Meu primeiro cabacinho

Durante minha adolescência, tive várias experiências, com primas, vizinhas, namoradinhas, filhas de amigos de meus pais, mas também com primos e amigos, dentre eles, Cassiano, afilhado de meus pais, que eu sinceramente não gostava, ele não gostava de jogar bola, andar de bicicleta, era só televisão e jogos de tabuleiro...
No sábado, minha mãe avisou, amanhã os compadres virão passar o dia aqui, vocês tomam conta do Cassiano, minha irmã já falou, eu vou prá casa da tia, a Val (nossa prima), me convidou, a mãe me olhou e disse, dá um jeito de entreter ele, soltei aquele, tá bom, contrariado.
Pela manhã ficamos assistindo televisão, Domingo no Parque, com Silvio Santos, almoçamos e nossos pais, já bem alegres, pela cervejada, quando ouvi a corneta da sorveteiro, pedi para minha mãe comprar, ela disse que não, que tinha bastante doce para comer, já a mãe do Cassiano, disse que comprava, fui na janela e chamei o rapaz, saímos para a rua, escolhemos os sabores, ela pagou e voltou, eu e Cassiano sentamos na frente de casa, na sombra, enquanto saboreávamos nossos picolés.
Cassiano: "Bom seria se esse fosse premiado."
Na época, havia uma grande marca que dava brindes variados, dentre eles picolés.
O rapaz, atendia nossa vizinha e riu das palavras do Cassiano.
Terminou a venda e ao passar por nós disse; "Eu tenho vários palitos premiados, escondido ali no meu esconderijo."
Cassiano: "Tu tem um esconderijo, os palitos são como tesouro de pirata?"
Rapaz: "Sim, e é bem pertinho daqui. Querem ir comigo, sou um pra vocês."
O sorveteiro, passava seguido na nossa rua, não sei se morava próximo também.
Como nossos pais estavam se divertindo, ouvindo música e bebendo, não iam sentir nossa falta, seguimos o sorveteiro.
Cassiano é 3 anos mais novo que eu, na época era gordinho, bochechas sempre rosadas, cabelo tipo do He-man, porém preto e uma bunda que acompanhava o volume do corpo, já o sorveteiro, acho que tinha pelo menos 5 anos a mais, moreno, bronzeado do Sol, usava uma bermuda jeans, deitei de uma calça velha pelo visto, camisa azul de botões, com a mesma logomarca da caixa de isopor, que carregava, pendurada por uma cinta, no ombro.
Caminhamos pela minha rua, até chegar numa casa abandonada, onde seria o esconderijo dele, sem as portas e janela, haviam tábuas pregadas no lugar, mas fazendo a volta nela, pelos fundos, dava para entrar, o que fizemos, o local tinha muito vidro quebrado pelo chão , mais um pouco de entulho, das portas e janelas arrancadas, além da poeira.
Cassiano ficou com medo de entrar.
Rapaz: "Vai desistir de teu palito premiado assim tão perto?"
Empurrei Cassiano que se obrigou a entrar na casa.
O rapaz entro na casa e logo entrou no que seria um dos quartos, estava escuro, quase uma penumbra, a luz que entrava, era pelas frestas dos tapumes. Fui empurrando Cassiano, até entrarmos na peça junto, então o rapaz falou: "Vem gordinho pegar teu palito." Abriu o zíper da bermuda e puxou o pau prá fora, bem onde tinha um fecho de luz.
Cassiano: "Isso não é um palito, é um piupiu."
Rapaz: "Eu sei que é um pintinho eu mas ele pode crescer e te dar um cremezinho bem gostoso, é só chupar ele como se fosse um picolé."
Entendi o que o rapaz queria, até porque já tinha visto minha irmã com meu primo, e também fiz com minha prima, além de uma coleguinha dadinha da escola, que os meninos faziam fila para ela chupar.
Falei: "Cassiano, vai, tu vai gostar."
Ele me perguntou como eu sabia, daí disse que já tinha brincado assim com uma amiguinha.
Rapaz: "Viu gordinho, bem provar meu creme..."
Cassiano: "Mas pode colocar piupiu na boca?"
Rapaz: "Não só na boca, pode colocar em outros lugares também, se quiser e fazer direitinho posso ensinar vocês."
Cassiano: "Eu quero, me ensina primeiro."
Só disse, eu já sei.
Cassiano se aproximou, se abaixou um pouco, o rapaz deixou a bermuda cair, pegou o pau que estava meio bomba, pegou na nuca de Cassiano e mandou ele abrir a boca, que era para chupar como se fosse um picolé, só não podia morder, nem passar os dentes, mas dava para lamber, beijar e chupar.
Cassiano: "É salgadinho, pensei que era doce igual picolé."
Rapaz: "Prometo que o creme, vai ser mais doce."
O pau dele começou a crescer, e Cassiano achou aquilo incrível, sorria e voltava a chupar, já estava gostando. Eu já de pauzinho na mão, assistindo de camarote.
O rapaz começou a tentar baixar o short de Cassiano, fui ajudar ele, e baixei junto com a cueca, mesmo no escuro, a bunda de Cassiano dava para ver, por ser branca e pelo tamanho. Então ele cuspiu na mão, levou até a bunda de Cassiano, procurando seu cuzinho, mandou eu ajudar: "Abre a bunda do gordinho prá eu sentir o cuzinho dele. O Cara tentou meter o dedo, mas ele tinha mãos grandes e dedos grossos, Cassiano reclamou, mas não parava de brincar com o pai do rapaz.
Rapaz: "O que que tu já sabe? Bater punheta já vi que sabe, me ajuda, molha o cuzinho dele com saliva e põe teu pintinho nele." Obedeci!
Cassiano: "Gil, quer brincar também? olha o tamanhão que eu deixei o piupiu dele."
Rapaz: "Não, ele vai brincar atrás de ti, ele vai esconder o piupiu dele, no teu popo, para me ajudar a conseguir o creminho prá ti."
Cassiano: "Tá bom, eu tô gostando de brincar assim."
Meu pau na época devida ter no máximo 10cm, ainda fino, abria a bunda de Cassiano e fui entrando, senti a carne daquela bunda enorme, me engolindo, eu obedecia os comandos do rapaz, assim como Cassiano, que reclamou de dor no popo, foi quando consegui entrar todo, e forcei mais, então comecei o balancinho do vai e vem, o rapaz segurava uma das nádegas do gordinho para eu meter melhor, Cassiano foi relaxando e já não resmungava com o pau na boca.
Rapaz: "Obrigado, já abriu o caminho, agora deixa eu terminar, vamos trocar." Ele sentou no chão, mandou Cassiano acocar, segurou ele e foi ajeitando para arrancar as pregas do gordinho, quando a cabeça do pau pressionou o cú dele, Cassiano disse que tava doendo muito, parecia que ia começar a chorar, não queria mais brincar, só se fosse com o meu, que doía menos, mas era bom. O rapaz disse que tudo bem, mas precisar dar o Creminho prá ele. Levantou e começou a bater uma punheta, mandou o gordinho abrir a boca e jorrou porra na língua, boca e queixo.
Rapaz: "Toma gordinho, tá aí teu creminho, bebe tudo." Vestiu a bermuda, ouvi o barulho dele pegando isopor e saiu.
Cassiano: "Eu gostei do creminho dele, dá coisinha na língua." Passou a mão no queixo, melou os dedos e chupou o que catou.
Cassiano: "Gil, eu gostei foi teu piupiu no meu popo, doeu um pouquinho, mas depois fica uma coceirinha gostosa, quer brincar mais? tu tem creminho também?"
Falei que tinha e queria sim, brincar mais, saímos daquele quarto escuro, e ficamos na porta onde entramos, Cassiano se inclinou de novo, abriu a bunda com as duas mãos e pediu para eu brincar mais, agarrei o gordinho pelo quadril e coloquei nele de novo, brincamos um bom tempo ali, então pedi prá ele tentar sentar em mim, como o rapaz queria, ele se abaixou de costas prá mim, pude ver meu pau entrando e saindo daquele cuzinho, vi também que tinha um pouco de merda saindo junto, então quis mudar de novo, mandei ele me chupar como fez antes, ele nem reparou e meteu na boca o pau sujo, sentiu o gosto diferente e cuspiu mas não parou, logo depois seguro ele pelos cabelos e dou o creminho que ele tanto queria.
Colocamos nossas roupas e antes de sair da casa, avisei que ele não podia contar nada prá ninguém, pois ali era um esconderijo, e os adultos iriam querer pegar prá eles.
Depois disso, todo ranço que eu tinha do moleque, desapareceu, e cada vez que nossos pais se encontravam, eu metia nele, com o passar do tempo, ele me contou que já brincava com outros amiguinhos e colegas da escola.
Os anos se passaram e mesmo depois de adultos, as vezes repetimos nossa brincadeira juvenil.

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Comentários


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bezerrorjzo Comentou em 24/03/2026

Tesão de conto

foto perfil usuario henri_cuzasso

henri_cuzasso Comentou em 23/03/2026

Amei!




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Ficha do conto

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carreteirogil

Nome do conto:
Meu primeiro cabacinho

Codigo do conto:
257634

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
23/03/2026

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2

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