karina, lambendo os lábios inchados, encontrando o clitóris já pulsante. Ela foi menos habilidosa, mas incrivelmente entusiasmada, aprendendo com cada gemido, cada tremor de Karina. Quando seus dedos entraram na vagina úmida e quente da sogra, Karina soltou um grito, seus dedos se agarrando ao box de vidro, suas impressões digitais embaçando a superfície.
Foi um orgasmo profundo e tremendo, que fez suas pernas vacilarem. Márcia a segurou, beijando sua coxa interna, saboreando os fluidos que não eram apenas água.
Elas se lavaram novamente, com uma lentidão sensual, passando sabonete nos corpos uma da outra, beijando-se sob a água. Era uma intimidade diferente da noite anterior (mais doce, mais terna, mas não menos perversa). Era a consolidação de uma aliança.
Quando saíram do box, envoltas em toalhas grandes e fofas, Tiago ainda estava lá, sentado, seu rosto uma máscara de adoração completa.
Karina se aproximou dele, sua toalha solta, revelando um ombro. Ela inclinou-se e beijou sua testa.

- “Você é um bom filho, Tiago. E um namorado ainda melhor para a Márcia. Nós cuidaremos de você. E você cuidará do nosso segredo”

Márcia se juntou a eles, pegando a mão de Tiago.

- “Vamos jantar?” - Karina perguntou, como se tudo fosse perfeitamente normal - “Eu preparo algo leve”

- “Eu ajudo” - Márcia disse.

E assim, as três figuras (a mãe, o filho e a namorada) saíram do banheiro, deixando para trás o vapor, o cheiro misturado de sabonete e sexo, e as marcas de um novo pacto selado em ouro líquido e desejos proibidos. O senhor André ainda era uma sombra no futuro, uma promessa de mais perversão. Mas por agora, eles tinham um novo normal. E Karina sabia, enquanto descia a escada atrás dos jovens, seu corpo ainda sensível da língua de Márcia, que não havia volta. Ela não era mais apenas uma mãe. Era uma amante, uma cúmplice, uma dominadora e, em breve, talvez, a "namorada" de um homem que humilharia seu próprio filho. A ideia deveria aterrorizá-la. Em vez disso, a excitação que sentia era tão intensa que quase a fazia tropeçar. Era o prenúncio de uma vida onde os limites existiam apenas para serem transgredidos, juntos.

...

Foto 1 do Conto erotico: POSSO ASSISTIR MÃE? - 3º capítulo: Chuva Dourada e Corno Consentido

Foto 2 do Conto erotico: POSSO ASSISTIR MÃE? - 3º capítulo: Chuva Dourada e Corno Consentido


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Ficha do conto

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Nome do conto:
POSSO ASSISTIR MÃE? - 3º capítulo: Chuva Dourada e Corno Consentido

Codigo do conto:
255405

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
24/02/2026

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