Camila era o tipo de esposa que todo marido sonha em ter... e tem medo de perder. Aos 32 anos, corpo escultural de quem malha todos os dias, pele bronzeada, cabelos castanhos longos e ondulados, seios firmes e empinados e uma bunda redonda que fazia qualquer homem virar o pescoço. Casada há oito anos com Marcos, ela tinha um segredo: adorava se exibir. E Marcos, corno manso e tarado, adorava assistir.
Aquele fim de semana eles foram para uma praia quase deserta no litoral de Santa Catarina. O sol queimava forte. Camila saiu do carro já com um biquíni fio-dental branco minúsculo que mal cobria os mamilos rosados e o montinho depilado. A calcinha sumia entre as nádegas grossas, deixando quase tudo à mostra.
— Amor, você vai me matar de tesão hoje — murmurou Marcos, já com o pau semi-duro dentro da bermuda.
Eles esticaram as cangas perto de umas pedras. Logo apareceram quatro rapazes, todos por volta dos 19 ou 20 anos, corpos definidos de quem surfava e malhava, peles douradas pelo sol. Eles se instalaram a uns dez metros, mas não conseguiram disfarçar os olhares. Camila sorriu maliciosa.
Ela se levantou devagar, esticando o corpo como uma gata. Passou óleo solar nas coxas, subindo as mãos devagar até os seios, apertando-os levemente por cima do tecido fino. Os bicos endureceram na hora. Os quatro novinhos pararam de conversar e ficaram descaradamente olhando.
Camila se virou de costas, inclinou o tronco para frente fingindo pegar algo na bolsa e empinou a bunda. O fio branco desapareceu completamente entre as carnes macias. Um dos garotos soltou um assobio baixo.
— Eles estão loucos por você, safada — sussurrou Marcos, sentando-se na canga com o pau já latejando.
Camila olhou para os jovens com cara de puta safada e chamou com o dedo. Os quatro se aproximaram, tímidos no começo, mas com o pau marcando nas sungas.
— Oi, meninos... tá calor né? — disse ela, voz manhosa. — Querem me ajudar a passar óleo nas costas?
Eles não pensaram duas vezes. Quatro pares de mãos jovens e ansiosas deslizaram pelo corpo dela. Começaram nas costas, desceram pela cintura, subiram pelas costelas e, sem pedir permissão, envolveram os seios por cima do biquíni. Camila gemeu baixinho quando um deles puxou o tecido para o lado e beliscou o mamilo.
— Que delícia... — ronronou ela. — Vocês são bem atrevidos.
Em poucos minutos o biquíni já estava no chão. Camila ficou completamente nua no meio da praia, cercada pelos quatro garotos. Um deles, o mais alto e de cabelo cacheado, ajoelhou-se e enfiou o rosto entre as coxas dela, lambendo a boceta molhada com vontade. Camila agarrou os cabelos dele e rebolou no rosto do menino.
Marcos assistia de perto, punhetando devagar, o coração acelerado.
Camila foi empurrada de quatro na canga. O primeiro novinho tirou a sunga, revelando um pau grosso, jovem e latejante. Sem preliminares, meteu tudo de uma vez na boceta encharcada dela.
— Aaaahhh porra... que pauzão! — gritou Camila, rebolando contra ele.
Enquanto um fodia sua boceta com estocadas fortes, outro enfiou o pau na boca dela. Os outros dois se revezavam chupando os seios e batendo punheta no rosto dela. O barulho molhado das metidas ecoava junto com os gemidos dela.
Eles trocaram de posição várias vezes. Camila foi fodida de todos os jeitos: de quatro, cavalgando, de lado, de frente com as pernas no ombro. Um gozou dentro da boceta, outro na boca, outro nos peitos. O último, o mais novinho, pediu para gozar na bunda. Camila abriu as nádegas com as duas mãos:
— Goza aqui, filhote... marca essa puta de casada.
Ele meteu fundo e jorrou quente dentro do cu apertado dela.
Quando os quatro terminaram, Camila estava uma bagunça deliciosa: esperma escorrendo da boceta, da boca, dos peitos e da bunda. Ela olhou para Marcos com olhos vidrados de prazer e sorriu:
— Vem cá, corno... limpa sua esposa safada com a língua.
Marcos obedeceu na hora, lambendo cada gota enquanto os quatro novinhos assistiam rindo e já ficando duros de novo.
A tarde ainda estava só começando.
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