Como relatei anteriormente, Dona Leila e Seu Xandi, estão retornando para Ijuí, após a aposentadoria dele sair, fiquei responsável por ajudar ela na arrumação das coisas que seguiria posteriomente no caminhão, enquanto ele foi na frente, preparar a casa para receber a mudança.
Deixamos as coisas de lado, para aproveitar a noite, dei meu máximo para satisfazer aquela loba faminta e por saber que no sábado, seu filho Daniel iria chegar para ajudar a arrumar tudo, ligou avisando que chegaria próximo ao meio-dia.
Durante nossas transas a noite, Dona Leila, gemia chorando, dizendo que não queria se mudar, que queria me levar junto, mas o Xandi era cabeça dura e imbestou de retornar a sua terra de origem, eu a consolava com beijos, carícias, tapas na bunda e puxões de cabelo, entramos o início da madrugada transando, até que já estávamos exaustos e dormimos abraçados, pelados e cobertos de nossos gozos.
Acordei e ela não estava na cama, ouvi barulho na cozinha, levantei, ela preparava um café para nós dois, estava apenas de calcinha, sem sutiã, já de banho tomado, resolvi tomar um banho, demos um gostoso banho e entrei no banheiro.
Tomei minha ducha, deixei a água escorrer pelo corpo, demorei um pouco, quando fui sair, já estava de pau duro, peguei a toalha e me sequei de leve, saí nu do banheiro, quando me deparo com Daniel, olho para Leila, estava com as mãos tampando o rosto, chorando, envergonhada.
Daniel: "E então, vocês vão querer inventar alguma história?"
Leila só chorava...
Daniel me olhando com olhar sério, mas relativamente calmo, deu até medo, o pau caiu na hora.
Daniel: "Tu vai me dizer alguma coisa ou vai ficar aí pelado?"
Me enrolei na toalha, pedi desculpas a ele e não sei de onde tirei tamanha tranquilidade naquele momento.
Eu: "Daniel, tua mãe é carente, conhece teu pai, Seu Alexandre não dá conta, por motivo da saúde dele, a Leila tem os desejos dela, e eu acabei ajudando ela a por prá fora o desejo reprimido, cara, além de ser tua mãe, ela é mulher."
Nesse instante, ele desarmou, baixou os ombros, mudou a expressão, colocou a mão na cabeça da mãe, pediu que ela lhe olhasse e perguntou: "É isso mãe?"
Ela apenas balançou a cabeça positivamente.
Daniel: "Mãe, só te veste por favor."
Ela levantou e passou por mim, balbuciou um obrigada.
Olhei ela entrando no quarto, as marcas vermelhar, dos tapas na sua enorme bunda branca.
Daniel puxou uma cadeira e sentou, me olhou e disse: "Precisava pegar tão pesado com a velha? Olha a bunda dela, toda marcada."
Falei: "Me desculpa, mas tu no meu lugar faria o mesmo, tua mãe tem uma senhora bunda, todo cara tem tesão numa bunda daquelas."
Daniel: "Isso é verdade, lembro da gurizada aqui da vida, mexiam comigo por causa disso."
É, eu era um deles, sempre que ela passava eu admirava, falei.
Ela voltou do quarto, com um vestido solto, nos olhou e então falou: "Dani, o que o Gil falou é verdade, teu pai não me procura, tenho vontade, quando ele consegue e bem espinho e dorme."
Daniel: "Mãe, me deixe com a imagem do pai como meu herói, não como um velho broxa."
Leila: "Está bem, mas fora isso, não tenho queixas, ele realmente é um marido excelente. Bem, eu escutei a conversa de vocês, sempre tive vergonha da minha bunda, mas vejo que só eu via isso."
Daniel: "Mãe, a senhora é linda, todas as gurias que me interesso, busco algo parecido com a senhora, principalmente a bunda."
Leila ficou rosada, o rubro tomou conta do seu rosto.
Daniel: "Mãe, quando entrei na adolescência, meus amigos falavam, eu brigava com eles, xingava, mas quando chegava em casa, quando te abraçava, sempre pegava na sua bunda, lembra?"
Leila: "Lembro sim, era uma forma de carinho, eu imaginava."
O filho concordou com as palavras dela e eu apenas acompanhava a conversa.
Daniel: "Hoje, presenciei isso, fiquei curioso, minha vontade era de quebrar a cara do Gil, contar tudo pro meu pai, mas acabaria com o casamento de vocês. Ouvi vocês e entendo a situação. Tu como mulher, o Gil como um safado, sem vergonha, comedor da mãe alheia, mas entendo e entendi mais ainda, quando te vi se afastando e entrando no quarto, Mãe, tu tem uma senhora bunda, não tem como resistir mesmo, não a Carla Pérez te supera, minha mãe!"
Ela novamente ficou vermelha, mas acabou rindo muito com a comparação com Carla Pérez.
Leila: "Quem me dera, a bunda até pode ser, mas a barriga e cara nada a ver."
Então ela dá um giro e imita a dança na boquinha da garrafa.
Daniel: "Ah se não fosse minha mãe, o Gil tá certo e a senhora também. Se não usar, a terra vai comer."
Resolvi me meter na conversa, perguntei se estava tudo bem? Disse que eles poderiam seguir conversando, mas eu tinha alguns armários para desmontar e tinha um café cheirando que iria esfriar.
Leila foi organizar o restante das roupas, eu e Daniel concluímos as desmontagens e separação dos móveis para mudança, deixando apenas pia da cozinha, geladeira ligada e o fogão com botijão engatado, final do dia chegou. Hora do banho e depois descansar para domingo pela manhã carregar o caminhão assim que chegasse.
Leila preparou algo rápido, um macarrão com carne moída para jantarmos, no antigo quarto de Daniel, os colchões estavam jogados no chão e a TV (aquelas de tudo ainda) sobre algumas caixas com objetos, sendo usada como suporte.
Jantamos, fui tomar banho, enquanto Leila e Daniel limpavam a louça, porém quando entrei no banheiro, vi Daniel abraçado na mãe pelas costas, quando estava por sair do banho, ele entrou no banheiro, pude notar que estava de pau duro, então mexi com ele: "Não tem como não ficar pau duro, agarrado naquela bunda, né?"
Daniel: "Sim, mas é minha mãe!"
Disse: "Sim, mas tu é homem, não tem como segurar."
Nosso, ela entra no banheiro, o que que meus meninos tanto cochicham?
Daniel tenta esconder o pau duro.
Eu: "O Daniel ficou de pau duro por ficar abraçado em ti."
Leila: "Dani, deixa eu ver se é verdade." Ele que havia sentado no vaso sanitário, se levanta e não há como esconder a excitação dele.
"Meu filho, como tu cresceu, deixa a mãe ver direito isso?!"
Daniel: "Mãããeeee, não!"
Leila: "Obedece tua mãe guri!"
Ela tirou o vestido, ficando novamente só de calcinha, virou a bunda prá ele e perguntou, tu gosta da bunda da mamãe? Quer pegar na bunda da mamãe assim? Pega meu filho!"
Ela me olhando e provocando o filho, eu já ficando de pau duro com o jogo de sedução, daquela mulher, que a pouco tempo atrás, se mostrava puritana e tímida.
Fiz sinal para entrar no chuveiro, ela pegou o filho pela mão, ele sem reação obedeceu, saí do banheiro e fui para o quarto, esperar o que estava por vir, de lá ouvia o barulho da água, alguns sussurros, risadas e gemidos abafados, além do som de tapas na bunda, até que os sons sessaram, a porta do banheiro abriu e os dois saíram molhados, com cara de felicidade e vieram se juntar a mim na cama.
Leila, sentou sobre mim, se inclina, me beija a boca e agradece, senti que Daniel se ajeitava atrás da mãe, Leila seguia me beijando a boca, sua respiração foi ficando ofegante, então seu corpo começou a balançar, com as estocadas de Daniel no rabão da mãe, ela apenas me pediu, não para de me beijar.
Daniel: "Mãe, a senhora é muito gostosa, como é bom meter na senhora, quero meter sempre mãe..."
Leila: "Ai filho, cala boca e come tua mãe, não tinha vontade, mata essa vontade, que tenho que dar pro Gil também, é nossa despedida, tu vai me ver outras vezes."
Daniel aproveitou que a mãe estava de quatro e meteu o dedo no cuzinho dela, ela soltou um gemido...
Leila: "Quer comer o cuzinho da mamãe também, filhinho tarado?"
Daniel não disse nada, só levantou o corpo, cuspiu na mão e passou no anel da mãe, encostou a cabeça e foi forçando até enterrar tudo.
Leila: "Tu é um verdadeiro filho da puta, e a puta sou eu (risos)...
Vai, rasga o cú da mamãe, meu filho pauzudo, tu não puxou teu pai, faz a mamãe gozar nesse pirocão..."
Eu ouvindo tudo, prensado contra o colchão, chupando os peitões caídos de Leila, ela forçando o corpo, a bunda contra o filho, então Daniel gozou, urrou alto, se alguém passasse na rua ou os vizinhos estivessem em silêncio, provavelmente ouviram, jogou o corpo da mãe prá frente, senti sua porra escorrer e cair em mim, ele simplesmente se atirou para o lado no colchão.
Leila por sua vez, catou meu pau com mão e ajeitou na buceta encharcada, de seus fluidos e da porra do filho que escorria saindo de seu cú arrombado.
Ela estava faminta, soltava todo seu corpo em cima de mim, a cavalgada gerava sons de impacto, enquanto Daniel com um sorriso estampado no rosto, assistia a sua mãe me devorando como a loba que era, mas já se recuperando, iniciando uma nova ereção.
Leila, parou, ergueu o corpo, e sentou como cuzinho em mim, remexida freneticamente para frente e para trás, subia e descia, como ainda não havia feito comigo, o sexo com o filho, despertou algo ainda mais voraz nela, mandou o filho levantar e dar o pau para chupar, Daniel como filho obediente assim o fez, acariciando o rosto da mãe, enquanto ela tentava engolir aquele mastro enorme, e foi só então que pude ver, Daniel era um cavalo, muito avantajado, grande e grosso, um saco pequeno, mas bem destacado os dois testículos, então entendi a euforia de Leila, pois a partir da mudança, teria ele para satisfazê-la.
A noite foi de luxúria pura, eu, mãe e filho, dois jovens, eu com meus 18 anos, Daniel com cerca de 25 anos e Leila, uma loba de 51 anos, que era cheia de pudores, se descobriu como mulher, amante e agora incestuosa.
Infelizmente, nunca mais tive notícias deles, mas foi uma das melhores aventuras que vivi.