Chegou minha vez com meu primo

Nossa casa mudou, tudo ficou mais leve, diferente, após meu Pai deixar que meu Primo e minha Mãe, vivessem ali como casal, homem e mulher, porém éramos, eu e minha Mana, proibidos de comentar com quem quer que fosse.
Minha mãe, aos poucos foi deixando de ir à igreja, tomava uma cervejinha com seus dois machos, deixava minha irmã sair para dormir fora e até namorar.
Meu Pai, já não fazia mais tantas horas extras, as vezes chegava em casa, e deitava junto dos dois na cama, logo depois podia ouvir os 3 fodendo.
Primo, chegava, a Mãe recebia ele com um grande beijo, o tratava como marido também, já não importunava a minha irmã.
Meu quarto ficava entre os dois outros quartos da casa, na parte da frente, voltado para a rua, era o quarto do trisal, o meu e de minha irmã, então pude ver minha irmã algumas vezes pelos nós de pinho que tirava, já para os quarto de meus pais, o roupeiro atrapalhava qualquer tipo de visão, mas podia ouvir eles conversando e fudendo, numa dessas conversas ouvi meu Primo pedindo que minha Mãe desse o cuzinho prá ele, ela negou, falou que não gostava, era incômodo para ela e que não insistisse.
Teve um evento na empresa de meu Pai, cheguei da escola e vi que ele já estava em pé, conversando com minha Mãe, enquanto ela estava com cabelo arrumado e de unhas pintadas, coisa muito rara, então disseram que iriam sair a noite, que a Mana já tinha ido para casa da tia, que o Primo chegaria um pouco mais tarde, então se eu quisesse, poderia jogar meu novíssimo, moderníssimo para época, Atari, fiquei feliz da vida, meu pai ajudou a instalar na televisão Telefunken, fui tomar um banho, comer algo e fiquei ali jogando meu River Rider, não vi o tempo passar.
Ouvi barulho na porta, meu Primo chegou, foi direto tomar banho, sentou no sofá e perguntou que jogo era, ficou jogando um pouco comigo, para quem não sabe, os controles na época, tinha apenas um botão e era controlado por uma haste direcional, logo depois largou e foi para o quarto, um tempo depois, voltou e me perguntou: "Lembra daquela brincadeira que fizemos aquele dia? Tu contou para alguém?"
Eu: "Lembro sim, não falei nada prá ninguém."
Ele: "Bom garoto, quer brincar de novo? Preciso relaxar, hoje o dia foi tenso."
Eu: "Agora?"
Ele: "Sim, preciso relaxar para poder dormir, depois tu joga mais."
Larguei o controle, ele me olhou e mandou eu entrar no meu quarto, disse para eu tirar a roupa que ele já iria. Quando entrou no quarto, estava com o pote de vaselina na mão, já entendi que ele iria colocar o dedo, de novo no meu cuzinho.
Ele deitou na cama, me puxou e colocou como se fosse fazer um 69, hoje eu sei que é assim que se chama a posição, quando foi deitar, pude ver novamente aquele sacão peludo pendurado, enquanto ele segurava seu pau escuro, torto prá cima, já começando uma ereção.
Primo: "Faz daquele jeito que te ensinei, sem por dente, nem morder."
Já fazia mais de 6 meses desde aquela vez, nesse meio tempo já tinha brincado com minha Prima, e com 2 coleguinhas na escola, só que eu fiz eles me chupar o pintinho.
Ele jogou os braços para trás da cabela, me posicionou com a bundinha virada para ele, segurei seu pauzão e comecei a beijar e passar a língua, era mais difícil chegar as suas bolas, mas segurei com uma das mãos, tinha um saco peludo, pesado e duas bolas enormes. Coloquei na boca, fui me habituando novamente, o pau dele chegou ao máximo, estava muito duro, tinha uma veia grossa, que ia dá base até a perto da cabeça roxa do pau, passava a língua e sentia o sangue correr por ela.
Primo: "Isso, não esqueceu, está fazendo um serviço, continua que está muito gostoso assim..."
Eu: "Eu gostei de fazer, é bom! Mas ficou melhor quanto tu passou aquela pomadinha na minha bunda, dá uma coceirinha gostosa, e fica melhor de chupar teu pintão."
Ele: "Quer que eu faça de novo?"
Com o pau dele na boca, só balanceia a cabeça e emiti um abafado, Uhumm!
Senti as bolas dele pular, o pau engrossou mais ainda, pediu que eu parasse só um pouquinho, pegou a vaselina, espalhou no meu cuzinho e começou novamente a massagear, gemi: "É bom, dá uma coceirinha, põe e dedo de novo pra coçar, eu gostei..."
Ele: "Hoje vamos brincar mais..."
Eu: "Porque a Mãe não deixa tu brincar assim? É tão bom."
Ele: "Como tu sabe disso?"
Eu só bati na parede, para mostrar que não era duplada e podia ouvir tudo, daí disse: "As vezes demoro a dormir, quando tu e Mãe ficam de brincadeira no quarto, parce que tô do lado da cama e quando o Pai chega, vocês 3 me acordam, só não entendo como fazem."
Primo: "A tia gosta que eu e teu Pai brinquemos juntos, um ela põe na boca e outro na pepeca dela."
Eu: "Eu não tenho pepeca, por isso brinco com a boca?"
Ele: "Não tem pepeca, mas tem cuzinho..."
Então enviou dois dedos em mim.
Pulei prá frente, disse que doeu, então ele falou que ia pôr mais um pouco de vaselina e que logo parava a dor, voltei a chupar a rola dele, como uma criança feliz, chupando um sorvete.
Ele começou a por e tirar, passava mais vaselina, senti uma dorzinha novamente, acho que tinha posto um terceiro dele, brincou um pouco, então mandou eu virar de frente prá ele, sentar na barriga dele.
Primo: "Agora, tu vai brincar com teu cuzinho, o que tu faz com a boca e a língua no meu pintão (falou e riu), vai fazer com ele."
Me segurou, quase me ergueu, mandou ficar naquela posição, segurou seu pau e começou a pincelar meu cuzinho, que já estava aberto por seu dedos, sentindo calor da sua chapeleta roxa, estava ficando gostoso, sentir ele esfregar, então foi me baixando, a cabeçorra encostou, senti a pressão, olhei com medo prá ele, me falou baixinho que era normal, parece que ouvi o estampido de uma filha de champanhe, quando aquele cabeção roxo entrou em mim, senti uma dor parecida, de quando ele enviou o segundo dedo com força, e uma ardência quando entrou o terceiro.
Primo: "Espera um pouquinho, não te mexe, já vai aliviar, só fica calmo, lembra que não conseguia por ele na boca e aprendeu, agora tu vai ensinar teu cuzinho a por ele prá dentro. Quando achar que quer mais, vai colocando ele prá dentro, sentando bem devagar."
Ouvir ele falando daquele jeito, lembrando como era gostoso chupar seu pauzão, quis sentir ele dentro de mim, fui suportando a dor inicial, sentando lentamente."
Ele: "Olha, tá conseguindo, daqui a pouco vai sentar nele todinho, então vou te ensinar outra coisa."
Abaixei a cabeça, olhei sobre a barriga sarada dele, vi aqueles pentelhos pretos, quase encostando na minha bunda, lembrei da sensação de roçar o rosto neles, sentir o cheirinho do suor brotar e quis que minha bunda e meu cú tivessem a mesma sensação, fui sentando mais, até sentir os primeiros toques dos pentelhos na minha bunda, olhei de novo, eu de cócoras, deixei meu corpo descer, uma dor imensa surgiu dentro de mim, mas vi que tinha conseguido, olhei prá ele, sorri e disse: "Consegui! Orgulhoso, sorriso com cara de dor."
Ele me puxou pro peito dele, afagou meus cabelos, deu um beijo na minha cabeça e disse: "Agora fica quietinho, que vou te ensinar o resto, passou o braço em volta de mim, me segurou e começou a foder meu cú, tirava um pouco e socava, foi assim um longo tempo, já não me segurava mais, eu só deitado no peito, sentindo os dois corpos a suar, eu gemendo, já não mais de dor, meu Primo, gemendo de prazer, dizia: "Que cuzinho gostoso tu tem priminho, vou querer de comer mais, tua mãe não me deu, comi o teu, e urrava gemendo me comendo..."
Eu: Tá doendo um pouco, mas é bom, eu gosto de fazer essas coisas contigo."
Não demorou muito, ele me apertou, segurou mais firme ainda, abraçou forte, quase me esmagando, então gozou, deu 3, 4, 5 estocadas fundas, sentí meu cuzinho molhado, não apenas lubrificado, meu primo me inundou com sua porra, seu pau ainda dentro de mim, apesar da dor, sentir aquela porro toda dentro de mim, me deu vontade que ele continuasse, joguei o corpo prá frente e prá trás, querendo mais rola.
Ele: "Vem, vamos tomar banho, quero ver como ficou esse cuzinho."
Me pegou no colo, e fomos para o banheiro, ele me fez ficar em pé, encostado com as mãos na parede, começou a lavar meu corpo, olhei prá baixo, pude ver, um pouco de tudo, que saía de dentro de mim, ele ensaboou bem minha bundinha, para tirar o excesso da vasilina, quando foi lavar meu cuzinho, ardeu muito, mas do que quando ele arrancou meu cabaço."
Foi assim que fui comido por meu primo a primeira vez, as vezes eu saia com ele de carro, parava em lugares desertos e me comia de novo, mas essa fica para um próximo relato.

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Comentários


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ksn57 Comentou em 28/03/2026

Votado ! E assim perdeu o cabaço, mas foi bom, verdade ?




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Chegou minha vez com meu primo

Codigo do conto:
258039

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
28/03/2026

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2

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