Almas Gêmeas - Parte 18

Festinha Particular
>> 18H DE SÁBADO, 09 de agosto. Perderia outro jogo do Corinthians que estava jogando pelas quartas de final do campeonato brasileiro feminino, contra o Bahia.
Era o aniversário do meu primo Guilherme. A festa foi num bar-restaurante de propriedade de um grande amigo do meu tio Armando, que também é padrinho do aniversariante. Ele fechou o estabelecimento exclusivamente para o evento.

Havia um bando de pirralhos irritantes com seus pais chatos. Minha amiga Karina praticamente era a única da minha idade; ficamos meio isoladas, fofocando e bebendo escondidas. Contamos com a assistência do tio Armando e do Pedrão, o dono do estabelecimento; ambos nos serviram drinks longe das vistas da minha tia bruxa.

Não eram nem nove da noite quando as pessoas começaram a ir embora; foi pouco depois dos parabéns e de comerem o bolo. Era fim de festa, justo quando eu estava mais animada, pois o Pedrão deixou o som à disposição de mim e da Karina. Estávamos dançando e uns três ou quatro também se animaram.
A tia Neide me chamou para ir no carro com ela e meus primos; falei que eu e a Karina iríamos depois, com o tio Armando.
— O seu Pedro vai dar uma carona para nós, tia. Iremos daqui a pouco.
A expressão dela, para mim, foi pior que uma cusparada na cara. A fulana odiava ver-me feliz.

O maior interesse em ficar foi o da Karina, que estava adorando a atenção dispensada a ela pelo Pedrão. A investida sedutora do empresário ganhou a garota. Os destilados de qualidade, misturados com refrigerante e servidos a nós, devem ter deixado o homem mais atraente na avaliação da minha amiga.

Faltando um pouquinho para as 22h, os últimos convidados foram embora. Ficamos eu, Karina, titio e o Pedrão.

Nós, moçoilas, já estávamos de pileque, não o suficiente para dançarmos de minissaia sobre o balcão; todavia, ao ingerirmos as caipiroscas de frutas vermelhas ofertadas pelo proprietário, daí, sim, ficamos muito loucas.

Estava difícil manter meu tio à distância, não devido ao seu tamanho e força, mas porque já estava imersa no clima de orgia e pecado. Também foi devido às bebidas ingeridas, claro. O ambiente estava propício para tornar-me promíscua. Assim como a amiga, que já estava completamente envolvida pelas carícias, beijos e pelo corpanzil do Pedrão, sentada no colo do homem e tendo os seios, que acabaram de ficar à mostra, sendo acariciados e chupados pelo seu parceiro.
A tia Neide acabara de ligar para o tio Armando; imaginei a cabeça da sonsa coçando quando ela pressentiu duas pontinhas de chifres aflorando. Ao término da ligação, foi a deixa para eu ceder à sedução do safado, sentar no seu colo e pegar-me aos beijos com ele.
Também fiquei sem minha camisa, sem o top e peitos de fora; o homem deixou meus mamilos ainda mais inchados com suas chupadas gulosas e mordiscadas.

A situação saiu do controle e as ações fluíam rápido demais; nem conseguia dar atenção à voz interior repudiando os acontecimentos: “Vadia, vai se entregar a esse tarado?” “Relaxa e curte, querida, a vida é curta.”
Fui colocada sentada sobre uma mesa e a minha calcinha passou pelos meus pés a milhão. Fiquei deitada de costas com as pernas suspensas no ar pelas mãos masculinas, a minissaia erguida ao nível da cintura e o calor da boca do homem em minha vagina. Ahh! Desliguei o “Wi-Fi” e não ouvi mais nada. Agora eu aceitaria tudo e só queria me acabar de prazer.
Os gemidinhos e gritinhos vindo da outra mesa não eram mais de sexo oral; o Pedrão bombava firme na boceta da amiga.

Voltei toda a minha atenção ao meu tio, que havia se afastado para colocar uma camisinha; o tarado veio preparado ou pegou com o colega de sacanagens. Menos mal, pois eu estava desprotegida.
Ele não fez cerimônia, invadiu o vão das minhas pernas abertas e só deu duas pinceladas em minha fenda para começar a deslizar gostoso dentro de mim, sem paradas e até o fundo. Só então soltei lentamente o ar que enchia os meus pulmões e comecei a gemer, sentindo suas mãos agarradas em minha cintura, fazendo meu corpo ir e vir como se eu fosse o seu brinquedo.

Caraca! Quando fui agraciada pelo gozo, minha voz interior gemeu em coro comigo. A Karina também continuava dando seus gritinhos de prazer.

Passava das onze quando meu tio e eu chegamos em casa tentando disfarçar o porre e, ele, a animação. Ainda levei uma passada de mão na bunda enquanto abria a porta. Eu até posso, ocasionalmente, dar uma rapidinha com ele, mas esperar que eu seja sua amante, pode esquecer, titio.
A dona Neide estava na cozinha, fazendo o quê, eu não sei. Fui rapidinho para o meu quarto, pois era melhor não cruzar com a mulher nas próximas horas… Quem sabe, também nos próximos dias.

Continua.

Foto 1 do Conto erotico: Almas Gêmeas - Parte 18

Foto 2 do Conto erotico: Almas Gêmeas - Parte 18

Foto 3 do Conto erotico: Almas Gêmeas - Parte 18


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Ficha do conto

Foto Perfil kmilinha
kmilinhaeseudiario

Nome do conto:
Almas Gêmeas - Parte 18

Codigo do conto:
257955

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
27/03/2026

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