Meu primo queria me comer, comeu minha mãe.

Depois do flagra, a chantagem.

Meu primo era para ficar temporariamente em nossa casa, até conseguir transferência para sua cidade, e isso durou 2 anos e meio, precisou cumprir 30 meses, para ter direito ao pedido de transferência.
Por pelo menos 1 ano, ele comia minha irmã direto, a não ser quando ela saia com as amigas ou depois com o namorado.
Em casa seguia a rotina, mãe saia cedo, só que agora tinha a companhia do sobrinho, pelo menos 2x na semana, pai chegava logo depois, escola, voltar prá casa, a mãe chegava, tomava banho, trocava de roupa, acordava o pai, os dois conversavam, ele se preparava para ir trabalhar, dava carona para mãe ir a igreja com a vizinha, nesse espaço de tempo da mãe ir a igreja e voltar, meu prima comia a minha Maninha.
Meu primo, era forte, musculoso mesmo, recém formado na PM, moreno, cor de cuia, cabelos pretos, olhos bem escuros também, quase preto, sempre bem barbeado e cheiroso, dava para sentir quando passava e saia do banho.
Certo dia, minha irmã foi com nossa mãe na igreja, quando o Primo chegou, tomou o banho dele, normalmente ele comia na rua, então não jantava, sentava no sofá, ligava a tv e chamava minha irmã, avisei que ela havia saído com a mãe, então ele me chamou.
Primo: "Vem cá guri, por que tu irmã foi junto?"
Eu: "Não sei, a mãe mandou ela se arrumar para ir junto."
Primo: "E vocês continuam naquela safadeza?"
Eu: "Não, tu disse para não fazer mais, que ia contar para a mãe e o pai."
Primo: "Isso aí, mas tu sabe guardar segredo mesmo?"
Eu: "Sim, não quero apanhar da mãe."
Primo: "Sabe aquilo que ela fez contigo? De por teu pai na boca e chupar?"
Eu: "Sim, eu lembro."
O primo baixou o short, tipo de futebol anos 70/80, daqueles bem curto, meio que deitou no sofá, pegou minha mão e colocou nele, fiquei olhando o tamanho, nunca tinha visto outro, além do meu e do meu outro primo, que eram bem menor, era escuro, quase preto, a cabeça roxa, senti o calor dele na minha mão, os saco era grande, dois ovos enormes, pendurados, caídos entre as coxas dele, além de muito pentelho preto, fiquei apalpando, novamente ele pegou na minha, me fez punhetar ele, então veio a ordem.
Primo: "Cheira e lambe ele todinho, depois quero que ponha na boca, sem morder ou por os dentes, faz boquinha de veio, me mostrando os lábios para dentro da boca, escondendo os dentes."
Era muito cheiroso, pesado, comecei a beijar e passar a língua como ele ordenou, comecei pela base, com uma das mãos segurava o pau dele que começava a crescer e a outra balançava seus testículos, adorei aquela sensação, quando voltei a cabeça, já estava melado, saía aquele caldinho, passei a língua, puxei um fio dela, olhei prá ele, mandou eu por na boca, mal cabia, tinha dobrado de tamanho e espessura, era muito bom fazer aquilo, colocava na boca, tentava engolir ao máximo, faltava ar, eu tirava, lambia a cabeça, beijava o pau e o saco dele, esfregava o rosto daquela macega de pêlos e voltava a engolir.
Primo: "Guri, tua boca é melhor que de muita putinha por aí, mas a tua Mana ainda é melhor, vai ter que continuar para aprender mais, na próxima quero vocês dois juntos, prá ti ver de perto e ela te ensinar. Agora vem cá, continua aqui do sofá, sobe e fica de joelhos, mas continua, quero te ensinar outra coisa."
Novamente obediente, hoje descobri que sou tipo submisso, me deixo levar pelo tesão, fiquei como ele pediu, senti que entre os pentelhos e na base do pai dele, começava a ter um cheirinho e gosto salgado, parecia que era melhor assim, antes parecia que tava chupando um sabonete kkkkk e eu completamente entregue as suas ordens.
Ele levou a mão para minhas costas, foi descendo até chegar na minha bunda, apertou, tentou por a mão por dentro do meu short, não conseguiu pois estava amarrado, não era com elástico como os atuais, entendi o que ele queria, deitei sobre a coxa dele e levei a mão até o barbante e puxei, soltando a amarra, meu primo me elogiou pela atitude, baixou meu short.
Primo: "Bom garoto, vou ter bastante cuidado contigo."
Vi ele pegando sua mochila, abriu e. pegou o potinho de vaselina, puxou com o dedo uma parte, e levou a minha bundinha, espalhou no meu cuzinho, colocando a pontinha do dedo, ardeu, deve ter pego unha junto, deu um pulinho, ele pediu calma, começou a alisar meu cuzinho, pressionava com o dedo, aos poucos foi ficando gostoso, até que fui cedendo e pude sentir seu dedo grosso, que era quase da espessura do meu pauzinho, entrando em mim, ele ficou colocando e tirando o dedo, enquanto eu seguia chupando, lambendo e beijando seus pauzão preto, grande e grosso, que sensação deliciosa estava sentindo, quando ouvimos o portão bater, minha mãe havia chegado da igreja, ele puxou rápido o short e eu corri para meu quarto, me deitei e larguei uma coberta por cima, enquanto arrumava meu short, sem antes passar a mão no meu cuzinho e sentir ele lubrificado, consegui por o dedo assim como meu primo fez antes.
Mãe: "Oi, como estão as coisas, cadê o Mano?"
Primo: "Tá no quarto, desde que cheguei. E a Mana?"
Mãe: "Amanhã ela não terá aula, deixei na casa da minha irmã, para ficar com a Val e o Aurélio."
Minha mãe levantou e foi ao meu quarto espiar, fiquei quieto, como se estivesse dormindo, então ela voltou a sala e foi conversar com meu primo.
Mãe: "Bom, serei direta, tu é homem, adulto, policial, te recebemos de portas abertas, teu tio não fede, nem cheira, sei que tu não dá despesa, no máximo água do banho, mas eu tenho uma menina em casa, queria que tu como homem, conversasse com ela, sobre os meninos, sabe com é na idade deles, tu já passou por isso e vai me entender, fico muito preocupada com ela, sei que ela já anda de beijinhos na escola, tenho medo que acabe grávida e estrague a vida dela.
Já peguei ela e irmão de esfrega, esfrega, dei uma dura neles e prometeram que não fariam mais."
Não sabia ela que nosso primo, já tinha pego nós também e usava isso como arma de chantagem contra nós.
Primo: "Pode deixar tia, durante a semana converso com ela, quer que chame o Mano na conversa também?"
Mãe: "Claro, já que o pai não toma atitude de homem, nem de pai, muito menos de marido."
Primo: "Como assim tia? O tio não toma atitude de marido?"
Mãe: "Desde que começou a trabalhar a noite, para ganhar melhor um pouco, está sempre cansado, quando chega eu tô saindo, quando acorda, temos o quê juntos, 40 minutos, 1h no máximo e se eu for deitar com ele, acordar antes da hora, já fica irritado."
Houve um silêncio, ouvi minha mãe fungando, como se estivesse chorando, então ouvi meu primo falando: "Calma tia, ele está fazendo um sacrifício pela casa, pela família..."
Minha mãe interrompeu: "Sacrifício, é eu ter que ir para igreja todo dia, orar, pedir perdão, por ter um fogo me consumindo e meu marido não apaga, a vontade que tenho, é de me entregar pro primeiro que me cantar na rua e me fazer sentir desejada."
Primo: "Que isso tia, tu é uma mulher linda, nem parece que tem dois filhos, só que se veste como uma senhora de idade por causa da igreja, mas tem uns vestidos, que a senhora põe, mais colados, que tenho certeza que muito irmãozinho da igreja deve olhar."
Mãe: "Tu fala isso para me agradar."
Primo: "Não, eu falo isso pelo que eu vejo."
Mãe: "Tu acha mesmo? Me sinto feia, tô gorda, olha essa barriga? Seios caídos?"
Primo: "Deixa ver se perto (silêncio), não estão caídos, essa bunda é grande e durinha, dá para abraçar pela cintura, bem encaixado nela..."
Ouvi o clique do disjuntor da tomada, a luz da sala apagou e novamente silêncio, só o barulho da porta do quarto de meus pais fechando.
Saí pé por pé do quarto, fui até a porta e ouvi minha gemendo, voltei para meu quarto, sabia o que estava acontecendo, deitei peguei no meu pauzinho e comecei a bater uma punheta, lembrei do cuzinho melado e coloquei um dedo, quis mais e coloquei o segundo, me atrapalhava em bater punheta e meter os dedos no meu cú, fiquei assim até conseguir ter meus tremeliques, saia pouco leite ainda, me ajeitei e fui dormir, sabendo que meu primo tentou me comer e acabou comendo minha mãe.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu primo queria me comer, comeu minha mãe.

Codigo do conto:
257797

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/03/2026

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