Confissões de uma puta

Paola, num quarto de hotel decadente, masturba-se enquanto narra histórias explícitas de clientes do dia. Um homem observa, tenso, à medida que ela descreve atos cruéis e prazeres extremos, culminando num desafio final: participar ou apenas ouvir?

O quarto de hotel, que cheirava a mofo e desinfetante barato, estava mergulhado na penumbra, iluminado apenas por uma faixa de luz amarelada que escapava da fresta da cortina. O colchão, gasto e com molas que rangiam a qualquer movimento, afundava sob o peso de dois corpos. Paola estava recostada na cabeceira, com os travesseiros amassados nas costas, as pernas abertas em um ângulo decidido, sem vergonha, expondo a carne úmida e brilhante que se contraía levemente ao ritmo de sua respiração ofegante. O ar estava pesado, quente, carregado pelo cheiro de sexo, suor e perfume barato que ela usava para disfarçar o odor dos outros clientes.

Seus dedos, com as unhas compridas e esmaltadas de um vermelho escuro que parecia sangue seco, trabalhavam com insistência entre as coxas. Ela não se tocava com delicadeza; os movimentos eros rápidos, circulares, pressionando o clitóris sensível com a ponta dos dedos médio e indicador, enquanto o dedo mindinho escorregava para dentro, abrindo caminho na umidade viscosa. O som, molhado e repetitivo, plift, plift, plift, era o único ruído naquele silêncio sujo, interrompido apenas por gemidos curtos e guturais que ela soltava entre os dentes cerrados.

O homem à frente dela, encostado na cadeira de plástico quebrada no canto do quarto, assistia. Ele não se tocava ainda; os braços estavam cruzados sobre o peito, o olhar fixo nos movimentos da mão dela e na maneira como os músculos do abdômen tremiam a cada estímulo intenso. Paola cravou os olhos nele, revirando o globo ocular para trás quando a onda de prazer subiu um pouco mais, e então, recuperando o fôlego, abriu a boca para deixar a história escorrer, misturada com o som de sua masturbação.

— O primeiro de hoje foi um velho... — ela sussurrou, a voz rouca, arranhada pelo fumo e pelos gritos engolidos ao longo do dia. — Tinha uns sessenta anos, cara. Um cadáver que ainda respirava. — Paola riu, um som seco e cínico, e acelerou a mão. — O pau dele era mole, sem vida, como uma linguiça murcha deixada no sol. Tive que trabalhar no couro. Fiz um boquete lento, lambi as bolas dele, que estavam murchas e cheias de pelos brancos, senti o gosto de sabonete velho e pele suja. Chupei até ficar duro na minha boca, engoli tudo até a garganta, sem ar. Ele pagou duzentos reais extra por eu engolir o leite dele.

Ela parou por um segundo, levando os dedos à boca para limpar o fluido espesso que cobria as pontas, lambendo-os com desejo exagerado, provocativo. Depois, a mão voltou à vagina, agora mais inchada e vermelha.

— O segundo... ai, esse foi bom — continuou Paola, arqueando as costas e empinando o quadril para encontrar os próprios dedos. — Um negão forte, daqueles que ocupam espaço demais. Ele não quis papo. Me pegou pelo cabelo e me jogou de quatro nesse colchão fedorento aqui mesmo. — Ela bateu na cama com a mão livre para enfatizar. — Meteu vinte centímetros sem dó nenhuma, direto na buceta. Eu gritei, mas ele não parava. Batia na minha bunda com a palma da mão, plá, plá, plá, até ficar vermelha, queimando. Eu pedia por mais, gritava "me arromba, papai, sou tua vadia", e ele socava mais fundo. Foi cru, foi bruto.

Paola respirou fundo, o peito subindo e descendo rapidamente, os seios grandes e naturais balançando com o esforço. A visão das marcas vermelhas nas nádegas, que o homem na cadeira podia ver perfeitamente sob a luz fraca, parecia excitá-la ainda mais. Ela introduziu três dedos agora, sentindo a resistência dos músculos internos antes de relaxarem.

— O terceiro cliente tinha um gosto... específico — disse ela, os olhos semicerrados, revivendo a sensação. — Pediu anal seco. Eu cuspi na rola dele, lubrificando o mínimo possível, e sentei devagar com o cu apertado. Doía, sabia? Uma dor aguda que rasgava as costas. Mas eu fui desceu até o final. Ele socou fundo, sem paciência, gozou dentro do meu rabo. Quando ele saiu, a porra escorreu pelas minhas coxas, misturada com um pouco de sangue e o lubrificante natural. Eu fiquei ali, sentindo a quentura escorrer e esfriar na pele.

O homem na cadeira mudou de posição, ajustando a calça que agora ficava apertada na virilha. Paola notou o movimento e sorriu, um sorriso de canto de boca, predador. Ela puxou os dedos para fora com um som escandalosamente molhado e levou a mão aos seios, massageando a pele macia e oleosa, beliscando os mamilos escuros e duros.

— O quarto... esse era um nojentinho gostoso — Paola retomou a narrativa, a voz ficando mais baixa, quase um sussurro sujo no ouvido imaginário. — Tinha fetiche por pés. Eu lavei os pés dele com a língua, chupei cada dedo, lambi os espaços entre eles enquanto ele se masturbava olhando para mim. Quando ele não aguentou mais, gozou grosso nos meus peitos, jatos quentes bateram no meu pescoço. Ele mandou eu espalhar, e eu passei a mão por todo o corpo, me cobrindo com o leite dele.

Ela levou um seio à boca, chupando o próprio mamilo, mantendo o contato visual intenso com o espectador. A pele dos seus peitos brilhava, reflexo da luz, e a visão dela, tão obviamente usada e ainda disposta a tudo, criava uma tensão elétrica no quarto empoeirado.

— E o último... o quinto foi um novinho de dezenove anos — disse Paola, soltando o seio com um estalo. — Pau duro, mas rápido, sem controle nenhum. Eu montei nele, cavalguei devagar, sentindo cada pulsação dele dentro de mim. Apertava a buceta, apertava com força para ele não soltar cedo, mas a pobre cabra não aguentou. Gozou gemendo, com medo de ter feito algo errado. Eu ri na cara dele e disse que, se pagasse mais, eu repetia o show.

Paola parou a fala por um momento, concentrando-se apenas na própria carne. O ritmo da mão aumentou novamente, descontrolado, os dedos deslizando pelo clitóris inchado, entrando e saindo em um movimento frenético. A respiração transformou-se em um gemido contínuo, crescendo em volume até ecoar nas paredes descascadas do quarto. As pernas tremeram, os pés se crisparam, e ela sentiu o orgasmo se aproximando como uma onda pesada e inescapável.

— Agora tô pingando... — ela ofegou, as palavras quebradas pelo prisma do prazer que a dominava. — Buceta latejando, doendo de tão cheia que eu queria estar.

Ela removeu os dedos bruscamente, expondo a abertura que pulsava, contraindo-se vazio no ar. A visão era crua, real, uma anatomia exposta para consumo imediato. Paola olhou para o homem na cadeira, os olhos vidrados, o rosto suado, e limpou a mão na cama manchada.

— Quer foder a putinha ou só ouvir?


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Comentários


foto perfil usuario annyhoseok-

annyhoseok- Comentou em 24/03/2026

Otimo conto!👏👏




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Ficha do conto

Foto Perfil casalsafadinhos1010
casalsafadinhos1010

Nome do conto:
Confissões de uma puta

Codigo do conto:
257717

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
24/03/2026

Quant.de Votos:
3

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