Chegou a data da apresentação no Exército, pensei que ficaria já internado, mas apenas apresentaram o Batalhão, recebi a designação de Companhia e Pelotão, depois as dependências da Cia, alojamento, vestiário, banheiros, tudo, voltamos para o pátio, para ser divididos por pelotões, assim foi o dia, as 17h nos liberaram para em 3 dias nos apresentar, com todo material listado.
Cheguei em casa em silêncio, pois meu pai trabalha a noite e não estaria com certeza, minha mãe era diaconisa na igreja, apenas na terça-feira não ia a noite, minha irmã cursava enfermagem a noite, nem sempre estava em casa, porém quando fui me direcionando para meu quarto, ouvi gemidos dela, nossa casa era mista, paredes external em alvenaria e as internas de madeira de pinos, tipo forrinho.
Entrei no meu quarto e puxei um nó de pinho da parede, que me dava a visão para o quarto da minha irmã, via só os pés dela, erguidos para cima, sendo segurados por nosso vizinho, que socava alucinado na minha maninha.
o vizinho era casado, sem filhos, mas a esposa dele, era a companhia de minha mãe, iam quase que diariamente a igreja juntas.
Minha irmã é morena clara, cabelos pretos, olhos grandes, castanhos, peitos pequenos, pernas grossas, cintura fina e bunda grande, era uma réplica de nossa avó paterna, tirando a diferença de idade, minha mana estava com 23 anos, sempre foi putinha na escola, foi casada por 2 anos e separou, voltando para casa.
O vizinho já próximo dos 40 anos, vivia brigando e reclamando da esposa, ela não tinha boca prá nada, totalmente submissa a ele.
Foram no máximo 10 minutos, ouvi ele rosnando, apertou a bunda, tremeu o corpo, soltou as pernas da minha irmã, puxou a calça prá cima e saiu, pude ver a buceta de minha irmã alargada, com a porra dele querendo sair, ela com cara de decepção, só calçou os calcanhares na cama e ficou alisando a buceta melada, puxando um pouco da porra, para lubrificar seu grelinho, que estava um pouco inchado, me certifiquei que o vizinho já havia pulado o muro, voltei e fiquei na dúvida se falava com ela ou não me metia na história, porém de pau duro, eu só apertando sob calça , foi quando ela abre a porta do quarto e se depara comigo alí, literalmente de pau na mão.
Mana: "Que tu tá fazendo em casa?"
Eu: "Me dispensaram, só volto na quinta-feira, tenho que organizar umas coisas para levar."
Mana: "Que horas tu chegou?"
Eu: "Quando o vizinho ergueu tuas pernas pra te comer, mas pela tua cara, não foi o suficiente..."
Mana: "Sim, mas não tem jeito mesmo."
Lembrei de Dona Leila e Daniel, mãe e filho, por que irmãos não poderiam?
Eu: "Posso te ajudar!"
Mana: "Vai chamar algum amigo teu?"
Eu: "Falei que eu posso te ajudar."
Mana: "Tu é meu irmão, tá louco?"
Eu: "Tu ficou na mão, eu tô aqui, já assisti aquele cara te deixando na mão, pô, sou teu irmão, quero o melhor prá ti..."
Mana: "Tu é muito cara de pau mesmo, por isso que tem comido as vizinhas todas."
Eu: "Todas não, a do teu comedor não. E como tu ficou sabendo?"
Mana: "Até a mãe sabe, uma fala prá outra, se espalhou, foi até bom tu ir pro Quartel, vai que um dia cornos queira se vingar."
Eu: "Não muda de assunto, quer uma ajuda ou não? Já te vi com nosso primo, agora com o vizinho, se com primo pode, com irmão também pode."
Mana: "Eu não vou dar meu cú prá ti, até isso fiquei sabendo, que tu come o cú das casadas."
Eu: "Tu é separada, daí tem desculpa."
Ela me deu um tapa e me pegou pela mão, e disse: "Vem preciso ir no banheiro antes, toma um banho comigo, daí a gente decide."
Entramos embaixo do chuveiro, ela me alcançou o sabonete, se molhou bem e pediu que lavasse as costas dela, ensaboei bem, aproveitei e me encostei nela, para abraçá-la e ensaboar seus pequeninos seios, já de pau dura, posicionei entre as nádegas dela, fui descanso até chegar na bucetinha dela, comecei a passar a mão, lavando lentamente, ela só gemendo baixinho, com a cabeça apoiada na parede, senti que a perna dela bambeou, ela abriu um pouco mais, empinou a bunda e disse: "Vai Maninho, coloca em mim, cole tua Maninha, que eu sei que tu quer, e agora eu também quero."
Ele se inclinou um pouco mais e pincelei na bucetinha dela, ela jogou o corpo pra trás, desliguei o chuveiro e comecei o movimento de vai e vêm, minha irmã gemia gostoso, com a voz meio rouca, segurei ela pelo quadril e fui aumentando a velocidade, ela já com o corpo todo inclinado, mandou eu parar, pegou a toalha, se enrolou e mandou me secar também, novamente me pegou pela mão e fomos para a cama dela, ela sentou e pediu para eu deixar ela chupar um pouco, fiquei em frente a ela, que tentou mamar, mas não sabia direito, arranhava com os dedos a todos instante, fiz ela deita e disse que era minha vez, ela deitou e abriu as pernas, deitei e chupei a bucetinha dela, minha irmã apertava minha cabeça contra a buceta dela, mandando que eu não parasse, soltei a mão dela, para respirar um pouco, quando vejo um fio de porra do vizinho que havia insistindo em ficar nela, pensei, azar, já devo ter chupado mais antes de ver, caí de boca novamente, então ela me puxa, pedindo para meter mais nela, obedeci e fui recebido com um maravilhoso beijo de língua, minha irmã cruzou as pernas em volta de mim, ficamos assim, fudendo e nos beijando um bom tempo, então pedi para meter nela de quatro, ela voltou a dizer que não daria o cú, balancei a cabeça dando o ok, e meti novamente na buceta dela, que por sinal, estava bem apertada, já inchada, tava socando gostoso, quando ela lança a mão para trás, quase crava as unhas em mim, se joga na cama, me derrubando sobre ela, aperta as pernas, me olha com raiva e sorri, e diz: "Maninho, que foi isso, que gozo foi esse, eu tô tremendo toda, Mano tu come muito bem, se eu soubesse tinha dado antes prá ti..."
Aproveitei e falei: "Só vai ganhar mais, se liberar atrás."
Mana: "Eu dô, já dei antes pro primo, pro meu ex-marido, vou negar prá ti, meu Mano gostoso."
Eu: "Agora eu quero tua ajuda, pois não gozei ainda."
Ela foi chupar, fui mostrando como ela tinha que fazer, para não pegar os dentes, ela me olhando com o pau na boca, balançando a cabeça, como perguntando se tava bom, sem avisar, gozei na boca dela, segurei no pescoço e soltei, 3, 4 jatos de porra, ela me empurrou, tossiu e cuspiu uma boa parte, me deu uns tampas, me xingou, dizendo que eu era um nojento, só respondi, mas te fiz gozar.
Ela sorriu, e disse que isso era verdade.
Voltamos para o banho, nos arrumamos e logo a mãe chegou com a vizinha, que só deu um boa noite e foi para casa.
*Foto ilustrativa